Estágio: o primeiro passo para entrar no mercado de trabalho

geniusTarget Gênius Resposta Direta

O cliente Target pode conhecê-lo e acessá-lo sem custo com cinco respostas à sua escolha.

Para acessar o Gênius Resposta direta, clique no link http://www.target.com.br/portal_new/ProdutosSolucoes/Consultoria/Consultoria.aspx

Baseado no FAQ, sigla em inglês correspondente a Frequently Asked Questions ou Questões Frequentemente Formuladas, o Target Gênius Resposta Direta é basicamente um conjunto de perguntas mais comuns sobre um determinado assunto nas normas técnicas, acompanhadas das respectivas respostas ou indicações de onde procurá-las, e serve como uma tentativa de facilitar a vida dos clientes, que podem encontrar suas respostas antes mesmo de fazer a pergunta.

O Target Gênius Resposta Direta é o mais avançado e inovador sistema de perguntas e respostas sobre requisitos de normas técnicas. Para conhecê-lo, você pode acessar, sem custo, 5 respostas à sua escolha. Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Gênius Respostas Diretas” e informando a(s) palavra(s) desejada(s).

Algumas questões que o leitor poderá acessar:

Como deve ser feita a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos ou como se apresentam as dimensões referenciais para a largura de deslocamento em linha reta de pessoas em cadeira de rodas, em se tratando de acessibilidade? A resposta está no link: http://www.target.com.br/portal_new/Pesquisa/Resultado.aspx?pp=13&c=6187

No Brasil, ocorrem muitos raios e é importante ter a proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. Assim, em que consiste um sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA)? Acesse o link

http://www.target.com.br/portal_new/Pesquisa/Resultado.aspx?pp=13&c=5480

A gestão da qualidade baseada na NBR ISO 9001 se tornou um referencial para qualquer administrador ou gesto. E o que significa satisfação do cliente em um sistema de qualidade NBR ISO 9001? Acesse o link http://www.target.com.br/portal_new/Pesquisa/Resultado.aspx?pp=13&c=6630

estágioSegundo o artigo 1º da Lei 11.788/08, estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos. O estágio pode ser: obrigatório: definido no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma; não obrigatório: desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. A atividade não cria vínculo empregatício, de acordo com o artigo 3º da Lei. Dessa forma, no 1º artigo da Lei fica clara a seguinte informação: estudantes regularmente matriculados e freqüentando o ensino regular, em instituições de educação superior, de educação profissional (técnico), de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos, a EJA, podem estagiar. As mudanças são a inclusão de alunos da educação especial e da EJA de ensino fundamental Fase II, referente ao período de 5ª a 8ª séries e de Ensino à Distância, EAD, desde que o curso seja reconhecido pelo MEC. Não há referência na Lei sobre a idade mínima para estagiar, mas segundo a Emenda Constitucional nº 20, de 1998, a idade permitida para o início da atividade profissional é aos 16 anos, salvo em casos de aprendizagem, quando pode ser iniciada aos 14 anos. A informação consta no “Art. 1º, XXXIII: proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.”

E quem pode contratar um estagiário? O Capítulo III da Lei é referente à Parte Concedente e determina que as pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio. Portanto, médicos, dentistas, engenheiros, arquitetos,advogados e outros profissionais que possuem registro em conselhos profissionais agora têm, por lei, o direito de contratar estagiários. Importante dizer que no dia 25 de setembro, a Lei 11.788, mais conhecida como a Lei do Estágio, completou quatro anos. Nesse período, ela transformou o setor em todo o país. Veja os principais pontos e alterações causadas na vida de milhões de estudantes, empresas e instituições de ensino do país. Só em 2011, o Brasil criou 2,24 milhões de postos de trabalho, muitos deles dedicados aos jovens. Todos os anos, quase 2 milhões deles entram para o mercado de trabalho. Mas, para o país continuar crescendo, é necessário investir nessa fatia da população. No entanto, na faixa etária de 18 a 24 anos, cerca de 20% deles não trabalham e nem estudam. E é justamente esse o principal benefício do estágio.

Para o presidente do Nube, Seme Arone Junior, “é importante as empresas entenderem essa atividade como a porta de entrada para a vida profissional”. No Brasil, há 14,7 milhões de estudantes matriculados no ensino médio e superior. No entanto, apenas 6,8% conseguem estagiar. “As oportunidades estão surgindo, mas ainda faltam candidatos qualificados. Um dos principais motivos de reprovação em processos seletivos são os erros de português e a postura inadequada”, comentou. Durante a crise mundial de 2008, mesmo ano do início da lei, o número de estagiários no país chegou a cair para 900 mil. De acordo com a Abres – Associação Brasileira de Estágios, as cifras vêm crescendo a cada ano e chegaram a 1 milhão em 2012, sendo 740 mil para o ensino superior e 260 mil para o médio. Segundo Carlos Henrique Mencaci, Presidente da Abres, a nova lei deu mais segurança jurídica na contratação. “A diminuição da carga horária para 6 horas trouxe uma mudança na forma como o estágio passou a ser visto pela sociedade. Hoje, o estudante tem mais tempo para se dedicar à vida acadêmica”, lembrou. Além da diminuição da carga horária, a legislação tornou obrigatória a concessão da bolsa-auxílio, auxílio-transporte, recesso remunerado e seguro contra acidentes. As instituições de ensino passaram a ter mais responsabilidade no acompanhamento do estudantes estagiando e as empresas mais segurança jurídica, além de benefícios fiscais como a isenção do pagamento de FGTS, INSS e verbas rescisórias na contratação de estagiários.

De acordo com Aline Araújo, analista de treinamento do Centro de Desenvolvimento Profissional, um dos maiores benefícios em contratar estagiários é a possibilidade de moldá-los de acordo com o perfil da organização. “O estudante chega na empresa com muita vontade de aprender, com diversas ideias vindas da universidade. Se a empresa souber aproveitar esse potencial, formará um excelente gestor para um futuro próximo”, diz. Ariane Traverzim é um grande exemplo. Ela começou sua carreira como estagiária e hoje é diretora comercial da Total IP, uma empresa de soluções de telefonia para call center. “O estágio me ensinou a como me portar em um ambiente corporativo, além de reconhecer valores como o da ética e o do bom português. A maioria dos colaboradores da Total IP começou como estagiário. Nós os treinamos e hoje já foram efetivados!”, acrescenta.

Fundamental na relação estagiário e empresa seria a ética pessoal e organizacional, muito relevantes nesse processo de aprendizagem e de integração, de conhecimento e de passagem de confiança. As relações de trabalho, a exemplo de outras áreas da atividade humana, vêm sofrendo fortemente as influências da globalização, visto que as situações surgidas a partir da expansão do movimento influenciam o trabalho em vários aspectos, na medida em que se depara com um mercado universal, com novas formas de concorrência comercial, o que exige das empresas maior produtividade, melhor qualidade dos produtos e serviços e redução dos custos. As mudanças decorrentes do que se pode denominar sociedade globalizada fazem com que as empresas busquem a implementação de novos métodos de trabalho com a utilização de tecnologias modernas, acarretando a racionalização da produção.

Modificam-se, portanto, completamente as necessidades das empresas, no que diz respeito à mão de obra que, dentro deste contexto, também se tornou globalizada, tornando-se frágil e distante das novas necessidades do mercado. Além disso, as facilidades decorrentes do avanço tecnológico possibilitaram às empresas a utilização do trabalho além fronteira, como forma de obter mão de obra melhor e mais barata, fato este que colabora com o processo de fragilização e desestruturação do emprego tradicional, ocasionando a diminuição dos postos de trabalho. Mesmo assim, o estágio continua a ser o primeiro passo no mercado de trabalho, e seu comportamento durante esse período é fundamental para delinear o tipo de profissional que você será no futuro. Responsabilidade nas ações desenvolvidas, comprometimento com o trabalho e com a empresa, assiduidade e confidencialidade são quesitos essenciais e sempre desejáveis em qualquer estagiário. Apresentando-se assim, sua carreira será, sem dúvidas, um sucesso. E isso é muito importante para qualquer país aumentar a sua competitividade e a melhoria de sua mão de obra, pois promove a capacitação profissional; integra o jovem no mercado de trabalho; propicia o desenvolvimento de habilidades, atitudes e competências individuais; desenvolve a responsabilidade e comprometimento do jovem com a sua carreira; proporciona oportunidade de aprimoramento tecnológico; atualmente o conhecimento e as habilidades constituem-se em fonte de vantagem competitiva, sendo que o aprendizado, muitas vezes, só é conseguido no ambiente de trabalho; possibilita perceber as próprias deficiências e buscar o aprimoramento; e incentiva o exercício do senso crítico e estimula a criatividade.

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Processos isolados freiam a produção: integração na TI pode impulsionar o mercado automotivo brasileiro

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René Campana

Integração – essa é a palavra-chave quando se fala em simplificar cadeias produtivas. É por isso que ferramentas que associam diferentes estruturas de fornecimento são imprescindíveis para o sucesso de qualquer sistema. Em processos empresariais chave, onde esse ciclo é ainda mais complexo, a gestão não pode ficar isolada do resto da empresa. Os fornecedores de componentes automotivos estão inseridos nesse cenário, que compõe uma das cadeias de distribuição mais complexas de todo o mundo. Os sistemas formados para a organização da produção frequentemente dependem de softwares de nicho, que resultam em ciclos desiguais e impedem a comunicação e a visibilidade de cadeias internacionais.

Tratar do assunto faz-se importante já que apenas seis países estão à frente do Brasil quando se fala em produção de automóveis. Enquanto a crise econômica global dos últimos dois anos abalou vários países e fez as exportações caírem 43% (2009), a produção de veículos nacionais caiu apenas 1%, e as vendas locais cresceram 11,5%. O Brasil produziu 3,41 milhões de veículos apenas em 2011. Esses dados têm atraído atenção para o produto nacional: a resistência do mercado brasileiro e a prosperidade de seus consumidores estimulam uma onda de investimentos de fabricantes internacionais de veículos e fornecedores. Embora o sucesso inicial destes projetos possa ser atribuído ao crescimento contínuo do mercado interno, sua sustentabilidade a longo prazo exigirá maior ênfase na construção de vendas internacionais e parcerias comerciais do que o país tem feito até agora.

Para um gerente de fábrica responsável por administrar a procura inconstante dos clientes, em conjunto com uma cadeia de fornecimento (esta também instável), por exemplo, ou os fabricantes que produzem e distribuem os seus produtos globalmente, um pequeno atraso num processo em particular pode ter grandes consequências, e perdas financeiras. As deficiências desses sistemas significam, normalmente, que os processos operam isoladamente, causando dificuldades, atrasos, duplicação de processos e, em última análise, mais custos. Dessa forma, a complexidade em integrar esses sistemas, assim como os custos resultantes, têm sido, até agora, improdutivos. Utilizar sistemas insuficientes resulta em decisões incompletas que, consequentemente, podem levar a custos desnecessários ou até mesmo inacessíveis. Se considerarmos a velocidade exigida para a tomada de decisões, a fragilidade da relação entre a procura do cliente e a cadeia de fornecimento, será possível visualizar esse quadro.

Existem poucas possibilidades de gestão efetiva do planejamento e da concepção do produto. Além disso, solucionar o distanciamento entre as partes do processo não é tão fácil quanto parece: ao mesmo tempo em que os dados disponíveis para as empresas explodiram na última década, notamos um desenvolvimento aquém quando se trata da apresentação desses dados para os usuários. Comparando este fator com a transformação ocorrida na tecnologia de consumo, é natural perguntar por que um progresso maior ainda não foi realizado. Obviamente, é impossível alterar decisões passadas, porém, neste momento, é possível retificar decisões e alterar o futuro. O mercado do software empresarial passa por uma revolução que vem retirando o “excesso” e desperdício gerado pelos sistemas legados e, na prática, vem alterando a forma como as empresas do ramo automotivo operam. Vamos imaginar, por exemplo, compartilhar informações a partir dos sistemas de produção, da cadeia de fornecimento e de manutenção com diversos parceiros locais e fornecedores de todo o mundo, introduzindo alertas em tempo real (podemos pensar no fluxo de trabalho do estilo Twitter ao invés de e-mails) para administrar problemas da cadeia de fornecimento. Por meio de uma visão unificada da empresa, aplicações distintas, que historicamente teriam sido acessadas através de logins separados, podem, agora, ser visualizadas como um sistema, agregando informação específica para melhorar a tomada de decisão e a velocidade dos negócios. Com a evolução e a expansão da tecnologia, torna-se possível evitar um malabarismo de logins, reduzindo chance de perder senhas, inclusive. O ideal seria que toda informação estivesse integrada num único local e pudesse ser personalizada para as necessidades individuais do usuário.

Este nível de integração de sistemas facilitaria um entendimento completo do que está acontecendo na empresa, em tempo real, fornecendo um controle altamente detalhado de todos os modos de produção. Por exemplo, um gestor de fábrica pode monitorar constantemente um transporte para uma entrega delicada de matéria prima, querendo assegurar que esta se encontra no prazo. Utilizando uma única tela de login, ele pode acessar dashboards (gráficos) que monitoram o status do envio, além dos outros processos empresariais interdependentes, a partir do seu ambiente de trabalho ou até do seu aparelho móvel. Como resultado da instabilidade do mercado, a crescente complexidade da cadeia de fornecimento e a falta de previsibilidade continuam ameaçando os fornecedores automotivos. É fundamental que estejam equipados com ferramentas para reagir de maneira rápida, apropriada e com solidez a fim de evitar quaisquer alterações ou anomalias em operações. A nova geração da tecnologia de software empresarial pode facilitar realmente a velocidade necessária, para sobreviver no atual ritmo acelerado e ajudar as organizações a capitalizar as oportunidades.

René Campana é consultor de negócios da Infor.

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