Escreva corretamente as unidades de medir

Escreva as unidades de medir corretamente. Nunca é tarde para aprender e nunca é cedo para começar.

dois quilogramas

quinhentos miligramas

duzentos e dez gramas

oitocentos e um gramas


Prefixo quilo

O prefixo quilo (símbolo k) indica que a unidade está multiplicada por mil. Portanto, não pode ser usado sozinho.

Certo

Errado

quilograma; kg

quilo; k

Use o prefixo quilo da maneira correta.

Certo

Errado

quilômetro

kilômetro

quilograma

kilograma

quilolitro

kilolitro

Medidas de tempo

Ao escrever as medidas de tempo, observe o uso correto dos símbolos para hora, minuto e segundo.

Certo

Errado

9 h 25 min 6 s

9:25h 9h 25´ 6´´

Obs: Os símbolos e representam minuto e segundo em unidades de ângulo plano e não de tempo.


Principais unidades SI

Grandeza Nome Plural Símbolo
comprimento metro metros m
área metro quadrado metros quadrados
volume metro cúbico metros cúbicos
ângulo plano radiano radianos rad
tempo segundo segundos s
freqüência hertz hertz Hz
velocidade metro por segundo metros por segundo m/s
aceleração metro por segundo por segundo metros por segundo por segundo m/s²
massa quilograma quilogramas kg
massa específica quilograma por metro cúbico quilogramas por metro cúbico kg/m³
vazão metro cúbico por segundo metros cúbicos por segundo m³/s
quantidade de matéria mol mols mol
força newton newtons N
pressão pascal pascals Pa
trabalho, energia quantidade de calor joule joules J
potência, fluxo de energia watt watts W
corrente elétrica ampère ampères A
carga elétrica coulomb coulombs C
tensão elétrica volt volts V
resistência elétrica ohm ohms ohm.gif (104 bytes)
condutância siemens siemens S
capacitância farad farads F
temperatura Celsius grau Celsius graus Celsius °C
temp. termodinâmica kelvin kelvins K
intensidade luminosa candela candelas cd
fluxo luminoso lúmen lúmens lm
iluminamento lux lux lx

Algumas unidades em uso com o SI, sem restrição de prazo

Grandeza Nome Plural Símbolo Equivalência
volume litro litros l ou L 0,001 m³
ângulo plano grau graus ° /180 rad
ângulo plano minuto minutos ´ /10 800 rad
ângulo plano segundo segundos ´´ /648 000 rad
massa tonelada toneladas t 1 000 kg
tempo minuto minutos min 60 s
tempo hora horas h 3 600 s
velocidade angular rotação por minuto rotações por minuto rpm /30 rad/s

Algumas unidades fora do SI, admitidas temporariamente

Grandeza Nome Plural Símbolo Equivalência
pressão atmosfera atmosferas atm 101 325 Pa
pressão bar bars bar 105 Pa
pressão milímetro de mercúrio milímetros de mercúrio mmHg 133,322 Pa aprox.
quantidade de calor caloria calorias cal 4,186 8 J
área hectare hectares ha 104
força quilograma- força quilogramas- força kgf 9,806 65 N
comprimento milha marítima milhas marítimas 1 852 m
velocidade nós (1852/3600)m/s

Prefixos das unidades SI

Nome

Símbolo

Fator de multiplicação da unidade

yotta

Y

1024 = 1 000 000 000 000 000 000 000 000

zetta

Z

1021 = 1 000 000 000 000 000 000 000

exa

E

1018 = 1 000 000 000 000 000 000

peta

P

1015 = 1 000 000 000 000 000

tera

T

1012 = 1 000 000 000 000

giga

G

109 = 1 000 000 000

mega

M

106 = 1 000 000

quilo

k

10³ = 1 000

hecto

h

10² = 100

deca

da

10

deci

d

10-1 = 0,1

centi

c

10-2 = 0,01

mili

m

10-3 = 0,001

micro

µ

10-6 = 0,000 001

nano

n

10-9 = 0,000 000 001

pico

p

10-12 = 0,000 000 000 001

femto

f

10-15 = 0,000 000 000 000 001

atto

a

10-18 = 0,000 000 000 000 000 001

zepto

z

10-21 = 0,000 000 000 000 000 000 001

yocto

y

10-24 = 0,000 000 000 000 000 000 000 001

A – Para formar o múltiplo ou submúltiplo de uma unidade, basta colocar o nome do prefixo desejado na frente do nome desta unidade. O mesmo se dá com o símbolo.

As dúvidas na hora de construir

 Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar:

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADA – Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx?ingles=0&indice=A&exibeOrientacao=true&palavra=

Para quem está em dúvida entre adquirir um apartamento ou construir uma casa, geralmente, o fator de maior peso é o custo final do investimento. Quando a escolha é pela segunda opção, os questionamentos aumentam e fica a pergunta: quanto vou gastar na construção? É possível afirmar que a edificação de uma residência própria envolve, basicamente, três custos diferentes: a compra do terreno, o pagamento de taxas e despesas legais e, por fim, a construção em si.

O engenheiro civil e sócio-proprietário da Tago Engenharia, Daniel Funchal, explica que o valor do terreno sofre influências de fatores ligados ao próprio espaço e local onde está inserido. Em seguida, inicia-se o processo de construção que, normalmente, é o principal foco de atenção, quando se trata de construir a casa própria. Esta fase é composta por três momentos: a elaboração de projetos, a determinação de insumos e a quitação de despesas indiretas, como remunerações e custos de energia e água, consumidos durante a obra. Em média, os projetos e os valores a serem pagos nessas despesas representam aproximadamente 20% do valor total da construção.

De outro lado, os insumos – materiais, mão-de-obra, equipamentos e outros – são responsáveis por cerca de 80% do custo total da construção e merecem atenção especial. Vinicius Martins, que também é engenheiro civil e sócio-proprietário da Tago, afirma que um bom ponto de partida para se estimar os valores dos insumos é utilizar o padrão CUB – Custo Unitário Básico, disponibilizado, mensalmente, pelo Sinduscon – Sindicato da Indústria da Construção Civil. A medida apresenta o custo de construção, em reais, por metro quadrado – valor que varia, a partir do cruzamento de informações de obras que servem como referência para quem deseja construir. Vale ressaltar que no valor do CUB não estão contemplados os custos com projetos, acertos de terreno, áreas de lazer, equipamentos, como elevadores, obras de contenção e outros; porém compõe o CUB a execução da obra, realizada por empresa especializada.

Na construção de casas, outro elemento que tem forte influência no custo total é o padrão dos acabamentos utilizados. Nestes casos, a assessoria técnica na área de engenharia ou arquitetura é fundamental para que se especifique o material compatível com o empreendimento. Funchal ressalta a importância de que a construção seja acompanhada por profissionais qualificados, desde o desenvolvimento do projeto até a execução. Existe uma falsa percepção que se pode economizar, contratando diretamente os profissionais. “Se a obra não segue esta linha, os custos e prazos excedem o que foi previsto e a construção civil ganha a fama de que ‘toda obra atrasa e custa mais caro’”, destaca o engenheiro.

De maneira simplificada, para construção de uma casa com padrão normal, sem considerar muros externos, piscinas e áreas de lazer, pode-se considerar o custo aproximado de 1,3 vezes o valor do CUB. Neste mês de julho, o CUB em Santa Catarina, para a construção de residências, foi calculado em R$ 1.271,90/m². Assim, o custo unitário total é de R$ 1.653,47, com todas as garantias legais e respaldos técnicos inclusos. Como referência, Funchal afirma que é possível construir uma casa de 80 m², com três quartos – sendo um suíte, salas de estar e jantar, cozinha, investindo R$ 132.300,00. “É importante destacar que o valor é aproximado e torna-se real se for contratada uma empresa especializada ou profissionais com conhecimento técnico”, finaliza.

A luta inglória contra os juros bancários

Antonio Carlos Morad

Fala-se que os anos posteriores a 2008 foram difíceis para o consumidor, tanto pessoa física quanto jurídica, na tomada de créditos em bancos. E os anos anteriores a 2008 foram bons? Se pensarmos de forma macroanalítica, claro que não. O sistema financeiro brasileiro deveria contribuir com o crescimento do país de forma justa, exercendo um papel social e, obviamente, com lucro. Entretanto, nossos empresários do setor bancário, aproveitando da formulação econômica e política adotada por nossos governantes, impuseram uma forma desumana quanto às suas operações de créditos com pessoas físicas e jurídicas. Juros altamente elevados e não compatíveis com a média usual mundial. Tarifas exorbitantes e formas amorfas de receber seus dividendos, tanto do adimplente como do inadimplente.

Essa forma desumana tem um certo respaldo da Justiça quase que unânime em decisões que depauperam o consumidor como se ele fosse culpado em buscar crédito e, posteriormente, não conseguir arcar com tais dívidas. É fato que a dívida hoje contraída pela sociedade está aviltada por desvios e desequilíbrios de ordem política e econômica. Os juros, taxas, tributos e tarifas embutidos nesses débitos demonstram isso. O devedor, cliente do banco, tem culpa em não conseguir pagar juros 15 vezes maior do que aquele que é pago em qualquer lugar do mundo? O devedor, cliente do banco, tem culpa em não conseguir arcar com contratos adesivos leoninos? E os serviços de proteção ao crédito? Estes, na atual conjuntura, apenas destroem os devedores, deixando à míngua qualquer possibilidade de recuperação do indivíduo. Por conta disso, os operadores do direito têm como obrigação a defesa do consumidor, exercendo com força e com toda a forma legal que puder utilizar para defender e coibir qualquer cobrança indevida e/ou aviltante. Essa luta é árdua e desequilibrada, pois o devedor tem a “pecha” de ser um descumpridor de seus deveres.

O devedor não é um inadimplente! É sim uma vítima da fórmula conspirada entre o Estado, por seus poderes executivo e legislativo e os bancos que operam no Brasil. Hoje, são poucas as medidas legais a serem utilizadas para demonstrar tais deslindes paradoxais. Entretanto, devem ser usados, pois é a única forma de proteger um bem que foi construído pela sociedade, o seu patrimônio, seja ele concreto ou abstrato. Essa luta inglória é arrebatada pela força econômica, pela legislação atual e pela Justiça que, na maioria das vezes, vê o devedor bancário como um oportunista, que captou dinheiro e não pagou. O motivo a ele não interessa, dada a enorme e total superficialidade em analisar e decidir o destino do processo. Devemos verificar e considerar o contexto social e político, não apenas analisar a letra da lei, lembrando que o presidente do STF, ministro Ayres Britto, em sua posse, evocou aos juízes de todo o país que pensassem socialmente quando decidissem as ações que presidem. Por conta disso, acreditamos na possibilidade extrema de agir. O consumidor deve exercer seu direito de resguardo, de auto proteção e com medidas legais poderão levar essa discussão a formas menos intolerantes quanto às decisões judiciais atuais, como também atitudes mais defensivas quanto a seu exercício de direitos.

Antonio Carlos Morad é especialista em direito tributário, empresarial e societário, e sócio fundador do escritório Morad Advogados.

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