Os cuidados na internet com as páginas falsas

Instalações Elétricas de Média Tensão - Principais soluções para evitar riscos, prejuízos e atender a legislação em vigor - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Instalações Elétricas de Média Tensão – Principais soluções para evitar riscos, prejuízos e atender a legislação em vigor

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 02 e 03 de outubro

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: João Gilberto Cunha

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

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Todos os usuários da internet precisam ter cuidado, pois as páginas falsas continuam a representar mais da metade das notificações de tentativas de fraude recebidas pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br). Só no segundo trimestre de 2012, a quantidade de notificações de páginas falsas de instituições financeiras e de sites de e-commerce cresceu 89% em relação ao trimestre anterior e 184% se comparada ao segundo trimestre de 2011. Nesse segundo trimestre, houve leve aumento o número de notificações de páginas falsas não relacionadas a serviços financeiros ou comércio eletrônico (4%) em relação ao primeiro trimestre de 2012. No entanto, esse mesmo número de notificações recebidas foi cinco vezes maior que o registrado no segundo trimestre de 2011, chamando a atenção dos técnicos do Cert.br.

As notificações sobre cavalos de Troia, utilizados para furtar informações e credenciais, representam 31% das notificações de tentativas de fraudes e cresceram 43% em relação ao primeiro trimestre de 2012 e 49% em relação ao segundo trimestre de 2011. As notificações sobre ataques a servidores Web também cresceram 11% em relação ao trimestre anterior e 176% em relação ao mesmo período de 2011. Os atacantes exploram vulnerabilidades em aplicações Web para, então, hospedar nesses sites as falsas páginas de instituições financeiras, os cavalos de Troia, e as ferramentas utilizadas em ataques a outros servidores Web e scripts para envio de spam ou scam.

As notificações referentes a varreduras, por sua vez, cresceram 43% em relação ao trimestre anterior e aumentaram 81% em relação ao segundo trimestre de 2011. As notificações de varreduras na porta 25 continuam em destaque, atingindo quase 40% do total. Já no trimestre anterior, elas chegaram a ser quase 26% do total. A maior parte das reclamações é relacionada a computadores brasileiros conectados via banda larga que tentaram identificar relays abertos fora do Brasil com o intuito de possivelmente enviar spam. Os servidores proxy, 8080/TCP e 1080/TCP, também estão sendo procurados, correspondendo a cerca de 2% das notificações cada um. Esses serviços também podem ser explorados para o envio de spam. O serviço de RDP (3389/TCP) tem sido visado desde o terceiro trimestre de 2011. Nesse segundo trimestre de 2012, ele correspondeu a 15% das notificações, ultrapassando o SSH (22/TCP) com 12% das notificações de incidentes de varredura. Os serviços TELNET (23/TCP) e FTP (21/TCP) corresponderam a, respectivamente, por quase 3% e menos de 1% das notificações de varreduras do segundo trimestre de 2012. As notificações de atividades relacionadas à propagação de worms e bots totalizaram mais de nove mil incidentes nesse trimestre, representando uma queda de 33% em relação ao primeiro trimestre de 2012. No segundo trimestre de 2012, as notificações quase triplicaram em relação ao segundo trimestre de 2011.

Esse alerta é importante no momento em que o uso da banda larga em residências continua crescendo no Brasil. Em junho de 2012, o número de usuários ativos de conexões de mais de 2 Mb chegou a 16,8 milhões, ou 91% mais do que em junho de 2011, segundo o estudo NetSpeed Report, do Ibope Nielsen Online. Comparado ao número de pessoas que usavam conexões maios rápidas no mesmo período do ano passado, isso representa mais 8 milhões de pessoas, segundo a metodologia de aferição de velocidade utilizada pela Nielsen em oito países. Enquanto isso, diminuiu a quantidade de usuários em conexões de menor capacidade. O número dos que usam de até 512 Kb, que era de 10 milhões em junho de 2011, caiu 39%, ou 3,9 milhões de pessoas, e chegou a 6,1 milhões em junho de 2012. Esse número se manteve inalterado nos últimos três meses.

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A evolução do número de usuários ativos em domicílios, segundo a conexão, em milhares de pessoas – Brasil – junho de 2011 a junho de 2012

Fonte: NetSpeed Online Report, IBOPE Nielsen Online

Os usuários de mais de 2 Mb são os que ficam mais tempo na frente do computador e os que abrem mais páginas na internet. Eles também já representam 40,5% do total de usuários ativos em domicílios. Só o grupo dos que usam mais de 8 Mb já é de 5,2 milhões de pessoas, ou 12,6%. O total de usuários ativos em domicílios no Brasil foi de 41,5 milhões em junho de 2012, de um universo de 64,9 milhões de pessoas que moram em residências que têm acesso à internet.

Número de pessoas com acesso, de usuários ativos e média de uso de páginas e de tempo, por conexão– Brasil – domicílios – junho de 2012

Foram mantidas as nomenclaturas Kb e Mb, conforme utilizadas pela Nielsen Online no relatório NetSpeed Online em todos os países em que é feita a pesquisa

Fonte: NetSpeed Online Report, IBOPE Nielsen Online

O total de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho é de 68 milhões, segundo o Ibope Nielsen Online. Dessas pessoas com acesso, 50,5 milhões foram usuários ativos em junho, o que significou diminuição de 0,8% em relação ao mês anterior e crescimento de 11% na comparação com junho de 2011. Já o número total de pessoas com acesso à internet no Brasil em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 82,4 milhões no primeiro trimestre de 2012.

A normalização indispensável para os resíduos sólidos

Enie 2012: o ponto de encontro dos instaladores, projetistas e usuários de instalações elétricas

Entre os dias 14 e 16 de agosto, acontece em São Paulo a 14ª edição do Encontro Nacional de Instalações Elétricas (Enie), que reúne o que há de mais avançado em tecnologia para edificações prediais e industriais, componentes e sistemas. Reconhecido como o ponto de encontro de instaladores, projetistas e usuários, o evento é composto pela maior feira especializada do País nesse setor e por um congresso de três dias, onde serão discutidas tecnologias de instalação de baixa e média tensão, energias renováveis, motores e acionamentos, proteção contra descargas atmosféricas e condicionamento de energia, entre outros temas. Clique para mais informações.

resíduosNo total são dez normas técnicas e quatro normas regulamentadoras, procurando classificar os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente. Na lei que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada pelo governo, não se fala nada sobre o assunto. A regulamentação brasileira ainda é baseada na norma NBR 11175, de dezembro de 1989, de padrões de desempenho de incineração de resíduos perigosos. Na norma, por exemplo, estão os padrões de emissão de HCl, HF, CO, SOx, NOx e materiais particulados. Também define o monitoramento contínuo, requisitos de operação e orienta a respeito do chamado teste de queima. Normalmente, é feito de dois em dois anos, e o incinerador deve operar sob as piores condições. Se nesse teste a empresa conseguir ter seus padrões de emissão dentro dos limites, em qualquer outra operação ela diretamente estará apta. O resíduo utilizado no teste será então de baixo poder calorífico e com alta emissão de material particulado e dos outros poluentes. Devendo provar que consegue aliar o controle de emissões com capacidade de destruição. Caso passem no teste, realizado também quando são ampliados, os incineradores recebem atestado de eficiência de 99,9999%.

Embora muito se comente sobre as dioxinas e furanos, porém, em incineradores esse não chega a ser um problema grave. Isso porque todos esses fornos operam com um equipamento chamado Quencher, capaz de reduzir em menos de 1 segundo a temperatura de 1.200ºC, dos gases finais da incineração, para 80ºC. A medida evita originar compostos cancerígenos, normalmente produzidos em temperatura na faixa dos 700ºC. Outra hipótese de formação das dioxinas e furanos é pelo resfriamento lento, impossível de ocorrer em razão da rapidez do Quencher, que opera com grande quantidade de água. Segundo alguns especialistas, as emissões tóxicas, liberadas pelos incineradores mais modernos, são formadas por três tipos de poluentes perigosos para o ambiente e para a saúde humana: os metais pesados, os produtos de combustão incompleta e as substâncias químicas novas formadas durante o processo de incineração. Nenhum processo de incineração opera com 100% de eficácia. Os metais pesados, como chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio e cromo, não são destruídos durante a incineração e são frequentemente liberados para o ambiente em formas até mais concentradas e perigosas do que no lixo original. Os equipamentos de controle de poluição podem remover alguns desses metais das emissões, mas mesmo os mais modernos não eliminam com segurança todos eles. No mais, os metais pesados não desaparecem,são transferidos para as cinzas ou para os filtros, que acabam posteriormente sendo aterrados.

Outro aspecto da incineração ocorre pela formação de produtos químicos durante o processo de combustão, que são totalmente novos e altamente tóxicos – as dioxinas e os furanos. Esses produtos são formados pela recombinação de fragmentos químicos de lixo parcialmente queimados nos fornos dos incineradores, e depositados nas chaminés e/ou nos dispositivos controladores de poluentes. As dioxinas e os furanos são considerados como os produtos químicos mais tóxicos já conhecidos. As dioxinas são formadas quando materiais contendo cloro, como o PVC, são queimados. Outro problema muitas vezes ignorado é a alta toxicidade das cinzas resultantes do processo de incineração. A destinação final de forma segura e ambientalmente correta dessas cinzas é cara e problemática. Manejadas de forma inadequada, elas representam riscos para a saúde e o meio ambiente a curto e longo prazo. Alguns especialistas recomendam depositá-las em aterros equipados com um revestimento de plástico comum, como forma de prevenir lixiviações para o lençol freático. Mesmo assim, todos os revestimentos feitos em aterros podem eventualmente sofrer vazamentos.

A empresa Cetrel Lumina informa que nos diversos processos industriais são gerados resíduos perigosos, que demandam uma tecnologia segura e confiável para a sua completa destruição. A incineração é um processo de destruição térmica de resíduos que ocorre em uma alta faixa de temperatura. Dentre as vantagens dessa técnica estão a destruição da maior parte dos componentes orgânicos do resíduo (percentual superior a 99,9%) e a sua significativa redução de volume. Os resíduos incinerados são submetidos a um ambiente fortemente oxidante, onde são decompostos em três fases: uma sólida inerte, uma gasosa e uma líquida, composta de efluentes decorrentes dos processos de absorção dos subprodutos da incineração. Os gases resultantes da combustão são tratados antes da sua emissão para a atmosfera. O processo é totalmente controlado e monitorado on-line para os parâmetros: monóxido de Carbono (CO), oxigênio residual (O2), óxidos de nitrogênio (NOX), óxidos de enxofre (SOX) e materiais particulados. Além disso, as cinzas e escórias, após comprovada sua inertização, são dispostas em aterro industrial próprio e licenciado, enquanto os efluentes são neutralizados e direcionados para a estação de tratamento de efluentes para finalizar o seu tratamento. Segundo a empresa, os resíduos que podem ser incinerados incluem:

• Resíduo sólidos, líquidos e pastosos, não clorados;

• Resíduos sólidos, líquidos e pastosos clorados;

• Pesticidas e defensivos agrícolas;

•Borras oleosas, borras de tinta e resíduos oleosos em geral;

• Resíduos de ambulatório, farmacêuticos e de laboratório.

Os que não podem ser incinerados:

• Radioativos;

• Resíduos com alto teor de metais pesados (chumbo, mercúrio, cádmio, etc.);

• Resíduos hospitalares;

• Resíduos com alto teor de flúor.

Para mais informações clique no link:

Coletânea Série Resíduos Sólidos

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