Pesquisa: a crise e a indústria

A QuorumBrasil conversou com 100 líderes de empresas localizadas no interior de São Paulo para entender os desafios para crescer em seus setores. Abaixo confira os resultados.

:: As Crises:

:: A Expectativa::

:: Motivos para Crescer:

:: Estranguladores de Crescimento:

A QuorumBrasil concluiu que:

– As empresas entrevistadas estão localizadas na Região Metropolitana de Campinas e por este motivo as questões de logística foram pouco citadas como estranguladores ao crescimento. O Interior de São Paulo é bem servido de estradas, mas os custos do frete (pedágios, combustíveis, etc) foram muito comentados pelos entrevistados como ponto negativo.

– Pontos relevantes para estas empresas escolherem esta região são a proximidade com os fornecedores de matéria prima; benefícios fiscais; maior oferta de mão de obra e qualidade de vida diferenciada em relação a outras regiões.

– O câmbio ainda é percebido como um problema, mais pelo seu passado recente do que pelo cenário atual, mais favorável para elevar a competitividade, mas essa competitividade é fortemente afetada pelos impostos, custos de produção e do crédito.

É urgente a necessidade de se revisar a CLT

Vivian Cavalcanti de Camilis

O grande número de processos trabalhistas estagnados em fase de execução ocorre em função da legislação atual, já que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – cujas origens remontam à década de 1940 – não foi “modernizada” para se adaptar à evolução das relações de trabalho. Isso faz com que a CLT seja considerada defasada na sua totalidade, visto que alguns aspectos não são levados em consideração, como, por exemplo, a utilização de blackberry ou IPad como formas de trabalho sobreaviso. Assim, os empregados ficam na dependência da jurisprudência e da doutrina para fundamentarem seus direitos. Dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) revelam que, dos trabalhadores que têm suas causas julgadas, mais de 70% não recebem seus direitos. Para se ter uma idéia, só em 2011, a corte registrou uma “taxa de congestionamento”na fase de execução de 73,55% e, em 2010, de 76%”. A “taxa de congestionamento” é um índice utilizado pelo Conselho Nacional de Justiça para aferir a produtividade do Tribunal em um período, levando-se em conta o total de casos novos que ingressaram, os casos baixados e o estoque pendente ao final do período.

No tocante à fase de execução, a situação é pior no direito trabalhista, já que a CLT é omissa em muitos aspectos e, considerando os termos do artigo 769 do mesmo código, verificamos que é necessária a utilização de outras fontes do direito para a resolução de diversos casos, como, por exemplo, o Código de Processo Civil. Por conseguinte, a CLT, ao deixar essa lacuna, faz com que as partes se utilizem da Lei mais favorável, sendo certo que, como depende do entendimento individual, muitas vezes a aplicação subsidiária gera conflitos. Um caso clássico é o prazo para pagamento da condenação. O artigo 880 da CLT dispõe que o executado/empresa será intimado para pagamento em 48 horas, sob pena de penhora. Em contrapartida, o artigo 475-J do CPC concede prazo para pagamento de 15 dias, sob pena de multa de 10% sobre o valor da condenação.

Ao analisar os dois dispositivos, podemos concluir que o artigo 475-J do CPC concede um prazo mais amplo para pagamento, no entanto a multa de 10% é significativa para o devedor. Por outro lado, o artigo 880 da CLT estipula um prazo curto (48 horas) e a consequência para o seu descumprimento é a penhora. Caso a reclamada não tenha bens passíveis de penhora, no primeiro não haverá penalização pela sua inadimplência, ao contrário do que prevê o CPC que, neste caso, estipula que o valor da condenação será majorado. Assim, diante de um código anacrônico e precário que rege a execução trabalhista, torna-se absolutamente necessária a revisão da CLT.

Vivian Cavalcanti de Camilis é advogada da área trabalhista do escritório Innocenti Advogados Associados – vivian.cavalcanti@innocenti.com.br

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Terceira idade está cada vez mais presente no mercado de trabalho

PROJETOS DE NORMAS

Veja como é possivel ter conhecimento dos Projetos de Normas Brasileiras e Mercosul, disponíveis para Consulta Nacional. Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar. Participe.

ABNT/CB-164 – Tintas [2]

ABNT/CEE-104 – Segurança de Alimentos [1]

ABNT/CEE-108 – Produtos para Escrita [1]

ABNT/CEE-130 – Gestão da PD&I [2]

ABNT/CEE-135 – Radiações Ionizantes [1]

ABNT/CEE-138 – Elementos de Filtragem de Ar e Outros Gases [1]

ABNT/CEE-142 – Sustentabilidade na Gestão de Eventos [1]

ABNT/CEE-155 – Materiais Isolantes Térmicos Acústicos [3]

ABNT/CEE-157 – Microbiologia de Alimentos [1]

ABNT/CEE-165 – Aparelho para Melhoria da Qualidade da Água para Consumo Humano [1]

ABNT/CEE-171 – Agrotóxicos e Afins [1]

ABNT/CEE-174 – Análise Sensorial [13]

ABNT/CEE-82 – Vidraria de Laboratório [5]

ABNT/ONS-58 – Ensaios Não Destrutivos [2]

Aeronáutica e Espaço [24]

Alumínio [6]

Automotivo [113]

CEE-113 – CABOS DE AÇO E ACESSÓRIOS [2]

Cimento, Concreto e Agregados [13]

Cobre [24]

Corrosão [30]

Couro e Calçados [12]

Eletricidade [7]

Embalagem e Acondicionamento [4]

Ferramentas Manuais e Usinagem [45]

Fundição [39]

Gases Combustíveis [4]

Gestão Ambiental [1]

Implementos Rodoviários [5]

Madeiras [1]

Máquinas e Equipamentos Mecânicos [8]

Odonto-Medico-Hospitalar [13]

Petróleo (Organismo de Normalizacão Setorial) [5]

Química [1]

Refratários (em Recesso) [2]

Siderurgia [10]

Tecnologia Gráfica (Organismo de Normalização) [1]

Transportes e Tráfego [2]

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgaram uma pesquisa em que apontam que na década passada o número de idosos no mercado de trabalho aumentou acima da média nacional. Em 2001 eram aproximadamente 4,6 milhões de brasileiros com idade superior a 60 anos ativos profissionalmente, em 2010, o número passou para 6,3 milhões. Esta variável, de 34%, é superior ao aumento geral do nível de emprego da população, de 21%. Se não é mais tão raro encontrar profissionais em idade mais avançada no quadro funcional, o que motiva essas pessoas a retornar ao mercado? Segundo o diretor da Nossa Gestão de Pessoas e Serviços, Emílio Morschel, é uma união de fatores que inclui a legislação que torna possível se aposentar e continuar trabalhando, a necessidade de complementação da renda e o aumento da expectativa e da qualidade de vida. A economia em crescimento e a procura das organizações também fecham este cenário. “Com o mercado de trabalho em alta, as empresas começaram a rever seus requisitos e exigências e os trabalhadores com mais idade passaram a ter novas oportunidades. Hoje, pode-se dizer que uma pessoa com 60 anos tem ainda energia e vitalidade e pode ser útil ao trabalho e à comunidade”, afirma. Em 1941 os idosos representavam 4% da população, hoje compreendem 11% e, em 2040, devem ser 30%.

O envelhecimento do mercado de trabalho demanda algumas mudanças na rotina das organizações. Mas, segundo Morschel, essas alterações não são impactantes ao dia a dia do ambiente profissional. “É uma necessidade de pequenas mudanças, nada muito significativo, são adaptações como horários mais flexíveis e mudanças nos programas de benefícios. Como exemplo posso citar substituir o auxílio creche ou educação por planos de assistência médica, programas de qualidade de vida ou subsídios para a aquisição de medicamentos”, diz. Em troca, as empresas poderão perceber que contam com profissionais mais velhos, porém também mais comprometidos e dispostos. “Eles já possuem estabilidade familiar, portanto querem usar o tempo a seu favor. Valorizam as relações humanas, prezam a cooperação, a amizade e o trabalho em equipe. Também transmitem conhecimento, experiência e energia às novas gerações, já que possuem foco definido e não se dispersam com facilidade”, complementa.

O Ministério de Trabalho identificou que, em 2010, 14,21% das 44 milhões vagas de emprego do País estavam ocupadas por maiores de 50 anos, ou seja, seis milhões de pessoas. Não há uma área específica onde a procura é maior, uma carreira ou formação de destaque. Para Morschel, de maneira geral, este público pode ser reinserido. “Do alto executivo ao profissional operacional, o atendente ou o balconista. As únicas exceções são as funções que exijam maior vigor físico ou longas jornadas de trabalho”, acrescenta como conclusão.

Ajude na preservação do meio ambiente

Sonia Jordão

Nunca, em toda a história da humanidade, falou-se tanto na necessidade de preservação do meio ambiente como na atualidade. Previsões de fenômenos da natureza que há dez anos eram consideradas merecedoras de obras de ficção científica, hoje se mostram duramente reais. Basta nos lembrarmos do Tsunami que atingiu o Japão em 2011. E quem poderia supor que haveria tremores de terra no Brasil, como os de 4,0 e 4,5 graus na escala Richter que atingiram Montes Claros(MG), em 2012?! E os exemplos não faltam…

Mas, será que estamos à mercê desses fenômenos? Do outro lado do mundo, onde são mais frequentes, já há uma rede de alertas que avisam os moradores quando a natureza resolve mostrar a que veio. Como, então, colaborar para que de alguma maneira estes fenômenos não sejam mais tão frequentes ou intensos? Não pense que vou propor alguma ideia mirabolante ou algo difícil de colocar em prática. O que você lerá nas próximas linhas são dicas simples e que colaboram para amenizar o nosso impacto no meio ambiente.

  • Faça a coleta seletiva de seu lixo, separe o lixo orgânico do inorgânico e dê o destino correto para pilhas e baterias.
  • Não desperdice água, feche a torneira ao lavar louças e o chuveiro ao se ensaboar. Além disso, não varre a calçada com a mangueira, para isso temos vassouras.
  • Jogue lixo no lixo. Mesmo um simples papel de bala pode contribuir para entupir os bueiros da sua cidade, principalmente quando várias pessoas jogam lixo nas ruas.
  • Prefira comprar bebidas e alimentos de embalagens reutilizáveis.
  • Compre eletrodomésticos eficientes no consumo de energia.
  • Prefira o uso de sacolas de pano ou reutilizáveis no lugar das sacolas de plástico.
  • Reduza o uso do automóvel ou ofereça carona a colegas e vizinhos.
  • Use o verso de documentos antigos como rascunho.
  • Apague a luz quando sair de algum cômodo.
  • Não desmate áreas verdes.
  • Não jogue guimba (filtro) de cigarro nas rodovias.
  • Se você mora em cidades litorâneas ou com rios, respeite o período de pesca.
  • Doe objetos que você já não utiliza.
  • Adote a prática da reciclagem.

Não pense que essas atitudes são fórmulas mágicas capazes de alterar, da noite para o dia, o curso em que estamos ou que ao realizá-las uma única vez conseguiremos salvar o meio ambiente de nossas atitudes impensadas. Ou, ainda, que são as únicas formas de colaborarmos para a preservação do meio ambiente. Não, querido leitor, não há fórmulas, tampouco mágicas. Saiba que para algo se tornar realidade é preciso atitude, ação. Então, comece a repensar as suas atitudes e a colocar em prática as dicas acima. Colabore, você também, para a preservação do meio ambiente. Não espere o outro, faça sua parte. Pequenas atitudes podem causar grandes impactos.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança” – www.soniajordao.com.br

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