Ferramenta da qualidade: o que é um índice de risco?

Seu filho utiliza uniforme escolar fabricado de acordo com a norma técnica?
A grande maioria das escolas tem a opção por adotar um uniforme escolar para as crianças e adolescentes. É um item prático tanto para os alunos quanto para os pais, já que as roupas do dia a dia são caras e desgastam com facilidade. Sem contar o fato de que os alunos buscam chamar a atenção de alguma maneira e a escola se torna um desfile de moda em vez de um local de estudos. Além disso, usar uniforme evita situações constrangedoras comuns em escolas e em universidades, que é a diretoria do estabelecimento exigir que a aluna ou aluno volte para casa por estar usando roupas inadequadas ao local de estudo. Clique para mais informações.

riskUm índice de risco é uma medida semiquantitativa do risco. É uma estimativa derivada utilizando uma abordagem de pontuação mediante escalas ordinais. Os índices de risco podem ser utilizados para avaliar uma série de riscos com o uso de critérios similares, de modo a que possam ser comparados. As pontuações são aplicadas para cada componente de risco, por exemplo, características do contaminante (fontes), a faixa de possíveis vias de exposição e o impacto sobre os receptores. Os índices de risco são essencialmente uma abordagem qualitativa para a classificação e a comparação de riscos. Embora números sejam utilizados, isto é feito simplesmente para permitir manipulação dos dados. Em muitos casos onde o modelo ou sistema subjacente não é bem conhecido ou não é capaz de ser representado, é melhor utilizar uma abordagem qualitativa mais aberta.

Os índices podem ser utilizados para classificar diferentes riscos associados a uma atividade, se o sistema for bem entendido. Permitem a integração de uma faixa de fatores com impacto sobre o nível de risco em uma única pontuação numérica para um dado nível de risco. Os índices são utilizados para tipos diferentes de risco geralmente como um dispositivo de pontuação para classificar os riscos de acordo com o nível de risco. Isto pode ser utilizado para determinar quais riscos necessitam de avaliação mais aprofundada e possivelmente quantitativa.

As suas entradas são derivadas da análise do sistema ou de uma ampla descrição do contexto. Isto requer uma boa compreensão de todas as fontes de risco, os caminhos possíveis e o que pode ser afetado. As ferramentas como análise de árvore de falhas, análise de árvore de eventos e análise de decisão geral podem ser utilizadas para apoiar o desenvolvimento de índices de risco. Uma vez que a escolha de escalas ordinais é, em certa medida, arbitrária, dados suficientes são necessários para validar o índice.

E qual é o seu processo? O primeiro passo é entender e descrever o sistema. Uma vez que o sistema tenha sido definido, pontuações são desenvolvidas para cada componente de tal forma que possam ser combinadas para fornecer um índice composto. Por exemplo, em um contexto ambiental, as fontes, caminho e receptor(es) serão pontuados, observando que em alguns casos pode haver múltiplos caminhos e receptores para cada fonte. As pontuações individuais são combinadas de acordo com um esquema que leve em consideração as realidades físicas do sistema. É importante que as pontuações para cada parte do sistema (fontes, caminhos e receptores) sejam consistentes internamente e mantenham suas relações corretas. As pontuações podem ser dadas para componentes de risco (por exemplo, probabilidade, exposição, consequência) ou para fatores que aumentam o risco.

As pontuações podem ser adicionadas, subtraídas, multiplicadas e/ou divididas de acordo com este modelo de alto nível. Os efeitos acumulados podem ser levados em consideração, adicionando pontuações (por exemplo, adicionando pontuações para caminhos diferentes). Não é admitido de forma alguma aplicar fórmulas matemáticas para escalas ordinais. Portanto, uma vez que o sistema de pontuação tenha sido desenvolvido, convém que o modelo seja validado aplicando-o a um sistema conhecido. O desenvolvimento de um índice é uma abordagem iterativa, e vários sistemas diferentes para combinar as pontuações podem ser tentados antes que o analista esteja confortável com a validação. A incerteza pode ser tratada por meio da análise de sensibilidade e variando as pontuações para descobrir quais parâmetros são os mais sensíveis.

As saídas são uma série de números (índices compostos) que se relacionam com uma fonte específica e que podem ser comparados com índices desenvolvidos para outras fontes dentro do mesmo sistema ou que podem ser modelados da mesma maneira. Seus pontos fortes são: os índices podem fornecer uma boa ferramenta para classificar diferentes riscos; eles permitem que múltiplos fatores que afetam o nível de risco sejam incorporados em uma única pontuação numérica para o nível de risco. Já as suas limitações são: se o processo (modelo) e sua saída não forem bem validados, os resultados podem ser sem sentido. O fato de que a saída é um valor numérico para o risco pode ser mal interpretado e mal utilizado, por exemplo, em análise subsequente de custo/benefício; em muitas situações onde os índices são utilizados, não existe um modelo fundamental para definir se as escalas individuais para os fatores de risco são lineares, logarítmicas ou com alguma outra forma, e nenhum modelo para definir como fatores devem ser combinados. Nessas situações, a avaliação é inerentemente não confiável e a validação contra dados reais é particularmente importante.

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Feedback: a prevenção para surpresas desagradáveis

LIVROS SOBRE O 5 S

Ricardo M. Barbosa

Uma pesquisa recente do site Curriculum mostra que um dos grandes problemas nas entrevistas de empregos é a falta de feedback, sendo que 83% dos entrevistados, que eram candidatos a uma vaga, não receberam resposta dos selecionadores sobre o encerramento do processo e os resultados do mesmo. Este dado é preocupante, pois, mostra que as empresas não estão preocupadas com a visão que estes profissionais terão de sua empresa, porém, mostra apenas ‘a ponta do iceberg’ pois mesmo os colaboradores com muitos anos de empresas sentem falta de um retorno de seus líderes, o que prejudica o desenvolvimento profissional a a produtividade da empresa.

Aí fica a questão:O que é um feedback e quando deve ser feito? O feedback é toda crítica que recebemos em relação àquilo que realizamos é de essencial importância para nosso aprendizado e crescimento. Ela permite que modifiquemos nossa maneira de encarar e lidar com determinados assuntos e ideias, e trabalhemos com mais empenho se necessário, em busca de melhores resultados. Contudo, além de ser um ponto muito importante, esta avaliação também deve ser tratada com cuidado, pois, alguns pontos são fundamentais e devem ser considerado, tais como:

1. reflita sobre o momento adequado de se criticar, a maneira mais adequada de fazer críticas construtivas e a maneira inteligente de receber e de fazer bom uso delas;

2. Sempre aponto como sendo uma regra básica para que se tenha resultados positivos é fazer a crítica positiva quando visa a reforçar o comportamento ou desempenho que está atingindo o padrão desejado, e negativa quando visa a corrigir e melhorar o comportamento ou desempenho de baixa qualidade ou insatisfatório. Parece básico, mas muitos líderes se atrapalham, causando confusão na avaliação do colaborador de sua situação na empresa, o que é bastante prejudicial.

3. Evite começa falando sobre os pontos negativos da pessoa, isso a colocará na defensiva e prejudicará o processo. Busque sempre iniciar de forma amena, para depois intensificar o assunto

4. Se preocupe com local onde será realizado o feedback. O mais conveniente seria procurar uma sala, em que não houvesse o risco de ser ouvido, nem tampouco interrompido

5. Observe como o ouvinte reage às suas colocações. A expressão facial do colaborador irá orientá-lo se o feedback está sendo construtivo ou apenas complicando uma situação que poderia ser contornada sem grandes “atropelos” de comunicação.

6. Não há mal nenhum em se fazer uma crítica positiva geral ao grupo diante de outras pessoas, pelo contrário, há nessa atitude consideráveis benefícios.

7. Em uma avaliação 360 o ideal é que se faça de forma individual e presencial onde você consiga englobar 100% dos colaboradores, mas nem sempre esta prática é adotada pelas organizações.

8. Seja objetivo nas suas explicações diante do profissional, evite a opção da dúvida e que expectativas não reais se formem na cabeça do colaborador.

9. Se prepare para este procedimento com antecedência e para facilitar o processo de feedback, liste os itens que você abordará na conversa com o colaborador.

10. Mostre que sempre estará aberto para trocar ideias, caso a pessoa tenha dificuldades para realizar determinada atividade.

11. Quem fala também deve estar preparado a escutar a outra parte. Uma comunicação unilateral não surte os melhores efeitos. Por isso, esteja pronto para ver o “outro lado da moeda”.

Ricardo M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting.

Um avião movido a energia solar

Solar-ImpulseO Solar Impulse, avião movido a energia solar, faz um voo histórico. A aeronave deu início a sua primeira viagem intercontinental, em trajeto entre a Europa e a África. Esta é a segunda experiência do Solar Impulse e o mais longo voo também. Em 2011, a aeronave realizou voo teste da Suíça para França e Bélgica. Desta vez, a aeronave decolou da Suíça rumo ao Marrocos, em trecho de 2.500 km, sobrevoando os Montes Pirineus e o Mar Mediterrâneo. Todo o trajeto será realizado em 48 horas. Para percorrer grandes distâncias sem o uso de combustíveis fosseis, o Solar Impulse conta com a expertise técnica, polímeros de alta tecnologia e materiais leves de armazenamento de energia da Bayer MaterialScience, parceira oficial do projeto. Neste novo desafio, os criadores do projeto, Bertrand Piccard e André Borschberg, farão turnos diferentes para pilotar a aeronave, que fará escala em Madri, na Espanha. O voo para Marrocos e a escala na capital espanhola servirão também como experiência para os controladores da missão, que poderão testar e adequar o Solar Impulse aos padrões internacionais de tráfego aéreo e logística de manutenção.

A nova viagem do Solar Impulse vai coincidir com o início das obras de construção da maior usina de energia solar já vista no mundo, na região de Ouarzazate, no Marrocos. A Agência Marroquina para Energia Solar (em ingles, MASEN), que recepcionará os pilotos do Solar Impulse no país, lidera a implantação de um Plano Solar Integrado Marroquino, que deve gerar, em 2020, um total de 2.000 MW e evitar a emissão de 3.7 milhões de toneladas de CO2. “Estamos encantados pela visão deste projeto pioneiro, que claramente demonstra que as tecnologias limpas que estamos promovendo com o Solar Impulse também podem ser utilizadas em nossa rotina diária”, afirma Bertrand Piccard. A Bayer MaterialScience, divisão de Materiais Inovadores da Bayer, tornou-se parceira oficial do projeto suíço Solar Impulse em 2010. Desde então, mais de duas dúzias de pesquisadores tem trabalhado nos laboratórios da empresa em Leverkusen, Dormagen e Krefeld-Uerdingen, em ideias para reduzir o peso das estruturas e de armazenamento de energia. As soluções são aplicadas, por exemplo, em parte da estrutura do cockpit, asas e propulsores. Patrick Thomas, presidente mundial da Bayer MaterialScience, acredita que o projeto reflete a missão da Bayer “Science For A Bettler Life” (em português, Ciência para uma Vida Melhor): “O Solar Impulse é um grande desafio, em particular no que se refere ao desenvolvimento de materiais mais leves. Por meio do uso de componentes inovadores, podemos ajudar a encontrar soluções para o uso da energia limpa como também para otimizar sua eficiência”.

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NR 10 - Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho - Reciclagem Obrigatória - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 18 a 20 de junho

Horário: 08:30 às 18:00 horas

Carga Horária: 24h

Professor: Luis Fernando Zecchin

Preço: A partir de 3 x R$ 264,00

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

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