A importância da Gestão por Processos

SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DE ACERVOS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

 Target GEDWeb
O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

 Target CENWin 6.0
O Target CENWin 6.0 automatiza totalmente a gestão do acervo de Normas Técnicas e facilita o acesso às normas com rapidez e agilidade…

Laís V. Zanchin Massaia

A tão falada e pouco aplicada Gestão por Processos pode auxiliar o desempenho das organizações em diversas etapas de seu desenvolvimento. Embora tenha evoluído o número de empresas que aplicam este método, ainda falta o entendimento e a devida utilização de seus benefícios para a geração de vantagens competitivas. O objetivo deste texto é de forma simples explicar alguns conceitos da Gestão por Processos em suas determinadas fases. A Gestão por Processos nada mais é que uma forma de gerenciarmos as atividades da rotina. Os negócios acontecem, porque o mercado existe e nele temos várias empresas de diferentes segmentos e abrangências.

No desenho acima, percebe-se que o mercado vem acima de tudo e que as empresas recebem entradas que podem ser informações ou matérias – primas e estas são transformadas, após a transformação são entregues os serviços ou produtos para o cliente final que espera qualidade. Para que todo este macroprocesso ocorra de forma adequada é necessário um acompanhamento contínuo de todas as etapas e uma eficaz Gestão dos Processos de transformação. É necessário que a empresa tenha estabelecida a sua visão de futuro e que conheça os processos que realmente agregam valor, ou seja, aqueles que fazem o negócio da organização (core business), e então que estes principais processos estejam totalmente alinhados às estratégias organizacionais, pois é muito importante ressaltar que os processos são os responsáveis pela execução da estratégia. Na etapa de transformação seria ideal a aplicação da Gestão por Processos (figura abaixo)

Mapeamento: É a coleta de dados e informações sobre os processos. É importante fazer entrevistas com todos os envolvidos no processo.

Modelagem: É o desenho do fluxo dos processos, que podem ser feitos em diferentes notações e ferramentas.

Oportunidade de melhoria: É permitido através das etapas anteriores a análise e a verificação de gargalos para a aplicação de melhorias significantes.

Implantação / padronização: É a hora de colocar tudo no papel, descrever como o processo deve ser executado. A padronização é muito importante, pois qualquer colaborador com as competências exigidas para a atividade poderá exercer o processo. O POP (Procedimento Operacional Padrão) é um modelo muito utilizado pelas organizações para padronização.

Monitoramento: Após todas as aplicações, é necessário acompanhar e monitorar o desempenho do processo e isso pode ser feito através da identificação de indicadores de desempenho dos processos para mensurar o alcance dos resultados esperados.

Observa-se que são cinco etapas simples, porém que merecem um monitoramento e comprometimento de todos os envolvidos. Deve- se desdobrar essa gestão por toda a organização, pois são as pessoas que executam os processos, sendo os principais responsáveis pelos resultados atingidos. A Gestão por Processos não é apenas o mapeamento e a modelagem, as demais etapas citadas acima são fundamentais para a obtenção de vantagens competitivas. Pode-se concluir a real importância da Gestão por Processos: Tudo que se executa deve ser bem conhecido e entendido por todos, pois assim sempre será possível um melhor desempenho. Melhores desempenhos são a garantia de bons resultados. Entenda mais e aplique já a Gestão por Processos, pois ela oferece algumas vantagens: facilidade e agilidade na execução dos processos, implementação de melhorias, eficiência, alcance da visão corporativa, e produtos e serviços de qualidade.

Laís V. Zanchin Massaia é estudante de administração de empresas, profissional na área de planejamento estratégico e avaliadora do PGQP em 2010 – laiszanchin@hotmail.com; lais.gestaodaqualidade@hotmail.com

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Neurobusiness: conceito que une lucratividade e qualidade de vida

Empresa de ônibus de Suzano (SP) é multada por não observar a norma técnica de emissão de fumaça

A Cetesb multou uma empresa de ônibus com o emprego do critério previsto para aferição da fumaça emitida constante a NBR 6016 de 08/1986 – Gás de escapamento de motor Diesel – Avaliação de teor de fuligem com a escala de Ringelmann . Essa norma prescreve o método de avaliação do teor de fuligem no gás de escapamento de motor alternativo de combustão interna ACI, ciclo Diesel, de injeção direta ou indireta, com ou sem superalimentação e em qualquer condição usual de trabalho, utilizando a escala de Ringelmann reduzida. Para ler mais clique no link http://www.target.com.br/portal_new/Home.aspx?pp=27&c=2830

Nunca se falou tanto sobre a importância do capital humano nas organizações. Incentivar esses talentos internos para que tenham “a boa ideia que vale ouro” – aquela que de fato fará a diferença dentro de um mercado competitivo – tornou-se estratégico. Por essa razão, o ser humano passou a ser o foco do processo. Essa relação entre negócio e mente é denominada neurobusiness, termo cunhado pela consultora, palestrante internacional e especialista em neurobusiness e processos de neuroaprendizagem, Inês Cozzo Olivares. “Trata-se de um marco que cunhei nos anos 90 para definir a abrangência do que faço em todas e quaisquer áreas, desde que a questão seja comportamento humano e resultado para o negócio”, explica.

Nas corporações, potencializar e estimular o capital humano passou a ser fundamental. É desta forma que a equipe se tornará segura para romper com velhos paradigmas, para usar todo o potencial criativo em busca de novas soluções, para antigos problemas. “Tudo o que envolve esse comportamento é chamado de competência. Característica que as organizações necessitam para aumentar a produtividade que vai resultar, no final, em rentabilidade e a lucratividade”, destaca a palestrante. Inês explica que o neurobusiness permite uma relação de ganha-ganha porque além de ajudar a aumentar o marketing share e a lucratividade de uma empresa, permite que seus funcionários ganhem em autoconhecimento, confiança, autoestima. “A pessoa ganha desenvolvimento, a empresa ganha lucratividade. Porque o método que uso não se limita a produtividade. Principalmente porque a lucratividade não tem só a produtividade como implemento interventor, ela tem outras coisas. Por exemplo: se a empresa tem uma cultura que não favorece a lucratividade, não adianta aumentar a produtividade, porque ela não vai vender mais e melhor”, ressalta.

A palestrante internacional explica que é comum as pessoas, em uma corporação, confundirem competição com competitividade. Esse engano pode ser fatal. Muitos acreditam que é a mesma coisa só que de dita de forma diferente. “Competitividade é consequência de um conjunto de comportamentos dentro de uma organização que faz com que ela seja melhor vista, aceita e, portanto, consumida pelo seu mercado. Para que essa competitividade exista, internamente, precisa que exista cooperação, porém o que se potencializa é a competição interna. As pessoas começam a se ver como adversários – para que eu ganhe, você precisa perder. Afinal, só um pode ganhar. Esse, é o principio da competição. Para ganhar, eu preciso dar o meu melhor, ou deixar a perna na frente para que o outro caia e quebre a cara”.

Parte do processo de neurobusiness é mostrar que essas empresas possuem um modelo mental estabelecido, mas que é possível mudar essa realidade. “Se o automatismo for competir, tenho que transformar em cooperar. Porque senão, a empresa não terá lucratividade”. Após o término da palestra, ou de um curso, Inês realiza um pós-venda único no mercado. “Toda a experiência vivenciada no treinamento somada ao material apresentado é transformada em conteúdo e enviado via newsletter ao gestor ou ao RH, como o cliente prefira. Para que ele saiba como utilizar aquela nova informação e possa dar manutenção no resultado gerado com a palestra, faço um mini-curso com ele”, explica Inês. Através desse método, a empresa consegue gerar mais seis meses de resultado motivacional. O objetivo da especialista Inês é fomentar para que essas pessoas possam ampliar a sua consciência; que elas pensem em coisas que nunca pensaram antes e que de fato façam a diferença. “Quero contar que existem atalhos que ajudam as pessoas a conquistarem o que elas sonham, sem levar tanto tempo e de forma muito mais prazerosa. Com as descobertas que foram feitas até o momento, e que ainda vêm sendo feitas pelas Neurociências, é possível somar o que existe hoje, com o que se tinha antes e conseguir algo muito melhor”, conclui.

O novo e-commerce

José Patriota

Temos observado um aumento significativo no uso da internet como ferramenta de consumo. Não só para efetuar a compra propriamente dita, mas como ferramenta de suporte à decisão da compra. Os consumidores têm usado a internet para pesquisar preços, conhecer produtos, buscar informações da reputação das empresas, reclamações, etc. Sabemos que o uso da internet aumentou a competitividade entre as empresas, pois as concorrentes estão sempre a apenas um clique do consumidor. Nosso comportamento de consumo ficou mais refinado, mais exigente, mais informado. Fatores como reputação, responsabilidade social e ambiental, satisfação dos clientes foram incorporados no processo de decisão. Além dessas características, observamos também a interação impulsionada pelas redes sociais onde clientes expõem suas preferências, satisfações e insatisfações. Dessa forma, um caso pode virar campeão de audiência com uma velocidade assustadora, acelerada ainda mais considerando os múltiplos dispositivos conectados à internet como tablets, smartphones e notebooks.

Com o poder na mão dos consumidores, a competitividade fica cada vez mais acirrada e, a solução encontrada atualmente é partir para a personalização. É com a ajuda do marketing one to one que as empresas estão conseguindo conquistar e manter clientes, além de aumentar suas vendas on-line. O cenário mais conhecido é aquele que oferta produtos similares dizendo: ”Pessoas que compraram esse produto também compraram esse …”, colocando em prática o conceito de venda combinada ou até mesmo ajudando a concretizar a venda com um produto que atenda melhor às necessidades deste cliente. Outra possibilidade interessante é o mapeamento das visualizações dos consumidores em produtos mesmo sem a conclusão da compra. Isso pode revelar uma intenção de compra, possibilitando a oferta posterior do produto desejado com um desconto personalizado, por exemplo.

Alguns sites de compra como os das marcas de roupas Hollister e Abercrombie buscam a personalização desde o primeiro clique. Eles alteram a disposição das peças de roupa, o layout do site e a forma de apresentação das ofertas como se fossem vitrines especializadas para cada perfil de consumidor. Existe também uma preocupação com a manutenção da identidade visual e com a unificação da experiência de compra do usuário em diversos dispositivos. Um consumidor pode iniciar uma pesquisa de compra em casa, utilizando um notebook ou um PC e, de repente, ser interrompidos por um dos filhos que precisa terminar seu trabalho da escola. Assim, ele procura seu iPad e continua a compra na loja, do exato momento onde foi interrompido. Se esse mesmo cliente precisa sair de casa, ele pode concluir a sua compra através do smartphone. Toda essa personalização é possível se, em vez de utilizar o desenvolvimento tradicional na sua loja virtual, a empresa optar por uma plataforma da e-commerce especializada que não apenas implementa essas e outras tantas formas de personalização. Com todo esse suporte tecnológico o futuro do comércio eletrônico é muito promissor, não só de empresas para pessoas (B2C), como também de empresa para empresa (B2B). Elas ficarão cada vez mais presentes atuando cada vez mais em mercados ainda não explorados, e em dispositivos inusitados como a sua televisão, seu guarda-roupa ou até sua geladeira. Isso acontecerá porque não existe melhor maneira de obter assertividade na oferta do que com as lojas virtuais.

José Patriota é especialista em gerência de projetos e gestão da qualidade e atua como gerente de vendas na eWave do Brasil.

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