A otimização do tempo

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Coletâneas Disponíveis


Contendo o texto integral das 4 Normas NBR ISO para a Gestão Ambiental.


Contendo o texto integral das 3 Normas NBR ISO para Sistemas da Qualidade.


Contendo o texto integral das 6 Normas NBR para Transporte de Produtos Perigosos.

timeQuando a pessoa desenvolve várias atividades ao mesmo tempo pode ser um processo bastante prejudicial à sua produtividade. Mas antes de reclamar que se tem muitas coisas para fazer e pouco tempo para executá-las, deve-se pensar na forma como se administra o tempo? Algumas atitudes pode ajudar nisso:

– Estabeleça prioridades: todos devem ter prioridades diferentes, mas se o que está em vista é o sucesso, a regra é praticamente a mesma: ocupe a maior parte do dia com tarefas que façam com que se alcance o sucesso. Essa deve ser a prioridade.

– Sincronize a agenda: para otimizar o tempo, é muito importante que se case a agenda com a dos familiares, amigos e colegas de trabalho. Deixe claro para todos o que há priorização e valorização.

– Observe sua rotina: observe seus hábitos durante o dia. Calcule quanto tempo se gasta nas redes sociais, por exemplo. Pode-se surpreender com o resultado. Que tal substituir as horas de procrastinação no Farmville para adiantar aquelas planilhas e relatórios que estão atrasados?

– Tempo é dinheiro: pense em como transformar tempo em dinheiro. Uma das maneiras de fazer isso é simplificar processos burocráticos para que a produtividade diária aumente.

– Atualize as prioridades: é inevitável, em cada fase da vida haver responsabilidades diferentes, e isso, claro, implica em novas prioridades, sejam elas pessoais, profissionais ou familiares. Não se prenda ao passado, mantenha-se atualizado e procure encontrar maneiras de atender às novas demandas.

Dessa maneira, cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários. “O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida”, explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting, Ricardo Barbosa.

Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:

· Ausência de foco – O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;

· Falta de concentração na tarefa em execução – o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;

· Ausência de planejamento – Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;

· Acomodação que gera desmotivação – Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;

· Procrastinação – deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;

· Refém de ferramentas tecnológicas – as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).

Por outro lado Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. ” O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)”.

A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. “Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos”, alerta o diretor da Innovia.

Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:

· Estabelecer prioridades;

· Disciplinar reuniões;

· Disciplinar horários para conversas;

· Estabelecer código de conduta telefônica e para o uso do computador;

· Classificar coisas ativas que são importantes e urgentes;

· Evitar acumular funções que não sejam as suas.

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Avaliação de empresas:os cuidados para quem faz e para quem usa

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Leonardo Toscano e José Ricardo de Bastos Martins

Obter o valor de uma empresa tem sido prática bastante comum nos dias de hoje. Seja para determinar o valor justo da participação no capital de um sócio que se retira da sociedade, para entrada de um fundo de investimento que busca dinamizar os negócios ou para desenvolver iniciativas estratégicas de criação de valor, as empresas são submetidas ao exercício de avaliação. Mais que gerar lucros e pagar dividendos, já está amplamente difundida a noção de que as empresas na realidade existem para elevar o patrimônio de seus sócios. Também se compreende razoavelmente bem que finalizar um período com lucro líquido substancial não aumenta o valor de uma empresa, mas sim a geração de caixa consistente e com perspectivas concretas de crescimento.

Acadêmicos de finanças e praticantes de transações de fusões e aquisições desenvolveram inúmeros métodos para avaliar empresas, dentre os quais o valor dos ativos, valor de liquidação, valor de mercado para empresas de capital aberto, múltiplos de lucro operacional antes de depreciação e juros (o já quase célebre EBITDA), múltiplos de receita e valor presente líquido dos fluxos futuros de caixa.

A determinação criteriosa do valor de uma empresa deve levar em consideração quase uma dezena de variáveis, que podem oscilar de acordo com as motivações da parte envolvida na análise. Além disso, o critério mais adequado também variará de acordo com o tipo de negócio e estágio de desenvolvimento da empresa. Por exemplo, há critérios específicos para empresas em estágio inicial de desenvolvimento, assim como alguns que melhor se encaixam em empresas nas quais a maioria dos ativos é de natureza intangível.

Vendedores buscam firmar o menor custo de capital para descontar fluxos futuros, o maior valor para o fundo de comércio (goodwill), o máximo crescimento do lucro nos anos futuros. Do outro lado, potenciais compradores tendem a considerar com bastante atenção os possíveis passivos futuros – denominados contingências – e aumentam o valor dos investimentos necessários para manter a capacidade produtiva. Os administradores internos, por sua vez, se esforçam para domar os anseios dos proprietários acerca dos compromissos de crescimento e rentabilização, muitas vezes mantendo uma agenda oculta para inviabilizar a venda da empresa que irá tirá-los de seus confortáveis cargos.

O trabalho de avaliação, portanto, demanda dos profissionais envolvidos habilidades que vão muito além da simples capacidade de verificação do método mais adequado e sua correta aplicação. Devem, também, estar preparados para lidar com todos estes outros fatores que – caso não endereçados adequadamente – certamente irão afetar significativamente ou até mesmo comprometer o resultado da avaliação.

Como vemos, diante da complexidade técnica e dos geralmente conflitantes interesses dos agentes, podemos afirmar que o ingrediente “risco” é onipresente no processo de avaliação de uma empresa. Risco do vendedor ao aceitar entregar os negócios por um determinado valor e arrepender-se mais tarde vendo a empresa superar as expectativas, risco do comprador em descobrir passivos que não foram identificados na due diligence.

Até mesmo os profissionais avaliadores, as firmas de auditoria e advogados envolvidos correm o risco de imagem e reputação, por verem suas técnicas profissionais questionadas, inclusive judicialmente, diante de surpresas que o futuro pode trazer. Tome-se, como exemplo, a mais do que corriqueira hipótese em que parte substancial do valor do investimento fica retida numa conta-garantia para fazer frente a possíveis divergências entre as premissas assumidas pelas partes e o verificado na realidade (aqui, observe-se, não falamos apenas de passivos judiciais ocultos, mas também de outras premissas da negociação). Muitas vezes, eventos absolutamente fora do controle das partes acabam por acarretar variação na rentabilidade futura da empresa, levando o investidor a questionar a metodologia e as informações utilizadas, como forma de impedir a liberação das parcelas retidas do montante da transação.

Longe de ser trivial ou intuitivo, o processo de avaliação de negócios merece todo o cuidado das partes envolvidas. Devemos lembrar que uma transação de venda de capital é sempre trabalhosa e quase sempre desgastante no campo emocional. Um cuidado especial que se recomenda é contar com profissionais de confiança, detentores de processo de trabalho bem estruturado e disponíveis em todas as horas. Eles também contribuem para a elevação do valor da empresa e também para a mitigação dos riscos. Afinal, depois de assinados os contratos, o que está em jogo é outro valor, bastante significativo: o valor da paz de espírito.

Leonardo Toscano e José Ricardo de Bastos Martins (josericardo.martins@peixotoecury.com.br) são, respectivamente, sócio sênior da Excelia, e sócio da área societária do Peixoto e Cury Advogados.

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