Alerta aos pais: o que é dislexia?

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão)

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet *

Dias: 10 e 11 de dezembro

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: José Antonio Pereira Chainho

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

A norma regulamentadora NR 13 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, estabelece requisitos compulsórios relativos a projeto, operação, manutenção e inspeção de caldeiras e vasos de pressão. Devido à enorme diversidade e complexidade destes tipos de equipamentos, a interpretação destas exigências e o seu enquadramento na referida norma podem ser muito complicados. Interpretações indevidas podem gerar, desnecessariamente, elevados custos, interrupções da produção, sanções de orgãos fiscalizadores e até mesmo riscos de acidentes e agressões ao meio ambiente.
Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos e habilidades necessárias para uma adequada interpretação e aplicação da NR 13. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

dislexiaEla é um sintoma que pode se apresentar quando uma criança saudável, inteligente, com estímulos sócio culturais adequados e sem problemas de ordem sensorial ou emocional, tem uma dificuldade acima do comum em aprender a ler. O ideal é realizar o seu diagnóstico o mais cedo possível, para amenizar ou evitar um comprometimento social e emocional do indivíduo ao longo da sua vida, e, ainda, minimizando os aspectos da dificuldade de aprendizagem. A dislexia é persistente, mas não é uma incapacidade e sim uma dificuldade a ser vencida com sucesso. A de causa genética e hereditária, é um transtorno ou distúrbio neurofuncional, ou seja, o funcionamento cerebral depende da ativação integrada e simultânea de diversas redes neuronais para decodificar as informações, no caso, as letras do alfabeto. Quando isso não acontece adequadamente, há uma desordem no caminho das informações, dificultando o processo da decodificação das letras, o que pode, muitas vezes, acarretar o comprometimento da escrita.

O disléxico não é deficiente, é diferente. Alguns sinais que alertam para um diagnóstico: atraso no desenvolvimento da fala; • dificuldade na aquisição e automação da leitura; resistência ao ler em público; leitura vagarosa, com trocas, mesmo que corriqueiras; disgrafia (letra feia); trocas, inversões, omissões, aglutinações de letras na escrita; vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou longas e vagas; dificuldades em decorar dias da semana, meses do ano, tabuada, números de telefone e etc.; dificuldade para compreender textos; desatenção e dispersão; dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua; bom desempenho em provas orais.

O sucesso da aprendizagem da criança com dislexia depende da ação conjunta da família, escola e intervenção com profissional especializado. Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só demonstram um distúrbio ou dificuldade de aprendizagem, mas não confirmam se tratar de dislexia. Os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes, etc. Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser, obrigatoriamente, diagnosticada por uma equipe multidisciplinar, composta por fonoaudiólogo, psicólogo/neuropsicólogo e psicopedagogo, onde há uma minuciosa investigação, quantitativa e qualitativa das habilidades. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como neurologista, oftalmologista e outros, conforme o caso.

A avaliação multidisciplinar e transdisciplinar permite um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo. Não há qualquer medicalização do indivíduo. Dislexia não se trata com remédio. Atualmente, a dislexia consta no CID 10 – Classificação Internacional de Doenças (F.81), definida como transtorno específico do desenvolvimento das habilidades escolares. Faz parte também do DSM – IV (1994) – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, relacionada entre os transtornos de aprendizagem, como transtorno de leitura. No entanto aguarda-se novas definições oficiais, perante comissões de estudos e de pesquisas atualizadas.

Caminhos e escolhas

Fábio Zugman

O poeta Robert Frost escreveu um famoso poema sobre o caminho que deixamos para trás. Nele, o autor se encontra diante de duas estradas parecidas, e ao longo do texto percebe que não poderia retornar para escolher o outro trajeto. A estrada em que resolveu seguir o caminho fez toda a diferença. (http://www.entreculturas.com.br/2011/05/robert-frost-a-estrada-nao-trilhada/) Como o poema faz menção à estrada que não pegamos, muitas vezes é interpretado sobre como devemos viver a vida de forma criativa, em caminhos poucos explorados. Uma segunda interpretação, menos óbvia, é sobre o que acontece quando escolhemos um caminho. Escolher um caminho na vida real pode significar que nunca mais estaremos naquele lugar para fazer as mesmas escolhas. Seja na carreira, decisões com dinheiro, relacionamentos e nossa vida pessoal; ao escolher um caminho, estamos virando as costas para todos os outros.

Gostamos de achar que os grandes temas de nossas vidas passam por grandes decisões. Uma nova carreira se abre após uma grande oportunidade. Uma grande empresa é criada depois de um grande planejamento. Um novo relacionamento depende de anjos tocando trombetas no céu. Na vida real, no entanto, as coisas não ocorrem dessa forma. Sociedades começam com encontrões. Relacionamentos começam e terminam com a decisão de passar a mão no telefone e discar um certo número (chame-me de velho, mas uma mensagem no facebook definitivamente não tem o mesmo efeito), e muitas vezes só reconhecemos os períodos mais cruciais de nossas vidas e carreiras quando eles ficam para trás.

Quando questionamos qual o melhor caminho. A verdade é que não há melhor caminho, apenas o caminho que escolhemos seguir. Quando escolhemos um caminho, estamos, ao menos momentaneamente, fechando as portas para outras opções. Se você trabalha em uma empresa, não se sente plenamente realizado ali mas mesmo assim está alcançando alguns sonhos, bem vindo ao mundo real. É comum acharmos que a grama do vizinho é mais verde, como o funcionário que sonha em ser empresário. Mas isso é um engano. Não é por ser dono de uma empresa que você poderá fazer tudo da forma como quer, ou não terá chefe. Muitos empreendedores descobrem que clientes e a própria cobrança interna são os piores chefes que se pode ter.

O que me parece, é que apesar de seguir seu caminho em uma estrada, você continua olhando para trás. Olhando para a estrada que não foi seguida, imaginando como as coisas seriam mais floridas e felizes por lá. Lembre-se que o problema com esse tipo de comparação é que a realidade e a imagem mental sempre são diferentes. Nossa mente sonha com flores e alegria, na prática enfrentamos barro e subidas inclinadas. De tempos em tempos todo profissional deve reavaliar seu caminho, olhar as opções que possui e escolher como seguir em frente. Ao optar por um caminho, no entanto, torna-se um erro prender-se às estradas que não foram seguidas. Você estará diante de uma luta perdida se sempre comparar sua realidade a um caminho que “deveria” ou “poderia” ter seguido. Então, ironicamente, o segredo para encontrar o melhor caminho é esquecer a busca do “melhor” caminho. Observe quais caminhos se abrem hoje à sua frente, faça sua escolha e deixe os outros caminhos ficarem para trás. Isso fará toda a diferença.

Fábio Zugman é professor universitário, doutorando em administração pela FEA-USP e mestre em administração pela UFPR. É autor dos livros Empreendedores esquecidos (Elsevier, 2011); Administração para profissionais liberais (Elsevier, 2005); Governo eletrônico: saiba tudo sobre essa revolução (Livro pronto, 2006); O mito da criatividade (Elsevier, 2008); e coautor de Dicionário de termos de estratégia empresarial (Atlas, 2009); Criatividade sem segredos (Atlas, 2010).

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