O que fazer quando ocorrem os acidentes com produtos quimicos?

Normas comentadas

Confira quais as normas comentadas disponíveis. Elas oferecem mais facilidade para o entendimento e são muito mais fáceis de usar:

http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/NBR/Comentadas.aspx

NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – Comentada – para windows, versão 2004

NBR ISO 9001 – COMENTADA – Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos

Glossário Técnico Gratuito

Disponível em três línguas, a ferramenta permite procurar termos técnicos traduzidos do português para o inglês e para o espanhol. Acesse no link http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/GlossarioTecnico.aspx?ingles=0&indice=A&exibeOrientacao=true&palavra=

químicosA NBR 16725 – Resíduo químico – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente – Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e rotulagem (clique no link para obter mais informações sobre a norma), editada em janeiro de 2011, traz as informações sobre segurança, saúde e meio ambiente – Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e rotulagem. A norma inclui dados para a elaboração do rótulo e da ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR). Inclui o modelo geral de apresentação do rótulo e da FDSR; as 13 seções obrigatórias da FDSR; a numeração e a sequência das seções da FDSR; e as informações a serem preenchidas no rótulo e na FDSR, bem como as condições de sua aplicabilidade ou utilização.

No Brasil, ocorrem muitos acidentes com produtos químicos, nas rodovias, nas ruas das cidades, vazamentos em indústrias, etc., e as suas conseqüências só poderão ser minimizadas se o atendimento for realizado por especialistas que tenham pleno conhecimento das características e propriedades dos produtos envolvidos, razão pela qual é de fundamental importância a identificação e caracterização correta desses produtos. Assim, há necessidade de se ter, de imediato, sistemas de identificação e informações precisas para que os técnicos possam definir rapidamente os procedimentos a serem adotados em situações emergenciais. Conhecer o produto envolvido na emergência é, portanto, o primeiro passo para a solução do problema.

Por isso foi publicada a norma NBR 16725 que se aplica aos resíduos químicos classificados como perigosos pela NBR 10004 e/ou pelas Regulamentações de Transporte de Produtos Perigosos e suas instruções complementares. Esta norma não define um formato fixo. Esta norma se aplica também a materiais contaminados com produtos ou resíduos químicos, tais como: embalagens, filtros, etc. Segundo a Cetesb, os incidentes envolvendo produtos químicos requerem sempre cuidados e medidas específicas a serem desencadeadas para o controle das diferentes situações que podem ocorrer, razão pela qual a intervenção de pessoas devidamente capacitadas e equipadas é fundamental para o sucesso destas operações.

Um fator de extrema importância para um atendimento emergencial adequado é o conhecimento dos perigos intrínsecos às substâncias químicas. As principais classes de riscos são: substâncias explosivas; gases (inflamáveis, não inflamáveis ou tóxicos);líquidos inflamáveis; sólidos inflamáveis ou reativos; oxidantes e peróxidos orgânicos; substâncias tóxicas; e substâncias corrosivas. Para a sociedade, é muito importante ter informações sobre as propriedades perigosas e medidas de controle de produtos. Por isso, foi criado The Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals (GHS) ou em português Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos. Este documento é uma abordagem lógica e abrangente para a definição dos perigos dos produtos químicos; criação de processos de classificação que usem os dados disponíveis sobre os produtos químicos que são comparados a critérios de perigo já definidos; a comunicação da informação de perigo em rótulos e FISPQ (Fichas de Informação de Segurança para Produtos Químicos).

Muitos países, órgãos e agências reguladoras já têm sistemas implantados para cumprir todos ou alguns dos objetivos estabelecidos pelo GHS. Esses sistemas, no entanto, nem sempre são compatíveis, o que obriga as empresas a manter vários esquemas para atender as exigências de diferentes agências reguladoras nos EUA (CPSC, DOT, EPA, OSHA, etc.) e dos países para os quais exportam. O GHS não é uma regulamentação. As instruções apresentadas fornecem um mecanismo para atender à exigência básica de qualquer sistema de comunicação de perigos, que é decidir se o produto químico fabricado ou fornecido é perigoso e preparar um rótulo e/ou uma FISPQ apropriada. O documento do GHS, também conhecido como Purple Book, é composto por requisitos técnicos de classificação e de comunicação de perigos, com informações explicativas sobre como aplicar o sistema. O documento GHS integra o trabalho técnico de três organizações: OIT, OECD e UNCETDG, com informações explicativas. Ele fornece blocos para construção ou módulos de implantação para os órgãos reguladores desenvolverem ou modificarem programas nacionais existentes que garantam o uso seguro de produtos químicos ao longo de todo seu ciclo de vida.

Inovação e gestão de pessoas

Curso: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas

A energia fornecida pela concessionária de serviços de eletricidade possui certas características, como tensão, corrente e frequência, que podem sofrer perturbações eletromagnéticas. Uma perturbação eletromagnética é todo fenômeno eletromagnético, notadamente um ruído, um sinal indesejado ou a modificação não planejada do próprio meio de transmissão, suscetível de criar problemas de funcionamento em equipamentos ou sistemas de comunicação. Essas perturbações podem tomar a forma de variações na tensão, variações na corrente, variações na frequência e ruído elétrico. Clique para mais informações e inscrições.

Uma pesquisa denominada Futuro Emergente e Transição, produzida pela Symnetics e realizada pela empresa de pesquisas R. Hannun, teve como objetivo analisar o cenário de transformação dos negócios no Brasil sob os diversos aspectos que o compõem. Foram ouvidos 162 executivos de empresas públicas e privadas, presentes no território nacional. A pesquisa foi realizada entre maio e junho de 2012. Todos os entrevistados estão em cargos de gerência até a alta direção e incluiu profissionais das áreas de: Planejamento/Estratégia, RH, Marketing e Comercial, Inovação e Novos Negócios. Para os executivos, o cenário atual no mercado é de mudanças em ritmo acelerado, maior complexidade de tarefas, incertezas, globalização e intensa competição. Cerca de 95% dos entrevistados entendem que o mundo corporativo está em transformação, mais aceleradamente nos últimos cinco anos. 99% dos entrevistados apontaram que estão se preparando para a transformação enquanto que 91% dos líderes estão nesse processo. A inovação é entendida como um processo para acompanhar a transformação, principalmente em empresas multinacionais. No entanto, apenas 1/3 das empresas têm uma área de inovação estruturada, mesmo sendo consenso sua importância no cenário atual. A maioria das organizações segue a hierarquia, entretanto mais de 60% dos executivos acham que não deveriam seguir para que o processo seja mais fluente dentro das organizações.

A pesquisa aponta para um cenário atual de pessoas estressadas, altamente demandantes de espaço para agir e se expressar. A criação de novas ideias depende de uma conjunção de fatores para se tornar realidade, independente do segmento de atuação das empresas. Entre os fatores mencionados estão o clima organizacional positivo como sendo o mais relevante (72%) e o espaço físico (31%). A pesquisa permite identificar alguns “gaps” entre o discurso e a prática. O discurso aponta para uma necessidade vital de saída da zona de conforto, enquanto que a prática mostra a imensa dificuldade de tornar isto real. Mas algumas organizações começam a fazer a lição de casa adotando práticas de inovação, uma vez que, para todos, elas são vistas como vantagem competitiva. Para enfrentar o mundo em transformação, as organizações veem investindo mais em capacitação de pessoas e tecnologias (tendência a digital) e com menos ênfase no cuidado da imagem e qualidade dos produtos e serviços, mudanças de processos, busca por novos mercados e oferta de algo diferenciado. Chama a atenção o setor público, onde 19% responderam que ainda não estão fazendo nada a respeito de buscar uma forma de enfrentar o processo de transformação. Os pontos positivos verificados nas organizações:

  • Estão correndo atrás de novos negócios: 51% já o fazem e 41% estão em fase de implementação.
  • 52% estão investindo em design e desenvolvimento de produtos e serviços e 1/3 em fase de implementação.
  • 49% investindo em novas tecnologias digitais e 37% em fase de implementação.

Pontos negativos – as organizações ainda não consideram:

  • Acesso livre as mídias sociais entre todos os colaboradores (45%).
  • Construção de comunidades de interesse para detectar tendências (35%).
  • Investimento em aplicativos de mobilidade digital (tablets, mobile, IPAD, IPOD) (33%).
  • Estar aberta para treinamento não tradicional/não relacionado com a área (30%).
  • Em fase de operação na prospecção de tendências futuras (35%).

Questionados sobre os líderes mais representativos, o mais citado por entrevistados de instituições públicas é o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva; entre as empresas privadas, Steve Jobs, e entre os de instituições públicas e privadas, Eike Batista. Aqui há um contrassenso, uma vez que os líderes apontados são reconhecidos por sua ousadia e por trazer resultados, e não por suas visões voltadas ao indivíduo, à parceria e a capacidade de ouvir, entre outras qualidades apontadas como relevantes no perfil do novo líder. A pesquisa apontou que o grande desafio da liderança está na conquista do mundo digital, na criatividade, na montagem e estímulo de equipes multidisciplinares internas e externas. As maiores resistências estão diretamente ligadas aos elementos que tiveram grande transformação. E sair da zona de conforto requer tempo e esforço. Os pontos de mais destaque:

  • Usar as mídias sociais para novas oportunidades.
  • Disseminar o pensamento criativo.
  • Estimular a criação de equipes multidisciplinares externas e internas.
  • Ousar/empreender/assumir riscos.
  • Antecipar tendências.

Há uma parcela de 7% e 12% dos respondentes que afirmam que a mudança não está ocorrendo em suas organizações e que não estão pensando em mudar nada, mesmo reconhecendo que os últimos cinco anos foram de mudanças nas características de liderança. E o caminho a percorrer parece ser a passos bem lentos.

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