Qualidade de serviço para os pequenos comércios

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão)

Curso: Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão)

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 25 e 26 de Março

Horário: 09:00 às 18:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: José Antonio Pereira Chainho

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

A norma regulamentadora NR 13 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, estabelece requisitos compulsórios relativos a projeto, operação, manutenção e inspeção de caldeiras e vasos de pressão. Devido à enorme diversidade e complexidade destes tipos de equipamentos, a interpretação destas exigências e o seu enquadramento na referida norma podem ser muito complicados. Interpretações indevidas podem gerar, desnecessariamente, elevados custos, interrupções da produção, sanções de orgãos fiscalizadores e até mesmo riscos de acidentes e agressões ao meio ambiente.
Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos e habilidades necessárias para uma adequada interpretação e aplicação da NR 13. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

pequeno comécioFidelizar clientes tem sido a principal estratégia adotada por qualquer empresa, de porte pequeno, grande ou médio, para manter uma carteira de clientes que garanta a lucratividade dos negócios, já que o custo de reter clientes é reconhecidamente menor do que o da conquista ou da recuperação. Outra estratégia utilizada é a busca de novos clientes, para compensar os que deixaram de comprar e aumentar a base de clientes. Lidar com os clientes nunca é uma tarefa fácil. Em qualquer segmento de negócio tem-se que lidar com eles, direta ou indiretamente, com o foco em apresentar o melhor trabalho possível, o que inclui diversos fatores de produção e relacionamento. Na verdade, todas as pessoas são passíveis de cometer erros com o cliente independentemente do perfil profissional. Existem algumas coisas que devem ser feitas para se poder manter sempre um bom relacionamento.

Não se deve excluir o cliente dos processos, pois, por incrível que pareça, é comum encontra empresas que, depois de realizar uma análise das necessidades do cliente, o deixam de lado. Isso é um erro grave pois ele sempre quer saber como está o andamento do que ele pagou para receber (geralmente os contratos tem uma porcentagem de pagamento adiantado). No fundo, o cliente é rei, ele manda pois é ele quem paga o salário. O objetivo é a sua plena satisfação. Por tudo isso, converse muito e mantenha-o informado sobre o que tem sido feito.

• Seja simpático – Um sorriso no rosto sempre traz boas coisas para a nossa vida. Se você aborda alguém dessa forma,

com certeza será recebido da mesma forma.

• Não dificulte as coisas – Porque dificultar as coisas quando o objetivo é justamente o contrário? Não se pode dificultar nada. Quanto mais fácil você tornar as coisas, melhor será a impressão deixada.

• Inovações – Nem sempre é possível inovar. Mas o cliente sempre espera que você apresente algo revolucionário. Tenha

em mente que as vezes algo comum para você pode ser uma novidade para ele.

• Não quebre promessas – Confiança é a palavra-chave de um negócio bem feito. Quebrar essa confiança pode gerar

problemas críticos.

• Antecipe suas necessidades – Descubra o que o cliente precisa. Não se contente em fazer apenas o que ele pediu. Crie,

inove, pense! Use todos os artifícios necessários para isso.

• Faça um bom trabalho – Qualidade é sempre o mínimo esperado, afinal, estão te pagando para isso.

• Atinja seus objetivos – Seu principal objetivo não é desenvolver um sistema ou vender um produto. Seu principal objetivo é fazer que, com o produto que você vendeu, o cliente atinja seus objetivos e obtenha lucro máximo. Para atingir a satisfação do cliente é necessário conhecer, avaliar os valores que contam mais para o seu cliente em relação ao produto que você oferece. Os valores mais importantes para seu cliente, são aqueles que lhe proporcionam maior satisfação, serão elementos orientadores da sua estratégia de marketing, tanto para ambiente externo como interno.

Nas últimas décadas, ocorreram várias mudanças sociais, como a incorporação da mulher no mercado de trabalho, o maior nível de formação e informação dos consumidores e o ritmo vital das grandes cidades, o que tem provocado uma influencia decisiva no hábito dos cidadãos, facilitando o surgimento de novos formatos comerciais, capazes, em teoria, de antecipar-se às novas necessidades. Assim, uma das características que define o pequeno comércio é que são negócios familiares com pequeno número de empregados. Por isso, para atender aos anseios desses empreendedores, conforme ressalta o presidente da Target Engenharia e Consultoria, Mauricio Ferraz de Paiva, surgiu NBR 15842 – Qualidade de serviço para pequeno comércio – Requisitos gerais, editada em 2010, que estabelece os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comércio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente. Aplica-se à atividade de venda e serviços adicionais exercidos pelo estabelecimento comercial, independentemente da natureza dos produtos ou serviços comercializados. Não estabelece requisitos para os produtos comercializados, para as atividades que requerem formação específica, nem sobre o sistema de gestão. Só atende aos aspectos da atividade de venda e serviços adicionais e não aos aspectos regidos por regulamentações especificas de cada atividade profissional.

“Assim, essa norma foi desenvolvida pensando nos elementos básicos da qualidade do serviço, orientando seu enfoque a este grupo específico. Nada impede que ela seja utilizada por estabelecimentos de qualquer outro porte, sem prejuízo e, neste caso, é recomendado considerar de forma mais abrangente os requisitos próprios de um sistema de gestão da qualidade, que reforçam todos os aspectos próprios de uma organização com uma estrutura mais completa. Foi desenvolvida seguindo uma metodologia SERVCSUAL (instrumento de mensuração da qualidade de serviços percebida pelo cliente), assim como a adaptação dos critérios de gestão da qualidade da NBR ISO 9001. Seus objetivos incluem: melhorar a qualidade dos serviços prestados aos clientes; melhorar a gestão nos estabelecimentos comerciais; melhorar a imagem dos estabelecimentos comerciais perante seus clientes; melhorar as competências profissionais; profissionalizar a gestão dos estabelecimentos comerciais, potencializando o desenvolvimento dos recursos humanos; proporcionar aos clientes uma garantia de percepção da qualidade dos serviços oferecidos; e diferenciar os estabelecimentos comerciais que adotem esta norma por meio da qualidade do serviço”, explica.

É importante dizer que a norma estabelece os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comercio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente. Ela se aplica à atividade de venda e serviços adicionais exercidos pelo estabelecimento comercial, independentemente da natureza dos produtos ou serviços comercializados. Contudo, não estabelece requisitos para os produtos comercializados, para as atividades que requerem formação específica, nem sobre o sistema de gestão, atendendo aos aspectos da atividade de venda e serviços adicionais e não aos aspectos regidos por regulamentações especificas de cada atividade profissional.

O que os pequenos comerciantes precisam entender é que as avaliações entre cliente e fornecedor são chamadas de momentos de verdade. São momentos que transmitirão a imagem do seu produto/serviço. Assim fazer certo da primeira vez, em todos os requisitos necessários para o cliente, é a maneira mais fácil de moldar a imagem positiva, satisfazê-lo e conservá-lo. O fato é que a maioria dos produtos e serviços está associada mais às necessidades psicológicas do que propriamente essenciais ou básicas. Se fosse apenas pela necessidade de usar roupas para proteger o corpo, não haveria a moda, essa poderosa indústria. Há vários exemplos e são bastante simples, mas podem levar ao empreendedor a explorar o rico potencial da psicologia e da imaginação humana diante do consumo de bens e serviços.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: