ISO 9001:2015 – a verdade sobre a revisão da norma

PROJETOS DE NORMAS

Nessa relação é possivel ter conhecimento dos Projetos de Norma Brasileiras e Mercosul, disponíveis para Consulta Nacional. Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o título para consultar e participar.

ABNT/CB-164 – Tintas [1]

ABNT/CB-90 – Qualificação de Pessoas no Processo Construtivo para Edificações [4]

ABNT/CEE-138 – Elementos de Filtragem de Ar e Outros Gases [1]

ABNT/CEE-155 – Materiais Isolantes Térmicos Acústicos [6]

ABNT/CEE-167 – Chapas Acrílicas [3]

ABNT/ONS-58 – Ensaios Não Destrutivos [3]

Alumínio [6]

Automotivo [2]

CEE-113 – CABOS DE AÇO E ACESSÓRIOS [2]

Cimento, Concreto e Agregados [12]

Couro e Calçados [2]

Eletricidade [15]

Embalagem e Acondicionamento [5]

Embalagem e Acondicionamento Plásticos [1]

Gestão Ambiental [1]

Implementos Rodoviários [1]

Máquinas e Equipamentos Mecânicos [1]

Metro-Ferroviário [3]

Mobiliário [4]

Odonto-Medico-Hospitalar [7]

Petróleo (Organismo de Normalizacão Setorial) [4]

Química [14]

Na semana passada, depois de um evento em Belo Horizonte (MG), fui almoçar com o inglês brasileiro Nigel Howard Croft, chairman do ISO/TC 176/SC (Quality System), que me falou sobre as tendências da revisão da norma ISO 9001. Segundo ele, o futuro da ISO 9001 passa necessariamente por um planejamento estratégico que já vem ocorrendo há mais ou menos dois anos no TC 176/SC2, o reconhecimento da necessidade de uma revisão e atualização da ISO 9001, e uma análise crítica sistemática ocorrida em março de 2012 que aprovou o início de uma grande revisão para a nova ISO 9001.

Nigel afirma que os objetivos chaves para a ISO 9001:2015 será a sua atualização para refletir as práticas empresariais modernas, as mudanças do ambiente de negócios, o uso intensivo da tecnologia da informação e a nova terminologia dos negócios. Deverá ser mantida a abordagem de processo, haverá a incorporação das mudanças em práticas e tecnologia de sistemas de gestão de qualidade desde a última grande revisão da ISO 9001 em 2000, será proporcionada uma maior ênfase na obtenção de conformidade do produto e a ideia é melhorar a compatibilidade com outras normas de gestão.

Quanto ao alinhamento das normas de sistemas de gestão, um grupo de coordenação técnica da ISO está procurando uma visão conjunta para as normas de sistemas de gestão, uma estrutura de alto nível para todas as normas ISO de sistemas de gestão, títulos idênticos dos itens sob a estrutura de alto nível e uma vocabulário genérico para as normas de sistemas de gestão. As diretivas da ISO está definindo a estrutura e o formato comum para todas as novas normas ISO de sistemas de gestão e para as revisões das normas existentes, será definido um texto comum, já que aproximadamente 30% de cada norma terá um texto idêntico. Isso tudo trará um profundo impacto na futura ISO 9001.

A definição da ISO para uma norma de sistema de gestão será aquela que estabelece requisitos e orientações para as organizações desenvolverem e gerenciarem sistematicamente as suas políticas, processos e procedimentos, a fim de alcançar objetivos específicos. Nota 1: Um sistema de gestão eficaz é geralmente baseado em gestão de processos da organização através de uma abordagem “Plan=Do-Check-Act” para alcançar os resultados pretendidos. Nota 2: Tais documentos geralmente tratam dos seguintes componentes: política, planejamento, implantação e operação, avaliação de desempenho, melhoria e análise crítica da gestão.

Também o item 4.1 deverá ser comum às normas e trata do Entendimento da organização e de seu contexto: A organização devem determinar as questões internas e externas que são relevantes para o seu propósito e que afetam sua capacidade de alcançar o (s) resultado (s) pretendido (s) de seu sistema de gestão XXX (qualidade, ambiental, segurança da informação, etc.). O 4.4 Sistema de Gestão XXX: A organização deve estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente um sistema de gestão XXX, incluindo os processos necessários e suas interações, em conformidade com os requisitos desta norma internacional (o item 4.1 da atual ISO 9001 provavelmente será incorporado a esse item).

Um item que deverá sofrer mudanças em todas as normas será o 10.1 Não conformidade e ação corretiva: Quando ocorre uma não conformidade, a organização deve: a) reagir à não conformidade e como aplicável adotar a ação para controlá-la e corrigi-la e gerenciar as consequências; b) avaliar a necessidade de ação para eliminar a causa da não conformidade, de forma que ela não se repita ou ocorra em outra situação analisando criticamente a não conformidade, determinando as causas da não conformidade e determinando se similares existem ou possam potencialmente ocorrer: c) implementar qualquer ação necessária; d) analisar criticamente a efetividade de qualquer ação corretiva adotada; e e) introduzir alterações no sistema de gestão XXX, se necessário.

Nigel aduz que o provável cronograma de mudanças será mais ou menos assim: em junho de 2012 haverá a reunião para ser feita uma minuta do Design Spec & WDI, sendo discutido um plano estratégico, análise críticas dos programas de gestão, como será feita uma pesquisa com os usuários, desenvolvimento dos documentos dos conceitos futuros da norma e as diretivas da ISO. Em novembro de 2012, deverá ser aprovado o Design Spec & WDI;em maio de 2013, o CD deverá estar pronto para comentários e votação; em janeiro de 2014, o DIS para votação; em setembro de 2014, deverá estar pronto a minuta do FDIS; em janeiro de 2015, haverá o início da votação do FDIS; e a previsão de publicação da norma é de setembro de 2015.

Uma outra coisa que está em revisão são os princípios da gestão de qualidade. Os atuais são: 1 foco no cliente, 2 liderança, 3 envolvimento das pessoas, 4 abordagem de processo, 5 abordagem sistêmica da gestão, 6 melhoria contínua, 7 abordagem factual da tomada de decisão e 8 relacionamento mutuamente benéfico com fornecedores. Os novos seriam: 1 foco no cliente, 2 liderança, 7 engajamento e competência das pessoas, 3 abordagem sistêmica, 4 mudança para melhor –melhoria contínua, 5 abordagem factual e 6 colaboração na cadeia de valor. Assim, os novos princípios de gestão da qualidade que estão sendo discutidos seriam: a manutenção da abordagem de processo, a consistência ou coerência do sistema de gestão, uma maior ênfase em pessoas e na gestão da cadeia de valor em lugar de gestão de fornecedores (outsourcing).

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NBR ISO 19011:2012 – a verdade sobre uma auditoria de gestão bem feita

O que é TPM

TPM – Total Productive Maintenance (Manutenção Produtiva Total), significa a falha zero e quebra zero das máquinas, ao lado do defeito zero nos produtos e perda zero no processo. O TPM é o resultado do esforço de empresas japonesas em aprimorar a manutenção preventiva que nasceu nos Estados Unidos. Este trabalho iniciou-se por volta de 1950. Dez anos depois o Japão evoluiu para o sistema de manutenção da produção. Por volta de 1971, o TPM foi formatada no estilo japonês através da cristalização de técnicas de manutenção preventiva, manutenção do sistema de produção, Prevenção da Manutenção e engenharia de confiabilidade. Após a criação do prêmio PM pelo JIPM – Japanese Institute of Plant Maintenance, órgão responsável pela veiculação e implementação das atividades no Japão, o TPM ganhou grande importância nas empresas como uma técnica para busca de melhor eficácia no relacionamento homem-máquina. O primeiro prêmio foi concedido justamente em 1971 à uma empresa integrante do grupo Toyota (Nippon Denso Co. Ltd.).
Há várias traduções para o TPM, sendo as mais freqüentes:

  • Manutenção Produtiva Total;
  • Manutenção Total da Produção;
  • Melhoria da Produtividade Total;
  • Manutenção da Produtividade Total.

Leia mais no link http://www.pdca.com.br/site/portal-tpm.html

  • Livro: Desmistificando o TPM

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Preço: R$ 40.00

Esse texto tem muito a haver com o de cima, sobre a revisão da ISO 9001, já que a ideia da organização ISO é aumentar a credibilidade da cadeia de certificação. Atualmente, no Brasil, alguns organismos de certificação simplesmente não auditam e sim entregam o certificado em troca do pagamento. Muitos deles chegam na empresa e não sabem nem muito bem qual é o seu negócio. Simplesmente estão ali para uma avaliação sem compromisso. Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior da NBR ISO 19011:2002, a qual foi tecnicamente revisada. As principais diferenças comparadas com a primeira edição são as seguintes: o escopo foi ampliado de auditoria de sistemas de gestão da qualidade e meio ambiente para auditoria de sistemas de gestão de qualquer natureza; a relação entre a NBR ISO 19011 e a NBR ISO/IEC 17021 foi esclarecida; os métodos de auditoria remota e o conceito de risco foram introduzidos; a confidencialidade foi acrescentada como um novo princípio de auditoria; as Seções 5, 6 e 7 foram reorganizadas; as informações adicionais foram incluídas em um novo Anexo B, resultando na remoção das caixas de textos; o processo de avaliação e de determinação de competência tornou-se mais rígido; exemplos ilustrativos de habilidades e conhecimentos de disciplina específicos foram incluídos em um novo Anexo A; diretrizes adicionais estão disponíveis no site da ISO: www.iso.org

Desde que a primeira edição dessa norma foi publicada, em 2002, um número de novas normas de sistemas de gestão foi publicado. Como resultado, há, agora, a necessidade de se considerar um escopo mais abrangente de auditoria de sistema de gestão, como também fornecer diretrizes que sejam mais genéricas. Em 2006, o comitê ISO para avaliação da conformidade (CASCO) desenvolveu a ISO/IEC 17021 (NBR ISO 17021), que estabelece requisitos para sistemas de gestão de certificação de terceira parte e que se baseou parcialmente nas diretrizes contidas na primeira edição da norma. A segunda edição da ISO/IEC 17021 (NBR ISO 17021), publicada em 2011, foi ampliada para transformar as diretrizes em requisitos para auditorias de certificação de sistemas de gestão. É, nesse contexto, que a segunda edição fornece as diretrizes para todos os usuários, incluindo micro, pequenas e médias organizações, e se concentra naquilo que é comumente denominado de auditorias internas (primeira parte) e auditorias conduzidas por clientes em seus fornecedores (segunda parte).

Enquanto os envolvidos nas auditorias de certificação de sistemas de gestão seguem os requisitos da ISO/IEC 17021:2011 (NBR ISO 17021), eles podem também considerar úteis as diretrizes contidas nessa norma. Ela não estabelece requisitos, mas fornece diretrizes sobre a gestão de um programa de auditoria, sobre o planejamento e a realização de uma auditoria de sistema de gestão, bem como sobre a competência e a avaliação de um auditor e de uma equipe de auditoria. As organizações podem operar mais de um sistema de gestão formal. Para simplificar a sua leitura, o termo “sistema de gestão” é o preferido, porém o leitor pode adaptar a implementação das diretrizes para sua própria situação em particular. Isto também se aplica ao uso de “pessoa” e “pessoas”, “auditor” e “auditores”.

Pretende-se que ela seja aplicada a uma ampla gama de potenciais usuários, incluindo auditores, organizações que implementam sistemas de gestão e organizações que necessitam realizar auditorias de sistemas de gestão por razões contratuais ou regulamentares. Seus usuários podem, entretanto, utilizar estas diretrizes no desenvolvimento dos seus próprios requisitos relacionados à auditoria. As sua diretrizes podem também ser usadas com a finalidade de autodeclaração e podem ser úteis às organizações envolvidas no treinamento de auditor ou certificação pessoal.

Suas diretrizes procuram ser flexíveis. Conforme indicado em vários pontos no texto, o uso destas diretrizes pode variar dependendo do tamanho e do nível de maturidade do sistema de gestão de uma organização e da natureza e complexidade da organização a ser auditada, como também com os objetivos e escopo das auditorias a serem executadas. Ela introduz o conceito de risco para auditoria de sistemas de gestão. O enfoque adotado se relaciona com o risco do processo de auditoria em não atingir seus objetivos e com a possibilidade de a auditoria interferir com os processos e atividades da organização auditada. A norma não fornece diretrizes específicas sobre o processo de gestão de risco da organização, mas reconhece que as organizações podem focar o esforço de auditoria em assuntos de importância para o sistema de gestão. Adota o enfoque de que quando dois ou mais sistemas de gestão de diferentes disciplinas são auditados em conjunto, isto é chamado de “auditoria combinada”. Quando esses sistemas são integrados em um sistema de gestão único, os princípios e processos de auditoria são os mesmos que para uma auditoria combinada.

A Seção 3 estabelece os termos-chave e definições usados na norma. Todo um esforço foi feito para assegurar que estas definições não conflitem com as definições usadas em outras normas. A Seção 4 descreve os princípios nos quais a auditoria está baseada. Estes princípios ajudam o usuário a entender a natureza essencial de auditoria e são importantes no entendimento das diretrizes estabelecidas nas Seções 5 a 7. A Seção 5 fornece orientação sobre como estabelecer e gerenciar um programa de auditoria, estabelecer os objetivos do programa de auditoria e coordenar as atividades de auditoria. A Seção 6 fornece orientação sobre como planejar e realizar uma auditoria de um sistema de gestão. A Seção 7 fornece orientação relacionada com a competência e a avaliação de auditores de sistemas de gestão e das equipes de auditoria. O Anexo A ilustra a aplicação das diretrizes na Seção 7 para diferentes disciplinas. O Anexo B fornece orientação adicional para auditores sobre o planejamento e a realização de auditorias.

Em linhas gerais, pode-se dizer que a auditoria é caracterizada pela confiança em alguns princípios. Convém que estes princípios ajudem a tornar a auditoria uma ferramenta eficaz e confiável em apoio às políticas de gestão e controles, fornecendo informações sobre as quais uma organização pode agir para melhorar seu desempenho. A aderência a estes princípios é um pré-requisito para se fornecerem conclusões de auditoria que sejam pertinentes e suficientes, e para permitir que auditores que trabalhem independentemente entre si cheguem a conclusões semelhantes em circunstâncias semelhantes. Os seis princípios de uma auditoria:

– Integridade: o fundamento do profissionalismo. Convém que os auditores e a pessoa que gerencia um programa de auditoria: realizem o seu trabalho com honestidade, diligência e responsabilidade; observem e estejam em conformidade com quaisquer requisitos legais aplicáveis; demonstrem sua competência enquanto realizam o seu trabalho; desempenhem o seu trabalho de forma imparcial, isto é, mantendo-se justos e sem tendenciosidade em todas as situações; estejam sensíveis a quaisquer influências que possam ser exercidas sobre seu julgamento enquanto realizando uma auditoria.

– Apresentação justa: a obrigação de reportar com veracidade e exatidão. Convém que as constatações de auditoria, conclusões de auditoria e relatórios de auditoria reflitam com veracidade e precisão as atividades de auditoria. Convém que os problemas significativos encontrados durante a auditoria e não resolvidos por divergência de opiniões entre a equipe de auditoria e o auditado sejam relatados. Convém que a comunicação seja verdadeira, precisa, objetiva, em tempo hábil, clara e completa.

– Devido cuidado profissional: a aplicação de diligência e julgamento na auditoria. Convém que os auditores exerçam o devido cuidado de acordo com a importância da tarefa que eles executam e a confiança neles depositada pelo cliente de auditoria e por outras partes interessadas. Um fator importante na realização do seu trabalho com o devido cuidado profissional, é ter a capacidade de fazer julgamentos ponderados em todas as situações de auditoria.

– Confidencialidade: segurança da informação. Convém que os auditores tenham discrição no uso e proteção das informações obtidas no curso das suas obrigações. Convém que as informações de auditoria não sejam usadas de forma inapropriada para ganhos pessoais pelo auditor ou pelo cliente de auditoria, ou de maneira prejudicial para o legítimo interesse do auditado. Este conceito inclui o manuseio apropriado de informações confidenciais ou sensíveis.

– Independência: a base para imparcialidade de auditoria e objetividade das conclusões de auditoria. Convém que os auditores sejam independentes da atividade que está sendo auditada, quando for possível, e convém que ajam em todas as situações de tal modo que estejam livres de tendenciosidade e conflitos de interesse. Para auditorias internas, convém que os auditores sejam independentes das operações gerenciais da função que está sendo auditada. Convém que os auditores mantenham objetividade ao longo de todo o processo de auditoria para assegurar que as conclusões e constatações de auditoria estejam baseadas somente nas evidências de auditoria. Para pequenas organizações, pode não ser possível que os auditores internos tenham total independência da atividade que está sendo auditada, porém convém que seja feito todo o esforçopara remover a tendenciosidade e encorajar a objetividade.

– Abordagem baseada em evidência: o método racional para alcançar conclusões de auditoria confiáveis e reproduzíveis em um processo sistemático de auditoria. Convém que a evidência de auditoria seja verificável. Ela geralmente é baseada em amostras das informações disponíveis, uma vez que uma auditoria é realizada durante um período de tempo finito e com recursos limitados. Convém que o uso apropriado de amostras seja aplicado, uma vez que esta situação está intimamente relacionada com a confiança que pode ser depositada nas conclusões de auditoria.

Enfim, uma auditoria pode ser realizada usando uma variedade de métodos de auditoria. Uma explicação dos métodos mais comuns usados em auditoria pode ser encontrada no anexo B da norma. Os métodos de auditoria escolhidos para uma auditoria dependem dos objetivos de auditoria definidos, do escopo e critérios, bem como da duração e localização. Convém que a disponibilidade de auditor com competência e qualquer incerteza que surja da aplicação dos métodos de auditoria sejam consideradas. Aplicando uma variedade e combinação de diferentes métodos de auditoria, pode-se otimizar a eficiência e eficácia do processo de auditoria e do seu resultado. O desempenho de uma auditoria envolve uma interação entre indivíduos com o sistema de gestão que está sendo auditado e a tecnologia usada para realizar a auditoria.Exite uma tabela no anexo que fornece exemplos de métodos de auditoria que podem ser usados, de maneira única ou combinados, para atingir os objetivos de auditoria. Se uma auditoria envolver o uso de uma equipe de auditoria com múltiplos membros, métodos no local e remotos podem ser usados simultaneamente.

Seja duro com o seu organismo de certificação no cumprimento dessas diretrizes. Se ele não estiver atendendo às expectativas de sua empresa, mude de organismo de certificação, escolhendo um que cumpra com os requisitos especificados. Eles são prestadores de serviço e a sua empresa é a consumidora. Quando o prestador de serviço não corresponde às expectativas do cliente, muda-se de fornecedor. Seus certificados de gestão não podem ser apenas suportados pelos pregos que os seguram na parede de sua empresa. Busque a melhoria contínua para aumentar a competitividade.

Mais informações sobre a NBR ISO 19011 de 04/2012 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão

Código de prática para locais potencialmente contaminados
A BS 10175 fornece recomendações e orientações sobre inspeção terras com níveis naturalmente elevados de substâncias potencialmente nocivas. A norma permite a obtenção de dados cientificamente robustos através de uma abordagem baseada no risco. Ela não inclui orientações sobre os requisitos legais, tais como obtenção de licenças ou autorizações, ou sobre como lidar com sites que apresentem indícios de contaminação radioativa. A norma fornece orientações essenciais sobre todas as fases da sua investigação sobre locais contaminados, desde o planejamento até a entrega e relatórios. A norma descreve as melhores práticas ao definir seus objetivos e desenhar as fases de investigação diferentes. Clique para mais informações.

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5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

Será que há alguma coisa para comemorar nesse dia? Acho que não. Nós, os seres humanos, continuamos a praticar atrocidades, a dilacerar a flora de maneira inexorável, a eliminar espécies animais de todos os jeitos, ou seja, a alterar de forma drástica a vida no Planeta. Não vejo muita salvação para a Terra que como um organismo vivo vai devolver para a humanidade na mesma moeda. Basta ver os horrores que estão por vir em relação às mudanças climáticas. Algumas perguntas ficam sem respostas: quem consegue evitar levar para casa embalagens plásticas e de papel que não serão novamente utilizadas; evitar comprar alimentos com embalagens desnecessárias; preferir, sempre que for possível, produtos com vasilhame reaproveitável; escrever nos dois lados do papel e usar, sempre que puder, produtos feitos com papel reciclado; não jogar lixo no chão; e evitar os desperdícios.

E toda a sua terra abrasada com enxofre, e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem nela crescerá erva alguma; assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o senhor destruiu na sua ira e no seu furor. (Deuteronômio 29:23)