Preservação da água: um desafio para a sociedade

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a proposta de Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Curso: Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505

Modalidade: Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Dias: 01 e 02 de Abril

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 14h

Professor: Paulo de Tarso Martins Gomes

Preço: A partir de 3 x R$ 257,81

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

O curso visa a orientação de todo o pessoal envolvido no Projeto, na Construção, na Aprovação de Licenças e na Fiscalização de Instalações voltadas para o Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis (Terminais e/ou Fábricas).
Neste curso serão apresentadas todas as mudanças que ocorrerão com a revisão da Norma NBR 17505.
Os participantes do curso serão preparados para desenvolver Projetos eficientes e seguros de Instalações que são alvo de constantes inspeções, por envolverem riscos às Comunidades e ao Meio Ambiente.
Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, disponibilizamos este curso Ao Vivo pela Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância.
Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

Giovani Toledo

Ainda é longo o caminho para que as sociedades ajam em favor da preservação dos recursos hídricos nos níveis ideais ao atendimento das necessidades humanas futuras. Sabe-se que é um processo em que o passo essencial para a melhoria das questões relativas à água é a conscientização. Sejam crianças, jovens ou adultos, é fundamental que as pessoas, em qualquer posição, se deem conta de seu papel nestas questões.

É a partir deste reconhecimento que será possível a realização de ações conjuntas em diversos aspectos, como propõe a Organização das Nações Unidas (ONU), que definiu o ano de 2013 como o “Ano Internacional para a Cooperação pela Água”, demonstrando a grande preocupação da entidade quanto à questão hídrica. Entende-se por cooperação pela água ações de aspectos culturais, educacionais, científicos, religiosos, éticos, sociais, políticos, jurídicos, institucionais e econômicos, em abordagens complementares para que os resultados sejam  mais abrangentes.

De um entendimento geral da sociedade quanto aos fatores envolvidos dependerá a superação dos desafios que se desenham atualmente: poluição, desperdício, falta de tratamento de esgoto, uso racional dos recursos hídricos, criação de políticas eficientes de captação, distribuição, armazenamento e abastecimento de água. Não é fácil, isto é sabido. Porém, esta iniciativa tem por objetivo formar um consenso sobre as respostas adequadas a estas questões. No âmbito público, faz-se necessário que exista um compromisso com as políticas de saneamento, que promovam o uso dos investimentos nos serviços de água e esgotamento. Vale lembrar que, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em 2011, mais de 70% dos municípios brasileiros não contam com projetos estruturados nestas áreas.

A universalização destes serviços é um grande desafio no país, mas também é urgente. É preciso que se realizem esforços no sentido de prover as pessoas de serviços básicos. Paralelamente, as indústrias devem intensificar o desenvolvimento de tecnologias e produtos que favoreçam a proteção dos recursos hídricos e a reutilização de água oriunda de tratamento de efluentes em fins não potáveis, uma prática ainda em ascensão a ser difundida tanto por concessionárias quanto indústrias.

Ações em favor da preservação dos recursos hídricos são fundamentais para um país como o Brasil, que detém cerca de 12% de toda a água doce do mundo. Ainda assim, o manejo inadequado da água pode comprometer o abastecimento nas gerações futuras. Isto inclui o elevado desperdício de água verificado nos encanamentos, nas irrigações e no abastecimento falho. Segundo a Agência Nacional de Águas, o desperdício deste recurso chega a 40% no País. É um índice muito alto. Neste contexto, este ano, se bem aproveitado, poderá ser muito útil para o levantamento de possibilidades e para a adoção de medidas efetivas para a ampliação dos serviços de saneamento básico e para a utilização racional de um bem finito, indispensável à vida humana. A hora é agora!

Giovani Toledo é gestor da Unidade de Negócios Mizumo.

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