Pesquisa: 52% dos principais cargos executivos tiveram aumento em 2012

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Estudo da Michael Page, uma das maiores empresas globais de recrutamento revela que 52% dos 29 principais cargos analisados registram aumento em 2012 em relação ano passado. De acordo com Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil, mesmo diante de um cenário econômico menos favorável que o ano passado, por conta da crise econômica mundial, os profissionais brasileiros seguem valorizados. “Em algumas posições, devido à dificuldade de se encontrar mão de obra, os aumentos foram agressivos, quando levando em conta o cenário atual. Isso mostra que a busca por bons profissionais nem sempre acompanha a mesma dinâmica da economia”, explica o executivo.

Pressionadas a manter o bom desempenho do ano anterior, as empresas não economizaram na remuneração dos diretores comerciais. Os profissionais, que são estratégicos para o desempenho de qualquer empresa, tiveram aumento de 42% em relação a 2011. Um volume considerável de startups, especialmente nas áreas de Internet e Tecnologia, também acabou inflacionando o salário desses profissionais. O setor de construção foi outro que não sentiu os efeitos da crise pelo prisma da remuneração. O destaque fica para a posição de diretor de novos negócios, que registrou aumento de 31%. Em 2011, os profissionais da área ganhavam, em média, R$ 32 mil e, em 2012, passaram a receber R$ 36 mil. “Nesse caso, as empresas de médio porte foram as grandes responsáveis pelo inflacionamento de salários pelo fato de não apresentarem remuneração variável agressiva e reforçarem os valores fixos”, constata Pontes.

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A área de RH também ganhou relevância, já que a remuneração do Gerente de Recrutamento e Seleção saltou de R$ 16 mil para R$ 20 mil, o que representa um aumento de 25%. Esse upgrade na área demonstra que as empresas seguem a tendência de enxergar potencial de aumento de receita por meio da boa gestão de pessoas. “Recrutar, motivar, treinar e reter são qualidades muito valorizadas pelo mercado. O estudo nos permite concluir que profissionais de RH nunca estiveram tão valorizados”, conclui o executivo.

Por fim, outro destaque com aumento de 20% no salário, o cargo de diretor tributário segue tendência de alta dos últimos anos. O motivo, além da alta demanda, é a falta de profissionais que reúnam formação técnica apurada com visão de negócios e, especialmente, fluência no inglês. O Estudo de remuneração 2012/2013 teve como base as informações de entrevistas realizadas com mais de 50.000 profissionais nos últimos 12 meses, além de pesquisas e reuniões com os clientes da empresa – desde empresas de pequeno porte a grandes conglomerados nacionais e estrangeiros.

Alterações e novas Súmulas podem desestimular iniciativa privada

O TST alterou, cancelou e editou novas Súmulas. De acordo com o advogado Fabiano Zavanella, sócio do Rocha, Calderon e Advogados Associados, merece destaque para a extensão de estabilidade tanto para gestante como para o empregado que tenha sofrido acidente de trabalho, na vigência do contrato por tempo determinado (Súmulas 244, III e 378, III), criando assim novas formas de obtenção da estabilidade provisória o que pode significar um entrave para a contratação de mulheres em idade provável de gestação, ainda que de forma velada. Zavanella aponta, também, as novas Súmulas que tratam da manutenção do plano de saúde como obrigação da empresa, mesmo na hipótese de suspensão do contrato de trabalho.

“Com isso, o Tribunal abranda ou retira por completo o dever do Estado em prover a saúde e a reabilitação do empregado e ‘despeja sobre os ombros’ da iniciativa privada um encargo que pode desmotivar sua própria concessão ou até mesmo elevar seu custo no plano geral. Isso sem contar aquela que presume discriminatória a despedida de empregado portador de HIV ou outra doença grave, criando uma espécie de estabilidade indevida, como aliás já se vê nas questões envolvendo empregados em empresas de economia mista, regidos pela CLT e que, no entanto, para efeitos de demissão, submetem-se a processos administrativos, por excesso de zelo ou medo do gestor de encarar a questão no Judiciário, que muitas vezes pune além do que deveria”, avalia o advogado. “Por fim, vale citar também o item II da OJ 342 da SDI-1 que invalida cláusula de acordo ou convenção que contemple supressão ou redução do intervalo intrajornada, sob alegação de proteção a sáude e segurança do trabalho, enfraquecendo assim a negociação coletiva, como garantia constitucional e a própria autonomia da vontade do empregado que ainda no Direito do Trabalho é vista com extrema reserva”, conclui o advogado.

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