Consumidor: não seja enganado com a maquiagem verde (greenwashing) – parte 2 – final

 SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE ACERVO

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

Target GEDWeb
O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

Target CENWin 6.0
O Target CENWin 6.0 automatiza totalmente a gestão do acervo de Normas Técnicas e facilita o acesso às normas com rapidez e agilidade…

Princípio 5 – O desenvolvimento de rótulos e declarações ambientais deverá considerar todos os aspectos relevantes do ciclo de vida do produto – O ciclo de vida de um produto ou serviço abrange desde as atividades associadas à produção e entrega de matérias primas ou geração de recursos naturais até o descarte final. A consideração do ciclo de vida de um produto ou serviço permite a uma parte que esteja desenvolvendo um rótulo ou declaração ambiental considerar uma série de fatores que impactam o meio ambiente. Permite ainda a essa parte identificar o potencial de um impacto a ser aumentado no processo de diminuição de outro impacto. Convém considerar o ciclo de vida do produto ou serviço com o intuito de ajudar a identificar as características e os critérios apropriados e relevantes para os rótulos e declarações ambientais ou para determinar a significância de uma afirmação de caráter ambiental. A extensão até onde o ciclo de vida é considerado pode variar, dependendo do tipo de rótulo ou declaração ambiental, da natureza da declaração e da categoria do produto. Isso não significa que se deva realizar, necessariamente, uma avaliação do ciclo de vida.

Princípio 6 – Os rótulos e declarações ambientais não devem inibir inovações que mantenham ou tenham o potencial de melhorar o desempenho ambiental – Os requisitos devem ser expressos em termos de desempenho em lugar de características descritivas ou de projeto. Essa abordagem permite a máxima flexibilidade para inovações técnicas ou outras. Convém que sejam evitados critérios prescritivos de projeto ou preferências implícitas de tecnologia, devido à possibilidade de restringir ou desestimular melhorias em produtos ou serviços que não afetem a conformidade com os critérios ambientais aplicáveis ou que possam levar a uma melhoria ambiental significativa.

Princípio 7 – Quaisquer requisitos administrativos ou demandas de informações relacionadas a rótulos e declarações ambientais devem ser limitados àqueles necessários para estabelecer a conformidade com os critérios e normas aplicáveis dos rótulos e declarações ambientais – Convém que todas as organizações, independentemente de seu porte, tenham igual oportunidade para usar rótulos e declarações ambientais. Convém que o envolvimento não seja comprometido por fatores ou requisitos alheios, tais como a complexidade de procedimentos ou demandas não razoáveis administrativas ou de informação.

Princípio 8 – Convém que o processo de desenvolvimento de rótulos e declarações ambientais inclua uma consulta participatória e aberta às partes interessadas. Convém que sejam feitos esforços razoáveis para chegar a um consenso no decorrer do processo – O processo de desenvolvimento de normas e critérios deve ser aberto a todas as partes interessadas. As partes devem ser convidadas a participar e encorajadas a se envolver através de notificação adequada e em tempo. As partes podem optar por participar diretamente ou através de outros meios, tais como correspondência escrita ou eletrônica. Os comentários e opiniões devem ser respondidos de uma forma significativa que trate da substância do comentário ou da opinião. Para autodeclarações ambientais desenvolvidas em conformidade com a ISO 14021, considera-se que a consulta tenha ocorrido durante o desenvolvimento daquela norma.

Princípio 9 – As informações sobre aspectos ambientais dos produtos e serviços relevantes a um rótulo ou declaração ambiental devem ser disponibilizadas aos compradores e potenciais compradores junto à parte que faz o rótulo ou declaração ambiental – Em última análise, a efetividade dos rótulos e declarações ambientais depende de sua capacidade de permitir que compradores e potenciais compradores assumam a responsabilidade por, e façam escolhas baseadas em informações sobre os aspectos ambientais de suas decisões de compra e influenciem compradores e potenciais compradores em sua seleção de produtos e serviços. Isso, por sua vez, está relacionado ao grau de aceitação e entendimento que os compradores e potenciais compradores têm das informações fornecidas sobre os aspectos ambientais. Portanto, as partes que utilizam os rótulos e declarações ambientais têm um incentivo e uma responsabilidade de prover aos seus compradores e potenciais compradores acesso às informações, para que esses possam entender o significado de cada declaração, símbolo ou termo. Isso pode ser conseguido através de vários meios, tais como propaganda, painéis explicativos usados pelo varejo, números telefônicos gratuitos e programas educacionais. As informações fornecidas devem ser adequadas e suficientes à natureza e ao escopo da declaração de caráter ambiental que estiver sendo feita.

Um rótulo ecológico bastante respeitado é o europeu, que é um esquema voluntário, concebido para encorajar o mercado a na oferta e procura de produtos e serviços mais eco-eficientes e para que estes sejam facilmente identificáveis pelos consumidores. O Rótulo Ecológico Europeu faz parte duma estratégia mais ampla da união Europeia que pretende promover a produção e o consumo sustentáveis. Este objectivo pode ser alcançado no contexto de uma política de produto integrando o ciclo-de-vida, tal como é indicado no Programa de Ação Ambiental “Environment 2010: Our Future – Our Choice”. O Rótulo Ecológico da UNIão Europeia (UE) baseia-se no Regulamento 880/92 (revisto em 2000, Regulamento 1980/2000).

Como instrumento de mercado, a principal função do rótulo ecológico da UE consiste em estimular quer a oferta quer a procura de produtos com reduzido impacte ambiental. No que respeita à oferta, o rótulo ecológico da UE tem o objetivo claro de encorajar o mercado a oferecer produtos e serviços ecológicos, oficialmente reconhecidos. Do lado da procura o objetivo é o de tornar o cliente num consumidor crítico. Os produtos para os quais existem critérios e que consequentemente podem utilizar o rótulo ecológico são: produtos de limpeza para todos os fins e sanitários; detergentes para máquina de louça e para lavagem manual, detergentes para roupa, sabonetes e champôs (critérios em desenvolvimento), utensílios, máquinas de louça, lâmpadas, computadores pessoais, portáteis, frigoríficos (critérios em desenvolvimento) televisores, aspiradores, máquinas de roupa, aquecedores (critérios em desenvolvimento), casa e jardim, colchões, mobiliário (critérios em desenvolvimento), produtos para soalho, tintas e vernizes de interior, fertilizadores do solo (critérios em desenvolvimento), têxteis para o lar, vestuário, calçado, têxteis, turismo, serviços de campismo, serviços de hotelaria, lubrificantes, produtos de papel, papel de cópia e gráfico, papel para impressão e produtos em papel.

UE

Seus elementos principais são: simples e facilmente reconhecível no produto. Um fabricante, retalhista ou fornecedor do serviço que satisfaça os critérios de um grupo de produtos e que se candidate à concessão do rótulo ecológico pode comercializar o seu produto rotulado em todos os Estados Membros da UE. Ele é seletivo, pois é concedido apenas aos produtos, dentro de uma linha de produtos, com menor impacto ambiental. As categorias do produto, cuidadosamente definidas de modo a que todos os produtos tenham uma equivalência de utilização direta, aos olhos do consumidor, são incluídas no mesmo grupo de produtos.

Igualmente, é transparente e fiável, uma vez que é verificada por parte independente. Funciona com uma abordagem multicritérios, já que se baseia em critérios bem definidos por peritos e adotado pelas autoridades. Os critérios ecológicos para os vários grupos de produtos são desenvolvidos pelo European Union Eco-labelling Board (EUEB), em colaboração com a Comissão Europeia. Os critérios são votados pelo Comité Regulador. A Comissão apenas os pode adoptar depois de os peritos terem dado a sua opinião, votando neste Comité Regulador por maioria qualificada.

Qualidade de vida: excesso de vitamina C pode causar cálculo renal

CURSO TÉCNICO

Curtos-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais – Conheça as Técnicas e Corretas Especificações – Presencial ou Ao Vivo pela Internet  – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Engenheiros e Projetistas têm a constante preocupação de saber especificar adequadamente os equipamentos elétricos que são submetidos à corrente de curto-circuito.

 de 18/03/2013 até 19/03/2013

vitaminaCA falta de vitamina C pode levar a uma doença conhecida como escorbuto, bem como a alterações do sistema imunológico, favorecendo quadros de infecções respiratórias em qualquer faixa etária. Entretanto, o contrário não é válido, ou seja, o excesso de oferta de vitamina C não protege contra essas infecções e nem contra câncer e doenças cardíacas, como sugeriu Linus Pauling, ganhador de prêmio Nobel de Química (1954) e da Paz (1962 – luta contra armas atômicas). Sua proposta era de 3.000 mg/dia para esse efeito, muito além dos 1.000 mg (1 gr) proposto em um estudo realizado na Divisão de Epidemiologia Nacional do Instituto Karolinska, na Suécia e publicado no JAMA – Journal of American Medical Association (04/02/2013), que  demonstrou que ingestões diárias de vitamina C acima de 1.000 mg podem causar cálculos renais em homens entre 45 e 79 anos (quase 46.000 casos estudados).

Desde 1996, Linus Pauling tomava diariamente uma dose de 18 gramas (18.000 mg) de vitamina C ao dia. Em 1991, descobriu que tinha câncer  e faleceu aos 93 anos. Enquanto ele acreditava que a vitamina C havia retardado o aparecimento dessa doença em seu organismo, na época, todos achavam que essas altas doses foram as responsáveis pelo seu adoecimento. “Nosso organismo utiliza as suas necessidades da vitamina C e o resto é eliminado pela urina de forma que, por suas características, o excesso de vitamina C no organismo aumenta muito os riscos de formação de cálculo renal, conforme comprovado por trabalhos (como esse relatado acima, realizado na Suécia). Vale lembrar que a concentração dos comprimidos efervescentes de vitamina C vão de 500 mg a 1.000 mg. É esperado que uma dose desses comprimidos não vá levar a um quadro de complicações, mas há que se lembrar que cada indivíduo tem sua maior ou menor sensibilidade ao estímulo”, explica o pediatra Moises Chencinski. Assim sendo, muito cuidado no uso de qualquer medicamento sem orientação médica, mesmo uma aparentemente inocente vitamina C.

Na medida de 100 gramas, há uma oferta de vitamina C para todos os gostos, especialmente em frutas. Mas verduras também podem ser fontes dessa vitamina. Lembrem-se de que as quantidades são por 100 gramas do alimento: agrião cru (60,1 mg); couve manteiga crua (96,7) ou refogada (76,9); pimentão cru amarelo (201,5), vermelho (158,2) ou verde (100,2) são exemplos de alimentos que não são frutas que também podem ter vitamina C. Mas, certamente, as frutas são os principais fornecedores da vitamina C para o organismo, em quantidades variadas e suficientes, se for seguidas as recomendações de 5 a 6 porções de frutas ao dia para adultos e de 4 a 5 para crianças. Acerola crua (940 mg) ou em polpa congelada (632), laranja baia crua (57) ou suco (94,5), laranja lima (43,5), suco de limão cravo (32,8) ou galego (34,5), mamão formosa (78,5) ou papaia (82.2), manga Palmer (65,5), mexerica Rio (112) e morango (63,5), por exemplo, são frutas com ótima quantidade e concentração da vitamina. “Imaginem isso tudo em uma deliciosa salada de frutas natural, sem nenhuma necessidade de adição de açúcar”, diz o médico.