Iluminação a LED: crescimento e os cuidados a serem tomados pelos consumidores

TARGET GEDWEB – Gestão do Conhecimento

O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos de normas técnicas, documentos técnicos e internos das organizações, e os disponibiliza de forma totalmente customizável, de acordo com as características e necessidades de seus usuários, seguindo todos os padrões visuais e de comunicação da empresa que o implanta.

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ledO light-emitting diode (LED) ou diodo emissor de luz pode ser encontrado em todos os tipos de aparelhos, ou seja, em números dos relógios digitais, transmitindo informações em controles remotos, iluminando relógios de pulso e informando quando as ferramentas estão ligadas. Agrupados, eles podem formar imagens em uma tela de televisão gigante ou lâmpada incandescente normal. Basicamente, os LEDs são lâmpadas pequenas que se ajustam facilmente em um circuito elétrico. Mas, de forma diferente das lâmpadas incandescentes comuns, não têm filamentos que se queimam e não ficam muito quentes. Além disso, são iluminados somente pelo movimento de elétrons em um material semicondutor e duram tanto quanto um transistor padrão.

O LED é um componente eletrônico, mais precisamente um diodo semicondutor. O funcionamento do LED é relativamente simples, sendo que ao receber energia ele emite luz. Diferente da maioria dos componentes eletrônicos, que liberam energia através do calor, o LED consegue liberar a energia excedente na forma de luz. Antigamente, os LEDs só emitiam luzes coloridas, porque tinham uma carcaça colorida, a qual quando iluminada pelo raio produzido pelo LED, fornecia uma cor específica. A tecnologia de LED de luz branca nasceu no fim dos anos 90 com as pesquisas do japonês Shuji Nakamura, que atualmente trabalha no Departamento de Materiais da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA). A invenção de Nakamura surgiu a partir de uma pesquisa para melhorar os LEDs convencionais, que até então só emitiam luzes coloridas. A descoberta da luz branca foi praticamente acidental, quando o pesquisador obteve um semicondutor que emitia uma luz azulada. Atualmente, existem várias tecnologias de LED de luz branca, a maior parte delas adotando a propriedade de fluorescência do fósforo ao reagir com a emissão de raios ultravioleta. Há também tecnologias mais conceituais, que permitem mudar a cor da luz, explorando o fato de que a luz branca resulta da combinação das cores primárias.

Desde que foram lançadas, as lâmpadas a LED têm evoluído em relação a uma característica que é chamada IRC (Índice de Reprodução de Cor). Nesse índice, a referência é a luz do sol, que é considerada 100%. Inicialmente, as lâmpadas LED apresentavam entre 60% e 65% de IRC; atualmente estão entre 85% e 90%, com tendência a subir. Com a evolução do processo de construção do LED, estes componentes passaram a emitir luzes em cores diferentes, mesmo tendo uma carcaça transparente. Além disso, surgiram os LEDs capazes de reproduzir várias cores, sendo assim, um mesmo componente poderia criar centenas ou até milhares de cores diferentes. Claro que para isso, a tecnologia no componente evoluiu muito, mas o modo de funcionamento continuou quase o mesmo. Através de um controle de alta precisão na corrente elétrica, o LED consegue emitir tonalidades de cores diferentes, o que se tornou um fator muito importante para as novas tecnologias que têm aderido este pequenino item da eletrônica.

Assim, as lâmpadas de LED proporcionam uma iluminação excelente e o melhor, funcionam em várias cores. Algumas empresas fabricam produtos desse tipo em larga escala, entretanto ainda não há um público definido para tais lâmpadas. Apesar de elas utilizarem os mesmos bocais que as lâmpadas incandescentes e fluorescentes, elas ainda não estão custando o mesmo preço para ser algo compensador. O que torna a iluminação através de LEDs muito cara são os materiais utilizados no processo de fabricação. Os LEDs que emitem as cores verde e azul são os que custam mais caro, porque necessitam de um cristal de safira para reproduzir as cores na sua melhor qualidade. Contudo, com a nova descoberta de pesquisadores da Universidade de Purdue (nos EUA), há um meio de substituir o cristal de safira pelo bom e velho silício. A nova técnica com o silício deve resolver o problema do cristal de safira, mas aí teria um problema com outro componente: o nitreto de zircônio. Este componente serve para refletir a luz produzida, todavia ele é muito instável junto com o silício. Claro que, os cientistas já resolveram o problema, graças ao nitreto de alumínio, que consegue deixar a relação entre silício e zircônio estável e funcional, o LED poderá custar muito mais barato e ser produzido em larga escala.

Conforme informações de Gilberto Grosso, dretor comercial da Avant, a nova onda de iluminação é chamada de LED – sigla em inglês para light emitting diode, ou diodo emissor de luz –, e tem despertado o interesse das pessoas, levando-as a substituir as lâmpadas e equipamentos que dispõem em suas casas ou lojas por essa nova tecnologia. “Sem dúvida, os LEDs trazem uma série de vantagens, principalmente quando comparados a outros tipos de lâmpadas: a economia no consumo de energia elétrica pode chegar a 88%, não aquecem o ambiente, apresentam durabilidade até 25 vezes superior à das lâmpadas comuns, o que também reduz os custos de manutenção.

No entanto, na ânsia por mudanças, o consumidor encontra no mercado dezenas de marcas desconhecidas e que não param de proliferar, com preços que vão de um extremo a outro para produtos visualmente muito parecidos, confundindo sua escolha, o que o leva, muitas vezes, a adquirir um produto que não atenderá suas expectativas”, assegura. Para ele, embora genericamente as pessoas dizem LED para todo diodo emissor de luz e há um nivelamento de todos os produtos como iguais, há uma distância gigantesca entre um LED de excelente qualidade e outro de péssima qualidade. E isso não é percebido no ato da compra pelo cliente, nem mesmo por aqueles que se dizem especialistas, mas não têm em mãos os equipamentos adequados para testá-lo. “Depois de uma compra errada, os problemas começam bem cedo, logo depois da instalação, com queda abrupta da intensidade luminosa; queima precoce, normalmente ao redor de 2 mil horas de uso (já que ninguém fica contando as 32 mil horas de vida divulgadas na embalagem); queima ou baixa intensidade de luz de um ou outro diodo (quando a lâmpada tem mais de um ponto emissor de luz); perda da cor da luz emitida (um ponto fica branco, outro amarelado ou azulado), entre outras degradações”.

Para Grosso, o produto LED ainda não é normalizado, ou seja, mundialmente não existem normas técnicas consolidadas e unanimemente aceitas, que obriguem fabricantes a seguirem determinados padrões de qualidade. “No Brasil, o Inmetro já tem encaminhado estudos nessa direção e até o final de 2012 espera-se publicar portaria regulamentando as especificações para importação de LEDs. Uma notícia alvissareira que deverá limitar a atuação de empresas sem comprometimento com o mercado da iluminação e com produtos de qualidade”. Acrescenta que o Brasil é um mercado atrativo para os aventureiros de plantão, pois possui um parque de iluminação instalado da ordem de 550 milhões de lâmpadas anuais – desde residenciais, comerciais e industriais até iluminação pública. Somente de incandescente, cuja extinção definitiva já está marcada para 2016, são 350 milhões de unidades, que migrarão para as lâmpadas compactas, alguns modelos de halógenas e, preferencialmente, LEDs. “Assim como em 2001, quando passamos pela crise do apagão no Brasil, e surgiram 132 novas marcas de lâmpadas compactas fluorescentes de um dia para o outro, hoje assistimos o mesmo fenômeno com os LEDs. Grande parte dos produtos de LED comercializada em todo o mundo é produzida com o que vulgarmente podemos chamar de componentes de varredura. Isto é, fabricada com aqueles componentes que não foram 100% aprovados no processo de qualidade industrial”.

O técnico destaca que as matérias primas precisam ser analisadas por sua qualidade e aquelas reprovadas e classificadas abaixo de determinados índices de eficiência são destinadas à fabricação de produtos para marcas ou países onde o foco são os preços baixos, em detrimento de qualquer índice qualitativo. “É esse produto de baixa qualidade, baixo preço e baixa garantia que inunda o mercado do Brasil e do mundo numa escala linear sem precedentes, com marcas nunca antes vistas e comercializadas por empresas e indivíduos sem qualquer relação com a iluminação em geral. O que acontece no Brasil reflete o cenário mundial, ou seja, há muitos produtos disponíveis e raríssimos controles de qualidade e eficiência. Hoje, afirmar que um produto é parecido com o outro e, portanto, tem de ter o mesmo preço, está longe de ser verdade. Há marcas e marcas. Algumas empresas, cujo princípio de fabricar e importar para o Brasil somente produtos e equipamentos atestadamente de alta qualidade, garantem que o consumidor está adquirindo o que há de melhor no mercado mundial e a um preço justo, não equiparado ao dos produtos de varredura”, observa. “Portanto, na hora de comprar ou mudar a instalação da sua loja ou casa, é importante fazê-lo num estabelecimento de referência e reconhecidamente de qualidade. E lembrar que preço baixo, muitas vezes, significa produto feito a custos baixos, sem controle e com componentes também de baixa qualidade. É bom ficar de olhos bem abertos para não levar gato por lebre, como lembra o dito popular”.

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O novo RH

NORMAS COMENTADAS

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NBR14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – comentada. Possui 140 páginas…

Nr. de Páginas: 87

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NBR5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para Windows, versão 2004. Apresenta…

Nr. de Páginas: 209

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NBRISO9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos – comentada

Nr. de Páginas: 28

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Sebastião Guimarães

O novo RH será, certamente, estratégico. A ideia de ter um RH estratégico vem sendo amplamente divulgada como uma tendência mundial. Na verdade, como explica o Prof. Edgar Costa (1), o RH está em processo de trânsito, cujo objetivo é se tornar um business partner, Para que possa implementar a GERH – Gestão Estratégica de Recursos Humanos, o gestor de RH (2) precisa contar com o apoio de todos os demais gestores. Um dos grandes desafios da área de Recursos Humanos é, portanto, capacitar os gestores de linha para que atuem como verdadeiros gestores de pessoas. O RH, não como departamento, mas como processo, é a base de sustentação e desenvolvimento das organizações modernas. Somente com o alinhamento da GERH com as estratégias corporativas é que o capital humano será realmente um diferencial e uma vantagem competitiva da organização. Para ser profissional da área do novo RH é preciso:

Agir estrategicamente – Mesmo que o RH da empresa não seja estratégico, o profissional de RH deve agir estrategicamente Precisa alinhar as atividades da sua área com as estratégias da organização. Tem que responder, de forma convincente, à pergunta: Que resultado a empresa espera do RH?

Obter resultado para a organização – Muito resultado! Para obter resultados é preciso eliminar seus gap’s – suas lacunas de competência. Os gap’s a serem eliminados, na maioria das vezes, estão relacionados com o desconhecimento de algumas boas práticas de RH. O profissional de RH precisa provar que o RH não é Centro de Custo; provar que treinamento, por exemplo, não é custo, mas investimento com retorno bastante significativo.

Conhecer o negócio – Sobre o – conhecimento do negócio – José Bancaleiro (3) faz o seguinte comentário: Neste domínio, que eu gostaria de chamar de contribuinte ou parceiro no negócio, juntam-se competências de índole estratégica, com a visão estratégica, o conhecimento dos produtos e do negócio, a orientação para o cliente, a orientação para resultados, com competências ligadas à gestão de processos, como a capacidade de transformar a visão em políticas, a capacidade de alinhar o plano de Recursos Humanos (People Plan) com o plano global da empresa, a elaboração de planos de desenvolvimento de competências organizacionais, etc.

Reciclar-se – Para atuar como agente de mudança e desenvolver as atividades que o “Novo RH” requer, a maioria dos profissionais da área de RH precisa atualizar seus conhecimentos e adquirir novas competências, urgentemente. Infelizmente, pesquisa (4) mostra que os profissionais de RH são os que menos receberam treinamento. Diante do exposto, temos um paradoxo: A área de RH se desenvolve, mas muitos de seus profissionais, não. Por este motivo, “Nunca o profissional de RH foi tão valorizado agora”. (5)

Ter foco – O profissional de RH precisa focar mais nas estratégias e nas atividades específicas para atrair, manter e desenvolver as pessoas, conforme o princípio base do sistema de gestão de recursos humanos (6). Para tanto, os profissionais da área de RH precisam conhecer as diretrizes dadas pela Norma ISO 10015 para definir e implementar corretamente as competências requeridas pela organização.

Exercer influência – Como Drucker alertou, “a maior sabedoria, se não for aplicada à ação e ao comportamento, torna-se apenas um dado sem importância”. Os profissionais de RH são “trabalhadores do conhecimento”, de acordo com a definição de Druker. Estamos em posição peculiar para exercer influência: temos acesso aos superiores, mas sem autoridade para dizer o que deve ser feito. Marshall Goldsmith, (7) um dos coaches mais respeitado do mundo corporativo norte-americano dá dicas aos executivos de RH para que seus conhecimento realmente faça diferença na empresa. Uma de suas dicas é a seguinte: Concentre-se no futuro e deixe o passado para trás. Pessoas bem-sucedidas adoram ideias que possam ajudá-las a atingir metas. Os erros ficam no passado. Ao se concentra no futuro, o foco vai para o que pode ser conquistado amanhã, em oposição às conquista perdidas ontem. Essa orientação para o futuro auxilia muito na hora de influenciar superiores, alem de proporcionar a construção de laços de longo prazo com profissionais de todos os níveis da empresa.

Em resumo, pense nos anos que você passou “aperfeiçoando sua arte” como profissional de RH. Lembre-se dos conhecimentos acumulados e de como tudo isso pode contribuir para a empresa. Quanta energia foi investida na conquista desse conhecimento? Quanta dedicação foi alocada para esse aprendizado? Minha esperança é que, ao investir um pouco no aprendizado para influenciar superiores,você possa fazer grande diferença em sua empresa! O guru americano Jeffrey Pfeffer (8), diz que os profissionais de RH não são hábeis em ter se ponto de vista ou perspectiva aceito na companhia. Para justificar, diz Pfeffer: “Eu diria que o grande problema da comunidade de gestão de pessoas é justamente a ausência de poder.” Segundo o professor, vários profissionais de recursos humanos dizem não estar interessados nesse poder,seguindo um discurso de que o RH deve fazer o bem e ter um enfoque mais humano.

Esse pensar em fazer o bem, em ajudar os indivíduos e não desejar o poder impede o RH de ir mais longe. O que esse executivo não percebe é que, para ter sua opinião promovida e discutida e fazer as coisas como gostaria, ele precisa desse poder. “Todo mundo deve ser hábil para conquistar respeito, exercer influência e participar nas decisões da organização” diz Pfeffer. A dica do guru para alcançar o poder se resume em duas palavras: desejo e habilidade. Primeiro, o profissional de RH precisa desejar o poder, ter ambição. Segundo, precisa das habilidades necessárias para conquistá-lo: energia, persistência e, de certa forma, saber gerenciar conflitos, porque a estratégia envolve construir relacionamentos.

Referências

(1) Edgar Costa, professor e diretor de educação corporativa da Brazilian Business School em artigo publicado na revista Profissional & Negócios nº 120 – junho – 2008 p.21.

(2) Gestor de RH é uma nomenclatura genérica. Nas organizações, dependendo do porte e nacionalidade, são utilizados diversos títulos, como por exemplo: CHRO – Chief Human Resources Officer – Principal executivo de recursos humanos. CKO – Chief Knowledge Officer – Também chamado de CLO – Chief Learning Officer, Gestor de Aprendizagem, Vice-presidente de RH ou Diretor de RH, é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas.

(3) Scorecard de Capital Humano – Bancaleiro, José – Lisboa: RH Editora -1ª Edição – 2006. p. 33

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­(4) De acordo com a pesquisa: O retrato do treinamento no Brasil – 2007/2008 recentemente realizada pela ABTD, organizada pela MOT, publicada e apresentada no Fórum Tendências, pela revista T&D, a área de RH foi a que menos recebeu treinamento, só 4,9

(5) Nunca o profissional de RH foi tão desejado pelas empresas como agora. Conheça o perfil do executivo que o mercado procura: Capacidade de interação com as pessoas e com o ambiente – Percepção aguçada para antecipar crises e conflitos.- Visão estratégica da empresa e do mercado em que atua – Interação com outras empresas para alinhar as políticas de remuneração – Domínio de inglês e espanhol – Formação em negócios. – Experiência multicultural. – Expertise em gerenciar talentos. http://www.administradores.com.br/noticias/profissionais_de_rh_sao_disputados_pelo_mercado/15958 Consulta em 12/3/09

(6) Atrair, manter e desenvolver pessoas, é uma metodologia mencionada na Norma Portuguesa 4427 de 2004 – Sistema de gestão de recursos humanos. pág. 4. A norma pode ser adquirida através do site: http://www.ipq.pt

(7) Excertos da reportagem de Steve Yahn – da Human Resource Executive Online, publicado na revista HSM Management – nº 66 – págs. 142 a 146.

(8) Fonte: Revista Você RH Maio / Junho 2012 – Tendência – Aprendendo com os Gurus – Conquiste seu poder na empresa, Artigo de Tatiana Sendin

Sebastião Guimarães é consultor – guimaraes@tgtreinamento.com.brwww.tgtreinamento.com.br

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