Um guia para implementar o Lean Six Sigma

e-bookDe autoria de Robert M. Meisel , Steven J. Babb , Steven F. Marsh , and James P. Schlichting, o e-book The executive guide to understanding and implementing Lean Six Sigma – the financial impact (clique no link para mais informações) é um guia que oferece uma introdução básica aos conceitos de Lean Enterprise e Six Sigma para executivos, pessoal novo com a qualidade, ou organizações interessadas em informações iniciais na melhoria da qualidade e processo. Ele se destina a ser um guia útil na implementação e otimização de um sistema integrado de Lean Six Sigma abordagem focada em perceber o valor de retorno e impacto linha de fundo. Os princípios de Lean e Seis Sigma são apresentados e discutidos separadamente e através de uma abordagem integrada através do livro três capítulos.

Para empresas produtoras ou não produtoras ou para aquelas que estão apenas começando ou contemplando uma iniciativa Lean Seis Sigma vão encontrar neste livro informações valiosas. Para ajudar a ilustrar a aplicação destes princípios a diversas empresas, muitos estudos de caso foram selecionados e incluídos para demonstrar como as ferramentas e técnicas prescritas podem acomodar e melhorar uma grande variedade de relacionamentos com clientes em toda a cadeia de valor. Exemplos retirados de manufatura, bancos e setores do governo local demonstram o amplo espectro em que Lean Seis Sigma pode ser usado como um quadro de fomentar um melhor desempenho e garantir a satisfação do cliente contínuo e lealdade.

O Lean e o Six Sigma são duas iniciativas de qualidade que vêm recebendo muita atenção e publicidade na última década. Eles incorporam uma filosofia, uma metodologia, e um kit de ferramentas para ajudar as organizações a melhorar o seu negócio e seus resultados. Elas demonstraram ter impacto financeiro quantificável nas organizações. Utilizados em conjunto, existe um efeito sinérgico que acelera esse impacto. Seus conceitos iniciais na verdade remontam à utilização de Henry Ford na produção em massa em um sistema com base no fluxo de trabalho. No Japão, esses conceitos foram expandidos pela família Toyoda em sua fábrica de fiação e tecelagem e depois aperfeiçoados na empresa da família produtora de motores, evoluindo para o que hoje é conhecido como o Sistema Toyota de Produção.

O Six Sigma foi desenvolvido pela primeira vez na Motorola na década de 1980 como uma iniciativa para salvar um negócio pager conturbado. Ele se tornou-se na década de 1990 depois de muita publicidade gerada em torno da sua utilização na General Electric e na AlliedSignal. Em ambas as empresas, houve uma melhora na satisfação do cliente e no desempenho dos negócios. Essas duas metodologias também se concentram em melhorar uma ampla variedade de processos, novos produtos, a administração do cliente, no desenvolvimento dos serviços, finanças, manufatura, cadeia de suprimento, saúde e assim por diante. Ambas as metodologias usam o gerenciamento de projetos para direcionar seus resultados.

Combinando princípios e ferramentas dessas metodologias, pode-se acelerar as melhorias contínuas. O Lean Six Sigma pode integrar a redução de desperdícios com a redução da variabilidade do processo, concentrando-se em valor para o cliente e na melhoria dos negócios. Assim, o objetivo é aumentar a velocidade de produção por meio da eliminação implacável dos desperdícios nos processos. Eles podem ser definidos como qualquer coisa que não agrega valor do ponto de vista do cliente. Esses desperdícios não são necessariamente independentes. A produção por segurança de estoque, por si só, é uma superprodução. Mas se há produção por causa de defeitos, a superprodução também está ligada à perda de correção e desperdícios. Considere o exemplo de alguém que caminha para uma impressora para recuperar um documento. Não é desperdício o movimento em se levantar da cadeira. E não há desperdício no transporte da impressora para o escritório carregando o documento. O caminhar pelo escritório para a impressora constituem desperdícios de movimento ou transporte de desperdícios? Enquanto algumas pessoas gastam tempo debatendo a questão (um desperdício de tempo em si), isso não tem a mínima importância. Quando o desperdício for identificado, a chave é encontrar uma maneira de eliminá-lo.

Entre a realidade e a imaginação: o amigo imaginário

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03 de Dezembro de 2012 – 212ª Edição  – Ano 2012

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E-book ASQ/Target em destaque

A publicação Innovation generation – Creating an innovation process and an innovative culture busca mostrar que a inovação é se preparar para o futuro e a sua organização deve ser parte dele. Os clientes e os consumidores esperam nos dias de hoje muita inovação e ideias novas.

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NBR 11137: os requisitos para carretel de madeira para acondicionamento de fios e cabos elétricos

Essa norma estabelece os requisitos construtivos para carretéis utilizados no acondicionamento de fios e cabos elétricos e para estrutura de carretéis construídos totalmente em madeira, na forma de tábuas ou sarrafos.

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NBR 10634: os requisitos obrigatórios para ponte de embarque e desembarque para aeronaves

Essa norma estabelece os requisitos exigíveis para projeto para uma ponte de embarque e desembarque para aeronaves.

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Analisando os riscos em atividades industriais, comerciais e ambientais

Muitas vezes, as atividades humanas, principalmente as industriais, podem se transformar em sistemas potenciais de geração de acidentes que podem causar danos ao meio ambiente e à saúde pública.

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IEC 62031 ed1.1: as especificações de segurança para iluminação LED

Essa norma internacional especifica os requisitos gerais e de segurança para a iluminação feita com diodos emissores de luz (LED- light-emitting diode).

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Um brinquedo ou um objeto que se transforma em amigo, ou o surgimento de um amigo que não podemos enxergar. Apesar de muitos pais ficarem preocupados, os amigos imaginários são muito comuns até os seis ou sete anos de idade da criança. O amigo invisível ou objeto representará para ela uma figura humana, fazendo parte de sua rotina tanto em casa como na escola ou em eventuais passeios. “Em primeiro lugar, precisamos entender isso como um fenômeno normal e até mesmo esperado do desenvolvimento infantil”, diz Melina dos Santos Mosna, professora de educação infantil do Colégio Nossa Senhora do Morumbi, em São Paulo. “Podemos explicar o amigo imaginário como uma substituição ou complemento àqueles objetos que trazem conforto e segurança para as crianças, como chupetas e paninhos. Nessa fase, a criança também precisa aprender sobre muitas questões, como controlar todo tipo de sentimento, e o amigo imaginário serve como uma ponte para essa conversa pessoal. Nós adultos também usamos esse artifício. Quantas vezes não dizemos ‘estive conversando comigo mesmo’? A diferença é que esta conversa ainda é muito abstrata para as crianças, que acabam criando esses supostos amigos como uma ponte para estabelecer este diálogo”, completa a educadora”.

O comum são os amigos imaginários aparecerem na idade de três a sete anos, fase do desenvolvimento da linguagem oral da criança. Eles duram até o momento no qual a criança passa a socializar mais em suas brincadeiras. No entanto, isso não é regra e cada criança tem um tempo próprio para realizar essas transições, diz Maria Edna Scorcia, diretora pedagógica do Colégio Joana D´Arc. “Algumas demoram mais e acabam utilizando esse recurso por mais tempo. Assim como no uso da chupeta e da fralda, ou no período de alfabetização, cada criança tem seu tempo e seria um erro muito grande não respeitar isso”. A origem dessa prática pode estar em uma simples necessidade de companhia social, já que muitas crianças, sem a companhia de pais, irmãos ou amigos acabam se sentindo sozinhas. Outra causa dessa criação pode ser o refúgio de uma situação que provocou uma alteração emocional, como a morte de um parente, a separação dos pais ou mesmo o nascimento de um irmão mais novo. O amigo imaginário tende a acalmar a criança quando ela estiver muito ansiosa, com raiva, medo ou mesmo emocionalmente carente.

Para Melina Mosna, o assunto deve ser visto com naturalidade. “Isso é natural e os motivos são vários. O amigo pode surgir por falta de companhia durante as brincadeiras, a criança pode criar situações fantasiosas para lidar com seus medos e inseguranças, ou simplesmente para imaginar pessoas e lugares diferentes, porque isto é divertido para ela. O importante é os pais encararem com naturalidade e até mesmo aproveitar para saber se algo incomoda a criança, ajudando ela a elaborar melhor seus sentimentos”. Quando os pais se deparam pela primeira vez com os filhos falando sozinhos e eles nos explicam que estão conversando com seu amigo não devem se preocupar, já que o fenômeno além de comum pode ser muito saudável para a criança. É o que diz a psicopedagoga e diretora do Colégio Global, Eliana de Barros Santos.

“Dar voz às fantasias ajuda na formação da personalidade e pode aprimorar a linguagem oral, pois normalmente as crianças conversam longamente com estes amigos, o que se torna um exercício para futuros diálogos com seus pares ou adultos com os quais se relaciona”, conta. “Quando os pais descobrem o amigo imaginário do filho, podem aceitá-lo na mesa de jantar, na hora de dormir ou de brincar no jardim. Isto pode ser um pedido de reconhecimento por parte das crianças aos pais. O amigo imaginário se encontra em uma fase de transição da criança, que provavelmente ficará para trás quando o vínculo com o mundo externo estiver mais consolidado e for possível ter experiências seguras com amigos reais”, explica.

Mosna acrescenta que repreender ou dizer abertamente que o amigo não existe pode deixar a criança confusa e chateada, mexendo muito com sua autoestima. “Ignorar e fingir que não está vendo não é uma boa saída, pois significa destruir momentos de imaginação e criatividade da criança, que auxiliam muito em seu desenvolvimento de forma saudável. Dizer que o amigo não existe é pior ainda, pois você pode acabar magoando a criança, deixando ela constrangida. Negar esse momento de imaginação é impossibilitá-la de ser criança”. Para as educadoras, o amigo imaginário desaparece naturalmente com o desenvolvimento gradual da maturidade social-afetiva da criança, que encontra por si mesma formas de abandonar esses amigos e é saudável que os pais possam participar dessa “despedida” quando possível. Se a criança acreditar que ele foi embora, dizer que o amigo imaginário foi viver ou está agora estudando em outro lugar, em outra cidade e escola, pode deixar a criança em situação mais confortável e mostrar que ela se encontra em um ambiente seguro. A preocupação, segundo elas, só se justifica se esse comportamento persistir para muito além dos seis ou sete anos de idade, ou se a criança se isolar da vida real, preferindo a companhia do amigo imaginário a outros relacionamentos sociais. “Quando isso ocupa maior espaço do que as relações presenciais, pode indicar uma dificuldade da criança em enfrentar a realidade ou de se relacionar com outras crianças”, atenta Eliana de Barros Santos. “Nesses casos, recomenda-se que os pais procurem orientação psicológica ou mesmo a ajuda da escola, que costuma ser um parceiro valioso nos cuidados com a criança”.

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