Não pague pelo peso do prato nas refeições por quilo

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quiloO Inmetro publicou uma Portaria nº 97, de 11 de abril de 2000, estabelecendo que todos os estabelecimentos que comercializam comida por quilo precisam fixar, em local visível, informações sobre o peso do prato utilizado pelos consumidores na hora da refeição. O objetivo é garantir que os consumidores não paguem a mais pelo peso indevido dos pratos. A portaria do Inmetro determina ainda que o peso do prato deve ser descontado na balança ou na hora do pagamento da refeição. Portanto, todos precisam ficar atentos quando for a um restaurante por quilo. Hoje em dia, por todo Brasil, os restaurantes de comida por quilo (ou a quilo) fazem muito sucesso. É uma novidade que surgiu na década de 80, como uma opção para quem precisava almoçar fora de casa. No início concentrava-se nas áreas de comércio e escritórios das grandes cidades, mas hoje estão em praticamente todos os bairros e até nas menores cidades do interior do país. Os restaurantes de comida por quilo passaram a ser úteis não apenas para quem trabalha, mas para todo tipo de público, incluindo donas de casa, idosos, aposentados e estudantes, que saem das escolas no horário do almoço. Essa alternativa se tornou cada vez mais popular por causa dos preços justos, porque só se paga exatamente o peso da refeição que se coloca no prato. O restaurante por quilo é uma invenção da criatividade brasileira e não é encontrado no restante do mundo. Portugal é uma exceção, onde a comida por quilo começou a ser introduzida na década de 90, imitando o sucesso conseguido no Brasil.

Assim, se a pessoa tem um orçamento controlado, provavelmente não é o tipo que frequenta restaurantes à la carte frequentemente. Os preços por cardápio costumam ser muito mais caros, não importando a quantidade que se consome. Além disso, quanto mais refinado o restaurante, menores costumam ser as porções individuais, que muitas vezes não satisfazem o apetite de todos. Além disso, os restaurantes à la carte têm a demora no atendimento como um fator de desvantagem. Os restaurantes que trabalham com o bufê livre também costumam ser mais caros, e nesse caso as mulheres ficam insatisfeitas, porque comem bem menos do que um homem de apetite médio e pagam o mesmo valor. Os restaurantes por quilo também inovaram no quesito higiene e instalações atraentes, em relação às lanchonetes e botecos que costumavam servir o famoso PF, ou prato feito. Também superam as redes de fast-food no que se refere a alternativas mais saudáveis. Uma outra inovação foi acrescentar o churrasco, com vários tipos de carnes à escolha do cliente, ao seu prato de legumes, massas e saladas, tudo pelo mesmo preço na pesagem. Essa liberdade na escolha ganhou a preferência do grande público. Atualmente já existem restaurantes por quilo especializados em cozinha brasileira, cozinha árabe, cozinha italiana, cozinha chinesa, japonesa e outras.

Fazer a refeição num restaurante de comida por quilo permite balancear a refeição, até mesmo para quem está de dieta. É possível pensar nos aspectos nutricionais da comida, escolhendo de forma racional e inteligente. Um dos pontos vantajosos é poder apostar na variedade, que até supera as opções que se pode preparar em casa. Geralmente o restaurante por quilo de padrão médio oferece pelo menos oito pratos quentes, dez tipos de saladas e legumes frios e algumas sobremesas. Dessa forma, a portaria do Inmetro determina que deverá ser utilizada, na comercialização de alimentos a peso, para consumo imediato, balança apropriada, com indicação de peso líquido dos alimentos, preço por unidade de peso e preço a pagar. Os estabelecimentos dedicados a esta modalidade de comercialização deverão exibir, em local de fácil visualização pelos consumidores, informação relativa aos pesos (taras) dos recipientes utilizados para a colocação e pesagem dos alimentos, grafada com caracteres com dimensão mínima de 5cm (cinco centímetros). As taras exibidas na informação visual deverão ser as mesmas indicadas na balança, no ato da comercialização. Far-se-á a verificação metrológica das taras indicadas mediante a pesagem de um único recipiente, colhido aleatoriamente. Quanto à balança utilizada, deverá ter sua menor divisão igual ou inferior à tolerância estabelecida: é admitida a tolerância de 2g (dois gramas) para mais, para a tara indicada de valor igual ou inferior a 200g (duzentos gramas) e a tolerância de 5g (cinco gramas) para mais, para as taras de valor superior a 200g (duzentos gramas).

A pessoa faz o prato, coloca na balança e paga pelo peso. A comida a quilo virou mania nacional. Eles são rápidos, oferecem opções para todos os gostos e são mais baratos. Os restaurantes que vendem comida a peso são uma solução para a correria da vida moderna. O que muito consumidor não sabe é que um inimigo pode estar bem à sua frente: a balança. Quem pode ajudar a saber se pode confiar no que diz a balança é uma equipe de fiscais do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Quando se chegar em frente à balança, ela deve exibir três números bem visíveis: aquele que indica o peso do prato vazio, a ser descontado, o que indica o peso do quilo da comida e o que mostra quanto você gastou. Como saber se o peso do prato – também chamado de tara – está correto? A portaria estabelece uma tolerância de cinco gramas para mais se o peso do prato for superior a 200 gramas. Para ter certeza de quanto deve ser descontado, a lei obriga o restaurante a fixar, num lugar bem visível, um cartaz com o peso do prato. Outro detalhe que você deve observar: a balança de sobremesa. O ideal é que tenha uma para a refeição e outra para a sobremesa. Se, por acaso, o restaurante trabalhar com uma única balança, tem que ter um funcionário ao lado dando desconto para o prato.

Enfim, com o corre corre do dia a dia está cada vez mais difícil fazer as refeições em casa. Por isso, muitas pessoas além de aderirem aos fast foods também recorrem aos tradicionais restaurantes que trabalham no sistema de buffet por quilo, além de ser uma opção mais econômica, permite que os consumidores possam ter uma refeição completa e mais saudável. Mas o que muitos não sabem é que os bufês precisam controlar o peso do prato utilizado para que o mesmo não interfira no valor final da refeição a ser paga pelo cliente. De acordo com o Inmetro, todos os estabelecimentos que vendem comida por quilo precisam fixar em locais visíveis informações sobre o peso do prato utilizado para garantir que os consumidores não paguem a mais pelo peso indevido do produto, que também é rigorosamente controlado pelo órgão. Quantoa às exigências do mercado, a Germer desenvolveu então o prato quilo certo, que é comercializado em lotes de peso controlado. Segundo a fabricante, as peças são pesadas uma a uma e selecionadas em faixas com até 10 gramas de variação. Esta seleção é feita para cumprir a lei que obriga que os pratos utilizados em buffets tenham no máximo cinco gramas acima do peso da tara. “O peso abaixo não é determinado pela legislação, mas o fato de ser separado com este limite garante que o restaurante não seja lesionado por servir pratos mais leves que a tara”, explica o diretor comercial da empresa, Osvaldo Rangel Fazolari.

Fazolari disse ainda que qualquer prato poderia ser utilizado como quilo certo, no entanto, manter uma variação de apenas 10 gramas é muito difícil para peças comuns. “A produção da porcelana com massa pastosa e asvariações de condições produtivas e climáticas, fazem com que exista uma expressiva diferença no peso final do prato, que pode chegar a 120 gramas em um lote de produção normal, representando 15% de variação de peso. A Germer utiliza uma técnica que garante peso padrão entre as peças. A prensagem da massa seca em pó nas prensas isostáticas distribui igualmente a massa, mantendo a peça com a mesma densidade e essa estabilidade reflete diretamente na qualidade final do produto”, explica o diretor. Com formato oval – 25,5cm de largura e três cm de altura – o prato quilo certo da Germer Porcelanas é uma ótima alternativa para restaurantes e consumidores, que, ao utilizarem o produto, têm a certeza de não estar pagando a mais pela refeição. Vale lembrar que a portaria do Inmetro determina também que o peso do prato deve ser descontado na balança ou na hora do pagamento da refeição. Além disso, outros benefícios do prato oval são o seu design moderno e a qualidade do produto, que é feito a partir de matéria prima nobre, queimado a altas temperaturas e atóxico.

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Uma resposta

  1. muito bom!!! Gostei dos detalhes!

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