Você é consumista?

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar:

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NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADA – Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos

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consumoGisele Friso Gaspar, advogada e consultora jurídica na G.Friso, Consultoria Jurídica, especializada em Direito do Consumidor e Direito Eletrônico – flavia@gfriso.com.br

Dia desses lia um texto sobre o consumo e suas consequências na sociedade. Em determinado trecho me deparei com a seguinte definição: consumista – alguém que consome os produtos que compra até que eles não tenham mais utilidade, ou seja, até o seu desgaste completo. Parei para refletir. A definição que se tem para “consumista” é: pessoa que compra indiscriminadamente, sem necessidade ou consciência. Alguns dizem ser algo compulsivo. Entretanto, percebi a dimensão da definição que li na matéria sobre o consumo. De fato, se pararmos para pensar, hoje a sociedade é consumista (no sentido tradicional) ao extremo. Desde a implantação de produção, o que se deu com maior velocidade a partir da Segunda Guerra Mundial, o consumo passou a ser massificado. O que era produzido em pequena escala e artesanalmente passou a ser produzido em larga escala para dar conta da demanda que o mercado impunha. Os produtos tornaram-se mais acessíveis e a tecnologia proporcionou a possibilidade de maior lucro com menor investimento. E isso é positivo, pois gera crescimento e desenvolvimento.

Entretanto, podemos perceber que cada vez mais os produtos padecem do mal da falta de qualidade. Os produtos hoje são feitos para não durar. Alguns fabricantes chegam a soldar peças e componentes em seus produtos para que se tornem insubstituíveis quando ocorrer um problema, levando à condenação do produto e à necessidade de aquisição de um novo. Pura leviandade, sendo prática ilegal, antiética e condenável. Outros fabricantes, ainda que prezem pela qualidade de seus produtos, os produzem em série e com a mesma tecnologia utilizada pelo mercado em geral, com a política da “razoável vida útil” cada vez menor. Por outro lado, a velocidade com que a tecnologia se desenvolve traz como consequência cada vez mais novidades no mercado de consumo, lançadas todos os dias em quase todos os segmentos. A publicidade, por sua vez – e cumprindo o seu papel, diga-se –, gera no consumidor a “necessidade” de ter aquele produto, aquele lançamento. Uma necessidade quase visceral, como se aquele consumidor não fosse mais poder viver nesse mundo sem aquele produto. Isso é mais evidente ainda em relação aos adolescentes.

Consequentemente, toneladas de lixo eletrônico são despejadas, sem controle, em nosso pobre e sofrido planeta. As políticas de coleta de lixo eletrônico e campanhas de consumo consciente vêm sendo desenvolvidas, é fato. Porém, a velocidade com que isso ocorre é desproporcional. A corrida é desleal. O consumidor não é orientado ou educado para esse tipo de descarte. As empresas pecam pela falta de divulgação. O Poder Público peca pela falta de fiscalização. Mas o consumo continua e a demanda por novidades eletrônicas é cada vez maior. Não raro, encontramos portadores de aparelhos de telefone celular com aparelhos “antigos” que se conta às dúzias em suas casas. Se questionados sobre o porque da troca, a resposta possivelmente será “eu precisava de um modelo mais moderno, com um sistema operacional mais avançado e com uma câmera fotográfica de alta definição”.

Mas, voltando à definição de “consumista”, aí vai uma reflexão: que tipo de consumista você é? É daqueles que não pode ver uma liquidação? Daqueles que não perde uma novidade eletrônica? Que não vive sem o último modelo de computador? Ou você é aquele que consome os produtos que adquire até o fim, até o seu desgaste? É claro, há o meio-termo. Porém, se for para escolher que tipo de consumista quero ser, prefiro o segundo. Mesmo passando por momentos de deslumbre total diante de uma novidade tecnológica, a pergunta que hoje me faço é: eu realmente preciso disso? Se eu responder sim com uma justificativa plausível, a compra está aprovada. Do contrário, penso um pouco mais e, na maior parte das vezes acabo desistindo. É claro que há momentos de fraqueza. E, fazendo mea culpa, é óbvio que eu também já tive uns dois pares de aparelhos celulares “antigos” e “imprestáveis” atolando as gavetas, que foram substituídos pela última novidade do mercado. Porém, como decidi ser consumista – no melhor sentido –, decidi refletir sobre as minhas escolhas. Isso também faz parte do consumo consciente, sendo nossa obrigação como consumidores. Então, sejamos consumistas!

Quilo ou la carte: qual o mais vantajoso?

Nicole Cihlar Valente, supervisora de gastronomia da LC Restaurantes, especializada em refeições coletivas – flavia.ghiurghi@lcrestaurantes.com.br

Ao investir em um restaurante, muitos empreendedores se deparam com a seguinte dúvida: afinal, compensa mais apostar em rodízio ou serviço la carte? Antes de responder a pergunta, é preciso entender a definição de cada modalidade. O serviço la carte deve trazer uma proposta de refeição rápida, saudável e equilibrada (cor, sabor e nutricionalmente interessante). Hoje, é importante trazer elementos novos de composição, ingredientes do comfort food em harmonia com ingredientes funcionais (ex: linhaça, quinoa, chia, etc…). A estratégia deve focar a rapidez do serviço e qualidade do prato. Quem escolhe la carte hoje não quer entrar em fila, não quer uma infinidade de possibilidades de escolha.

Já o quilo parte da premissa de fartura e variedade, muitas carnes, frituras e o cliente escolhe (com a “fome dos olhos”) o que quanto vai comer. A disposição favorece sempre a oferta primeira de preparações mais pesadas, com molhos por exemplo. O cliente tem porções de carnes menores e, portanto, acaba escolhendo mais de uma, comendo geralmente mais do que no la carte. No caso do serviço la carte, o controle de custos está relacionado com fichas técnicas e controle de produção, compras e estoque muito bem alinhados para não haver perdas. Por ser porcionado permite que você dimensione as gramagens de forma mais precisa, não há estimativa de consumo. Você produz o que o cliente pede, a venda é certa. São poucos os fatores negativos, mas é necessário ponderar que ainda existe um público fiel ao quilo, que gosta de comer um pouco de várias coisas. Portanto, monitorar de perto a aceitação do la carte é importante para que o cliente não se sinta desmerecido.

Uma das dicas é estudar preferências e hábitos da clientela, incluir no la carte preparações grelhadas e massas que agradam no quilo. Testar as receitas e fazer fichas técnicas é essencial, assim como treinar a equipe para manter padrão. Outro ponto importante é investir no local de modo que ele funcione tanto em sistema de rodízio como à la carte. Quem atende o público deve mostrar ao cliente que ambos os serviços são excelentes. A apresentação dos pratos e diferença de identidade entre quilo e la carte também são muito importantes para que ambos funcionem juntos e bem. O fato é que em muitos países, o la carte ganha muita força em praças de alimentação e restaurantes de rua. A preocupação com a saúde e com a administração do tempo faz com que as pessoas queiram um serviço rápido e nutricionalmente mais equilibrado. No quilo a escolha saudável fica sobjulgada à gula humana, afinal comemos com os olhos primeiro. A preocupação com a obesidade contribui enormemente para a escolha de um serviço já porcionado e equilibrado, e o la carte atende a essa demanda.

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