Os perigos de um simples botijão de gás

NBR ISO/IEC 27007: as diretrizes para auditoria da segurança da informação

A NBR ISO/IEC 27007, editada em 2012, fornece diretrizes sobre como gerenciar um programa de auditoria de sistemas de gestão da segurança da informação (SGSI) e sobre como executar as auditorias e a competência de auditores de SGSI, em complementação as diretrizes descritas na ABNT NBR ISO 19011. É aplicável a todos que necessitam entender ou realizar auditorias internas ou externas de um SGSI ou ainda gerenciar um programa de auditoria de SGSI. Clique para mais informações.

botijãoUm botijão de gás com GLP pode representar um perigo para os seus usuários quando não fabricado de acordo com a norma técnica. Os riscos que eles representam são grandes, apesar de o gás ser artificialmente odorizado, a prática tem provado que só este fator não é o suficiente para evitar os acidentes quem têm sido registrados. O uso de gás em botijões em aplicações domésticas deve seguir normas específicas de segurança e o equipamento deve ser rotineiramente submetido à revisão e manutenção, principalmente em mangueiras, reguladores e válvulas. Por isso existe a norma NBR 8460 que especifica os requisitos obrigatórios para os recipientes transportáveis de aço para GLP. A norma especifica os requisitos mínimos exigíveis, peças acessórias e ensaios para o projeto, fabricação, alteração e segurança no enchimento dos recipientes transportáveis destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo (GLP), construídos de chapas de aço soldadas por fusão.

Qualquer botijão de GLP deve ficar longe de tomadas, interruptores, instalações elétricas e ralos, para onde o gás pode escoar e causar explosões. Mantenha o botijão em local ventilado, nunca dentro de armários ou gabinetes. Não se deve aceitar botijão enferrujado, com amassamentos acentuados, alça solta ou a base danificada. Deve-se verificar a existência da identificação da companhia de gás no botijão e no caminhão. Observe se há vazamento na válvula e veja a existência do rótulo de instruções e o lacre sobre a válvula com a marca da companhia de gás. Nunca compre botijões de gás distribuídos por caminhões de venda clandestina.

Dessa forma, essa norma especifica os requisitos mínimos exigíveis, peças acessórias e ensaios para o projeto, fabricação, alteração e segurança no enchimento dos recipientes transportáveis destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo (GLP), construídos de chapas de aço soldadas por fusão. Aplica-se a todos os recipientes para GLP com capacidade volumétrica até 500 L. As chapas utilizadas para fabricação do corpo de recipiente devem satisfazer a ABNT NBR 7460 e aos requisitos dessa norma. O material dos flanges deve ser aço, com soldabilidade compatível com o material do corpo do recipiente, devendo ser proveniente de processos de conformação e não de fundição. As peças acessórias, quando fixadas por solda ao corpo do recipiente, são de material com soldabilidade compatível com ele. O corpo do recipiente deve ser construído de preferência com duas peças estampadas em forma de calotas, ligadas entre si por solda de fusão, situada num plano perpendicular ao eixo da parte cilíndrica (solda circunferencial). É admitida a construção do corpo do recipiente com três peças, sendo uma a parte cilíndrica e as outras, duas calotas. A parte cilíndrica pode ser construída de chapa calandrada, fechada longitudinalmente por solda de fusão (solda longitudinal). As calotas devem ser ligadas ao cilindro por solda de fusão e devem ter a forma de um semi-elipsóide de revolução, sendo que seu maior raio de curvatura não deve ser superior ao diâmetro da parte cilíndrica.

Deve ser aplicado na parte superior do corpo em contato com o espaço de vapor do recipiente quando em posição de descanso, no mínimo um Range I luva I conexão com orifício(s), destinado(s) a fixação do(s) componente(s) roscado(s). O(s) flange(s) I luva(s) I conexão(ões) aplicado(s) deve(m) ser fixado(s) ao corpo do recipiente mediante solda de fusão. Para construção dos recipientes dessa norma, são permitidos somente processos de solda de fusão, devendo os cordões ter penetração total, com exceção das peças acessórias. As soldas do corpo dos recipientes devem ser de topo, executadas com qualquer das seguintes técnicas:

a) Com cordão de reforço do lado interno;

b) Com cobre-junta permanente do mesmo material do corpo, podendo ser uma tira ou anel, aplicado pelo lado interno ou construído pelo rebaixamento de uma das chapas;

c) Com cobre-junta temporário, de material adequado.

As soldas devem ser limpas, isentas de falhas, poros, trincas, bolhas, inclusões, mordedura ou outros defeitos visíveis. Nenhum recipiente com somente solda circunferencial pode ter mais que um reparo no cordão, sendo permitida a recuperação total do cordão defeituoso e subsequentes ressoldagens, desde que:

a) Se efetue previamente a remoção total do trecho de cordão defeituoso por processos adequados;

b) Cada extremidade do cordão de solda de reparo sobreponha o cordão original de 20 mm.

No item 5 estão descritos os vários métodos de ensaio, a aparelhagem necessária e os procedimentos a serem efetuados. No Anexo A (normativo) há um relatório de inspeção radiográfica e no Anexo B (normativo), a conversão de densidade.

Mais informações sobre a norma, clique no link:

NBR 8460 – Recipientes transportáveis de aço para gás liquefeito de petróleo (GLP) – Requisitos e métodos de ensaios

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Cuidados com a bomba de óleo garantem vida longa ao motor do carro

Curso: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas

A energia fornecida pela concessionária de serviços de eletricidade possui certas características, como tensão, corrente e frequência, que podem sofrer perturbações eletromagnéticas. Uma perturbação eletromagnética é todo fenômeno eletromagnético, notadamente um ruído, um sinal indesejado ou a modificação não planejada do próprio meio de transmissão, suscetível de criar problemas de funcionamento em equipamentos ou sistemas de comunicação. Essas perturbações podem tomar a forma de variações na tensão, variações na corrente, variações na frequência e ruído elétrico. Clique para mais informações.

bombaResponsável por enviar o lubrificante às partes móveis do motor e também aos componentes agregados (como o turbo ou compressor de ar dos caminhões), a bomba de óleo é considerada o “coração” do sistema, mantendo a pressão e a vazão sempre dentro do ideal. Mas, a exemplo das pessoas, os hábitos corretos e os pequenos cuidados diários são fundamentais para a sua longevidade. Com décadas de experiência no mercado automotivo nacional, a equipe técnica da Brosol reuniu algumas dicas práticas que são fundamentais para o máximo desempenho e durabilidade da bomba de óleo. Como o sistema de lubrificação é decisivo para a “saúde” do motor, as verificações garantem a tranquilidade para se rodar centenas de milhares de quilômetros sem problemas.

A primeira verificação parece óbvia, mas é esquecida por muitos motoristas. Ao dar a partida no veículo, quem presta atenção na luz de óleo do painel? O ideal é que ela apague quando o motor começa a funcionar. Se estiver demorando a desligar ou permanecendo acesa, o primeiro passo é ver o nível do lubrificante. Se estiver correto, será preciso visitar uma oficina o quanto antes. Checar o nível do óleo semanalmente é outro passo importante, mas é preciso fazer a verificação da forma correta: em piso plano e com o motor frio. Também é um bom momento para se procurar vazamentos ou pingos no chão, conferir se o filtro não está estufado (indicando excesso de pressão no sistema) e se não há ruídos metálicos estranhos na partida, causados por falhas de lubrificação.

Atualmente, diante da grande variedade de lubrificantes disponíveis, o ideal é saber quais são os óleos certos para o veículo ou, na dúvida, consultar o manual do proprietário. Existem formulações sintéticas, semissintéticas e minerais (cada uma com as suas propriedades) e precisam estar sempre puras. Se for preciso completar o nível, o correto é usar um lubrificante com a mesma classificação. Os reparos no motor costumam ser caros e, na maioria das vezes, a conta inclui o reboque. Dessa forma, não compensa poupar muito pouco e abastecer com combustível de origem duvidosa ou usar um óleo inferior. Essas condições são ideais para a formação de verniz e borra no sistema de lubrificação. O resultado é, quase sempre, uma quebra inesperada e um prejuízo de milhares de reais.

A exemplo de outros equipamentos mecânicos, o lubrificante do motor tem duas funções principais: lubrificar os componentes internos e refrigerá-los. Então, se o veículo apresentar sinais de superaquecimento e o sistema de arrefecimento estiver em ordem, é bom verificar a quantidade e qualidade do óleo depositado no cárter, além de checar a pressão de trabalho com o equipamento adequado. Apesar de pouco frequente, a troca da bomba de óleo pode ser a única solução em alguns casos. Mas, antes de substituí-la, o reparador deve testá-la e revisar todo o sistema de lubrificação. Se o problema estiver na peça, assim que retirá-la, é preciso descobrir o que a estragou, como borra ou outras impurezas. Sem esse cuidado, é quase certo que o veículo voltará ao conserto em pouco tempo. Na montagem, a limpeza é fundamental. Todo o conjunto (alojamento, cárter, pescador, galerias, parte superior do cabeçote, tampa de válvulas e respiro) deve estar limpo e o filtro ser trocado. Também é preciso encher a bomba com óleo antes da instalação, não dar pancadas para encaixar, realizar o aperto de forma alternada e com o torque correto. Dessa forma, o serviço ficará perfeito.

Já para quem vai viajar, é ideal lembrar também de inspecionado o radiador do carro, bem como calibrar os pneus e, se necessário, realizar a troca deles caso já estejam apresentando algum tipo de desgaste aparente, o que pode ser motivo de acidente, especialmente se o carro tiver de ser freado bruscamente. Além desses itens, outros elementos também passam por manutenção ou inspeção, como as pastilhas de freio, óleo do motor, fluido da bateria, a própria bateria, líquido de lavagem do pára-brisa, correias, mangueiras e filtros de ar. Igualmente, tanto o óleo lubrificante quanto o filtro do óleo precisam ser trocados a cada 5.000 km, ou a cada seis meses. Se isso não for feito, os danos ao motor podem causar grandes prejuízos ao dono do automóvel, além de causar sérios riscos de acidentes no trânsito. Os aditivos encontrados no óleo tendem a se desgastar, tornando-o mais espesso. Isso cria uma enorme resistência do motor, que começa a desgastar-se sob a tensão. O motor também pode desenvolver vazamentos com o ressecamento das vedações de borracha, e isso pode ser muito oneroso para consertar. O simples processo de troca de óleo em um período regular pode prevenir uma série de problemas, bem como poupar muito dinheiro, tempo e esforços. A substituição do filtro de ar é uma outra técnica simples de manutenção preventiva que é rápida, fácil e barata, mas muitas vezes, esquecidos ou ignorados. A razão para substituir o filtro de ar regularmente é muito simples: o fluxo de ar circulante livremente auxilia o motor a funcionar com melhor performance, sem exigir muito desgaste. O ideal é que um sistema de filtragem do ar seja substituído a cada ano, mas o tempo de troca é um fator que depende da utilização do veículo. É bom sempre verificar o filtro de ar do veículo periodicamente e sempre que, e sempre que estiver sujo, o ideal é trocá-lo o quanto antes. Os filtros de ar são componentes baratos e muito fáceis de substituir. Cabe lembrar que a troca do óleo e do filtro de ar só deve ser feito por profissionais que entendam do assunto para evitar dores de cabeça posteriores. A qualidade dos produtos também influencia muito no desempenho dos veículos. Então, é melhor da preferência para produtos de marcas conhecidas e de fabricantes renomados no mercado de produtos para indústria.

Tabela para manutenção preventiva de um automóvel quando for viajar

Item a ser verificado

O que verificar

O que fazer

OK

Faróis e Lanternas Sujos, rachados, lâmpadas queimadas

Trocar

 
Palheta do limpador do pára-brisa Ressecado, sujo

Trocar

 
Placas de identificação Parafusos soltos, lacre quebrado

Apertar

 
Pneu Careca, irregularidades na borracha, estado geral ruim

Trocar

 
Vazamentos Água do Radiador e óleo, parte de baixo do veículo, mangueiras e tampas pingando

Procurar oficina

 
Fios e cabos Soltos e ressecados

Procurar auto-elétrico

 
Escapamento Aspecto geral, balanço exagerado quando em movimento, barulho alto

Procurar oficina

 
Vidros Sujos ou engordurados

Limpar

 
Luzes e instrumentos do painel Luzes apagadas, mau contato

Trocar, apertar contatos

 
Objetos soltos Objetos sem importância

Retirar

 
Cinto de Segurança Soltos, desfiados, travando sem necessidade

Procurar oficina

 
Encosto de cabeça Solto e sujo

Limpar e ajustar

 
Extintor Carga abaixo do normal, vencido

Trocar

 
Porta-luvas Ausência do Manual do veículo

Colocar

 
Combustível O tanque não está cheio

Encher

 
Óleo do Motor Abaixo do nível ou vencido

Trocar

 
Fluído da Direção Hidráulica Abaixo do nível ou vencido

Trocar

 
Fluído de Freio Abaixo do nível ou vencido

Trocar

 
Óleo de câmbio e diferencial Abaixo do nível ou vencido

Trocar

 
Calibragem dos pneus Mais de uma semana sem calibrar

Calibrar

 
Água do Radiador Abaixo do nível

Trocar com uso de aditivo

 
Água do lavador de pára-brisa Abaixo do nível ou lavador vazio.

Completar e usar detergente.

 
Bateria Água abaixo do nível ou bateria não segura carga.

Trocar

 
Macaco, chave de roda Ausência

Colocar

 
Triângulo de Segurança Ausência

Colocar

 
Estado do Estepe Careca, irregular, sem calibragem.

Trocar

 
Luzes Algumas ou todas não acendem.

Trocar, apertar acertos

 
Amortecedores Acima da quilometragem indicada no manual. Veículo balança

Trocar

 
Freios Na frenagem o carro puxa para algum lado. Troca já passou da quilometragem indicada no manual

Fazer check-up do sistema

 
Alinhamento / Balanceamento Não é feito a mais de 10.000 Kms

Fazer

 
Documentos do motorista Portar RG, CNH, IPVA, CRLV (documento do veículo). Cartão da seguradora (se tiver). Mapa ou guia rodoviário

Portar