A normalização nos processos de inovação, pesquisa e desenvolvimento (parte 2 – final)

Target Gênius Resposta Direta: a solução para as suas dúvidas em normas técnicas

O cliente Target pode conhecê-lo e acessá-lo sem custo com cinco respostas à sua escolha. Para acessar o Gênius Resposta direta, clique neste link . Baseado no FAQ, sigla em inglês correspondente a Frequently Asked Questions ou Questões Frequentemente Formuladas, o Target Gênius Resposta Direta é basicamente um conjunto de perguntas mais comuns sobre um determinado assunto nas normas técnicas, acompanhadas das respectivas respostas ou indicações de onde procurá-las, e serve como uma tentativa de facilitar a vida dos clientes, que podem encontrar suas respostas antes mesmo de fazer a pergunta. Para mais informações, clique no link http://www.target.com.br/portal_new/Home.aspx?pp=27&c=2853

Além disso, as atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&DI) são objeto de atenção da grande maioria dos países, em função de sua importância cada vez maior para o desenvolvimento tecnológico e social. Nesse cenário, percebe-se um esforço crescente no processo de disseminação de conceitos, informações e mecanismos de suporte para a gestão de inovação para os diversos tipos de agentes institucionais – governo, empresas, instituições de ensino e pesquisa. No Brasil, várias iniciativas podem ser associadas a esse processo – aperfeiçoamento de marco legal, criação de novos mecanismos financeiros e elaboração de normas e diretrizes, entre outras. O objetivo da NBR 16500 – Atividades para gestão da pesquisa, dodesenvolvimento e da inovação (PD&I) – Terminologia (clique no link para mais informações) é apresentar um conjunto de terminologias e definições que são importantes requisitos para o desenvolvimento de projetos de P&DI, com o propósito de harmonizar conceitos e termos para os diversos agentes do sistema brasileiro de inovação. É importante registrar que essa norma faz parte de um conjunto de normas brasileiras proposto pela ABNT, que contempla as Normas de Sistema de Gestão de P&DI e Projetos de P&DI. Ela foi desenvolvida de forma a ser compatível com as normas de sistema de gestão e projetos de P&DI, que se complementam mutuamente, mas também podem ser utilizadas de forma independente. Por exemplo, alguns termos: pesquisa (no contexto de PD&I) é indagação original e planejada que objetiva descobrir novos conhecimentos ou aprimorar o conhecimento existente em produtos, processos, métodos ou sistemas, visando maior compreensão dos fenômenos envolvidos e suas aplicações; desenvolvimento (no contexto de PD&I) é o trabalho sistemático realizado com utilização do conhecimento gerado na pesquisa e na experiência, com o propósito de criar novos ou significativamente aprimorados produtos, processos, métodos ou sistemas; e inovação é a introdução no mercado de produtos, processos, métodos ou sistemas que não existiam anteriormente, ou que contenham alguma característica nova e diferente da até então em vigor.

Já a NBR 16502 – Gestão da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação (PD&I) – Diretrizes para elaboração de projetos de PD&I (clique no link para mais informações) estabelece diretrizes para a elaboração de projetos de PD&I, independentemente de sua complexidade, duração ou área de atividade. As suas diretrizes são genéricas e aplicáveis a qualquer organização, independentemente do porte e natureza. Não abordam os aspectos relativos à gestão de projetos de PD&1. Não estabelece um formato único para a apresentação de projetos. Enfim, as atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) são fundamentais para a posição competitiva das organizações no mercado. As atividades de PD&I são comumente estruturadas na forma de projetos. O termo PD&I descreve os conceitos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, que são três atividades distintas que podem ou não estar relacionadas entre si em um mesmo projeto. Para os objetivos dessa norma, o termo PD&I será utilizado tanto na circunstância das três atividades estarem presentes em um determinado projeto, como na ocorrência de apenas uma ou combinação dessas.

No âmbito das organizações produtivas, os projetos de PD&I são orientados para alimentar o processo de inovação e, como tal, contribuem para situar essas organizações em uma posição favorável para enfrentar os novos desafios que surgem em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado. Os projetos mencionados na ABNT NBR 16501 :2011 – Diretrizes para sistemas de gestão da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação (PD&I), que estabelece o sistema de gestão de projetos de PD&I, podem ser elaborados a partir dessa norma. Essa norma pode ser adotada como um guia para o planejamento, documentação, apresentação, redação e avaliação de projetos de PD&1.

Os projetos de PD&I caracterizam-se pela presença de inúmeras variáveis, o que pode aumentar o grau de incerteza associado a sua execução. Entre as características que distinguem os projetos de PD&I de outros tipos de projetos, destaca-se o fato de que os resultados alcançados pelos projetos de PD&I podem diferir substancialmente dos objetivos iniciais. Entretanto, ainda que os resultados sejam diferentes, o conhecimento deles decorrente ou o próprio resultado pode ser valioso para a organização. A divisão de um projeto de PD&I em fases e etapas representa um mecanismo que facilita a sua execução, o seu acompanhamento e a concretização dos resultados, permitindo ainda identificar e gerir os riscos associados, sempre visando alcançar seus objetivos.

Um projeto de PD&I é complexo, sendo comum que se volte a fases e etapas anteriores para incorporar conhecimento adicional necessário para superar dificuldades encontradas na sua execução. Essa particularidade implica a necessidade de interação e realimentação entre as partes envolvidas. Convém que projetos de PD&I estejam alinhados ao direcionamento estratégico da organização, pelo que se faz necessário um mecanismo de informação para a direção, possibilitando a tomada de decisões. Adotou-se uma abordagem centrada nos conteúdos mínimos necessários à elaboração de um projeto de PD&I executável e gerenciável.

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As concessionárias de todo país esperam nesta semana uma corrida dos consumidores para fechar negócio e aproveitar os últimos nove dias de redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros. Com opções de pagamento de até 60 meses e sem entrada, o brasileiro precisa ter cautela e planejamento para aproveitar o desconto e não assumir mais dívidas do que o orçamento lhe permite. Pesquisa recente encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) revela exatamente este cenário: sete em cada dez brasileiros que pagam financiamento de carros também acumulam outras dívidas com compras parceladas no cartão de crédito. Para não perder o controle financeiro e estourar as contas, os economistas do SPC Brasil aconselham que as famílias não comprometam mais do que 30% do orçamento com prestações e gastos decorrentes destas compras. Na prática, em um lar cuja renda seja de R$ 2,2 mil, a prestação de um carro zero mais custos decorrentes do uso do automóvel (combustível, manutenção, impostos e seguro) não deve ser superior a R$ 660. As informações extraídas da pesquisa revelam que o brasileiro, de modo geral, na hora tomar crédito, analisa somente se a prestação assumida cabe dentro do próprio orçamento. “Mas ele [consumidor] deveria fazer uma análise do impacto desta prestação na própria vida financeira, caso ocorra algum imprevisto, como por exemplo, ficar desempregado”, aconselha Nelson Barrizzelli, economista do SPC Brasil.
Eletrodomésticos da linha branca
O estudo também aponta que cinco em cada dez compras de eletrodomésticos, outro segmento beneficiado pela redução do IPI, são parceladas no cartão de crédito. Essas vendas a prazo podem ser feitas com ou sem juros, mas na maioria dos casos, o consumidor não sabe o quanto está pagando pelos encargos financeiros:

Somente 15% dos consumidores de eletrodomésticos que optam por pagar com cartão de crédito parcelado declaram saber a maneira como é calculado o custo efetivo total

Na avaliação da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o atual cenário econômico é de nítido estímulo ao consumo por meio da expansão da oferta de crédito, da redução das taxas de juros e dos altos níveis de emprego que o país vivencia. “As pessoas, principalmente as de menor renda, estão tendo acesso a bens que anteriormente não teriam como comprar caso tivessem que fazer pagamentos à vista. Por outro lado, a ânsia de consumir deve ser dosada com planejamento financeiro”, diz o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Jr. Os prestadores de serviço de proteção ao crédito têm alertado tanto varejistas como consumidores de que o uso correto do crédito é um poderoso instrumento para auxiliar o desenvolvimento do país e trazer mais bem estar para as famílias. “Mas tomar empréstimo sem capacidade para avaliar as consequências pode levar um país a crises como a que ocorreu em 2008, nos Estados Unidos. Anos antes do estouro imobiliário, quem ofereceu crédito para quem não podia tomá-lo, agiu de forma irresponsável uma vez que sabia estar lidando com tomadores de alto risco. As consequências repercutiram em todo mundo”, avalia Barrizzelli.