A certificação 5 S

NBR 7500: identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos
A norma NBR 7500:2009 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos -estabelece a simbologia convencional e o seu dimensionamento para identificar produtos perigosos, a ser aplicada nas unidades de transporte e nas embalagens/volumes, a fim de indicar os riscos e os cuidados a serem tomados no transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento. Essa norma estabelece características complementares ao uso dos rótulos de risco, dos painéis de segurança, dos rótulos especiais e dos símbolos de risco e de manuseio, bem como a identificação das unidades de transporte e o emprego de rótulos nas embalagens/volumes de produtos perigosos discriminados nas instruções complementares do Regulamento para o Transporte de Produtos Perigosos (RTPP) aprovado pelo Decreto nº 96.044. Clique para mais informações.

Haroldo Ribeiro

O Programa 5 S tem aplicabilidade em diversos tipos de empresas e órgãos públicos, inclusive em residências, pois traz benefícios a todos que convivem no local, melhora o ambiente, as condições de trabalho, saúde, higiene e traz eficiência e qualidade. De acordo com experiências de empresas que já implantaram o programa, a chave não é somente a aplicação dos conceitos, mas a mudança cultural de todas as pessoas envolvidas e a aceitação de que cada um deles é importante para melhorar o ambiente de trabalho, a saúde física e mental dos trabalhadores e o sistema da qualidade. O conceito do 5S e as palavras surgiram no Japão, onde cada um destes conceitos começa com a letra S, por isso o método ser chamado 5 S. Apesar disto, houve adaptação dos conceitos para a língua portuguesa, assim como adaptação em outros países que desenvolveram programas semelhantes para aprimorar a qualidade.

Os cinco conceitos do Programa:

1.º S – SEIRI – SENSO DE UTILIZAÇÃO – Separar o útil do inútil, eliminando o desnecessário.

2.º S – SEITON – SENSO DE ARRUMAÇÃO – Identificar e arrumar tudo, para que qualquer pessoa possa localizar facilmente.

3.º S – SEISO – SENSO DE LIMPEZA – Manter um ambiente sempre limpo, eliminando as causas da sujeira e aprendendo a não sujar.

4.º S – SEIKETSU – SENSO DE SAÚDE E HIGIENE – Manter um ambiente de trabalho sempre favorável a saúde e higiene.

5.º S – SHITSUKE – SENSO DE AUTODISCIPLINA – Fazer dessas atitudes, ou seja, da metodologia, um hábito, transformando os 5s’s num modo de vida.

Dessa forma, a certificação 5 S pode ser feita nas seguintes situações:

  • A empresa pretende usar a certificação como pré-requisito para implementação ou disseminação de algum Sistema de Gestão que utilize como base o 5S.
  • A empresa pretende premiar aos seus colaboradores de acordo com metas estabelecidas vinculadas à certificação de 3S ou 5S.
  • A empresa pretende implementar sistematicamente os dois últimos S a partir da certificação dos três primeiros.
  • A empresa pretende demonstrar para seus colaboradores e parceiros a sua preocupação com a dignificação do ambiente de trabalho.
  • A empresa pretende demonstrar para seus clientes a sua preocupação com a qualidade de seus produtos e serviços prestados, além do tratamento adequado dos ativos sob sua responsabilidade.
  • A empresa pretende criar uma motivação interna através de uma competição sadia entre as equipes de trabalho ou unidades de um grupo acionário.
  • A empresa pretende demonstrar para seus acionistas a sua preocupação pela otimização dos recursos materiais e humanos disponíveis.
  • A empresa pretende demonstrar para a sociedade e órgãos fiscalizadores a sua preocupação com o meio ambiente, segurança e saúde.

Uma área ou empresa certificada em 5 S demonstra um padrão de excelência na prática dos sensos de Utilização, Ordenação, Limpeza, Higiene e Autodisciplina, utilizando como base os critérios de avaliação da PDCA ou algum outro, desde que previamente aprovado pela PDCA. Para tanto, são exigidos os seguintes resultados:

  • Empresa Certificada em 3 S – Padrão mínimo de 90% na média dos três primeiros S e nenhuma área com padrão inferior a 80%. Nenhuma área pode ficar fora da auditoria.
  • Área Certificada em 3 S – Padrão mínimo de 90% na média dos três primeiros S.
  • Empresa Certificada em 5 S – Padrão mínimo de 90% na média de cada um dos 5 S e nenhuma área com padrão inferior a 80% na média do 5 S. Nenhuma área pode ficar fora da auditoria.
  • Área Certificada em 5 S – Padrão mínimo de 90% na média de cada um dos 5 S.

Para a certificação 3 S não há um prazo de validade, pois ele confere apenas que a empresa ou área apresentou, no momento da auditoria, um padrão de excelência dos 3 primeiros S. Isto significa que a área ou a empresa e as pessoas têm condições físicas comportamentais para atingir um alto nível de 3S”, diz o consultor. “Para a certificação 5 S há um prazo de validade por dois anos, sendo que há necessidade de manter o padrão apresentado a cada seis meses a partir de auditorias internas feitas por auditores capacitados pela PDCA. Para as auditorias internas, a área ou empresa tem oportunidade para elaborar e executar ações para corrigir os desvios que provocaram a queda do padrão atingido. Para a auditoria externa, a empresa ou área perde a certificação caso não atinja o nível mínimo. Neste caso, a próxima certificação só poderá ser buscada, no mínimo, seis meses depois de perdida a anterior. A PDCA trata o ambiente eletrônico nos dois últimos S. Além disso, a certificação 5 S pode ser concedida com restrição quando a área ou a empresa não inclui este ambiente eletrônico na metodologia do 5 S. O índice médio de aprovação na primeira tentativa de certificação em 5 S de empresas é de 45%.

Para mais informações sobre a certificação 5 S:

Haroldo Ribeiro

pdca@terra.com.br

Tel. 11-42271761

Cel. 11-82529662

www.pdca.com.br

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Uma nova profissão: engenheiro clínico

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A engenharia clínica é uma subárea da engenharia biomédica, e o profissional deve atuar nos estabelecimentos assistenciais de saúde desenvolvendo atividades baseadas nos conhecimentos de engenharia e de gerenciamento aplicadas às tecnologias de saúde. Os mais indicados para se tornarem engenheiros clínicos são os engenheiros e tecnólogos eles deverão atuar na gestão de tecnologias médico-assistenciais. No nível micro, diretamente com equipamentos utilizados no atendimento ao paciente. No nível macro a atuação é, por exemplo, no planejamento, definição e execução de políticas e programas para incorporação de tecnologias para a saúde.

Importante saber que a gestão de tecnologia são as atividades que envolvem decisões e ações, destinadas a promover a efetividade (resultados obtidos X esperados) e segurança (relação risco X benefício) do uso das tecnologias que, está condicionado por uma série de recursos, dentre eles os respectivos equipamentos e acessórios; recursos humanos e sua capacitação; infra-estrutura, suporte técnico, insumos e informações para realimentação do processo. O trabalho desse profissional beneficia os hospitais, clínicas ou postos de saúde, indústrias (processo produtivo) e comércio (propaganda, treinamento, suporte pós-venda, assistência técnica), enquanto o nível macro refere-se aos órgãos de fins regulatórios (Anvisa /Tecnovigilância); normativos (ABNT); resolutivos (MS, CNS, SES, órgãos de classe profissionais), ou financiadores (SUS, planos e seguro de saúde, etc.).

Segundo Rodolfo More, diretor da Engebio, existem atualmente no Brasil cerca 220 mil leitos distribuídos em mais de oito mil hospitais. Somente na Capital paulista estão concentrados cerca de 25% dos estabelecimentos de saúde (hospitais, clínicas e consultórios). Em comum todos eles apresentam a mesma necessidade: adequação de tecnologias e infraestrutura. “Arquitetos, técnicos, engenheiros, médicos… Cada profissional responde por uma demanda distinta dentro deste universo. Mas como compatibilizar as necessidades e encontrar soluções efetivas para suprir as carências do setor? O engenheiro clínico é o profissional que reúne as competências necessárias para tal desafio. Novidade no campo profissional, a ocupação já surge como uma grande demanda a ser atendida”, diz ele.

Acrescenta que ainda que a prioridade total no mercado de trabalho fosse formar engenheiros clínicos seriam necessários cerca de 20 anos para suprir a carência por mão de obra especializada. Para chegar ao número é necessário considerar a formação de 400 engenheiros clínicos por ano. O que na prática não acontece, pois a engenharia clínica é reconhecida apenas como uma especialidade dentro da engenharia biomédica. “Atualmente existem no Brasil pouco mais de 300 profissionais na área”, aponta ele. “Desse contingente apenas 6% atua efetivamente em hospitais. Com isso a carência constatada é de mais de mil profissionais para atuar no mercado nacional. Em uma avaliação simplificada é possível constatar o potencial promissor da área. Um hospital de média complexidade, com cerca de 400 leitos, consome uma verba de cerca de R$ 100 milhões para se construído. Para equipá-lo são necessários mais cerca de R$ 40 milhões. Ou seja, é preciso contar com mão de obra preparada para gerenciar as verbas obtendo melhor relação custo X benefício”.

E o que faz um engenheiro clínico? More responde dizendo que cabe ao profissional responder pela profissionalização da gestão de equipamentos e recursos físicos em ambientes de saúde. Em suma, o engenheiro clínico precisa cuidar da compatibilização de tecnologias, da especificação técnica, da análise e aquisição de tecnologias, inventário e coordenação de programas de manutenção, além de preparar os profissionais das equipes clínica e técnica para desempenhar todas as funções relacionadas aos equipamentos de saúde com total segurança. “Além disso, o profissional faz a análise crítica de contratos dos clientes com prestadores de serviço auxiliando em revisões e negociações, além de atuar no gerenciamento de risco, desativação de equipamentos de saúde e planos de gestão de equipamentos.Soma-se a tudo a gestão da infraestrutura (projetos e elaboração de memorial descritivo de obras), gerenciamento de obras, orçamentação, compatibilização de infraestrutura e comissionamento de obra compõem o escopo de atuação do profissional da área”, finaliza.

Mais informações:

Associação Brasileira de Engenharia Clínica: http://www.abclin.org.br

Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica: http://www.sbeb.org.br

LIVROS SOBRE O 5 S


  • Manual do Auditor 5S R$ 10.00ou R$ 10.00 a Vista no Deposito
    2x de R$ 5.15 com juros no pagseguro


  • 5S AdministrativoR$ 10.00
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