Código de prática de proteção terra para as instalações elétricas

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PALESTRA GRATUITA

Normalização técnica: conceitos e porque as normas técnicas precisam ser obedecidas

A Target (www.target.com.br) e o Itenac (www.itenac.org.br) estão oferecendo ao mercado uma palestra gratuita mostrando a importância da normalização técnica para o país. A intenção do debate é mostrar se as pessoas já tinham ouvido falar de normas técnicas; se já usaram ou leram alguma norma; de onde vem a norma; como se elabora norma; onde a norma se situa no ordenamento jurídico brasileiro; se ela é obrigatória ou não; e exemplos de condenações na justiça. As normas técnicas possuem as funções comercial e legal de estabelecer níveis de aceitação do produto ou serviço entre o fabricante e o comprador; e de fornecer os níveis de qualidade, funções e desempenho do produto ou serviço. A norma deve ter o bom senso de estabelecer limites tolerados razoáveis, de modo que o preço do produto ou serviço seja acessível e o seu desempenho seja bom. O usuário deve estabelecer uma faixa de medição, exatidão, estabilidade, configuração e condições do processo que podem afetar o desempenho, sendo aplicado. O usuário deve conhecer as normas técnicas e determinar como elas devem ser usadas para se obter o desempenho projetado do produto ou serviço. O usuário e o fornecedor devem concordar no documento de compra em que partes da especificação aplicam-se os limites concordados, que meios serão empregados pelo fabricante para se garantir que o produto ou serviço está dentro desses limites e que meios o usuário deve empregar para verificar se o produto ou serviço entregue, de fato, satisfaz as especificações e as normas envolvidas. Se não cumprir as normas técnicas, a empresa estará cometendo um crime.

Público-alvo

Empresas de qualquer segmento industrial, comercial e de serviços, Universidades, Faculdades, Associações, Entidades Beneficentes, etc. Enfim, qualquer interessado que queira reunir pessoas para entender a importância do processo de normalização para a competitividade do Brasil.

Palestrante

Cristiano Ferraz de Paiva

Engenheiro Mecânico formado pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) em 1989.

Consultor na área de tecnologia da informação, especificamente na área de gerenciamento eletrônico de documentos, desenvolvendo trabalhos para: Organismos de Normalização e empresas industriais.

Bastante familiarizado com o Sistema Brasileiro de Normalização, sendo interessado atuante deste segmento, desde o ano de 1995, na participação de comissões de elaboração de Normas Técnicas e na gestão operacional do CB-03 – Comitê Brasileiro de Eletricidade.

Seis anos de participação como membro suplente eleito no Conselho Deliberativo da ABNT da Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Sócio Fundador e Vice-presidente da Target Engenharia e Consultoria Ltda.

Para agendar a palestra, entre em contato:

Target Engenharia e Consultoria Ltda.

Av. Alfredo Egídio de Souza Aranha 75, 2º Andar – São Paulo – SP

CEP 04726-170

Tel.: [55] 11 5641.4655 Ramal 48 (Valeria Arolde) – valeria.arolde@target.com.br

eletricidadeEditada em 2011, a norma britânica BS 7430 (clique no link para mais informações sobre a norma internacional) fornece recomendações e orientações sobre os requisitos para a proteção terra de instalações elétricas, sendo um código de práticas de segurança contra os perigos da eletricidade. Na verdade, a proteção terra contra os males da eletricidade é bastante conhecida e utilizada em equipamentos eletroeletrônicos, instalações elétricas, etc. Porém, o que se pode fazer quando as ligações começam a afetar a operação dos equipamentos que devem ser protegidos? Em relação à energia elétrica, a terra é considerada uma região neutra, isto é, em qualquer momento iguais quantidades de cargas positivas e negativas estarão distribuídas por ela. Por isso, ela se qualifica como um perfeito plano de referência com potencial elétrico zero, ideal para a determinação de tensões absolutas. Deve-se lembrar que os voltímetros medem diferenças de tensão e, portanto, valores relativos.

Sendo um plano de referência constantemente a um potencial elétrico de zero volts, o terra é o ponto ideal para a ligação de superfícies metálicas que de alguma forma possam apresentar risco de choque elétrico para quem entre em contato com elas. Esse é o caso da carcaça de equipamentos elétricos de uso doméstico, como geladeiras, fogões, fornos de microondas, máquinas de lavar, etc, e industriais, como ferramentas elétricas, motores, transformadores, entre outros. Todos esses equipamentos possuem em comum algum tipo de circuito elétrico interno, alimentado pela rede elétrica, e uma carcaça ou estrutura metálica que irá servir como base de montagem e/ou proteção. No caso de ocorrer uma falha de isolamento em algum condutor elétrico interno à máquina, poderá surgir um curto-circuito entre esse condutor defeituoso e a carcaça metálica. Se um operador tocar essa carcaça, ele irá servir como ligação entre o potencial de falha e a terra. Essa é uma situação perigosa que pode causar danos físicos, inclusive que podem levar morte. Para evitá-los, todos os equipamentos elétricos que utilizam caixa metálica possuem um ponto que deve ser ligado ao terra da instalação elétrica. Se o equipamento estiver devidamente aterrado, no caso de uma falha de isolação, a corrente elétrica gerada será desviada diretamente para a terra sem circular através do corpo do operador.

Segundo os especialistas, a palavra aterramento refere-se à terra propriamente dita. O aterramento é o fio ou a barra de cobre enterrado, onde passa a corrente elétrica para o solo. Quando se diz que algum aparelho está aterrado(ou eletricamente aterrado) significa que um dois fios de seu cabo de ligação está propositalmente ligado à terra. O fio que faz essa ligação é denominado fio terra. É obrigatório que todas as tomadas tenham o seu fio terra. Normalmente elas já vêm com o fio terra instalado, seja no próprio cabo de ligação do aparelho à tomada, seja separado dele. No primeiro caso é preciso utilizar uma tomada com três polos onde será ligado o cabo do aparelho. No segundo caso, uma tomada com dois polos é suficiente. O fio terra do aparelho (que obrigatoriamente deve ser verde ou verde-amarelo e que fica normalmente no fundo do equipamento) deve ser ligado diretamente ao fio terra da rede. Alguns aparelhos elétricos não precisam de fio terra, pois eles são construídos de tal forma que a corrente de fuga não causa risco às pessoas. Para a sua ligação é usada uma tomada com apenas dois polos, um para o fio fase e outro para o fio neutro. O fio fase e o neutro são aqueles que levam a energia para os aparelhos. Por norma, a cor do fio neutro é obrigatoriamente azul. O fio fase pode ser vermelho, branco ou marrom. O fio terra tem a função de capturar a corrente elétrica que algumas vezes quer fugir do interior dos aparelhos defeituosos e conduzi-la para a terra, desviando-a do corpo das pessoas. Ele é fundamental para a proteção das pessoas contra os choques elétricos, absorvendo e encaminhando para a terra as correntes que fugiram dos aparelhos, e para a proteção dos aparelhos elétricos contra picos de energia. Ele descarregará para a terra as correntes fugitivas e estabilizará as tensões quando ocorrer defeitos nas instalações.

A norma britânica BS 7430 fornece recomendações e orientações sobre os requisitos para a ligação à terra de instalações elétricas. Ela abrange proteção terra para baixa tensão (LV) em instalações conforme a norma BS 7671:2008 + A1, uma interface entre LV e subestações de alta tensão de 11.000/400 V conforme a BS EN IEC 61936-1:2011 dentro de edifícios e aterramento de proteção e dispositivos geradores de comutador para fornecimento em instalações de baixa tensão. Aplica-se apenas aos produtores terrestres de instalações e em torno de edifícios. Não se aplica a navios, aeronaves ou instalações offshore, aterramento de equipamentos médicos [ver BS EN 60601 (todas as partes)], em problemas especiais encontrados com componentes eletrônicos de estado sólido; em equipamentos sensíveis à eletricidade estática, em requisitos aterramentos funcionais, em ligação à terra de linhas aéreas entre as instalações elétricas e em ligação à terra interna do equipamento.

A lâmpada certa para cada ambiente

Target Gênius Resposta Direta

Tire suas dúvidas sobre a normas técnicas

Baseado no FAQ, sigla em inglês correspondente a Frequently Asked Questions ou Questões Frequentemente Formuladas, o Target Gênius Resposta Direta (clique no link para se cadastrar e depois acesse cinco respostas gratuitas) é basicamente um conjunto de perguntas mais comuns sobre um determinado assunto nas normas técnicas, acompanhadas das respectivas respostas ou indicações de onde procurá-las, e serve como uma tentativa de facilitar a vida dos clientes, que podem encontrar suas respostas antes mesmo de fazer a pergunta.

lâmpadaHouve um tempo em que substituir uma lâmpada queimada era uma operação simples: bastava remover uma e rosquear a outra. Não havia muito que pensar, afinal todas eram incandescentes. Agora o consumidor pode escolher se quer muita ou pouca luz, iluminação geral ou focada, e decidir entre uma infinidade de lâmpadas halógenas, fluorescentes e LEDs. Dessa forma, a escolha de uma lâmpada depende muito do ambiente e das atividades que serão realizadas nele, no entanto, o tipo escolhido pode fazer diferença na iluminação e também ajudar na decoração tanto na área interna, quanto externa da casa. O ideal é deixar o ambiente aconchegante, a luz adequada e com baixo consumo de energia. Hoje,a as lâmpadas mais usadas nas residências são as incandescentes e incandescentes halógenas, com o formato clássico, geralmente são brancas, intensa e brilhante, fluorescentes compactas que são mais modernas e as tubulares, essas o consumo de energia é 80% menor que as incandescentes e a tonalidade de cor variam entre amareladas e branca. No entanto, novas no mercado, as lâmpadas LED duram cerca de 50 vezes mais e, quanto maior a eficiência da lâmpada, menor o gasto de energia. Segundo o diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), Isac Roizenblatt, o usuário deve ficar atento para como é importante minimizar o consumo de energia e reduzir os custos. “O ideal é sempre utilizar lâmpadas eficientes e de longa duração, luminárias com bons sistemas ópticos e duráveis providas de controladores de luz eletrônicos”, orienta.

Antigamente, substituir uma lâmpada queimada era uma operação simples: bastava remover aquela e rosquear outra. Com exceção da potência (40, 60, 100 W), não havia muito que pensar, afinal todas eram incandescentes. Agora, comprar lâmpadas se assemelha a comprar um par de sapatos ou um perfume: pode ser um momento agradável se você sabe o que quer ou bastante angustiante são não tem certeza do que procura, ou melhor, do que precisa. Muita luz ou pouca luz? Iluminação geral ou focada? Halógena, fluorescente ou LED? Lâmpada de longa duração porém cara, ou barata mas com vida curta? Existe um tipo de lâmpada ideal para cada ambiente, ou a escolha pode ser feita de acordo com o gosto dos proprietários? “Essas são apenas algumas das questões pelas quais são surpreendidos os consumidores que desejam tornar mais agradáveis e harmoniosos os ambientes onde vivem ou trabalham”, explica Gilberto Grosso, diretor comercial da Avant. “E, sim, iluminação envolve muito o gosto pessoal. No entanto, com algumas orientações o consumidor pode fazer suas escolhas com maiores chances de acerto”.

A sala de estar costuma ser o cômodo de maior permanência, por isso, as lâmpadas mais indicadas são as fluorescentes compactas, que garantem uma iluminação geral e eficiente, sem esquentar demais; e as halógenas, pois sua tonalidade amarela proporciona sensação de conforto. A iluminação focada, obtida com lâmpadas dicroicas, também cai bem, mas devem ser bem distribuídas, pois tendem a aquecer o ambiente. Os LEDs também são ótima opção, pois como não emitem raios infravermelhos ou ultravioleta, não esquentam nem danificam quadros ou móveis antigos. Na cozinha, onde é preciso claridade para manusear utensílios e valorizar os alimentos, o ideal é que as lâmpadas tenham alto Índice de Reprodução de Cor (IRC). Portanto, halógenas e fluorescentes são as mais indicadas.

A lâmpada fluorescente compacta é, de fato, uma alternativa mais econômica, pois pode gerar até oito vezes mais luz com a mesma quantidade de energia, se comparada com as incandescentes. No entanto, não é indicada para locais de curta permanência, como halls e corredores, pois este tipo de lâmpada pode ter sua vida útil prejudicada pelo acender e apagar em curto espaço de tempo. E aí a economia obtida na conta de luz será gasta na aquisição de uma nova lâmpada. Para os dormitórios prefira uma iluminação uniforme e indireta. Há opções de LEDs e halógenas que proporcionam a sensação de relaxamento necessária ao ambiente. Outro recurso interessante são os dimmers, que permitem controlar a intensidade da luz. Em projetos mais inteligentes e sustentáveis, que utilizam LED, pode-se aproveitar a luz natural que entra pelas janelas e, através de sensores, aumentar ou diminuir a quantidade de iluminação artificial em função da claridade necessária. Isso se traduz em conforto para as pessoas e economia de energia. O banheiro costuma ser o ambiente onde mais se cometem erros. Isso porque a iluminação deve ser uniforme e intensa, mas não a ponto de ofuscar ou aquecer demais. Principalmente na bancada da pia evite as lâmpadas refletoras, que criam sombras no rosto de quem se maquia ou faz a barba. Dê preferência às lâmpadas difusas, como as fluorescentes. E, finalmente, analise a quantidade de luz realmente necessária em cada cômodo. Quanto mais eficiente a lâmpada, menos calor ela emite e maior é a economia na conta de luz. Não é incomum encontrar lâmpadas de 300 watts utilizadas em vários pontos de um jardim, por exemplo, onde lâmpadas com 70 watts dariam um efeito bem semelhante e com uma imensa economia de energia.

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