Os desafios da prática do home office

Dúvidas sobre normas técnicas? A solução está no Gênius Respostas Diretas

O cliente Target pode conhecê-lo e acessá-lo sem custo com cinco respostas à sua escolha. Para acessar o Gênius Resposta direta, clique aqui.Baseado no FAQ, sigla em inglês correspondente a Frequently Asked Questions ou Questões Frequentemente Formuladas, o Target Gênius Resposta Direta é basicamente um conjunto de perguntas mais comuns sobre um determinado assunto nas normas técnicas, acompanhadas das respectivas respostas ou indicações de onde procurá-las, e serve como uma tentativa de facilitar a vida dos clientes, que podem encontrar suas respostas antes mesmo de fazer a pergunta.

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Ainda que trabalhar em casa possa parecer a opção ideal para os brasileiros que querem ganhar tempo e dedicar mais tempo à vida pessoal, a realidade mostra que mais de 60% das pessoas que praticam o home office afirmam ter contratempos com filhos e familiares. E não é só isso que atrapalha: a má postura, uma consequência gerada por escritórios improvisados (fator que afeta um terço dos profissionais) pode provocar problemas de saúde a longo prazo. Conexões instáveis de internet, falta de equipamentos de escritório e até mesmo ter que lidar com animais de estimação foram mencionados como obstáculos à produtividade daqueles que trabalham em casa. Essas são as principais descobertas de uma pesquisa mundial realizada pela Regus, a maior fornecedora de soluções para espaços de trabalho. A pesquisa contou com a participação de pelo menos 24.000 profissionais em mais de 90 países, incluindo o Brasil.

“É natural que os profissionais queiram aproveitar os benefícios das práticas flexíveis de trabalho para fugir do trânsito e optar por horários de sua preferência, melhorando assim o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal”, comenta Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil. “A pesquisa revela que um ambiente profissional próximo de casa é melhor do que trabalhar em casa. Só assim é possível evitar o desgaste com a família, além de projetar uma imagem mais profissional. Trabalhar em casa pode afetar a concentração e a produtividade”.

Na opinião dos profissionais brasileiros, os três maiores obstáculos de trabalhar em casa são: crianças e/ou familiares que exigem atenção (64%); dificuldade de concentração em questões do trabalho (44%); crianças, familiares e animais de estimação que atrapalham as ligações telefônicas (44%); também há fatores importantes ligados à questão da saúde: 32% dos entrevistados reclamaram de má postura da coluna que ocasiona dores ao trabalhar em home office, devido a instalações inapropriadas.

Uma boa postura é essencial para que o profissional não sofra de males como LER-Dort (lesão por esforço repetitivo); a ausência de uma mesa apropriada para o trabalho também é um problema para dois quintos dos entrevistados (41%); no total, 15 problemas diferentes foram identificados como obstáculos que prejudicam um maior rendimento no trabalho em casa. “Trabalhar em casa está se popularizando cada vez mais, no entanto conforme os profissionais passam por essa experiência vão descobrindo também as desvantagens. A vida pessoal precisa se adaptar às atividades profissionais, e isso nem sempre é fácil. Além das descobertas da pesquisa da Regus, há declarações de pessoas que trabalham em casa e se sentem solitários, alienados e desligados dos seus colegas. Aparentemente, o contato visual com outras pessoas no ambiente de trabalho também tem um papel importante no crescimento e promoção dos profissionais, de modo que aqueles que trabalham em casa são podem ser esquecidos ou subestimados, até mesmo em empresas que estimulam ativamente o trabalho em casa, ainda que ocasionalmente”, acrescenta Ribeiro. “O mais preocupante é saber que um terço dos entrevistados reclamou da má postura, em consequência de um escritório improvisado em casa. A pesquisa destaca que trabalhar em casa pode não proporcionar um ambiente profissional, e sem os devidos cuidados  pode ser prejudicial a saúde”.

Há muitos anos eu faço essa prática na minha vida profissional. Se há dificuldades, não tenham dúvidas, mas quem quer supera esses obstáculos. Por exemplo, tenha um expediente e feche o escritório ao final dele. Mesmo trabalhando em casa, não é saudável nem produtivo para a maioria das pessoas considerar-se 24h por dia a serviço. Mantenha seu escritório em uma área separada, e estabeleça rotinas e horários para estar nele ou não. Não há problema em fazer horas extras, desde que elas não sejam rotina. Igualmente, limite o espaço do seu escritório doméstico: O ideal é ter seu próprio cômodo, mas se não for possível, monte o escritório ao longo de uma ou duas paredes, com prateleiras instaladas acima da escrivaninha. Invista em um biombo ou outra forma de divisória – a separação de espaços vale este pequeno investimento. E capriche no isolamento acústico. Se você atende por telefone seus clientes ou parceiros de negócios freqüentemente, os sons típicos dos demais ocupantes da sua casa podem colocar a perder toda a boa impressão de profissionalismo que você trabalha tão duro para merecer.

Da mesma forma, os sons da sua atividade no escritório não devem atrapalhar a vida dos demais ocupantes da casa. Também, é ideal dispor racionalmente os móveis e objetos. Deve-se pensar no modelo adotado por um piloto de avião comercial: os instrumentos mais importantes para seu trabalho estão localizados exatamente à frente da sua posição usual de trabalho, e os demais ficam dispostos radialmente a partir deste núcleo, de modo que ele se desloca o mínimo possível para realizar seu trabalho. Não esconda dentro de armários distantes as ferramentas que você usa no dia a dia, nem desperdice o espaço das áreas mais nobres à frente da sua posição de trabalho. Por fim, não esqueça da ergonomia e segurança: mesmo se o seu orçamento para montar o escritório doméstico for limitado, estabeleça (e cumpra) um plano para dotar-se de condições confortáveis de trabalho tão cedo quanto possível. Trabalhar em uma cadeira dura e fixa, numa sala escura sem janelas, com uma mesa que não foi feita para receber um teclado e um mouse, e com o computador, a impressora, o fax e o ventilador ligados em uma única tomada reduz sua produtividade, sua segurança e sua motivação. Ou seja, conquiste seu espaço: se as pessoas ficam entrando no seu escritório doméstico para usar o computador, a impressora, o grampeador ou o telefone, sua concentração vai por água abaixo, junto com a disponibilidade das suas ferramentas de trabalho – sem contar com o risco de alguém derrubar refrigerante no seu teclado quando estava dando só uma olhadinha no seu e-mail.

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Brasil: a imensa carga tributária e o retorno desses recursos à população

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cargaO Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) realizou um estudo denominado “Estudo sobre a carga tributária/PIB X IDH” e chegou a alguns resultados expressivos: entre os 30 países com a maior carga tributária, o Brasil continua sendo o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem estar da sociedade; a Austrália, seguida dos Estados Unidos, da Coréia do Sul e do Japão, são os países que melhor fazem aplicação dos tributos arrecadados, em termos de melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos; o Brasil, com arrecadação altíssima e péssimo retorno desses valores, fica atrás, inclusive, de países da América do Sul, como Uruguai e Argentina. O trabalho teve por objetivo mensurar os 30 países de mais elevada carga tributária (arrecadação tributária em relação à riqueza gerada -PIB) e verificar se os valores arrecadados estariam retornando para a sociedade, através de serviços de qualidade, que viessem a gerar bem estar à população. Para tanto, foram utilizados dois parâmetros, para esse tipo de comparação: A Carga Tributária (arrecadação em relação ao PIB), que obtivemos junto à OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, referente ao ano de 2011 (última atualização) e também o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, conforme dados da PNUD – (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), com o índice final também para o ano de 2011.

Importante saber que a carga tributária é a relação percentual obtida pela divisão do total geral da arrecadação de tributos do país em todas as suas esferas (federal, estadual e municipal) em um ano, pelo valor do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a riqueza gerada durante o mesmo período de mensuração do valor dos tributos arrecadados, sendo, como exemplo, no Brasil:

Ano de 2011                                                     Em R$ mil

ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA                R$ 1.492.000

PIB                                                                       R$ 4.142.800

Carga Tributária                                             36,02%

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbubul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, em seu relatório anual. O IDH é um índice que serve de comparação entre os países, com o objetivo de medir o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida oferecida à população. Este índice é calculado com base em dados econômicos e sociais. O IDH vai de 0 (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (desenvolvimento humano total). Quanto mais próximo de 1, pode-se afirmar que esse país é o que atingiu maior grau de desenvolvimento.

IRBES – ÍNDICE DE RETORNO DE BEM ESTAR À SOCIEDADE

Para se atingir o objetivo do estudo, foi providenciada a criação de um índice que pudesse demonstrar o nível de retorno à população dos valores arrecadados com tributos, em cada país. O IRBES – Índice de Retorno De Bem Estar à Sociedade, é resultado da somatória da carga tributária, ponderada percentualmente pela importância deste parâmetro, com o IDH, ponderado da mesma forma.

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METODOLOGIA DO ESTUDO

O ranking foi determinado pela ordem decrescente do valor calculado referente ao IRBES de cada país. Quanto maior o valor deste índice, melhor é o retorno da arrecadação dos tributos para a população. O IRBES é decorrente da somatória do valor numérico relativo à carga tributária do país, com uma ponderação de 15%, com o valor do IDH, que recebeu uma ponderação de 85%, por entendermos que o IDH elevado, independentemente da carga tributária do país, é muito mais representativo e significante do que uma carga tributária elevada, independentemente do IDH. Assim sendo, entendemos que o IDH necessariamente deve ter um peso bem maior para a composição do índice.