Como as empresas podem gerenciar os riscos de explosões

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EXPLOSÃOA NBR 15662 de 01/2009 – Sistemas de prevenção e proteção contra explosão – Gerenciamento de riscos de explosões (clique no link para mais informações) estabelece os requisitos para elaboração de programa de gerenciamento de riscos de explosão, a ser desenvolvido para projetos industriais e/ou comerciais e para instalações existentes que contenham riscos de explosão. Não se aplica ao dimensionamento de sistemas à prova de explosão e sistemas da área nuclear. O gerenciamento de explosões é um programa desenvolvido para projetos industriais e/ou comerciais e para instalações existentes que contenham riscos de explosão. Esses devem ser eliminados e/ou minimizados usando os seguintes princípios: prevenção para evitar formação de atmosferas explosivas; prevenção para evitar a presença de fontes de ignição; e proteção para limitar os efeitos de uma explosão.

Na verdade, o fogo e as explosões estão na origem de grandes danos pessoais e materiais em instalações onde se desenvolvem actividades económicas. A promoção da segurança contra riscos de incêndio nos estabelecimentos industriais, comerciais ou de serviços  tem como objetivo: reduzir os riscos de eclosão de um incêndio; limitar o risco de propagação do fogo e das fumaças; garantir a evacuação rápida e segura dos presentes; facilitar a intervenção eficaz dos bombeiros. Com vista à satisfação destas exigências devem ser tomadas as precauções necessárias nas instalações (fabris e administrativas), com o objetivo de: providenciar os caminhos de evacuação protegidos contra a propagação do fogo e dda fumaça; garantir uma estabilidade satisfatória dos elementos estruturais face ao fogo; garantir um comportamento satisfatório dos elementos de compartimentação face ao fogo; dispor de equipamentos técnicos (instalação elétrica, de gás, de ventilação e outros) que funcionem em boas condições de segurança com comandos de emergência devidamente localizados e sinalizados; dispor de sistema de alarme, alerta, iluminação de emergência e sinalização apropriados; dispor de meios de primeira intervenção apropriados; organizar a formação e a instrução de pessoal; e assegurar a conservação e manutenção dos equipamentos técnicos, incluindo os de segurança.

O desempenho do programa de gerenciamento de riscos de explosões e seu emprego dependem de: natureza e explosividade da substância combustível e ou suas misturas; desenvolvimento de temperatura, pressão, turbulência, característica do escoamento do produto, etc.; tamanho e geometria do vaso; efetividade dos dispositivos de proteção ou da supressão da explosão; desempenho característico dos dispositivos de proteção e ou supressores de explosão. A elaboração e/ou validação do programa de gerenciamento de riscos de explosão para um perigo específico pode exigir outros métodos de trabalho elou avaliação teórica. Esta interpretação e aplicação devem ser realizadas por profissional habilitado ou especialista com experiência comprovada em prevenção e/ou proteção contra explosões. O gerenciamento deve ser aplicado para projetos de instalações industriais elou comerciais que contenham riscos de ocorrer explosão dentro de seus limites de propriedade, decorrente da ignição de uma mistura explosiva. O gerenciamento de riscos de explosão se aplica a todas as fases de projeto industrial e/ou comercial. As fases de projeto são as seguintes: conceitual; preliminar: projeto básico; detalhamento; construção; ensaios e pré-partida. Também se aplica para as fases operacionais de uma instalação industrial e/ou comercial existente. As fases operacionais são as seguintes: qualificação; partida; operação; parada; manutenção; aumento, ampliação ou redução de produção; descontaminação; e desativação

A responsabilidade na coordenação da elaboração, manutenção, revisão e atualização do gerenciamento de riscos de explosão é do gerente da instalação ou do profissional de nível superior na hierarquia funcional da instalação. Assim, o gerenciamento de riscos de explosão deve ser realizado em projetos de instalações industriais e/ou comerciais e também para instalações industriais e/ou comerciais existentes, por meio de verificações técnicas da aplicação de ações ou instrumentos específicos capazes de garantir a segurança contra explosão e demonstrado no cronograma físico da instalação, nas suas diversas fases de projeto. O sistema de gerenciamento de riscos de explosão deve ser composto dos seguintes procedimentos: características de explosividade das substâncias e suas quantidades; metodologias de análise e de revisão de riscos de explosão; programa de inspeção e de manutenção de dispositivos de segurança contra explosão; programa de treinamento e requalificação de pessoal; métodos de investigação de acidentes com potencial de risco de explosão; plano de ação de emergência para explosão; programa de auditoria de segurança contra explosão; gerenciamento de modificações; e análise critica do sistema de gerenciamento. As diretrizes para elaboração desse tipo de programa estão especificados no Anexo B.

Os itens referentes ao plano de ação de emergência que têm a sua estrutura diferente das demais acima citadas são os seguintes: objetivo; responsabilidade; aplicação; documentos de consulta; definições; procedimentos; folha de revisões; controle de documentos; anexos (se houver). A estrutura do plano de ação de emergência para explosão e a seguinte: objetivo; responsabilidade; aplicação; documentos de consulta; definições; cenários com potencial de risco de explosão; estrutura e abrangência do plano; organização de emergência e responsabilidades; procedimentos de emergência; cronograma de simulados de emergência; folha de revisões; controle de documentos; e anexos.

Pesquisa: consciência ambiental do brasileiro

COLETÂNEA DE NORMAS

Coletânea Série Segurança Contra Incêndios

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Coletânea Série Sistema de Gestão Ambiental

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Coletânea Série Tecnologia da Informação

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Os brasileiros demonstram não ter conhecimento pleno dos resíduos que produzem e que podem ser prejudiciais à natureza quando descartados de forma incorreta. É o que aponta a pesquisa Água Brasil, promovida pelo IBOPE Inteligência a pedido da WWF. Realizado em todo território nacional, o levantamento indica que enquanto 65% da população tem consciência que pilhas e baterias podem ser perigosas, quando jogadas no meio ambiente, apenas 27% têm consciência do teor de poluição do óleo de cozinha descartado de forma incorreta. O mesmo acontece com o lixo eletrônico, cacos de vidro e remédios considerados resíduos prejudiciais à natureza por somente 30%, 28%, 22% da população, respectivamente. Ainda na lista dos resíduos perigosos ao meio ambiente, mas não muito conhecidos pela população, aparecem as embalagens aerossóis, mencionadas por 19% dos brasileiros conscientes de sua periculosidade, e as tintas, com 18%. Entre as pessoas com nível superior esses percentuais sobem para 30% e 23%, respectivamente. Já em relação ao conhecimento sobre os materiais que podem ou não ser reciclados, 93% dos entrevistados sabem que papel e papelão possuem essa característica, assim como 91% a identificam no plástico, 74% nos metais das latas, 68% no vidro e 56% nas embalagens longa vida.

O Ibope Inteligência realizou 2.002 entrevistas pessoais, em novembro de 2011, em todo o território nacional. A amostra é representativa da população adulta brasileira (16 anos ou mais) distribuída proporcionalmente em relação às variáveis: sexo, idade, escolaridade e ramo de atividade econômica de todos os estados do país. Também, foi feita a pergunta: você sabe para onde vai o lixo que produz em casa? De acordo com dados da pesquisa, um em cada três brasileiros (34%) não sabem ou não responderam a essa questão.

Já 46% dos entrevistados afirmaram que o lixo vai para lixões, 17% para aterros sanitários, 5% para unidades de triagem de resíduos recicláveis, 2% para aterros controlados e 1% para unidades de incineração. A população também demonstra desconhecimento sobre a PNR (Política Nacional de Resíduos). Segundo a pesquisa, 84% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre o tema, assim como 75% desconhecem que exista alguma lei sobre lixo em sua cidade, estado ou país. Em relação à coleta seletiva, 71% dos entrevistados sabem o que é, mas 64% afirmaram não ter o serviço à disposição. E entre estes que não contam com o serviço, a disposição para separar os materiais é alta: 85% se mostram interessados.

Gestão de carbono na cadeia de fornecedores

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou nesta terça-feira (4/12) a publicação Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, em side event na COP-18 (Convenção do Clima), no Qatar. O projeto promoveu, ao longo de 2012, a capacitação de 32 fornecedores da Vale, Votorantim, Banco do Brasil e Itaú para elaboração de inventários de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). Clique aqui para conhecer a publicação “Com o crescimento e também o refinamento dos inventários, sabemos hoje que grande parte das emissões não é proveniente dos processos produtivos, nem do subproduto da energia gerada para esse processo, mas, sim, da cadeia de fornecedores”, diz a presidente executiva do CEBDS, Marina Grossi. “Assim, por mais que uma empresa invista em eficiência energética ou outros métodos de mitigação de suas emissões, o resultado não terá grande impacto justamente pela considerável proporção da pegada de carbono de seus fornecedores no volume total destas emissões”, completa.

De acordo com o Registro Público de Emissões do Brasil, as emissões provenientes de fontes que não são controladas pela empresa (em geral, a cadeia de fornecedores) corresponderam, em 2011, a 88% do total das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) das empresas que relatam seus inventários – um crescimento de 12% em relação a 2010. “Ainda são poucas as pequenas e médias empresas que agem para aprimorar a eficiência de seus processos. Por isso, esse ano, com apoio da KPMG, realizamos o Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, que reúne o maior número de fornecedores comuns entre as empresas participantes. O objetivo é sensibilizá-los tanto para mudanças climáticas, quanto para a necessidade de realizar inventários, e, então, capacitá-los para essa medição”, explica Fernando Malta, coordenador da Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS.

Dos 32 fornecedores capacitados, 22 apresentaram inventários de emissão de GEE total ou parcialmente às empresas participantes. “O número aponta que o projeto teve um aproveitamento de aproximadamente 70% de fornecedores capacitados e se mostra uma importante ferramenta para as empresas que já perceberam que a maior fonte de emissão de GEE de sua produção está na sua cadeia de fornecedores”, considera Malta. A partir da experiência na primeira edição, o programa será replicado em 2013 com, no mínimo, o dobro de empresas participantes. Petrobras, Coca-Cola, Cemig, Votorantim, Vale, Itaú, Ipiranga e TKCSA já confirmaram participação na edição do ano que vem. A expectativa é capacitar cerca de 100 fornecedores dessas companhias na segunda edição do programa. “A partir do momento que as grandes empresas começam a mobilizar seus fornecedores, estabelecem uma relação em que todos ganham. Os fornecedores ganham capacitação e expertise; a grande empresa tem um retrato fiel da sua pegada carbônica; e a sociedade ganha pela mobilização, transparência e redução das emissões”, afirma Marina Grossi. A publicação está disponível no link http://www.cebds.org.br/media/uploads/programa_de_gesta%CC%83o_de_carbono_na_cadeia_de_valor.pdf

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