Os requisitos para a comercialização dos direitos de propriedade intelectual

Coletâneas de Normas em formato digital facilitam a consulta e o controle de importantes séries de Normas Técnicas, largamente utilizadas pelas organizações. São válidas para auditorias de Sistemas da Qualidade e incorporam todas as vantagens do formato digital, tais como: acesso simultâneo para todos os usuários conectados à rede interna da empresa, ferramentas de busca e impressão e facilidade na atualização do documento, entre outros.

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Editada em 2011 pelo BSI, a BS 8538 é uma norma inglesa que traz as especificações para a prestação de serviços relacionados com a comercialização de direitos de propriedade intelectual. Ela estabelece pela primeira vez os princípios de comportamento ético para as organizações que prestam serviços aos inventores. Nos últimos anos tem havido um aumento substancial no número de organizações que oferecem serviços para os inventores e criadores e desenvolvedores de ideias e produtos. Estas organizações incluem o UK Intellectual Property Office, Business Link, provedores comerciais, universidades e clubes especializados. Incluem também o Escritório de Propriedade Intelectual (IPO-UK), Business Link, os prestadores de serviços comerciais, universidades especializadas em invenção e design de produtos e os clubes de inventores. O Reino Unido há muito vem promovendo a necessidade de fazer um balanço de suas novas criações e de garantir os direitos comerciais para eles, por meio de patentes , desenhos registradas e marcas comerciais.

Assim, a norma também ajudaria inventores compreender o que esperar de um provedor quando se pretende comercializar uma ideia. O sucesso para garantir os direitos legais pode influenciar positivamente no sucesso dos negócios para a ideia. No entanto, a lei sobre propriedade intelectual pode ser complexa e no Reino Unido recomenda-se que o criador de uma nova ideia deve sempre considerar procurar o conselho de uma empresa de advogados de patentes ou de marca (que são legalmente qualificados e regulamentados de forma independente), ou outros assessores com as habilidades necessárias para avaliar se a ideia é apropriada para proteção de patente, marca de registro ou registro de desenho, e que pode preparar uma aplicação para o criador buscando potenciais direitos legais. Como estes profissionais existem outros assessores, consultores, corretores de invenção e inventor de apoio à organizações que oferecem ajuda e conselhos que abrangem a comercialização destas novas criações.

Dessa forma, a organização do Reino Unido assegurou a propriedade intelectual a que tem direito e, em seguida, usou-o para vantagem comercial. A BS 8538 especifica os requisitos para a prestação de serviços para os criadores de propriedade intelectual com vista à sua comercialização. Especifica os princípios para o comportamento ético do fornecedor de serviços relativos à integridade e competência, transparência em relação a taxas, custos e finanças, confidencialidade e à divulgação de informações, declaração de interesses e conflitos e tratamento de reclamações. Também especifica um processo para a prestação de serviços, abrangendo envolvimento inicial com o autor, acordos de não divulgação (NDAs), avaliação da ideia do inventor, acordos comerciais para a prestação de consultoria e /ou serviços.

O conteúdo da BS 8538 inclui:

• Introdução

• Escopo

• Termos e definições

• Princípios para o comportamento ético

• Integridade e competência

• Transparência dos serviços oferecidos, taxas e outros pagamentos ou recebimentos

• Sigilo e divulgação de informações

• Declaração de interesses e conflitos

• Tratamento de reclamações

• Processo de prestação de serviços

• Termos de compromisso

• Acordo de Não Divulgação (NDA) ou regras de confidencialidade

• Divulgação de eventos

• Prestação dos serviços

• Decisão

• Aceitação ou rejeição do acordo comercial

• Acordo de Não Divulgação típico (NDA)

• Exemplo adicional de um Acordo de Não Divulgação

• Bibliografia e Lista de figuras

• Acordo de Não Divulgação típico

• Exemplo alternativo de um Acordo de Não Divulgação

Para mais informações clique no link: BS 8538

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Otimizar o tempo garante aos colaboradores o crescimento profissional

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Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários. “O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida”, explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting Ricardo Barbosa. Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:

– Ausência de foco – O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;

– Falta de concentração na tarefa em execução – o colaborador leva para empresa problemas pessoais, alem de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;

– Ausência de planejamento – Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;

– Acomodação que gera desmotivação – Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;

– procrastinação – deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;

– Refém de ferramentas tecnológicas – as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).

Por outro lado, Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. ” O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)”. A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. “Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos”, alerta o diretor da Innovia. Veja abaixo as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:

– Estabelecer prioridades

– Disciplinar reuniões;

– Disciplinar horários para conversas;

– Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;

– Classificar ativas que são importantes e urgentes;

– Evitar acumular funções que não sejam as suas.

Qualidade pedagógica, a âncora da escola

Cristiana Prado

Todo gestor escolar dedica-se, quase mecanicamente, a pensar dia após dia nos diferenciais de suas instituições de ensino e a procurar formas de torná-los mais claros e evidentes, tanto para as famílias já fidelizadas como para o público potencial. Tudo bem, nada a acrescentar, a não ser o alerta sobre um engano comum a que muitas vezes leva a ânsia de encontrar soluções que atendam às variáveis demandas do mercado, como tempo integral, esportes e inglês, entre outras. Além de todos os serviços e complementos oferecidos pelas escolas aos alunos e suas famílias, há uma lição de casa a ser feita. Em síntese, trata-se da qualidade do ensino. Em um contexto que se mostra cada vez mais complexo para os educadores – afinal, educar hoje passa pelo desenvolvimento de habilidades e competências e pela formação de valores, entre outras dimensões –, torna-se fundamental manter o foco na missão fundamental da escola. Isto é: formar cidadãos competentes para ler, escrever e falar nos diferentes registros da língua, além de pensar matematicamente e compreender os fenômenos científicos que afetam nossa vida. Enfim, construir um alicerce sólido de conhecimentos.

Não se trata de um desafio simples para o gestor, pressionado em tantas frentes. Mas é preciso manter o centro de gravidade na qualidade pedagógica, acima de tudo. Sem isso, é muito pouco provável que qualquer malabarismo de marketing funcione, por mais criativa que seja a sua equipe. Em um contexto social (e global) cada vez mais competitivo, as famílias se voltam para a escola como a instituição que será capaz de garantir às novas gerações as melhores chances de realização, em todos os níveis. A cobrança por desempenho deixa de ser uma motivação interna das famílias ou dos colégios para ser, sobretudo, uma condição de inserção na economia globalizada, cuja principal moeda é o conhecimento. É, portanto, em torno dessa coluna vertebral que todas as demais atividades da escola devem se orientar. Isso vale para a contratação e a formação de professores e demais colaboradores, a aquisição de novos materiais pedagógicos, a criação de infraestrutura, a definição do discurso interno e a divulgação pública da instituição. Ao adotarem a qualidade de ensino como ponto de partida e de chegada, os gestores acabam por perceber que essa âncora na missão principal da escola traz muitos benefícios. Oferece um centro estável, reconhecido por todos e valorizado pelas famílias. Agrega confiança e, aí, sim, confere a estabilidade necessária para que a escola se lance em novos voos.

Cristiana Prado é gerente de marketing do Ético Sistema de Ensino (www.sejaetico.com.br), da Editora Saraiva.

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