Normas de segurança contra incêndios

Curso: Gestão de Energia – Implantação da metodologia e estudos de casos práticos

A implementação de um sistema de gestão da energia especificado pela NBR ISO 50001 tem a intenção de obter melhorias de desempenho energético. Portanto, é baseada na premissa de que a organização analisará criticamente e avaliará periodicamente seu sistema de gestão da energia para identificar oportunidades de melhoria e a implementação destas. A organização tem flexibilidade sobre como implementar o SGE. Por exemplo, o ritmo, extensão e duração dos processos de melhoria contínua são determinados pela organização. Clique para mais informações.

fireExiste uma coleção de normas a preços com descontos para prevenir e combater incêndios. Ela inclui cinco normas: NBR 10898 – Sistema de iluminação de emergência; NBR 12962 – Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio; NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio; NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos; e NBR 9695 – Pó para extinção de incêndio. Na verdade, prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem. Prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem. O início de um incêndio e outros sinistros de menor vulto podem deixar de se transformar-se tragédia, se forem evitados e controlados com segurança e tranqüilidade por pessoas devidamente treinadas. Na maioria das vezes, o pânico dos que tentam se salvar faz mais vítimas que o próprio acidente.

Uma das principais providências é alertar todos os trabalhadores sobre as devidas precauções quando ocorrer algum distúrbio ou tumulto, causados por incidentes, como, por exemplo, o vazamentos de gás, fumaça, fogo e vazamento de água. O primeiro passo é detalhar em procedimentos operacionais padrões que deverão ser distribuídos para todos os trabalhadores, contendo informações sobre todas as precauções necessárias, como: os cuidados preventivos; a conscientização sobre o planejamento de como atuar na hora do abandono do local de trabalho; a indicação de medidas práticas sobre o combate e a retirada. Segundo o Corpo de Bombeiros, o mais correto inclusive é que todos os trabalhadores ou usuários da edificação coloquem em prática as normas estabelecidas sobre os cuidados preventivos e o comportamento diante do incidente, promovendo exercícios, através da simulação de incêndios. Esse tipo de prática contribui suficientemente para a prevenção e a segurança de todos. Mas para efetuar essa operação é necessário um fator indispensável, a existência – em perfeito estado de uso e conservação – de equipamentos destinados a combater incêndios.

A prudência também é outro fator primordial no combate aos incêndios. Todos sabem que qualquer instalação predial deve funcionar conforme as condições de segurança estabelecidas por lei, que vão desde a obrigatoriedade de extintores de incêndios, hidrantes, mangueiras, registros, chuveiros automáticos (sprinklers) e escadas com corrimão. Entre esses equipamentos, o mais utilizado no combate a incêndios é o extintor, que deve ser submetido à manutenção pelo menos uma vez por ano, por pessoas credenciadas e especializadas no assunto. É importante também, além de adquirir e conservar os equipamentos de segurança, saber manuseá-los e ensinar a todos os trabalhadores como acionar o alarme, funcionar o extintor ou abandonar o recinto, quando necessário, sem provocar tumultos.

Entre as normas de segurança estabelecidas por lei para as instalações prediais, estão a conservação e a manutenção das instalações elétricas. Existem vários tipos de sistemas de proteção das instalações elétricas, como fusível tipo rolha, disjuntor, entre outros. Todos devem estar funcionando perfeitamente, pois qualquer princípio de incêndio pode ser ocasionado por descargas de curto-circuito. Qualquer edificação possui um projeto de circuito elétrico, que dimensiona tipos e números de pontos de corrente (tomadas) ou luz, conforme suas características de consumo. Quando na presença de uma sobrecarga este circuito não dimensionado para uma corrente de curto-circuito eleva-se em muito a temperatura, iniciando o processo de fusão do fio, ou pior, o início de um incêndio. Por este motivo cuidado com a utilização de benjamins. Todos os trabalhadores devem estar sempre atentos às normas básicas de segurança contra incêndio para evitar acidentes. Prevenir é a palavra de ordem e todos devem colaborar, pois é mais importante evitar incêndios do que apagá-los.

Mais informações sobre as normas, clique nos links abaixo:

NBR 10898 – Sistema de iluminação de emergência

NBR 12962 – Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio

NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio

NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos

NBR 9695 – Pó para extinção de incêndio

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Qualidade de vida: dor nas costas pode estar associada à hérnia de disco

NBR ISO 14005: as diretrizes para a implementação em fases da gestão ambiental

A finalidade dessa norma é incentivar e guiar organizações, especialmente pequenas e médias empresas (PME), no desenvolvimento e execução de um sistema de gestão ambiental (SGA) que cumpra os requisitos da NBR ISO 14001. A orientação não vai além da ABNT NBR ISO 14001, à exceção da inclusão da avaliação de desempenho ambiental, e não se pretende que seja usada para a interpretação da ABNT NBR ISO 14001 nem para finalidades da certificação. Muitas organizações lucraram por ter um sistema de gestão ambiental formal. Mas muito mais organizações, especialmente PME, não têm tal sistema, embora pudessem ter se beneficiado muito com isso. Essa norma usa um enfoque em fases para implementar um sistema de gestão ambiental que pode crescer, para cumprir os requisitos da norma para sistemas de gestão ambiental. Clique para mais informações.

No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a dor nas costas é a terceira causa de aposentadoria e a segunda de licença ao trabalho. Além disso, estatísticas indicam que 13% das consultas médicas são provenientes de dores na coluna vertebral. Nesses casos, a dor pode ser o resultado do rompimento do disco cartilaginoso, conhecido como hérnia discal. “A coluna vertebral é composta de vértebras e discos intervertebrais. A hérnia de disco acontece quando estes discos, que tem a função de amortecer o impacto entre as vértebras, se rompem e comprimem as estruturas no canal vertebral, causando dor somente na coluna ou dor irradiada e formigamento para braços e pernas”, explica o osteopata da Clínica Reacciona,Gabriel Boal.

Normalmente, a hérnia mais encontrada é na região lombar (região final da coluna que geralmente compromete o nervo ciático) e na coluna cervical. Isso acontece por serem flexíveis e suportarem mais cargas. Essa doença crônica é muito comum em pessoas acima de 40 anos, e alguns dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença são a postura errada, a falta de exercícios físicos, o excesso de peso, e até a alimentação inadequada. O paciente Luis Alfredo Sebastiani, 33, ainda em tratamento, descobriu a hérnia de disco em setembro do ano passado. Os sintomas que eram dores irradiadas na perna direita dificultavam as atividades diárias. Ele procurou por uma terapia manual, que não rendeu muitos benefícios. Em janeiro optou pela osteopatia e logo sentiu a diferença. “A dor melhorou em 90%, voltei a praticar tênis e até participei de um campeonato”, comenta Luis. Depois disso, os mesmos sintomas voltaram, porém na perna esquerda. “Retornei com o tratamento osteopático, já me sinto melhor e mesmo que devagar, até consigo jogar tênis”, fala.

Para tanto, com a osteopatia é possível evitar o processo cirúrgico, através de manobras diretamente no local e uma organização de toda a coluna, a fim de interromper a sobrecarga no nível da hérnia, contribuindo para a diminuição ou o fim dos sintomas. O osteopata Felipe Yamaguchi, explica. “É necessário avaliar o tamanho da hérnia e seu posicionamento, para um prognóstico preciso. Pode-se incluir ao tratamento, a maca de flexo-distração – de extrema importância nestes casos, onde é possível aumentar o espaço discal”. Qualquer um pode desenvolver hérnia de disco, porém, é mais comum encontrá-la em pessoas que exigem muito da coluna vertebral, seja no trabalho ou nas atividades diárias. A hérnia também pode ser causada por acidentes, principalmente os automobilísticos. “Ao menor sintoma de dor na coluna vertebral ou formigamento e irradiação para braços e pernas, deve-se procurar, imediatamente, um fisioterapeuta especialista em osteopatia, para melhor avaliação do problema”, alerta Felipe.

Os mitos na proteção de instalações contra descargas atmosféricas

raioConforme informações do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), um sistema de proteção contra relâmpagos tem como objetivo blindar uma estrutura, seus ocupantes e seus conteúdos dos efeitos térmicos, mecânicos e elétricos associados com os relâmpagos. O sistema atua de modo que a descarga atmosférica possa entrar ou sair do solo sem passar através das partes condutoras da estrutura ou através de seus ocupantes, danificando-os ou causando acidentes. Um sistema de proteção contra relâmpagos não impede que o relâmpago atinja a estrutura, ele promove um meio para controlar e impedir danos através da criação de um caminho de baixa resistência elétrica para a corrente elétrica fluir para o solo. A ideia de proteger prédios e outras estruturas dos efeitos diretos dos relâmpagos através do uso de condutores foi pela primeira vez sugerida cerca de dois séculos atrás por Benjamin Franklin.

Os principais componentes de um sistema de proteção contra relâmpagos ou sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) são os terminais aéreos, condutores de descida, terminais de aterramento e condutores de ligação equipotencial. Os terminais aéreos, conhecidos como para-raios, são hastes condutoras rígidas montadas em uma base com o objetivo de capturar o relâmpago. Eles devem ser instalados nos pontos mais altos da estrutura. Algumas vezes, estas hastes são interligadas através de condutores horizontais. Os condutores de descida são cabos que conectam os terminais aéreos aos terminais de aterramento. Os terminais de aterramento são condutores que servem para conectar os condutores de descida ao solo. Eles são tipicamente condutores de cobre ou revestidos com cobre enterrados no solo. O nível de aterramento depende bastante das características do solo. Os condutores de ligação equipotencial, por sua vez, são condutores que visam igualar o potencial entre os diferentes condutores para impedir descargas laterais.

Os especialistas da instituição afirmam que as descargas laterais, também conhecidas como correntes de sobretensão, são causadas por diferenças de potencial entre a corrente, percorrendo o condutor e objetos próximos. Elas são resultados da resistência finita dos condutores à passagem de corrente elétrica e à indução magnética. A zona de proteção de um sistema de proteção formado por um terminal aéreo é a região adjacente a qual é substancialmente imune à incidência direta de relâmpagos. Como uma regra simples, esta região pode ser representada por um cone ao redor do terminal aéreo, tendo um raio equivalente à altura do terminal aéreo em relação ao solo. A aplicação desta teoria, denominada teoria do cone de proteção, tem muitas exceções e deve ser considerada somente como uma primeira aproximação. Em particular, tem-se mostrado que o raio do cone de proteção no solo depende do nível de proteção esperado, bem como da altura da estrutura. Para estruturas com alturas superiores a 20m, esta teoria não é aplicável. Nestes casos, aplica-se a teoria conhecida como teoria da esfera rolante. Esta teoria é baseada no conceito de distância de atração, que é a distância entre a ponta do líder escalonado e o ponto de queda do relâmpago no solo no instante da quebra de rigidez dielétrica do ar próximo ao solo. A zona de proteção calculada por esta teoria é em geral menor que aquela obtida pela teoria do cone de proteção. Para estruturas com alturas superiores a 60m, outro tipo de sistema de proteção, que utiliza condutores horizontais conectando os terminais aéreos que forma uma gaiola, é recomendado pela NBR 5419.

Um sistema de proteção contra relâmpagos pode também incluir componentes para prevenir danos causados por efeitos indiretos dos relâmpagos como supressores de surtos. A atividade de relâmpagos próximos a um local, incluindo relâmpagos dentro das nuvens e entre nuvens, pode causar surtos de tensão conhecidos como sobretensões ou transientes, que podem afetar linhas de tensão, cabos telefônicos ou de dados, e instrumentação em geral. Os surtos de tensão são aumentos momentâneos na tensão normal de um sistema, causados pelos efeitos eletromagnéticos associados aos relâmpagos. Os supressores de surtos podem ser adicionados a um sistema de proteção contra relâmpagos para proteger os equipamentos eletrônicos contra sobretensões. Existem diversos tipos de supressores, entre eles centelhadores à ar e à gás, varistores e diodos zener. Em várias aplicações é necessário o uso combinado de mais de um tipo de supressor, formando um circuito de proteção.

Para saber mais sobre o assunto existe o curso Aterramento: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas. Para se inscrever e obter mais informações, clique no link http://www.target.com.br/portal_new///ProdutosSolucoes/Cursos/Cronograma.aspx?pp=1&c=680