O mercado de trabalho para área ambiental

Gestão de Energia – Implantação da Nova Norma ISO 50001 – Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Gestão de Energia – Implantação da Nova Norma ISO 50001

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 04 e 05 de Março

Horário: 09:00 às 18:00 horas

Carga Horária: 16h

Professor: Eduardo Daniel

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

Este curso visa permitir que as organizações estabeleçam os sistemas e processos necessários para melhorar o desempenho energético, incluindo a eficiência e intensidade energéticas. A nova Norma deve conduzir as reduções nos custos nas emissões de gases de efeito estufa e outros impactos ambientais através da gestão sistemática da energia. Ela se aplica a todos os tipos e tamanhos de organizações, independentemente de quaisquer condições geográficas, culturais ou sociais. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, disponibilizamos este curso Ao Vivo pela Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

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ambientalCom o aumento da preocupação das empresas com as questões ambientais globais e locais, os profissionais de gestão ambiental estão ganhando cada vez mais valor no mercado de trabalho. Isso acontece porque a procura é cada vez maior por profissionais que trabalhem desde o marketing ecológico até a relação da empresa com o meio ambiente, perante a comunidade. O rápido crescimento do mercado ligado às mudanças climáticas e à pressão do mercado externo por produtos de empresas com selo NBR ISO 14000 exige que as empresas busquem profissionais especializados para desenvolver, projetar, combater  e auditar os processos ambientais dentro de cada corporação. Deve-se destacar que o mercado de trabalho para o profissional dessa área é amplo, tendo em vista que a humanidade está tomando a consciência de que a sua sobrevivência depende dos cuidados relacionados a questão ambiental. Apesar de tudo, o setor ainda deveria ser mais incentivado, pois ainda há muito a se fazer nesse sentido. Empresas públicas e privadas investem em projetos de gestão ambiental e de preservação natural, embora ainda não seja o bastante. Os profissionais dessa área também são muito requisitados, tanto no setor privado quanto no setor público. Outro setor em franca expansão de vagas são as organizações não governamentais ligadas ao meio ambiente que vêm também empregando de forma significativa profissionais da área.

Algumas pesquisas afirmam que a capacitação em gestão ambiental é uma das carreiras mais promissoras para os próximos anos. Porém, ainda nota-se a ausência de profissionais capacitados para as áreas que envolvem o tema ambiental e principalmente a ausência legislativa que obriguem as empresas a contratarem profissionais especializados. Segundo um estudo denominado “A Identificação de Empregos Verdes, ou com Potencial Verde, sob as Óticas Ocupacional e Setorial no Brasil, dos pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Fernanda J. A. P. Nonato e Aguinaldo Nogueira Maciente, do ponto de vista ocupacional, parte-se da identificação de atividades desempenhadas pelos trabalhadores em seus postos de trabalho que apresentem algum tipo de impacto ambiental potencial. Já do ponto de vista setorial, esses empregos podem ser identificados a partir de dados das pesquisas setoriais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre utilização de recursos energéticos e ambientais, bem como da utilização de pesquisas internacionais que identificam setores cuja produção traz impactos ambientais relevantes.

Conforme os pesquisadores, os empregos identificados como verdes, ou de potencial verde, abrangem não apenas aqueles cujas atividades ocupacionais estão voltadas para a redução de impactos ambientais, mas também aqueles cujo impacto ambiental possa ser elevado. A inclusão de ocupações com alto impacto ambiental e motivada pelo fato de estas poderem ser alvo especifico de esforços, tanto privados quanto públicos, na direção de uma economia mais verde. Na literatura, os empregos verdes já são vistos como uma realidade em alguns setores econômicos e economias mundiais. Recentemente, a estratégia adotada por alguns países de combater a crise econômica por meio da geração destes postos de trabalho vem dando visibilidade e suscitando um interesse crescente pelo tema, inclusive no Brasil. O tema empregos verdes é relativamente recente e polêmico, por isso ainda não se estabeleceu um consenso sobre sua definição. No entanto, a importância deste novo paradigma esta, principalmente, no potencial de redução do impacto ambiental. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), empregos verdes “são aqueles que reduzem o impacto ambiental de empresas e de setores econômicos para níveis que, em ultima análise, sejam sustentáveis’’. A OIT, por sua vez, procurou conceituar estabelecendo uma certa relação entre ocupações verdes e trabalho decente. Portanto, para esta, empregos verdes “são postos de trabalho decente em atividades econômicas que contribuem significativamente para reduzir emissões de carbono e/ou para melhorar/conservar a qualidade ambiental”. Ocupações verdes podem ser encontradas em todos os setores da economia, tais como em empresas, de forma direta ou indiretamente. Estes trabalhos podem ser criados em áreas urbanas e em zonas rurais, incluindo desde os trabalhos manuais ate os altamente qualificados. Eles ajudam a reduzir impactos ambientais importantes, tais como o consumo de energia, matérias primas e água, por meio de estratégias eficazes que descarbonizam a economia e reduzem as emissões de gases de efeito estufa, minimizando, ou evitando, completamente todas as formas de resíduos e poluição, protegendo e restaurando os ecossistemas e a biodiversidade.

De acordo com estudos sobre o tema, há um significativo potencial para a criação de empregos verdes no mundo. Glen e Lowitt (2011) apontam quatro fatores que vem contribuindo para aumentar tanto a oferta de “talentos verdes” como a demanda por eles: novas regulamentações, novos investimentos, novas tecnologias e novos valores. Tais argumentos a favor da disseminação das atividades verdes na economia e o mercado de trabalho estão se tornando cada vez mais poderosos. Estimativas da empresa Roland Berger Strategy Consultants apontam que o mercado global para produtos e serviços ambientais deve duplicar do atual US$ 1,37 trilhão por ano para US$ 2,74 trilhões ate 2020. A atual crise econômica global e as preocupações sobre mudanças climáticas oferecem uma excelente oportunidade para promover um desenvolvimento econômico favorável ao meio ambiente. Com isso, estimula-se uma reavaliação profunda do papel do Estado na economia, e esta tendência abre um leque de oportunidades para o surgimento de novas empresas, de novos mercados e de custos mais baixos com a energia.

Muitas nações já têm adotado uma série de medidas que buscam impulsionar suas economias por meio do estimulo a investimentos pautados por algum grau de estimulo a sustentabilidade ambiental. Na região da Asia Pacifico, por exemplo, a China, Estados Unidos, República da Coreia e Japão têm adotado amplas medidas de recuperação do meio ambiente, e o mesmo ocorre em países da União Europeia. No caso particular do Brasil, algumas medidas recentes que contribuem para a mitigação das mudanças climáticas estão abrindo novas perspectivas para a geração de empregos verdes no pais. Para o diretor do Departamento de Criação de Empregos e Empresas Sustentáveis da OIT, Peter Poschen, existem hoje cerca de 3 milhões de empregos verdes no Brasil, o que corresponde a apenas 6,6% do total de postos de trabalho formais. Embora seja uma pequena porcentagem, uma vez que o pais ainda esta em fase inicial de criação destes postos de trabalho, estudos da OIT tem indicado que os empregos verdes já crescem mais rapidamente que os demais no mercado de trabalho brasileiro. A oferta nacional destas ocupações teria crescido 26,7% em cinco anos, contra 25,3% da media de crescimento de vagas formais do pais (Rossi, 2012).

E este ritmo de crescimento tende a aumentar ao longo dos anos. O mercado de trabalho brasileiro sofre certa escassez de mão de obra qualificada das carreiras tecnocientíficas (Gusso e Nascimento, 2011; Nascimento, 2011; Pereira, Nascimento e Araujo, 2011), e entre elas, destacam-se também aquelas com especialização em meio ambiente. Porém, os estudos como o da OIT e da empresa de consultoria norte-americana Accenture, ligada ao Institute for High Performance, sediado no Reino Unido (Glene e Lowitt, 2011), revelam que o mercado tem cada vez mais demandado profissionais com “habilidades verdes”. Uma pesquisa recentemente encomendada pela Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (ABRAPS), com o objetivo de mapear a remuneração na área de sustentabilidade e a maturidade dessas grandes empresas brasileiras em relação ao tema, entrevistou 23 grandes empresas de importantes segmentos da economia brasileira, as quais já possuíam áreas de sustentabilidade consolidadas. Apesar da pequena amostragem, os resultados apontaram, entre outros, que 26% das instituições pesquisadas pretendem ampliar o quadro de profissionais de sustentabilidade ainda em 2012. Isto sinaliza que o setor produtivo do pais pretende continuar investindo na criação de postos de trabalho verde.

Percebe-se, portanto, que a era dos empregos verdes vem impulsionar a demanda de certas ocupações especificas, reforçar competências e habilidades relacionadas a qualidade ambiental de outras, ao mesmo tempo que fará surgir novos e emergentes perfis ocupacionais. Com isso, o mercado de trabalho nacional tende a se aquecer, ao mesmo tempo que promovera a redução de impactos de uma gama de atividades econômicas que interferem no meio ambiente. A definição de empregos verdes adotada pela OIT faz referência, particularmente, a postos de trabalho inseridos em determinadas atividades econômicas. Por isso, rotular postos de trabalho partindo também de uma análise setorial e importante, principalmente quando esta abordagem sucede uma analise ocupacional. As ocupações verdes, ou de potencial verde, selecionadas pela metodologia Ipea foram alocadas dentro dos grupos CNAEs de atividade econômica correspondentes a fim de se contabilizar, para 2010, a proporção de de cada atividade (tabela abaixo). O quantitativo ocupacional contabilizado gerou um total de 16.382.935 empregos com alto potencial de esverdeamento no mercado de trabalho nacional, ou seja, 8,77% do total de postos formais de trabalho em 2010.

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Importante dizer que para os 20 principais grupos com maior porcentagem de empregos potencialmente verdes, a proporção de ocupações que tendem a gerar impactos ambientais e bastante elevada. Isto leva a concluir que dentro destes setores existem ocupações com fortes tendencias a se tornarem postos de trabalho verdes, dado que cada profissão desempenha uma, ou mais, atividade ambientalmente favorável, seja quanto a preservação e conservação de recursos naturais, melhoria da qualidade ambiental ou seja quanto a redução de emissões de carbono. As atividades ligadas a agropecuária, a pesca, a produção florestal, aos biocombustíveis e aos resíduos ganham destaque, uma vez que estes grupos estão entre os setores mais importantes em termos de emissões de gases de efeito estufa, utilização de recursos naturais para a obtenção de matéria prima e contribuição para a economia, como fontes de emprego e renda.

Há ainda importantes atividades econômicas que contemplam ocupações com alto potencial de impacto ambiental, tais como a construção civil, os transportes e as indústrias de base. Essas atividades não aparecem entre os 20 principais grupos setoriais promissores de ocupações verdes, mas são responsáveis por uma grande parcela de consumo de energia e matéria prima e de emissões de gases de efeito estufa, ou seja, possuem alta concentração de ocupações com potencial de impactar significativamente o meio ambiente. Ao contrário do que vem ocorrendo na construção civil, o esverdeamento de indústrias básicas e difícil, o que corresponde a uma proporção relativamente pequena de empregos verdes em escala mundial. Segundo o PNUMA, acredita-se que menos de 300 mil empregos nos setores de ferro, aço e alumínio tenham alguma tonalidade verde. Nas indústrias básicas e de construção civil, os setores industriais como os de ferro, aço, alumínio e cimento geram impactos ambientais severos. As tabelas abaixo apresentam os dez principais grupos setoriais de atividades econômicas mais consumidoras de energia – eletricidade e combustíveis – e água por pessoal ocupado (PO) na produção industrial, segundo a PIA do IBGE (2010). Em ambas as tabelas, o índice para cada grupo CNAE foi obtido pela divisão da relação custo por empregado na produção do grupo pela média da relação custo por empregado na produção para a indústria como um todo. Os valores acima da unidade indicam que a atividade utiliza mais energia por empregado na produção do que a média da indústria e um valor quatro, por exemplo, indica que o setor utiliza quatro vezes mais energia por empregado na produção do que a media dos setores pesquisados pela PIA.

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Analisando primeiramente os grupos de atividade com maior consumo de energia por trabalhador ocupado na produção, percebe-se que estes setores possuem altas proporções de ocupações verdes e com potencial verde. Isto mostra que a identificação o de atividades verdes por meio das ocupações verdes tende a produzir bons resultados, pois estas ocupações parecem guardar uma relação estreita com o impacto energético dos setores de atividade. Ademais, espera-se aprofundar este ponto em versões futuras da pesquisa, utilizando-se informações como as do consumo de energia para validar o conceito de atividades verdes. Com relação ao consumo de água por pessoal ocupado na produção, a correlação com a porcentagem de empregos verdes parece ser mais tênue. Deste modo, será importante, em estudos posteriores, a utilização de critérios múltiplos, dependendo da realidade do setor de atividade. Um ponto de partida interessante são as cinco categorias utilizadas pelo BLS para sua pesquisa sobre empregos verdes. Dados como a produção de energia por fontes renováveis podem ser obtidos para o Brasil, bem como os dados já descritos, referentes ao consumo de energia e água, que estão presentes em outras pesquisas setoriais do IBGE, alem da PIA 2010.

Bares: quem não confere paga mais chopp

chopp2No estudo com diversos bares realizado pela Proteste, constatou-se que se você não tiver noção do que foi pedido e não conferir a conta poderá pagar por bebidas que não consumiu. Isso aconteceu em 11 dos 19 bares pesquisados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Foi na conferência da quantidade de bebidas que ocorreram os maiores problemas. Em São Paulo, os bares Genésio e Exquisito cobraram 13 e 11 chopes a mais, além dos 60 consumidos. No Rio de Janeiro, o Botequim Itahy cobrou, no total, 65 chopes, cinco a mais. Neste bar, inicialmente foram cobrados 55 chopes, cinco a menos. Depois de nossa solicitação de alteração, já que havíamos consumido mais do que o discriminado, a nova conta veio com dez chopes a mais. O Botequim Itahy alegou, erroneamente, que, ao recontar as comandas, essa era a quantidade que havia sido consumida.

Ainda no Rio, no Boteco Belmonte e no Petisco da Vila, foi cobrado um chope a menos. Ao reclamarmos, verificou-se que constava no caixa desses estabelecimentos a quantidade correta de chopes consumidos. Entretanto, os dois bares ofereceram esse chope a menos como brinde, em função do valor da conta. Assim, eles não foram classificados negativamente. Também houve divergência na contagem de refrigerantes. Nos bares cariocas Botequim Itahy, Buxixo Chopperia e nos paulistanos Bar Salve Jorge, Boteco Brasil e Genuíno Chopp, foi cobrado um refrigerante a menos e todos eles se negaram a fazer a alteração. No Bar Juarez, foram cobrados três refrigerantes a mais, totalizando 11. Em todos os estabelecimentos, foram consumidos 60 chopes, mas 42% dos bares avaliados cobraram quantidades a mais da bebida.

Bares em que foram cobrados chopes a mais

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Foi verificado ainda que a descrição errada da taxa de serviço. No Botequim Informal (RJ) e, no Boteco São Bento, na Cervejaria Patriarca e no Exquisito, em São Paulo, a cobrança veio na nota fiscal como troco dado ao cliente. No Petisco da Vila (RJ), ela apareceu como comida extra; no Planalto do Chopp (RJ), como “diversos”; e no Genuíno Chopp (SP), como vinagre balsâmico, ao custo de R$ 66,23. No Botequim do Itahy (RJ), os 10% de serviço foram escritos na nota à mão pelo garçom. Cervejaria Devassa, do Rio de Janeiro, e Boteco Brasil, de São Paulo, não cobraram taxa de serviço no dia da visita. E no Café e Bar Hipódromo não houve menção dessa taxa na nota fiscal, apesar de se ter pago por ela.

Uma dúvida: o caixa do banco pode se recusar a receber pagamento de conta de luz e telefone?

Alguns consumidores notaram que em dezembro de 2012 entraram em vigor algumas restrições de serviços bancários estipulando que os caixas bancários não iriam mais receber pagamento das chamadas contas de consumo – como contas de luz e telefone. Segundo os bancos, o cliente deverá pagar tais contas por meio de caixas eletrônicos, pelo internet banking ou débito automático. Outra alternativa apresentada é a de pagar este tipo de conta em agências lotéricas. O Idec buscou as Instruções Normativas do Banco Central que determinam como se deve prestar o atendimento nas agências bancárias. Com base nelas, concluiu se essas restrições de serviços bancários ferem os direitos do consumidor ou se há liberdade por parte da agências para estipular tais regras.

Segundo a Resolução nº 1.865/91 do BC, que alterou a anterior (nº 1.764/1990), os bancos têm liberdade para criar convênios referentes a pagamento de serviços básicos, como água, luz, gás e telefone. Todavia, uma vez estabelecido o convênio, não pode haver discriminação entre os clientes e não clientes, além de não poder estabelecer local e horário de atendimento diferentes daqueles previstos para as demais atividades executadas pela instituição. Além disso, pela Resolução nº 3.694/2009 do BC, é vedado às instituições financeiras recusar ou dificultar o acesso aos canais de atendimento convencionais, inclusive guichês de caixa aos seus clientes e usuários, mesmo na hipótese de oferecer atendimento alternativo ou eletrônico. “A escolha sobre o canal de atendimento deve ser do consumidor. Essas opções devem ser ofertadas e o banco se responsabiliza pela integridade, confiabilidade, segurança e sigilo das transações realizadas, assim como a legitimidade dos serviços prestados, em face dos direitos dos clientes e dos usuários, devendo as instituições informá-los dos riscos existentes”, explica a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais.

A única exceção para limitar os canais de atendimento é no caso de haver tal previsão no contrato mantido entre a instituição financeira e a concessionária prestadora do serviço de consumo, restringindo os canais específicos de pagamento. Para ambas as resoluções, o fato de a instituição financeira deixar de receber tais contas de consumo sem aviso, exigiria dela a comprovação de que os termos do convênio sofreram alterações para prever canais de atendimento específicos. Não sendo este o caso, tal restrição se torna inválida.

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