A importância das normas e especificações

TPM

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Uma leitora me questiona sobre a importância das normas e das especificações para um país. Uma norma é algo estabelecido pela autoridade, usuário ou consenso geral como um modelo ou exemplo a ser seguido. Existem normas de conduta para uma sociedade política e normas técnicas para uma sociedade tecnológica. Uma norma técnica é uma regra para uma atividade especifica, formulada e aplicada para o beneficio e com a cooperação de todos os envolvidos. Geralmente, uma norma é um documento que estabelece as limitações técnicas e aplicações para itens, materiais, processos, métodos, projetos e práticas de engenharia. A norma é um documento que indica materiais, métodos ou procedimentos de fabricação, operação, manutenção ou testes de uma certa classe de equipamentos ou instrumentos. Por exemplo, há normas para manômetros, termômetros, medidores de vazão, vasos e tubulações de alta pressão. A norma fornece limites na faixa de materiais e propõe métodos aceitáveis, de modo que um produto ou procedimento possa satisfazer o objetivo para o qual ele foi projetado. No Brasil, o órgão credenciado para gerar normas é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é uma empresa não governamental, sem fins lucrativos, credenciado pelo Inmetro.

A função de uma especificação é a descrição de um produto em termos da aplicação que o usuário pretende fazer dele. A especificação pode ter a mesma função da norma e algumas especificações são, de fato, normas ou elas podem ser derivadas e resultados de uma norma. As especificações usualmente são mais detalhadas e menos genéricas para uma aplicação particular do que as normas. As especificações e normas formam a base do sistema industrial. As especificações são essenciais a toda operação de compra-venda, tornando possível a padronização básica para o sistema de fabricação em massa industrial. Há cerca de 85 000 normas governamentais, publicas e privadas em uso nos Estados Unidos. Pode-se identificar uma hierarquia de normas usadas pela sociedade. As normas de valor são as de mais alto nível, em termos de seu impacto na sociedade. Estas normas tratam da regulação de radioativadade e da necessidade de água e ar limpo. As normas regulatórias são derivadas das normas de valor básicas. Há três tipos de normas regulatórias: códigos e regulações da indústria, que são produzidas por ela; normas regulatórias consensuais produzidas pelos membros das associações de normas e governo; normas regulatórias mandatórias que são produtos exclusivos dos governos.

A ABNT edita seis tipos diferentes de normas: método de teste que descreve os procedimentos para determinar uma propriedade de um material ou desempenho de um produto; especificação que é uma declaração concisa das exigências a serem satisfeitas por um produto, material ou processo; prática que é o procedimento ou instrução para auxiliar a especificação ou método de teste; terminologia que fornece as definições e descrições dos termos, explicações de símbolos, abreviações e acrósticos; guia que oferece uma série de opções ou instruções mas não recomenda um modo de ação especifico; e classificação que define os arranjos sistemáticos ou divisões de materiais ou produtos em grupos baseados em características similares. A norma pode ter quatro níveis em função do grau de consenso necessário para seu desenvolvimento e uso. A norma de companhia é o nível mais baixo, usado internamente para projeto, produção, compra ou controle de qualidade. O consenso é entre os empregados da companhia. A norma da indústria é desenvolvida tipicamente por uma sociedade ou associação profissional. O consenso para estas normas é entre os membros da organização. A norma governamental reflete muitos graus de consensos. Às vezes, o governo adota normas preparadas pela iniciativa privada mas outras vezes elas podem ser escritas por um pequeno grupo. A norma de consenso total é o tipo de norma desenvolvido por todos os setores representativos, incluindo fabricantes, usuários, universidades, governo e consumidores.

Assim, as normas e especificações possuem as funções comercial e legal de estabelecer níveis de aceitação do produto entre fabricante e comprador; e de fornecer os níveis de qualidade, funções e desempenho do produto. A norma deve ter o bom senso de estabelecer limites tolerados razoáveis, de modo que o preço do produto seja acessível e o seu desempenho seja bom. O usuário quer um bom produto e não uma excelente especificação mas nenhum produto comercialmente disponível. Para tanto: o usuário deve saber o que quer e ter clara a função do produto a ser aplicado. O usuário deve estabelecer uma faixa de medição, exatidão, estabilidade, configuração e condições do processo que podem afetar o desempenho, sendo aplicado. O usuário deve conhecer as normas técnicas e legais e determinar como elas devem ser usadas para se obter o desempenho projetado do produto. O usuário e o fornecedor devem concordar no documento de compra em que partes da especificação aplicam-se os limites concordados, que meios serão empregados prelo fabricante para se garantir que o produtor está dentro destes limites e que meios o usuário deve empregar para verificar se o produto entregue, de fato, satisfaz as especificações e as normas envolvidas. O uso inteligente de normas e especificações garante produtos melhores e medidores mais exatos e confiáveis nas aplicações do usuário. Enfim, qualquer medição é feita com relação a outra medição. Quando se fala de exatidão, implica em uma medição comparada com algum padrão aceitável para esta medição. Os padrões nacionais para todas as medições no Brasil estão guardados no Inmetro.

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