Os requisitos de segurança de artigos para festas

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Atuante nos setores de gestão do conhecimento, soluções GED, cursos técnicos e acesso às informações críticas, a Target desenvolveu tecnologia de ponta para o acesso efetivo às principais informações tecnológicas do mundo.

É no Portal Target que os clientes e usuários de produtos e serviços Target encontram as respostas que procuram, em diversas áreas da informação tecnológica:

Target Engenharia e Consultoria. Facilitadores de informação.

festasForam estabelecidos os critérios para a avaliação de artigos para festas, com foco na segurança visando a redução de riscos associados ao uso do produto principalmente por crianças com idade inferior a 14 anos. A certificação é compulsória, ou seja, todos os fabricantes e importadores desses produtos serão obrigados a atender os requisitos da portaria. Aqueles que não atenderem o prazo legal estipulado para adequação às normas podem sofrer penalidades e sanções legais incluindo a proibição da comercialização. O prazo para adequação desta norma é até junho de 2012, ou 18 meses após a publicação da portaria. Produtos não certificados já no mercado poderão ser comercializados somente até dezembro de 2013, ou 36 meses após a publicação da portaria.

Dessa forma, a sociedade precisa conhecer a NBR 13883, editada em 2012, que determina os critérios técnicos necessários para a realização de ensaios de artigos para festas, visando estabelecer requisitos mínimos de segurança para estes produtos de fabricação nacional ou importados, comercializados no país. Aplica-se a artigos para festas novos e no estado em que são comercializados, não cobrindo os critérios de desempenho e qualidade, exceto no que diz respeito à segurança. Esta norma objetiva identificar riscos que podem afetar a saúde e a integridade física dos usuários, principalmente crianças, quando do uso normal ou abuso razoavelmente previsível do produto.

Quanto ao ensaio químico para determinação de pentaclorofenol ou seus sais, deve ser aplicado em artigos para festas de madeira ou com componentes de madeira e não pode ser acusada a presença de pentaclorofenol, quando os artigos forem ensaiados conforme o subitem 5.2.6. Para ser considerado resistente a suor e/ou saliva, o artigo para festas não pode apresentar manchamento perceptível, quando ensaiado conforme 5.2.1. Os artigos para festas, ou partes destes, que não entrem em contato direto com alimento, mas que pela condição de uso tenham contato com suor e/ou saliva, não podem representar riscos à saúde e integridade do usuário.

Todas as formulações de artigos para festas destinados a entrar em contato direto com alimentos devem atender às legislações vigentes, quando estes artigos forem elaborados ou revestidos com resinas, polímeros e respectivos aditivos. Devem atender às legislações vigentes também quando feitos de materiais celulósicos. Estes tipos de artigos para festas, quando ensaiados de acordo com estas especificações, sob a condição de contato breve, no uso real (2 h < t < 24 h) à temperatura ambiente, não podem apresentar limite de migração superior a 8 mg/dm2 quando ensaiados conforme 5.2.7.

Os procedimentos de inspeção e ensaio especificados devem ser usados para estabelecer a conformidade de produtos com os requisitos dessa norma. Todos os tipos de artigos para festas cobertos por essa norma devem ser submetidos aos pré-ensaios de uso normal e abuso razoavelmente previsível, conforme 5.1.1 e 5.1.2. Cada ensaio pode ser executado em uma amostra diferente do artigo para festas, a menos que seja especificado o contrário, bem como deve ser realizado sempre que houver mudança de desenho ou de material no artigo. Os ensaios mecânicos de abuso razoavelmente previsível, como queda, mordida, torção e tração, devem ser aplicados sequencialmente no mesmo corpo de prova.

O pré-ensaio de uso normal destina-se a avaliar se no uso normal do artigo para festa, como recebido pelo consumidor, não são gerados riscos pelo seu funcionamento, conforme as informações da embalagem e instruções de uso, bem como tradição ou costume. O fato de um mecanismo ou de um material falhar durante os ensaios só deve ser relevante se a falha criar um risco em potencial. A norma também define os artigos para festa.

Os artigos descartáveis, coloridos ou com motivos infantis, que entram em contato com o alimento: enfeites de bolo não comestíveis; babados para bolo; bandejas de papelão ou plástico; forminhas de papel ou plástico; espetos de madeira ou plástico; papel para embrulhar balas; guardanapos; velas de aniversário; talheres de plástico; canudos de plástico. Os artigos descartáveis, coloridos ou com motivos infantis, destinados a acondicionar o alimento: pratos de plástico ou papelão; potes e copos de plástico ou papelão; sacos de papel para pipoca; sacos de papel para hot dog.

Os acessórios coloridos ou com motivos infantis, que entram em contato com a pele ou saliva: língua de sogra; chapeuzinhos de aniversário descartáveis; máscaras descartáveis de papelão; colares luminosos ou de papelão; pulseiras luminosas ou de papelão (inclusive pulseira mola); viseiras; faixas de testa; tiaras. Os artigos para decoração, coloridos ou com motivos infantis: enfeites de mesa que são dispostos sobre a mesa de bolo e mesas dos convidados; toalhas de mesa descartáveis. Também estão incluídos os convites com motivos infantis, os copos plásticos descartáveis, coloridos ou com motivos infantis, projetados e fabricados para serem usados em festas infantis, exceto os copos descartáveis abrangidos pela certificação Inmetro de copos plásticos descartáveis.

Não são considerados os artigos para uso em festas de época (carnaval, festa junina, páscoa etc.); árvores de natal artificiais; balões de látex (bexigas) e balões metalizados de plástico; brinquedos e minibrinquedos; enfeites artesanais; enfeites natalinos (bolas de natal, pisca-pisca, etc.); equipamentos de instalação permanente, de uso coletivo em parques infantis ou de aventuras (playground); equipamentos, que requerem uso de energia elétrica para sua utilização (fliperamas, videogames etc.); fantasias; fogos de artifício; infláveis de grande porte para atividades em grupo ou individuais; máscaras de carnaval (pierrô, colombina, “máscaras de Veneza” etc.); materiais e enfeites usados exclusivamente ao ar livre; produtos alimentícios; e spray aerossol.

Mais informações sobre a norma, clique no link:

NBR 13883: Segurança de artigos para festas – Requisitos e métodos de ensaio

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A mão de obra no setor de tecnologia da informação (TI)

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tiMinha relação com os operadores de tecnologia da informação é bastante complicada. Hoje, não contrato mais nenhum e quando vou fazer conteúdo para sites é a própria empresa quem fica encarregada disso. Por uma questão de procura e demanda esses profissionais se valorizaram demais e não têm compromisso com a boa prestação de serviço, gerando problemas e muitas dificuldades. Eles se acham deuses, acima de qualquer suspeita, e minha relação profissional com esse tipo de pessoa é muito ruim. Depois que eles me mandam o projeto do site, aprovado pelo cliente, o conteúdo vai sendo adaptado de acordo com o layout proposto. Fica mais fácil para mim. Na verdade, com a escassez de profissionais qualificados no mercado, as universidades estão investindo na formação de qualidade dos alunos e as empresas criaram estratégias para capacitação interna, mas isso parece não estar adiantando. Acredito que 98% das empresas têm problemas em relação ao seu site, aos seus sistemas de informatização, etc., ou seja, a falta de qualificação ainda vai ser a pauta reinante pelos próximos anos.

Essa minha opinião parece ser a mesma que a do diretor da Trigital, Bruno Chuahy, para quem, em pleno século XXI, quando se enfrenta o boom da tecnologia que vem facilitando muito a vida de todos, se depara com um novo e sério problema. “Estamos encarando uma crise em relação aos nossos profissionais. O que vemos é uma grande procura do mercado e, em contrapartida, pouca capacitação dos centros de formação – cursos técnicos, faculdades e universidades. Dois motivos importantes para a falta de profissionais qualificados são o ensino defasado e o foco na teoria, onde percebo que as universidades não estão alinhando as reais necessidades do mercado com o que é passado em sala de aula. O mercado hoje buscacada vez mais conhecimento aplicado, enquanto os cursos de formação continuam com foco maior na parte teórica”.

Para ele, ainda há um terceiro motivo que é afalta de investimentos em pesquisas, seja por parte do governo ou até mesmo por parte das empresas privadas, pois os investimentos dão abertura a criação de novas tecnologias e abrem portas para o próprio mercado de trabalho. São poucas instituições que recebem esse apoio, apesar de os resultados dessa parceria serem sempre positivos para ambos os lados. “Vale lembrar que o problema com o ensino atinge todas as áreas e não apenas a de TI. O ideal seria que o governo melhorasse os critérios para regulamentação dos cursos superiores – no caso das instituições privadas – e adequar as grades dos cursos, tendo o mercado como principal referência. Esse ponto deveria ser válido tanto para as universidades públicas quanto para as privadas. É importante que os cursos superiores na área de tecnologia existentes se adéquem na mesma velocidade que o próprio assunto avança.Dessa maneira as instituições estariam contribuindo para a formação de profissionais qualificados, onde o mercado tenha condições de absorver”.

Para Bruno, o que se nota uma boa quantidade de vagas de TI nas grandes empresas têm vagas abertas na área de TI, pois não conseguem encontrar os profissionais adequados. O mercado de TI tem um déficit de profissionais, assim como em outras áreas, e o fato de sobrarem vagas não significa que elas serão ocupadas por qualquer um. As exigências são grandes e as empresas procuram profissionais cada vez mais completos. É uma área onde se paga bem, mas com uma escassez de profissionais evidente. “A boa notícia é que nem tudo está perdido! Mesmo sem o apoio do governo e das universidades, os profissionais ainda podem correr atrás do prejuízo e se mostrarem qualificados. Mesmo com o mercado nesta situação, perde espaço quem não está atualizado, porém é possível conquistar uma oportunidade nessa área. A dica que eu dou é observar quais são as tendências do mercado e buscar aprimoramento nas áreas relacionadas à de atuação e aos seus interesses. Investir na carreira, e na equipe é regra necessária, afinal, profissionais bem preparados sempre tem garantia no mercado. A chave para o sucesso é criar um diferencial, se destacar no meio da multidão. Seguindo todos os passos com calma, podemos esperar dias melhores para a área de TI e seus profissionais”, acrescenta.

E gente vai ter que conviver com essa realidade, ou seja, profissionais meia boca por um bom tempo. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), até 2014 haverá um déficit de 800 mil vagas no setor. Estima-se que, hoje, 92 mil vagas de tecnologia da informação estejam disponíveis. No entanto, basta sair ao mercado para ver profissionais formados desempregados ou trabalhando em áreas completamente distintas da de formação. Pior, apenas 15% dos alunos que iniciam cursos de tecnologia da informação terminam as graduações. E isso vai contra o crescimento brasileiro em TI. Segundo o IDC, o Brasil deverá crescer 13% na área de Tecnologia da Informação em 2011 superando taxas como Estados Unidos e Canadá. Os disponíveis são autodidatas ou são preparados em faculdades (?) despreparadas e com professores sem qualquer especialização, despejando profissionais e formando-os em conteúdos que há muitos anos não são mais necessários para as empresas. Resultado: baixíssima qualificação. Até quando ninguém sabe!

Inadimplência é usada pelos criminosos digitais para atacar usuários de computador

Com o aumento da inadimplência, os consumidores buscam pagar suas dívidas por meio de acordos com seus credores e os escritórios de cobrança são contratados pelas empresas para realizar este trabalho. Por sua vez, o usuário de computador que tem uma parcela em atraso, por exemplo, pode receber o boleto de pagamento atualizado em sua caixa de e-mail. Até aqui nada demais. Só que, ao abrir sua caixa de correio eletrônico ele pode receber uma mensagem com um arquivo em anexo ou link para abrir o tal boleto esperado para fazer o pagamento, que na verdade, não foi enviado pela empresa ou escritório de cobrança.

Ao abrir o arquivo ou ir para o link sugerido ele pode cair em uma armadilha porque, na verdade, a mensagem que ele recebeu não era aquela que ele esperava e sim enviada pelos cyber criminosos, que aproveitam a situação para tentar roubar os dados bancários e de cartões de crédito dos usuários do computador que estão em situação de débito no mercado. “Constatamos nos últimos dois meses o aumento considerável do envio de e-mails relacionados a boletos falsos. Quase um terço das mensagens falsas chegaram aos computadores com este assunto. Isto porque a inadimplência teve um salto nos últimos meses e os cyber criminosos estão aproveitando esta situação para atacar os usuários de computador”, conta Eduardo Lopes, diretor da Nodes Tecnologia, que representa a Avira, fabricante de soluções antivírus, com mais de 15 milhões de usuários no Brasil. “A melhor maneira de evitar a ação dos criminosos da internet é não confiar em todas as mensagens que chegam por e-mail e manter seus programas atualizados, inclusive o sistema operacional e outros programas de uso diário, porque os códigos maliciosos também buscam uma brecha para entrar no computador”.

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