O que fazer para diminuir os efeitos dos campos eletromagnéticos

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O Brasil já possui mais de 266 milhões de celulares e no mundo são mais de 6 bilhões de assinantes da telefonia móvel. Isso vem chamando a atenção dos médicos para os possíveis riscos que poderiam ser causados pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por aparelhos celulares ou estações rádio base (torres de celular). Estudos científicos sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas no corpo humano vêm sendo realizados há aproximadamente 45 anos e foram intensificados na última década. Com base nos resultados destes estudos, acredita-se, hoje, que as configurações utilizadas nas estações rádio base não causam qualquer efeito adverso à saúde ou ao meio ambiente. Diretrizes e normas foram criadas por organizações reconhecidas mundialmente, tal como a Organização Mundial da Saúde, para fixarem limites bastante seguros de exposição aos campos eletromagnéticos. A telefonia celular ressalta sua preocupação em cumprir todas as normas e recomendações de organismos nacionais e internacionais que tratam do assunto.

O consumidor ainda terá de esperar um pouco mais pela primeira pesquisa que visa responder se a radiação eletromagnética emitida pelos celulares faz mal à saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) pretende divulgar um estudo que procurará esclarecer a polêmica questão. Por enquanto, as opiniões de cientistas e de médicos ainda se dividem. Dependendo da quantidade de radiação absorvida pelo corpo humano, o usuário poderá desenvolver doenças como glaucoma e catarata. Para alguns médicos, todo tipo de radiação é preocupante e pode, inclusive, contribuir para o aparecimento de doenças como o câncer. No caso dos celulares, o tempo de exposição faz diferença. O ideal é que uma pessoa adulta use o aparelho por, no máximo, seis minutos ao dia. Já uma criança, cujo cérebro ainda está em formação, nunca deve chegar perto dos telefones celulares. As diferentes versões sobre o tema reforçam que o celular é mais um exemplo de descaso com a saúde do consumidor. Em nome dos interesses comerciais, a tecnologia foi introduzida em larga escala no mercado sem que sua segurança fosse atestada.

O problema da radiação começa já na concepção do aparelho. As antenas dos celulares são uma adaptação das antenas utilizadas em rádios portáteis, ou seja, elas não foram feitas para emitir ondas eletromagnéticas e sim, para apenas recebê-las. O ideal seria uma antena bidirecional. Assim, a radiação seria emitida apenas na direção contrária à cabeça do usuário (as antenas comuns emitem radiação em todo o entorno da cabeça), o que diminuiria em até dez vezes a absorção das ondas eletromagnéticas. O sistema de telefonia celular é responsável pela emissão de ondas eletromagnéticas de 10 MHz a 300 GHz. Alguns pesquisadores estabelecem uma correlação entre a exposição a esse tipo de radiação e o surgimento de alguns tipos de doenças, em especial o câncer, enquanto outros, simplesmente, negam qualquer possibilidade de que isso ocorra, apontando total falta de consenso sobre o assunto. Entre os possíveis danos associados aos efeitos térmicos da radiação emitida pelos aparelhos celulares e as antenas de transmissão, estão a exaustão, choque térmico, estresse, queda no desempenho de tarefas, pressão cardíaca, alterações em funções neurais e neuromusculares e ocorrência de catarata. Embora ainda não exista consenso acerca do tema, vários estudos sugerem que esta radiação possa interferir nas ondas cerebrais, alterando a pressão sanguínea, reduzindo respostas imunológicas e provocando enxaqueca, insônia, síndrome de fadiga com prejuízo da memória de curto prazo e epilepsia.

Se não há consenso entre os especialistas sobre o assunto, o que impera na indústria da telefonia é o silêncio. Quando falam a respeito, os fabricantes apenas ressaltam que a radiação não faz mal à saúde. Além da radiação, as ondas aquecem o cristalino, e isso pode tornar a lente cada vez mais opaca, como se cozinhasse num microondas. E cataratas, que pode ser desencadeada a médio e a longo prazo. Alguns estudiosos definem a quantidade de energia que o corpo humano pode absorver sem trazer prejuízos à sua saúde, pelo menos no que diz respeito aos efeitos a curto prazo ou térmicos, como catarata ou degeneração dos neurônios. Este nível, calculado em 2 watts por quilograma de tecido, é chamado de SAR (Specific Absorption Rate) ou taxa de absorção específica (os Estados Unidos adotaram um nível mais baixo ainda, de 1,6 W/kg). No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou uma resolução que obrigará os fabricantes de celulares a comprovar o nível de SAR de seus aparelhos. O consumidor pode consultar o manual do aparelho, ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) das empresas ou acessar seus sites para saber qual celular emite o menor nível de radiação.

As estações rádio base (ERBs), ou torres de transmissão de celular, também podem representar um risco para a saúde humana. A instalação das torres de celulares é caótica, principalmente na região metropolitana. Muitas são instaladas perto de janelas de prédios e andaimes. Portanto, é importante que a população fique atenta para que as torres não sejam instaladas a menos de cinco metros de sua residência, escola ou trabalho. Além da proximidade, outro problema, é o longo período de exposição de quem mora perto das antenas. Assim como acontece com os aparelhos, não existe um estudo definitivo sobre os danos à saúde da radiação emitida pelas torres. Enquanto o cenário permanece indefinido, o consumidor deve ter cautela. Algumas recomendações podem ajudá-lo a ter uma atitude preventiva: use o celular o menos possível; mantenha o aparelho o mais longe que puder de sua cabeça e não esqueça de puxar completamente a antena antes de ligá-lo; prefira não usar o aparelho em automóveis, pois como os carros são metálicos, o celular opera na máxima potência e isso quer dizer que a radiação emitida é maior, o que, além da saúde, também pode ocasionar problemas na comunicação entre o celular e a torre de transmissão e diminuir a potência da bateria; estudos desaconselham o uso de celular por crianças e jovens de até 16 anos. O departamento de saúde britânico recentemente obrigou os fabricantes de celular a informar os consumidores, por meio de folhetos, sobre esse risco.

Um dos lados mais visíveis (e polêmicos) da competitividade das operadoras são as torres nas quais as antenas ficam penduradas. Visível porque além de feias, elas são imensas: fincadas no solo, chegam a medir 70 metros de altura. Por isso, Dane Avanzi, advogado especializado em telecomunicações e diretor superintendente do Instituto Avanzi, defende uma Uma proposta de lei para regulamentar a construção, instalação e utilização de torres e antenas de telecomunicação está em pauta no Congresso Nacional. Já aprovada pelo CCT (Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática), o objetivo da Lei Geral das Antenas é estabelecer o compartilhamento da capacidade excedente da infraestrutura de telecomunicações para melhorar os serviços de telefonia e banda larga móvel em todo o país. O projeto trata de um novo marco regulatório para o setor, que até o momento não dispunha de um instrumento de regras que disciplinasse questões importantes ligadas ao assunto como meio ambiente, compartilhamento de infraestrutura entre operadoras de serviços de telecomunicações concorrentes e outros temas relevantes. Conforme disposto na Constituição Federal, a matéria de meio ambiente possui competência concorrente, ou seja, pode ser disciplinada pelo poder público em suas diversas instâncias – federal, estadual e municipal. Hoje já existem no Brasil em vários estados e municípios normas em vigor, no entanto, ainda não há uma legislação federal que disponha sobre quais são as boas práticas de instalação e uso dessa importante infraestrutura. Uma das maiores discussões está ligada ao que tange ao meio ambiente, que pode ser seriamente comprometido em âmbito mundial, caso políticas e regulamentos rígidos de instalação de torres não sejam implementados e fiscalizados pelo poder público.

“Fazendo uma breve retrospectiva histórica, o serviço móvel privativo que começou a funcionar na década de 1990 no Brasil, atingiu no mês de novembro de 2012 a marca de 260 milhões de linhas ativas. Apesar do crescimento vertiginoso registrado nas últimas duas décadas, há ainda muito espaço para seu crescimento devido principalmente a fatores, culturais, econômicos e financeiros. Segundo a UIT (União Internacional de Telecomunicações) o Brasil é o segundo país mais dinâmico na oferta de serviços de tecnologia da informação e comunicação no mundo, embora ocupe a posição 60 quando avaliados critérios de números de assinantes do serviço fixo e móvel, funcionalidades das redes, domicílios com computador entre outros indicadores de acesso da população. Com o crescimento das classes C e D que juntas possuem o mesmo poder de consumo que a classe B, o mercado de produtos e serviços de telecomunicações promete se desenvolver com grande rapidez. O país registra as mais baixas taxas de desemprego de sua história, além da entrada no mercado de trabalho de muitos novos consumidores com apetite para gastar com tecnologia, caso do público mais jovem”, observa.

Ele acrescenta que outro fator a ser considerado é a diminuição da motivação entre os mais jovens de possuir uma linha fixa. Muitos consumidores têm preferido possuir somente a conta móvel dotada de um plano de conexão de dados, principalmente as pessoas que moram sozinhas. Isso sem falar nos grandes eventos esportivos que acontecerão em breve e demandarão um incremento de tráfego muito além do normal. “Para atender com qualidade a todos esses consumidores ávidos por falar, mandar mensagens, navegar na internet, realizar transações comerciais, dentre tantas outras aplicações, deverá ser ampliada a quantidade de torres e equipamentos das operadoras de serviços de telecomunicações para suprir a demanda dos milhões de usuários. Resta agora ao poder público, em suas diversas instâncias, se preparar para fiscalizar a correta instalação das torres, com vistas a garantir a melhoria da qualidade local do serviço de telecomunicações, bem como a utilização do recurso em respeito as normas de saúde e meio ambiente. Polêmico porque proliferam em ritmo tão acelerado quanto desordenado, ajudando a degradar a paisagem, principalmente nos grandes centros urbanos, onde o tráfego de comunicação é maior”.

Segundo a Anatel, as operadoras de celular têm mais de 14.000 estações rádio base (ou ERBs, que no jargão técnico significa antenas) em funcionamento. Há mais um tanto pertencente a outros prestadores de serviços de comunicação wireless, como emissoras de rádio e TV, empresas de paging e trunking, operadoras de telefonia por satélite e também de telefonia fixa. E como o modelo de negócios vigente levava à demarcação de território para se obter vantagem competitiva, a maior parte dessas torres é de uso exclusivo de uma única empresa. E nem todas estão regulamentadas, quer porque em certas localidades não houvesse legislação à época de sua implantação, quer porque as operadoras tenham contornado a burocracia partindo para a prática.

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Procon-SP divulga que setores bancário e de telecomunicação foram os que mais geraram reclamações em 2012

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1º –  GRUPO ITAÚ UNIBANCO 10306
2º –  GRUPO VIVO/TELEFONICA 9682
3º –  GRUPO CLARO 7403
4º –  GRUPO BRADESCO 6063
5º –  TIM CELULAR S/A 3843
6º –  GRUPO SANTANDER 3672
7º –  GRUPO NET 3440
8º –  ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE S PAULO 2934
9º –  B2W COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO 2603
10º –  GRUPO OI CELULAR 2591
11º –  SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA 2575
12º –  GRUPO CARREFOUR 1877
13º –  NOVA CASA BAHIA S/A 1874
14º –  GRUPO BANCO DO BRASIL 1872
15º –  GRUPO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 1672
16º –  MAGAZINE LUIZA S/A 1600
17º –  GROUPON SERVIÇOS DIGITAIS LTDA 1351
18º –  NOVA PONTOCOM COMÉRCIO ELETRÔNICO S/A 1324
19º –  BV FINANCEIRA SA CREDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO 1285
20º –  CIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO 1280
21º –  NEXTEL TELECOMUNICACOES LTDA 1213
22º –  SAMSUNG ELETRONICA DA AMAZONIA LTDA 970
23º –  GRUPO AMIL 935
24º –  GRUPO PANAMERICANO 882
25º –  GRUPO CITIBANK 874
26º –  MOTOROLA INDUSTRIAL LTDA 850
27º –  LG ELECTRONICS DA AMAZONIA LTDA 804
28º –  BANCO BMG S/A 767
29º –  ELECTROLUX DO BRASIL S/A 766
30º –  RICARDO ELETRO DIVINÓPOLIS LTDA 766
RANKING DE SETORES 2012
1º Banco comercial 35.012
2º Telefonia Celular 28.332
3º Telefonia Fixa 27.519
4º Cartão de Crédito 25.111
5º Telefone ( Convencional, Celular, Interfone, Etc. ) 18.253
6º Financeira 14.864
7º Móveis 14.250
8º Plano de Saúde 13.491
9º Microcomputador / Produtos de Informática 12.560
10º TV Por Assinatura (Cabo, Satélite, Etc. ) 10.767

O setor bancário, com 35.012 atendimentos, ficou em primeiro lugar seguido do de telefonia móvel, com 28.332. Entre as empresas, o grupo Itaú Unibanco foi o primeiro com 10.306 e em segundo ficou o grupo Vivo Telefônica, com 9.683. Os maiores problemas enfrentados pelo consumidor, no caso do setor bancário, foram a cobrança de valores não reconhecidos em faturas de cartões de crédito e conta corrente e a cobrança de tarifas, especialmente as relacionadas a financiamento de veículos. Já em telecomunicações os principais problemas estão relacionados ao não cumprimento dos pacotes ofertados, à inoperância do serviço e, especialmente, à dificuldade de cancelamento do serviço. O varejo, tanto online quanto o convencional, concentrou muitos problemas com a entrega dos produtos ofertados. O comércio eletrônico, que desde 2011 vem ganhando expressividade, em 2012 apresentou um crescimento acentuado de queixas relacionadas à oferta de produtos e serviços pelos sites de compras coletivas. O setor de telecomunicações (telefonia fixa e móvel, acesso à internet e TV por assinatura) também teve um considerável aumento. Em compensação, os fabricantes de produtos eletroeletrônicos, apesar de permanecerem entre as empresas mais demandadas, apresentam números bem inferiores aos registrados em anos anteriores.

O Procon-SP no ano passado solucionou 85% dos casos no 1º atendimento, quando envia carta ao fornecedor solicitando resolução do problema. Entre as empresas que menos solucionaram as demandas do consumidor estão BV Financeira e Motorola, com 56,44% e 47,46% de casos não solucionados, respectivamente. Para o diretor executivo em exercício do Procon-SP, Carlos Coscarelli, o grande problema das empresas listadas no ranking é a ineficiência do pós-venda. “As empresas precisam investir mais nestes serviços, buscando soluções aos problemas de forma fácil e rápida”.

4Ps de marketing: é tempo de avaliar e planejar

Marcos Morita

Janeiro é o mês oficial das férias. Crianças em casa, cinema infantil, congestionamentos nas estradas, praia cheia, metrópoles vazias. Os primeiros quinze dias acontecem em câmera lenta para aqueles que continuaram no batente. Chegar mais tarde, almoçar com mais tranquilidade, sair no horário – práticas incomuns em outras épocas. Aos que retornam ao trabalho, que tal aproveitar o ritmo mais lento para se planejar? Um bom começo é a definição de marketing que utiliza os 4Ps – produto, preço, promoção e ponto de venda. Vejamos:

Produto – Faça uma revisão de suas principais linhas e dos produtos que as compõem. Vendas acumuladas, crescimento e margens de contribuição são bons indicadores. Uma análise simples poderá apresentar possibilidades de consolidação de linhas e cancelamentos de produtos. Uma menor quantidade de itens ajudará a diminuir os custos e estreitar o foco.

Preço – Uma vez definidas as linhas e produtos remanescentes, é hora de ajustar os preços. Analisar os produtos concorrentes e substitutos disponíveis no mercado é prática saudável, consistindo no primeiro passo. Montar uma tabela comparativa, atualizando os preços é um método eficiente e simples para este fim. A comparação trará os já conhecidos produtos nos quais a concorrência é mais agressiva: os pães quentes do setor. Baixas margens e alto volume de faturamento. O prêmio está muitas vezes escondido em acessórios, complementos ou itens de baixo giro ou valor relativo. A velha estratégia do sanduíche + batatas fritas + refrigerante.

Praça – A revisão dos produtos e preços poderá afetar sua estratégia de canais atual. Quem sabe não seja a hora de tirar seu projeto de e-commerce da gaveta. Caso seu produto ou serviço exija parceiros – distribuidores, revendedores, desenvolvedores, lembre-se que eles também farão sua análise dos 4Ps, podendo encontrar alternativas mais atraentes.

Promoção – Os executivos de marketing, acostumados às épocas de vacas gordas, precisarão de muita criatividade para literalmente “tirar leite de pedra” em tempos de mais escassez. Entretanto, trabalhando em conjunto com um bom mix de produtos, preços alinhados e canais motivados, poderá certamente, atuar como o diferencial competitivo de sua empresa. E viva os novos tempos!

Marcos Morita é mestre em administração de empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios.