Depois da geração Y o mundo corporativo se prepara para receber a geração Z

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão)

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet *

Dias: 10 e 11 de dezembro

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: José Antonio Pereira Chainho

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

A norma regulamentadora NR 13 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, estabelece requisitos compulsórios relativos a projeto, operação, manutenção e inspeção de caldeiras e vasos de pressão. Devido à enorme diversidade e complexidade destes tipos de equipamentos, a interpretação destas exigências e o seu enquadramento na referida norma podem ser muito complicados. Interpretações indevidas podem gerar, desnecessariamente, elevados custos, interrupções da produção, sanções de orgãos fiscalizadores e até mesmo riscos de acidentes e agressões ao meio ambiente.
Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos e habilidades necessárias para uma adequada interpretação e aplicação da NR 13. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

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Se a geração Y causou uma revolução no mercado, a geração Z trará uma nova onda de mudanças nas relações de trabalho. Os nascidos em meados dos anos 90, receberam a denominação de geração Z, fruto do termo “Zapear”. Antenados e altamente tecnológicos, possuem características únicas que podem influenciar o mercado de trabalho. Essa geração, que em breve estará nas organizações, necessita de desafios para permanecer em um trabalho e em muitos pontos se assemelham a geração Y, seus antecessores. Algumas das características em comum são: ansiedade, ambição, impulsividade, ousadia e dinamismo. A principal diferença está em terem crescido totalmente integrados com a tecnologia, que interferiu e interfere na forma como agem, como pensam e em seu ritmo de vida. Não tiveram que mudar hábitos, como a geração X, e nem se desenvolveram junto com as mudanças tecnológicas como a geração Y. Cresceram em um mundo ágil e sem barreiras para a informação e a comunicação.

Tal intimidade com a internet, eletrônicos, velocidade de informação e mídias sociais causarão impacto nas empresas. Totalmente conectados ao digital, os Z’s esperam encontrar um ambiente de trabalho semelhante ao seu mundo, que é interativo, veloz, repleto de recursos, cheio de autonomia e individualidade, compartilhado e com pleno acesso aos chefes e gestores. A pressa em serem promovidos, seus constantes questionamentos, a desobrigação em se manter em uma empresa caso suas expectativas não sejam alcançadas e seu reconhecimento não seja notado no dia a dia, deverão receber atenção por parte dos gestores. O ritmo tende a ser acelerado. Tudo isso significa um prenuncio de que modificações na linguagem interna, desburocratização, criação de processos mais dinâmicos e a utilização do apoio da tecnologia serão passos inevitáveis para em um futuro próximo integrar estes novos trabalhadores, afirma Caroline Calaça, especialista em coaching corporativo.

A geração Z é funcional e multitarefa e o que são características positivas podem se tornar negativas se não forem administradas com cuidado. Falar ao telefone, ouvir música, enviar e-mail, conversar no skype e elaborar planilhas ao mesmo tempo são o típico comportamento desta geração. Daí a importância de se construir um ambiente de troca, valorização da diversidade e bom relacionamento entre as gerações X, Y e Z além de alguns baby boomers, ainda no mercado de trabalho. Tal interação é fundamental para garantir foco, resultados, assertividade, flexibilidade e agilidade. Se não é possível ter tudo isso em uma única geração, porque não integrar as quatro gerações a favor da empresa, beneficiando a todos os envolvidos?

Segundo Calaça, as organizações já conhecem a importância de valorizar e motivar seus funcionários. Para se prepararem para receber a geração Z que já está prestes a iniciar a próxima onda de revolução no mercado de trabalho, será necessário cuidar da construção de uma cultura organizacional em que a diversidade seja vista como algo positivo e não ameaçador, além disso, capacitar sua liderança para engajar as pessoas promovendo uma gestão participativa, criando o hábito do feedback constante, agregando valor não apenas para o cliente mas pra toda a cadeia produtiva e promover aprimoramento pessoal e profissional personalizados, são maneiras de investir e estimular os jovens e a todos os demais profissionais para que se sintam satisfeitos e realizados. Sendo assim, utilizarão toda a energia da qual dispõem para oferecer o melhor de si para a empresa. “As empresas precisam se reinventar para reter talentos e se destacar no mercado”, finaliza.

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Outplacement em 2012

Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade de Acordo com a NR 10 - Básico - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 26 até 28 de Novembro

Horário: 08:30 às 18:00 horas

Carga Horária: 24h

Professor: Luis Fernando Zecchin

Preço: A partir de 3 x R$ 600,00

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

O curso tem o objetivo de atender às exigências da Norma Regulamentadora NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do Trabalho e Emprego, a qual estabelece os requisitos e as diretrizes básicas para a implantação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que direta ou indiretamente interagem e supervisionam equipes de profissionais em instalações elétricas e serviços com eletricidade, especificamente no que diz respeito aos requisitos que estabelecem a necessidade de treinamentos de reciclagem que devem ocorrer periodicamente aos trabalhadores já autorizados a intervir em instalações elétricas. Este curso, através de metodologia e programação exclusiva, oferece aos participantes a possibilidade de reciclar, aperfeiçoar e atualizar seus conhecimentos para a análise, identificação e prevenção de acidentes em ambientes de riscos decorrentes do emprego da energia elétrica e evitar acidentes em instalações elétricas e serviços com eletricidade. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

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Cirlene Barreto

Uma prática administrativa de Recursos Humanos que chegou ao Brasil no início dos anos 80, o outplacement veio como resposta profissional para que as empresas pudessem enfrentar a crise da época, quando muitos executivos e profissionais perderam seus empregos e o mercado de trabalho se tornou muito difícil para os demitidos. Importado dos Estados Unidos, Vinha como uma ação empresarial humana e inteligente e passou a ser praticado principalmente pelas empresas norte americanas atuantes no Brasil e, depois, também adotado pelas empresas brasileiras de maior porte. O objetivo era o de ajudar e apoiar os executivos e profissionais que precisavam buscar novos empregos, sem estarem preparados para tal competição, que se fazia muito intensa naqueles momentos. Havia poucos empregos, as empresas reduziam suas organizações, procuravam baixar os seus custos, reduziam seus quadros. Pela primeira vez, grandes empresas demitiam dezenas de profissionais e se inaugurava uma nova condição no mercado de trabalho.

Executivos e profissionais não estavam preparados para procurar emprego, uma vez que ser demitido também era uma novidade nas carreiras da época.Os desempregados precisavam muito de quem os ajudasse na organização de sua busca e não estavam preparados para elaborar um currículo adequado ou para enfrentar entrevistas de seleção. A área de Recursos Humanos das empresas também não estava preparada para oferecer esse tipo de apoio aos seus demitidos, surgindo então consultorias especializadas na assessoria às empresas demissoras, prestando serviços externos de apoio aos demitidos. Organizações hoje muito conhecidas pelo trabalho realizado, como Minarelli, Laerte Cordeiro, Gutemberg, Mariaca, Catho, Manager e tantas outras, seguidas, depois, pelas multinacionais como DBM, Right e outras. Não se conhecem muitas pesquisas realizadas no assunto outplacement no Brasil, salvo por alguns esforços de consultorias e universidades, que pretenderam levantar informações sobre como aqui se desenvolveu o outplacement nestes últimos anos. Com base em trabalho realizado pela consultoria Laerte Cordeiro, atualizado em levantamento recentemente realizado para um dos cursos de MBA de importante Universidade paulista, em São Paulo, foram levantados alguns pontos básicos sobre o tema Outplacement – 2012 que podem servir como orientação para as empresas e suas áreas de Recursos Humanos no Brasil de nossos tempos. A seguir, as principais conclusões desse estudo mais recente:

– O outplacement faz parte do conjunto de práticas que tratam da vida e carreira dos executivos profissionais nas empresas brasileiras.

– O outplacement é mais praticado nas empresas maiores e principalmente nas multinacionais, sem contudo deixar de ser adotado por empresas brasileiras, pequenas e médias.

– O outplacement é mais aplicado nas demissões de ocupantes de cargos de hierarquia média e superior, particularmente Gerentes e Diretores.

– O outplacement teve sua época de modismo, praticado de maneira equivocada, sem maior fundamento na importância econômica, social e humana do procedimento.

– O outplacement é percebido hoje como uma prática inteligente e humana a ser administrada pela Área de Recursos Humanos das empresas.

– O outplacement é visto hoje como o ato final da manifestação de respeito da empresa pelo profissional que foi seu colaborador. Tal benefício é como se fosse uma referência que ela dá ao demitido e a ela mesma.

– O outplacement oferece ao profissional um suporte importante numa hora difícil e lhe permite repensar sua vida e carreira, percebendo problemas de sua empregabilidade e recebendo ajuda para superá-los.

– O outplacement atende ao interesse de todo profissional, por novas alternativas e o ajuda a busca-las de forma efetiva e organizada.

– O outplacement é melhor realizado com o apoio de empresas de consultoria especializada no assunto.

– O outplacement faz parte, hoje, do diferencial competitivo das empresas, que se caracteriza pela qualidade e humanidade na gestão de pessoas. Aquelas organizações que se preocupam com seus profissionais também no momento de sua saída certamente merecerão a confiança dos que nela ainda trabalham.

Pode-se afirmar que o outplacement que chegou ao Brasil há 30 anos, veio e ficou. Faz hoje parte do ideário e da prática administrativa de boas empresas pequenas, médias e grandes, brasileiras e multinacionais, de todos os setores de atividade e cresce sua participação na vida dinâmica das empresas, à medida em que, mais e mais, a administração de empresas se aperfeiçoa e humaniza.

Cirlene Barreto é especialista em Recursos Humanos, consultora e diretora da Laerte Cordeiro Consultores em RH.