Pesquisa: consciência ambiental do brasileiro

COLETÂNEA DE NORMAS

Coletânea Série Segurança Contra Incêndios

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Segurança Contra Incêndios!
Saiba Mais…

Coletânea Série Sistema de Gestão Ambiental

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Sistema de Gestão Ambiental!
Saiba Mais…

Coletânea Série Tecnologia da Informação

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Tecnologia da Informação
Saiba Mais…

Os brasileiros demonstram não ter conhecimento pleno dos resíduos que produzem e que podem ser prejudiciais à natureza quando descartados de forma incorreta. É o que aponta a pesquisa Água Brasil, promovida pelo IBOPE Inteligência a pedido da WWF. Realizado em todo território nacional, o levantamento indica que enquanto 65% da população tem consciência que pilhas e baterias podem ser perigosas, quando jogadas no meio ambiente, apenas 27% têm consciência do teor de poluição do óleo de cozinha descartado de forma incorreta. O mesmo acontece com o lixo eletrônico, cacos de vidro e remédios considerados resíduos prejudiciais à natureza por somente 30%, 28%, 22% da população, respectivamente. Ainda na lista dos resíduos perigosos ao meio ambiente, mas não muito conhecidos pela população, aparecem as embalagens aerossóis, mencionadas por 19% dos brasileiros conscientes de sua periculosidade, e as tintas, com 18%. Entre as pessoas com nível superior esses percentuais sobem para 30% e 23%, respectivamente. Já em relação ao conhecimento sobre os materiais que podem ou não ser reciclados, 93% dos entrevistados sabem que papel e papelão possuem essa característica, assim como 91% a identificam no plástico, 74% nos metais das latas, 68% no vidro e 56% nas embalagens longa vida.

O Ibope Inteligência realizou 2.002 entrevistas pessoais, em novembro de 2011, em todo o território nacional. A amostra é representativa da população adulta brasileira (16 anos ou mais) distribuída proporcionalmente em relação às variáveis: sexo, idade, escolaridade e ramo de atividade econômica de todos os estados do país. Também, foi feita a pergunta: você sabe para onde vai o lixo que produz em casa? De acordo com dados da pesquisa, um em cada três brasileiros (34%) não sabem ou não responderam a essa questão.

Já 46% dos entrevistados afirmaram que o lixo vai para lixões, 17% para aterros sanitários, 5% para unidades de triagem de resíduos recicláveis, 2% para aterros controlados e 1% para unidades de incineração. A população também demonstra desconhecimento sobre a PNR (Política Nacional de Resíduos). Segundo a pesquisa, 84% dos entrevistados nunca ouviram falar sobre o tema, assim como 75% desconhecem que exista alguma lei sobre lixo em sua cidade, estado ou país. Em relação à coleta seletiva, 71% dos entrevistados sabem o que é, mas 64% afirmaram não ter o serviço à disposição. E entre estes que não contam com o serviço, a disposição para separar os materiais é alta: 85% se mostram interessados.

Gestão de carbono na cadeia de fornecedores

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou nesta terça-feira (4/12) a publicação Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, em side event na COP-18 (Convenção do Clima), no Qatar. O projeto promoveu, ao longo de 2012, a capacitação de 32 fornecedores da Vale, Votorantim, Banco do Brasil e Itaú para elaboração de inventários de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). Clique aqui para conhecer a publicação “Com o crescimento e também o refinamento dos inventários, sabemos hoje que grande parte das emissões não é proveniente dos processos produtivos, nem do subproduto da energia gerada para esse processo, mas, sim, da cadeia de fornecedores”, diz a presidente executiva do CEBDS, Marina Grossi. “Assim, por mais que uma empresa invista em eficiência energética ou outros métodos de mitigação de suas emissões, o resultado não terá grande impacto justamente pela considerável proporção da pegada de carbono de seus fornecedores no volume total destas emissões”, completa.

De acordo com o Registro Público de Emissões do Brasil, as emissões provenientes de fontes que não são controladas pela empresa (em geral, a cadeia de fornecedores) corresponderam, em 2011, a 88% do total das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) das empresas que relatam seus inventários – um crescimento de 12% em relação a 2010. “Ainda são poucas as pequenas e médias empresas que agem para aprimorar a eficiência de seus processos. Por isso, esse ano, com apoio da KPMG, realizamos o Programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, que reúne o maior número de fornecedores comuns entre as empresas participantes. O objetivo é sensibilizá-los tanto para mudanças climáticas, quanto para a necessidade de realizar inventários, e, então, capacitá-los para essa medição”, explica Fernando Malta, coordenador da Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS.

Dos 32 fornecedores capacitados, 22 apresentaram inventários de emissão de GEE total ou parcialmente às empresas participantes. “O número aponta que o projeto teve um aproveitamento de aproximadamente 70% de fornecedores capacitados e se mostra uma importante ferramenta para as empresas que já perceberam que a maior fonte de emissão de GEE de sua produção está na sua cadeia de fornecedores”, considera Malta. A partir da experiência na primeira edição, o programa será replicado em 2013 com, no mínimo, o dobro de empresas participantes. Petrobras, Coca-Cola, Cemig, Votorantim, Vale, Itaú, Ipiranga e TKCSA já confirmaram participação na edição do ano que vem. A expectativa é capacitar cerca de 100 fornecedores dessas companhias na segunda edição do programa. “A partir do momento que as grandes empresas começam a mobilizar seus fornecedores, estabelecem uma relação em que todos ganham. Os fornecedores ganham capacitação e expertise; a grande empresa tem um retrato fiel da sua pegada carbônica; e a sociedade ganha pela mobilização, transparência e redução das emissões”, afirma Marina Grossi. A publicação está disponível no link http://www.cebds.org.br/media/uploads/programa_de_gesta%CC%83o_de_carbono_na_cadeia_de_valor.pdf

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Facebook: http://www.facebook.com/#!/hayrton.prado

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: