A normalização nos processos de inovação, pesquisa e desenvolvimento (parte 1)

Publicações ASQ disponíveis no Brasil

A Target e a American Society for Quality (ASQ), maior entidade mundial na área da Qualidade, firmaram uma parceria que prevê a venda dos e-books online da ASQ no seu site. São mais de 200 publicações que serão oferecidas a fim de fornecer ao mercado técnico brasileiro o melhor conteúdo sobre gestão, qualidade, normalização, etc. Essa parceria torna a Target um distribuidor autorizado no Brasil das publicações renomadas da ASQ. É uma oportunidade para que profissionais brasileiros obtenham as publicações da ASQ com o mesmo preço dos Estados Unidos online, o que vai garantir e eles um diferencial competitivo internacional. Atualmente, no site da Target o cliente já pode comprar as normas técnicas nacionais e internacionais online, bastando se cadastrar, inserir os dados de um cartão de crédito válido, escolher o produto ASQ e receber autorização para comprar com um clique e acessar as publicações escolhidas.
Todas essas ações de aproximação da entidade com os parceiros internacionais vêm ampliando as fronteiras de atuação da ASQ fora da América do Norte, o que vem sendo feito desde 1996. Muitas companhias se tornaram globais e precisam estar atualizadas quanto ao avanço da gestão pela qualidade em outros países, precisam de informações globais. Assim, a visão da ASQ é tornar a qualidade uma prioridade global, pois há um mercado amplo e que precisa das ferramentas de gestão pela qualidade, principalmente nos países em desenvolvimento. A ASQ está preocupada em desenvolver serviços e produtos focados no mercado local, de forma personalizada e atrativa para cada região. Entre os parceiros internacionais, a ASQ prioriza sua atuação com os parceiros da China, Índia, México, Coreia e Brasil. Nesses países, são desenvolvidas, com as entidades locais, ações direcionadas as necessidades específicas, para adesão de novos membros da entidade americana e para a multiplicação de ferramentas de gestão adequadas. No Brasil, a ASQ tem, atualmente, cerca de 250 membros associados.

Confira abaixo o catálogo ASQ/Target

O conceito de pesquisa, desenvovimento e inovação (PD&I) é bastante variado, dependendo, principalmente, da sua aplicação. De forma sucinta, alguns consideram que é a exploração com sucesso de novas ideias. E sucesso para as empresas, por exemplo, significa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios. Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo são conhecidas como inovações tecnológicas. Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais. Ou, até mesmo, novas fontes de suprimentos. As pessoas frequentemente confundem inovação e processos de inovação com melhoria contínua e processos relacionados a esse tema. Para que uma inovação seja caracterizada como tal, é necessário que seja causado um impacto significativo na estrutura de preços, na participação de mercado, na receita da empresa, etc.

As melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criar vantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividade dos produtos em termos de custo. No caso da inovação de produto, consiste em modificações nos atributos do produto, com mudança na forma como ele é percebido pelos consumidores. Por exemplo, um automóvel com câmbio automático em comparação ao convencional. A inovação de processo trata de mudanças no processo de produção do produto ou serviço. Não gera necessariamente impacto no produto final, mas produz benefícios no processo de produção, geralmente com aumentos de produtividade e redução de custos. Como exemplo, pode citar um automóvel produzido por robôs em comparação ao produzido por operários humanos Já a inovação de modelo de negócio, pode-se ser na forma como o produto ou serviço é oferecido ao mercado. Não implica necessariamente em mudanças no produto ou mesmo no processo de produção, mas na forma como que ele é levado ao mercado. Exemplo: um automóvel é alugado ao consumidor, que passa a pagar uma mensalidade pelo uso do veículo, com direito a seguro, manutenção e troca pelo modelo mais novo a cada ano; em comparação ao modelo de negócio tradicional, em que o veículo é vendido.

Considerando que as inovações são capazes de gerar vantagens competitivas a médio e longo prazo, inovar torna-se essencial para a sustentabilidade das empresas e dos países no futuro. A inovação tem a capacidade de agregar valor aos produtos de uma empresa, diferenciando-a, ainda que momentâneamente, no ambiente competitivo. Ela é ainda mais importante em mercados commoditizados. Ou seja, com alto nível de competição e cujos produtos são praticamente equivalentes entre os ofertantes. Aqueles que inovam neste contexto, seja de forma incremental ou radical, de produto, processo ou modelo de negócio, ficam em posição de vantagem em relação aos demais As inovações são importantes porque permitem que as empresas acessem novos mercados, aumentem suas receitas, realizem novas parcerias, adquiram novos conhecimentos e aumentem o valor de suas marcas. Obviamente, os benefícios da inovação não se limitam às empresas. Para os países e regiões, as inovações possibilitam o aumento do nível de emprego e renda, além do acesso ao mundo globalizado. As inovações oferecem novos produtos, que passam a contar com mais benefícios dos produtos oferecidos.

Para que as empresas realizem inovações é necessário que elas, em primeiro lugar, tomem consciência da importância de inovar no cenário competitivo vigente. Nao há como se tornar uma empresa inovadora sem dar a devida importância ao tema. Em seguida, as empresas devem entender o que é inovação e qual é a sua dinâmica. A partir daí, elas podem definir uma estratégia que deve estar alinhada aos objetivos da organização e à sua visão de futuro. Assim, é possível identificar outro conceito essencial para que as empresas se tornem inovadoras: a atenção para o futuro é uma premissa para a empresa inovar. Existe uma norma, a NBR16501 – Diretrizes para sistemas de gestão da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação (PD&I) (clique no link para mais informações) que traz orientações para desenvolvimento e implementação de sistemas de gestão da PD&I e é aplicável a qualquer organização, independentemente do porte, tipo e atividade. Para que se tenha sucesso nesse processo, as empresas devem focar no seu planejamento tecnológico, buscando sempre identificar todas as oportunidades de se aplicar tecnologias novas absorvidas por meios de programas estratégicos, fruto de cuidadoso planejamento. Esta operacionalização deverá se dar em duas etapas: A identificação das oportunidades e a internalização da tecnologia. Também deverá ser avaliada toda nova tecnologia, buscando aplicações similares realizadas em outras empresas e seus resultados, identificando também as melhorias ocorridas após esta implantação. É muito comum possuir mais de um fornecedor para implementar uma nova tecnologia dentro do seu processo. Portanto, cabe a cada empresa identificar aquela que melhor se adapte às suas características, avaliando sempre o grau de maturidade da empresa para absorver esta nova tecnologia, o nível de investimento necessário e o resultado esperado (custo-benefício). A norma não tem como objetivo ser usada em medidas regulatórias ou em relações contratuais – inclusive certificação – e as suas diretrizes são genéricas e pretende-se que sejam aplicáveis a organizações que desejem iniciar ou aprimorar as atividades da PD&I, e definir, implementar e melhorar um sistema de gestão de acordo com sua política. Quando uma ou várias diretrizes não puderem ser aplicadas devido à natureza da organização, pode-se considerar sua não aplicação, desde que isso não afete a capacidade ou responsabilidade da organização para realizar atividades de PD&I e cumpra os requisitos das partes interessadas.

Segundo a norma, a capacidade de inovação das empresas é reconhecida como um dos principais fatores que favorecem o crescimento econômico de um país, os níveis de bem-estar e a competitividade de sua economia. O processo inovativo depende não só da competência interna das empresas, mas também da capacidade que elas têm de interagirem com outras organizações, em particular com as universidades e centros de pesquisa. Em qualquer dessas situações, o fator crítico de sucesso é a capacidade de gestão desse processo. A P&D, bem como a I, muitas vezes são vistos como processos distintos, criativos e que demandam, cada vez mais, uma abordagem estruturada. As técnicas de normalização utilizadas para outros sistemas de gestão são igualmente aplicáveis aos sistemas de gestão da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação. Alguns países têm desenvolvido conjuntos de normas para as diversas atividades da PD&I, os quais levam em conta o contexto específico de sua aplicação.

A adoção de um sistema de gestão da PD&I deve ser considerada como uma decisão estratégica da organização. O desenho e a implantação do sistema de uma organização são influenciados pelas diferentes necessidades, pelos objetivos específicos, pelos bens fabricados, pelos serviços prestados, pelos processos utilizados e pela natureza, porte e estrutura da organização. Cabe destacar que não é o propósito da norma estabelecer uniformidade na estrutura dos sistemas de gestão da PD&I ou na documentação, nem propor regras prescritivas, razão pela qual foi construída como um conjunto de diretrizes. Ela foi desenvolvida de forma a ser compatível com outras normas de sistemas de gestão. Essas normas se complementam mutuamente, mas também podem ser utilizadas de forma independente. A implantação de um sistema de gestão conforme proposto contribui para proporcionar diretrizes para organizar e gerenciar eficazmente, sistematizar as atividades da PD&I e promover a cultura da inovação na organização. Fornece orientação para apoiar as organizações que estejam operando em um contexto onde o fluxo da informação e seu aproveitamento sistemático geram conhecimento que pode ser usado como fator de competitividade ou excelência.

As atividades da PD&I podem ser conduzidas por diferentes atores e em diversas formas e arranjos, ocorrendo em conjunto ou de forma separada. Nesse contexto, é comum encontrar organizações onde a inovação é decisiva em suas estratégias, podendo ser desenvolvidas por algumas organizações e a inovação por outras. As empresas podem gerar conhecimento e tecnologia internamente, de forma compartilhada ou ainda por meio de aquisição externa. As atividades da pesquisa básica, tipicamente conduzidas por universidades e centros de pesquisa não são objeto da norma, ainda que constituam base importante para o processo de inovação. Uma vez que a P&D podem ser conduzidos de forma independente das atividades de inovação, é importante destacar que o sistema de gestão pode ser estabelecido de forma a atender aos diversos contextos possíveis.

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Qualidade de vida: as bebidas energéticas

Curtos-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais - Conheça as Técnicas e Corretas Especificações - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Curtos-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais – Conheça as Técnicas e Corretas Especificações

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 03 e 04 de Dezembro

Horário: 09:00 às 18:00 horas

Carga Horária: 16h

Professor: José Ernani da Silva

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

Engenheiros e Projetistas têm a constante preocupação de saber especificar adequadamente os equipamentos elétricos que são submetidos à corrente de curto-circuito, pois um sistema elétrico está sujeito a eventuais falhas que podem envolver elevadas correntes de curtos-circuitos, e que fatalmente irão submeter os equipamentos a esforços térmicos e dinâmicos. Este curso é dividido em dois tópicos: curto-circuito e coordenação da proteção (seletividade). O tópico Curto-Circuito discute:

a) Cálculo de corrente de curto-circuito simétrica e assimétrica;

b) Especificação dos equipamentos de proteção do ponto de vista de corrente de curto-circuito;

c) Recomendações práticas das normas nacionais e internacionais vigentes, como ANSI-VDE-IEC-NEC-ABNT.

O tópico Coordenação da Proteção discute:

a) Importância e conceitos de proteção exigidos em normas;

b) Filosofia e técnicas de proteção para dispositivos de proteção de Baixa, Média e Alta Tensão;

c) Ajuste de relés fase e neutro de sobrecorrentes.

Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

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Em todos os lugares que você vai, em uma festa, em um evento, etc., as bebidas energéticas se fazem presentes. São as bebidas que estimulam o metabolismo, uma combinação de metilxantinas, vitaminas B e ingredientes de ervas exóticas que têm por finalidade fornecer energia. Essas bebidas contêm cafeína, guaraná, taurina, ginseng, maltodextrina, inositol, carnitina, creatina, glucoronolactona, ginkgo biloba. Enquanto algumas versões contêm altos teores de açúcar, outras são adocicadas artificialmente. A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde publicou no diário oficial da União, em 05 de novembro de 1998, a Portaria nº 868, regulamentando a identificação, a produção e a venda das bebidas energéticas, identificando-as como Composto Líquido Pronto para Consumo.

Atualmente, há no mercado mais de 25 marcas de bebidas energéticas e, analisando a composição destas bebidas, observa-se que a grande maioria consiste numa mistura de carboidratos (cerca de 11g/dl) com taurina (400mg/dl), cafeína (cerca de 32mg/dl), glucoronolactona (cerca de 240mg/dl) e vitaminas do complexo B (100% da necessidade diária). Com base nessas condições, haja vista também o crescimento ascendente destas bebidas, nutricionistas e outros profissionais da saúde envolvidos com alimentação, precisam conhecer seus componentes e estarem atentos a novos trabalhos. A carnitina apesar de ser um forte estimulante, está presente em pequenas doses, portanto qualquer efeito de explosão pode ser psicológico. A quantidade de cafeína contida em uma dose de energético corresponde a 500 ml de refrigerante à base de cola. A taurina, um aminoácido presente no organismo humano, aumenta a resistência física e diminui os efeitos depressores do álcool.

O guaraná (em pó, cápsulas ou líquido) é uma planta rica em cafeína e também é utilizado para conseguir um ganho extra de energia. Em comum com as bebidas energéticas artificiais, o guaraná tem que ser consumido em uma proporção adequada para ter efeito. A cafeína, como é um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC), ocasiona aumento da atenção, estimula a liberação de adrenalina e facilita a liberação de cálcio, o que proporciona uma contração muscular mais efetiva. Sendo assim, a cafeína pode atuar em três diferentes sistemas de fornecimento de energia (ATP, anaeróbio e aeróbio) estimulando-os. A glucoronolactona é uma substância formada a partir de glicose, auxilia nos processos de eliminação de toxinas endógenas e exógenas. No exercício físico age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando a performance. A bebida energética contém grande quantidade de carboidrato, o que a caracteriza como uma bebida energizante. São hipertônicas, tem grande concentração de açúcar, por isto estimulam a sede. Apresenta também vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo B. Inicialmente a bebida energética foi desenvolvida para o público noturno, como, por exemplo, aquelas pessoas que desejavam passar a noite toda dançando. Porém, hoje o perfil do consumidor é mais abrangente: tanto jovens e estudantes quanto outras pessoas de diferentes idades fazem uso dessa bebida para os mais diversos fins.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) o energético mascara o gosto do álcool, o que colabora para uma maior ingestão de doses de bebidas alcoólicas e promove uma falsa sensação de bem estar, onde a pessoa se sente mais “ligada” e muitas vezes se considerando inclusive capaz de dirigir, concomitantemente a isto temos o fato de ser uma bebida hipertônica, o que por sua vez aumenta a sede. Além disso, pode-se citar os malefícios à saúde que as bebidas energéticas podem apresentar se utilizadas por um organismo em franco desenvolvimento e com intensa ação hormonal como é o caso dos adolescentes. Esses efeitos vão desde alterações no fígado até enxaquecas e problemas gástricos, incluindo ainda alterações da pressão arterial e insônia. Enfim, a cafeína é a principal responsável pelos efeitos das bebidas energéticas – tanto o que elas têm de bom quanto o que têm de ruim. Assim, uma lata de 250 ml de energético equivale a 50 ml de café, 200 ml de chá preto e 600 ml de Coca-Cola. Elas são um perigo para cardíacos, diabéticos, idosos, crianças e pessoas sensíveis à cafeína, e qualquer pessoa que estiver tomando álcool. Mais de duas latas podem provocar ansiedade e agitação, causar insônia, tremores, náuseas e diarréia, e provocar fortes dores de cabeça e palpitações cardíacas.

Cuidado com os produtos perigosos dentro de casa

Segundo o Procon-SP, por exemplo, os produtos de limpeza, desinfetantes, germicidas, entre outros, podem causar sérios danos à saúde se cuidados especiais para o uso, armazenamento e descarte, não forem observados. Esses produtos, em geral, apresentam um conteúdo ou embalagem colorida que naturalmente atraem as crianças, que podem confundi-los com alimentos e ingeri-los. Os cheiros agradáveis também disfarçam o perigo. Por isso, é importante mantê-los longe do alcance das crianças.Outro grave problema são os produtos vendidos em embalagens clandestinas e, portanto, inadequadas. Em geral são comercializados por ambulantes em caminhões. Os recipientes são embalagens reaproveitadas de produtos de limpeza já descartados ou mesmo de refrigerantes, não possuem registro do Ministério da Saúde, sua formulação é inadequada e não possuem rótulo, portanto, não apresentam as informações necessárias sobre sua composição e risco o que dificulta o socorro no caso de intoxicação. Os produtos devem apresentar um rótulo com as seguintes informações: prazo de validade; nome do fabricante, e responsável técnico; registro no Ministério da Saúde (os detergentes e amaciantes de roupa são dispensados desse registro e os que não tiverem esse registro devem citar a resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária 336/99); a finalidade do produto; quantidade; modo de usar; composição química detalhada; ingrediente químico ativo; forma de conservação e armazenamento; advertência para não reutilização da embalagem; precauções; classe toxicológica, se houver (classificação que representa o risco potencial para os seres humanos); e instruções sobre o que fazer em caso de acidentes.

Quanto aos inseticidas, raticidas e repelentes, além das mesmas informações dos produtos de limpeza devem conter ainda a informação, em destaque: “CUIDADO! PERIGOSO”. E os raticidas: “CUIDADO! VENENO”. Todos com o símbolo da caveira desenhada. Não use os inseticidas em ambientes fechados, sem ventilação. Proteja os olhos e, no momento da aplicação, não permita que crianças e animais de estimação fiquem no local. Após o uso de inseticidas, raticidas e repelentes, lave as mãos com água e sabão. E como deve ser feito o armazenamento de produtos perigosos à saúde: guarde os produtos fora do alcance de crianças e animais, em locais ventilados, ao abrigo do sol e da luz, em armários altos e fechados com chave e não guarde em cima ou embaixo de pias ou tanques; alguns produtos são inflamáveis e, por isso, devem ficar longe de aparelhos ligados ou que produzam faísca, para evitar incêndios; não guarde esses produtos junto com alimentos ou medicamentos; não misture os produtos e nunca reutilize as embalagens. Se houver intoxicação por ingestão de líquidos não dê água ou leite à vítima e não provoque vômito. Isto pode fazer com que a pessoa seja queimada internamente duas vezes. Leve a vítima imediatamente ao pronto socorro mais próximo e informe qual o produto causou a intoxicação.