Isolamento acústico de acordo com as normas técnicas (parte 2 – final)

NBR 8660: ensaio de reação ao fogo em pisos

A NBR 8660 de 02/2013 – Ensaio de reação ao fogo em pisos – Determinação do comportamento com relação à queima utilizando uma fonte radiante de calor especifica um método para se classificar o comportamento à queima e a propagação de chama de pisos montados horizontalmente e expostos a um gradiente de fluxo radiante de calor em uma câmara de ensaio, quando ignizados por chamas-piloto. Este método é aplicável a todos os tipos de pisos, como carpetes têxteis, cortiça, madeira, borracha e coberturas plásticas, assim como a revestimentos.

isolamento2Em uma festa, quanto maior for a proximidade das caixas de som com o publico, menor será a necessidade de aumentar o volume do equipamento. Além disso, o publico abafará grande parte do som emitido pela fonte sonora. E é importante ressaltar também que o som se propaga em linha reta em todas as direções, portanto o espaço deve ser estudado antes de decidir o posicionamento final das caixas de som. As caixas de som devem ser posicionadas e orientadas de forma a minimizar o vazamento do som. O tratamento da qualidade sonora interna é geralmente chamado de “tratamento acústico” e consiste no acabamento que é dado às paredes com a finalidade de reduzir a reflexão das ondas sonoras dentro do ambiente interno, (fenômeno de reverberação) com o objetivo de melhorar a inteligibilidade do som.

Geralmente, o tratamento acústico interno é feito com materiais leves e porosos, com grande capacidade de absorção, tais como espuma, tecido ou carpete, por contraste com os materiais pesados usados para isolamento acústico. Os materiais porosos (espuma, tecido, carpete, etc.) em geral são eficientes para absorver agudos, pelo fato destes possuírem comprimentos de onda pequenos, e assim qualquer pequena irregularidade do material é capaz de diminuir a energia da onda sonora. Já no caso dos graves, é preciso criar dispositivos compatíveis com os comprimentos de ondas grandes, o que é feito com painéis especiais de amortecimento que vibram com os graves e ao mesmo tempo absorvem a energia dessa vibração, não devolvendo a onda ao ambiente.

O piso pode ser uma parte crítica, pois é nele que ocorrem os maiores níveis de ruído de impacto, sobretudo no caso de bateria e percussão (pedal de bumbo, tambores colocados no chão, etc). Colocar um tapete grosso não resolve esse tipo de problema, embora possa atenuar o barulho de passos, por exemplo. Assim como no caso das paredes e do teto, a solução mais indicada é criar um piso acima do original, e isolado deste por meio de algum tipo de suspensão (blocos de borracha, por exemplo) que permite maximizar o efeito do principio da lei “massa-mola-massa”.

Materiais para isolamento acústico

Os materiais convencionais são os de vedação de uso comum dentro da construção civil: blocos cerâmicos, bloco de concreto/concreto celular, bloco de silício calcário, madeira, vidro, etc. Os não convencionais são os desenvolvidos especialmente para isolar acusticamente diferentes ambientes. Geralmente, também possuem algumas vantagens térmicas: lã de vidro, lã de rocha, vermiculita, espumas elastoméricas, fibra de coco, etc. A A lã de vidro é mundialmente reconhecida como um dos melhores isolantes térmicos. É um componente formado a partir de sílica e sódio aglomerados por resinas sintéticas em alto forno. Devido ao ótimo coeficiente de absorção sonora em função à porosidade da lã, a onda entra em contato com a lã e é rapidamente absorvida. Vantagens: é leve e de fácil manipulação; é incombustível, ou seja, não propaga chamas; não deteriora; – não favorece a proliferação de fungos ou bactérias; não tem desempenho comprometido quando exposto à maresia; não é atacada nem destruída pela ação de roedores.

A lã de rocha é composta de fibras originadas de basalto aglomerado com resina sintética. Suas principais características: isolante acústico, isolamento térmico, incomburente, pH neutro, antiparasita, não corrosivo e imputrescível, não nocivo à saúde, mas seu manuseio e aplicação deverá ser feito com vestuário e luvas adequadas, não poluente; e bom custo/benefício. Pode ser aplicada em forros, divisórias, em dutos de ar condicionados, em tubulações com baixas, médias e altas temperaturas de 50°C a 750°C. A vermiculita é um mineral da família das micas (alumino silicato hidratado de ferro e de magnésio), constituído pela superposição de finas lamínulas que ao se submeter a altas temperaturas (cerca de 1000°C) se expande até 20 vezes do seu volume original, deixando um grande vazio em seu interior. Suas características: baixa densidade que varia de 80 até 120 kg/m³, baixa condutibilidade, incomburente, insolúvel em água, não é tóxico, não abrasivo, inodoro, não se decompõe, deteriora ou apodrece, etc.

A espuma elastomérica é de poliuretano poliéster, auto extinguível, que possui as seguintes propriedades: tratadas com retardante a chama para melhorar sua propriedade quanto a segurança ao fogo; – estão protegidas contra mofos, fungos e bactérias. É indicada para acústicas em escritórios, auditórios, salas de treinamento, salas de som, etc. A fibra de coco misturada ao aglomerado de cortiça expandido apresenta excelentes resultados na absorção de ondas de baixa frequência, dificilmente alcançados por outros materiais. A fibra de coco apresenta resistência e durabilidade cumprindo com a necessidades técnicas exigidas pelo mercado. Além de ser um material versátil e indicado para isolamento térmico e acústico, utiliza uma matéria prima natural e renovável.

Por fim, deve-se falar em uma técnica muito utilizada que é o dry-wall ou o gesso acartonado. As placas são fixadas a uma leve estrutura metálica, podendo ser utilizadas para acabamento sobre a alvenaria ou para estruturar paredes e forros com espessuras menores. O ganho de espaço pode chegar a até 4%. As principais vantagens do uso das placas de gesso acartonado com relação à alvenaria são: elevada produtividade, revestimento de pequena espessura, retirada da relação vertical do caminho crítico da obra, não depende da habilidade do trabalhador, menor peso, desmontabilidade, precisão dimensional, permite que as instalações elétricas sejam embutidas, etc. Suas desvantagens: baixa resistência mecânica a cargas potenciais superiores a 35 kg, baixa resistência à umidade, etc. É utilizado para separar ambientes, sendo mais indicado trabalhar com uma parede dupla, com montantes de 48 ou 70mm e material acústico entre as placas. O tratamento acústico é fundamental, pois trata apenas de duas placas de gesso. A lã de vidro é muito empregada, podendo ter espessura entre 45 e 50 mm com uma densidade media de 16 kg/m³. O número exagerado de juntas ou a existência de muitos pontos elétricos pode prejudicar o desempenho da parede.

O sonho de toda mãe é saber qual será a cor dos olhos do bebê

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babyA cor dos olhos, muitas vezes, é o traço genético que mais fascina os pais enquanto o bebê se desenvolve. Será que os olhos serão pretos, castanhos, azuis, cinzas, verdes ou terão alguma combinação de cores? A cor dos olhos de uma criança depende do material genético de cada um dos pais. Mas os genes dos pais podem se misturar e se combinarem de muitas maneiras diferentes. As influências de cada um dos pais não são conhecidas até que a criança nasça. A parte colorida do olho é chamada de íris e contem a pigmentação que determina a cor dos olhos. “A cor do olho humano tem sua origem em três genes, dois dos quais são bem conhecidos. São estes os genes responsáveis ​​pelas cores mais comuns: verde, castanho e azul. Outras cores, como combinações de cinza e cor de avelã, por exemplo, não são totalmente compreendidas ou explicáveis neste momento ainda”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares (IMO).

A maioria dos bebês nasce com olhos azuis, que podem escurecer em seus primeiros três anos. O escurecimento se dá porque a melanina, pigmento marrom, normalmente não está presente no nascimento, ele vai sendo produzido com a idade. “Antigamente, costumávamos pensar que o pigmento marrom era dominante e o azul era recessivo, mas a ciência moderna tem mostrado que a cor dos olhos não é algo tão simples assim”, observa o oftalmopediatra Fabio Pimenta de Moraes (CRM-SP 124.321), que também integra o corpo clínico do IMO. O médico explica que a cor dos olhos não é simplesmente uma mistura das cores dos olhos dos pais, como uma mistura de tintas. Cada um dos pais tem dois pares de genes em cada cromossomo. Então, existem múltiplas possibilidades, dependendo de quais desses genes serão transmitidos ao filho por cada genitor.

Pesquisadores holandeses anunciaram que estão trabalhando em maneiras de determinar a cor dos olhos com base numa análise sofisticada do DNA que pode prever com precisão de 90% se as pessoas terão olhos castanhos ou azuis. Os pesquisadores alegam que as descobertas também terão implicações nas investigações forenses em cenas de crime, onde o DNA recuperado pode dar pistas sobre a aparência real dos suspeitos. As crianças podem ter cores de olhos completamente diferentes do que qualquer um dos pais. Mas se ambos os pais têm olhos castanhos, é mais provável que seus filhos também tenham olhos castanhos. As cores mais escuras tendem a dominar, de forma que o castanho prevalece sobre o verde, e o verde tende a prevalecer sobre o azul. No entanto, uma conjunção de pai com olhos castanhos e mãe com olhos azuis não vão gerar necessariamente uma criança de olhos castanhos. “Algumas crianças podem nascer com a íris de cor indefinida. Geralmente esse fato é causado por um defeito no transporte de pigmentos durante o desenvolvimento, um traumatismo direto, seja intra útero ou logo ao nascer, ou ainda devido a um distúrbio genético. Outras causas podem ser inflamação dos nervos da íris. Por isto, o exame ocular precoce é tão importante, para ter certeza de que nada grave está acontecendo”, defende o oftalmopediatra.

A íris é um músculo que se expande e se contrai para controlar a entrada de luz nos olhos. O orifício escuro no meio da íris é chamado pupila e seu aumento está relacionado com situações de pouca luz; o contrário ocorre em ambientes muito iluminados quando a íris se fecha, diminuindo a pupila. A pupila também se contrai quando você concentra sua visão em objetos próximos, como quando você está lendo um livro. Quando as alterações de tamanho da pupila acontecem, os pigmentos que compõem a íris também se comprimem ou se afastam, mudando a cor dos olhos rapidamente. “Certas emoções também podem alterar o tamanho da pupila e a cor da íris. É por isso que algumas pessoas dizem que seus olhos mudam de cor quando estão com raiva ou quando estão apaixonados”, explica Fabio Moraes.

A cor dos olhos também pode mudar com a idade. Isso acontece em cerca de 10-15% da população caucasiana (pessoas que geralmente têm olhos com cores mais claras). Olhos castanhos, na verdade, ficam mais escuros com a idade. “Devemos ressaltar que se as mudanças na cor dos olhos de um adulto acontecerem muito drasticamente ou se um olho muda de castanho para verde ou azul é importante consultar o oftalmologista. Mudanças na cor dos olhos podem ser um sinal de alerta para certas doenças, como iridociclite, glaucoma pigmentar e outros”, afirma o médico.

“Hoje, sabemos que a definição genética da cor dos olhos é um processo muito mais complicado do que pensávamos antes, quando gráficos simples chegaram a ser criados para supostamente prever a cor dos olhos das crianças com base na cor dos olhos de seus pais”, diz o oftalmopediatra Fabio Pimenta de Moraes. Assim, é muito mais provável que pais que tenham olhos castanhos tenham um filho com olhos azuis do que pais que tenham olhos azuis tenham um filho de olhos castanhos. Isto porque o traço recessivo, em geral, pode ser repassado para pessoas de olhos castanhos até muitas gerações depois. “Porém, devido à complexidade de como os traços genéticos são repassados​​, é inteiramente possível que pais com olhos azuis tenham um filho de olhos castanhos”, afirma o oftalmopediatra.

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