Partido de oposição na China?

E-book ASQ/Target: Gestão ambiental ISO 14001 de maneira fácil e rápida

De autoria de Joe Kausek, o e-book Environmental Management Quick and Easy – Creating an effective ISO 14001 EMS in half the time mostra que a concepção e a implementação de um sistema de gestão ambiental ISO 14001 (SGA) não precisam ser complicadas ou envolver grandes investimentos. O livro centra-se na obtenção de um SGA básico, mas eficaz com o mínimo de esforço para que a organização possa passar rapidamente para as melhorias de desempenho ambiental que serão necessárias para atender à crescente demanda internacional pela gestão ambiental corporativa. O benefício real da ISO 14001 é que pode melhorar significativamente o desempenho ambiental de uma organização. Infelizmente, a maioria das empresas que implementou a ISO 14001 não fez mais nada do que cumprir os requisitos da norma e ainda não percebeu os seus imensos benefícios.

ChinaB. V. Dagnino

Disse-me um guia turístico em outubro de 2011 em Beijing: falta aqui na China um partido de oposição, pois o PC decide tudo sozinho, sem qualquer possibilidade de crítica. Revelação surpreendente, especialmente pela franqueza ao conversar com um estrangeiro. Aliás, esse é o grande problema da comunicação naquele país: recepcionistas no hotel, motoristas de táxi, vendedores nas lojas não falam nenhuma língua senão o mandarim. A exceção são os muito jovens: no tour à Grande Muralha, um grupo de estudantes com uns 10 anos de idade se dirigiu ao nosso grupo em inglês fluente, muito melhor do que o do guia (que só começou a aprendê-lo no 2º. grau). Por essa razão, caiu por terra aquele meu mau juízo inicial, que seria política governamental não ensinar idiomas para evitar a comunicação dos nacionais com estrangeiros.

Para comprar um computador, tive que recorrer ao tradutor local da Internet, ou a chinês que morava no Rio e falava português que encontrei por acaso no voo Paris-Beijing. Falando nisso, fiquei impressionado pela maneira como eles digitam os seus quase 5.000 fonegramas: num teclado ocidental eles digitam o início do nome da letra, o computador oferece alternativas, a partir das quais eles escolhem a que desejam! Positivamente, tanto se fala em custo Brasil, mas nada se compara ao custo China de escrever mandarim. Assim, para ir ao Centro Nacional de Convenções, onde se realizava a reunião da ISO à qual compareci, era preciso pedir ao Gerente, o único que falava inglês, para escrever em chinês meu destino para mostrar ao taxista. Na volta ao hotel, tinha que mostrar ao motorista o cartão do hotel. Aliás, falando em táxis, são muito baratos, mas cuidado: fui explorado algumas vezes, desde a chegada ao aeroporto: exija corrida pelo taxímetro.

Voltando aos guias: uma moça declarou que não aguentava mais ouvir só boas notícias pelos jornais, rádio e TV (se bem que o canal 4 da TV estatal CCTV, em inglês, noticiou o acidente em mina com vítimas fatais). Falando em moças, o turista é frequentemente abordado por muitas delas nos pontos turísticos, em geral muito bem vestidas e falando inglês, e simulando serem prestativas, certamente com segundas e terceiras intenções (sinal de que o regime está longe de ser perfeito: a dita mais antiga profissão do mundo também tem seu lugar por lá). Falando em comunicação, a internet sem fio no hotel tem o acesso ao YouTube bloqueado (experiência pessoal) e, segundo fui informado, isso ocorre com muitos outros sites. Tive notícias de que manifestações individuais e não de massa existem. No China Daily, por exemplo, havia notícia de que o programa habitacional a custos subsidiados estava desagradando os proprietários de imóveis, em razão da sua desvalorização. Por outro lado, o livro-guia que comprei descreve o rigoroso policiamento, ostensivo e disfarçado na Praça Tianamen, que consta ser a maior do Mundo (aquela da famosa foto do manifestante impedindo a passagem de tanque), para evitar qualquer aglomeração suspeita.

Em compensação, o desenvolvimento tecnológico é impressionante: já saindo do hotel para o aeroporto, ainda houve tempo de assistir ao vivo pela TV o lançamento de nave espacial, exemplo ilustrativo do grau de seriedade com que a pesquisa de tecnologias de ponta é encarada pelos governantes. Mesmo em áreas menos críticas como a indústria automotiva, o carro chinês já ocupa o segundo lugar entre os importados em alguns países como o Chile, desbancando os japoneses dessa posição. Foi pois, confirmando o que já havia lido em suplemento de jornal brasileiro, que observei grande quantidade do nosso Santana velho de guerra circulando pelas ruas e estradas chinesas. Seria interessante ouvir a área de marketing corporativo mundial da Volkswagen sobre as razões pelas quais o modelo foi retirado de linha no Brasil e permanece sendo fabricado na China. Falando em carros, não tenho os números sobre até que ponto eles são responsáveis pela poluição atmosférica:foi impressionante constatá-la, pois só vi uma tênue imagem do Sol durante algumas horas ao longo de todos os dias em que permaneci na cidade; a qualidade do ar (sem contar a da água dos rios) é visivelmente de assustar.

Um assunto do momento era a população da Terra atingindo 7 bilhões de habitantes. O programa nacional de um filho por casal era auto-elogiado, pois não fosse ele esse número teria sido alcançado faz muito tempo. As notícias manifestavam preocupação com a Índia que, sendo um país mais pobre e com menos recursos, se bem me lembro, em 2020, deveria ter uma população superior à da China. Nas ruas, aquela imagem de milhares de bicicletas não mais existe: muitos carros, importados e chineses, cruzam as largas e bem cuidadas e sinalizadas avenidas. Como na maioria das cidades brasileiras, o perigo são as faixas de pedestres: como os carros podem dobrar à direita com o sinal fechado (como nos EUA), todo cuidado é pouco.

Outra observação: como segundo dizem acontece nos mercados árabes, barganhar é um esporte nacional. Um jogo de majong que me foi encomendado começou com 200 e saiu por 65 Yuans em centro comercial frequentado por estrangeiros. Em ótica de bom nível um par de óculos Rayban oferecido por 1.700 saiu por 1.250 Yuans. No final, para concluir o negócio bem sucedido, me ofereceram um copo d’água, só que era morna! (ainda bem que já havia sido surpreendido pela laranjada também morna no café da manhã no excelente hotel frequentado por chineses onde me hospedei). Falando em hotel, achei interessante o guarda-chuva que eles colocam no quarto. Só estranhei a lanterna e especialmente o par de máscaras contra gases: certamente prevenir é melhor do que remediar. No bufê do café da manhã, muita verdura, legumes e carne de porco nas mais variadas formas, inclusive bacon. Aí pensei cá com os meus botões: se carne de porco é tão perigosa como dizem os judeus, os chineses já estariam todos mortos (da mesma forma que os franceses comendo baguette, abominada pelos médicos e nutricionistas de muitos países, que recomendam o pão integral).

Sobre a reunião do Comitê de Qualidade da ISO (TC 176), dá gosto ver centenas de voluntários de dezenas de países de todas as faces da Terra trabalhando para produzir normas técnicas. Pessoalmente tenho, faz uns sete anos, participado de várias reuniões internacionais de GT que elabora a futura ISO 10004, sobre monitoramento e medição da satisfação do cliente. As discussões, sempre técnicas, são por vezes acaloradas: ora se ganha, ora se perde. Também apresentei proposta brasileira para elaboração de norma internacional sobre Procurement Management, que se justifica pelo crescimento exponencial do comércio internacional com o advento do global sourcing. Decidiu-se formar uma aliança estratégica com os franceses, para incluir os aspectos das compras sustentáveis, e provavelmente estender o documento à cadeia de suprimento, conforme sugestão mexicana.

A experiência de uma viagem à China foi sem dúvida fascinante. Um mundo diferente, com sua realidade política, social, econômica e de costumes muito distinta da nossa, digna de estudo aprofundado. Pena que em menos de duas semanas só deu para ter um conhecimento superficial do país, agravado pelas dificuldades de comunicação.

B. V. Dagnino é fellow da American Society for Quality (ASQ). Chartered Quality Professional, membro fundador e fellow da Chartered Quality Institute (CQI, Londres). Membro e diretor técnico da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ). Consultor em excelência empresarial. Diretor técnico da Qualifactory Consultoria.

Usuários precisam ter cuidado com as alergias a produtos de limpeza

(clique no curso para mais informações e fazer a sua inscrição)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Portal Target – Saiba como é fácil ter acesso às Informações Tecnológicas

Aterramento: Fatos e Mitos na Proteção de Instalações e de Equipamentos Sensíveis contra Descargas Atmosféricas – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – Presencial ou Ao Vivo pela Internet – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

limpezaOs produtos de limpeza conhecidos como caseiros ou clandestinos não passam por nenhum tipo de teste e tampouco têm qualquer documentação técnica submetida à averiguação dos especialistas da Anvisa. Também não há garantia de que o processo de fabricação tenha sido acompanhado por profissional da química, o que significa que ele, na maioria da vezes, foi conduzido por pessoas leigas, sem nenhum conhecimento do que ocorre na interação entre as matérias-primas. Resultado: o produto pode até deixar um cheirinho gostoso na casa, mas dificilmente vai limpá-la adequadamente ou eliminar os microorganismos. Ou seja, são ineficazes. Isso sem contar que a cor atribuída a esses produtos e as embalagens inapropriadas em que são comercializados (geralmente, garrafas de refrigerante) são um grande atrativo para as crianças. Infelizmente, várias já sofreram intoxicações por terem ingerido o produto, confundindo-o com refrigerante.

Assim, as alergias aos produtos de limpeza podem se manifestar na pele ou nas vias respiratórias, e são causadas pelo contato direto ou até mesmo pelo cheiro de algumas substâncias encontradas em determinados produtos químicos. As donas de casa são as maiores afetadas por este tipo de alergia, já que são as responsáveis pelo trabalho doméstico e estão sempre em contato com tais substâncias. Vários são os produtos que podem gerar algum tipo de reação alérgica, mas entre os principais destacam-se os detergentes, os amaciantes de roupa, o sabão em pó, os desinfetantes e a água sanitária.

O problema é muito comum, pois a pele é muito sensível e reage quando fica em contato direto com alguns alérgenos presentes nas substâncias desses produtos, provocando alergias dermatológicas ou dermatites de contato. Já as vias respiratórias podem sofrer com os incômodos gerados pelos fortes cheiros dos amaciantes, desinfetantes, água sanitária entre outros. A exposição a estes químicos poderá contribuir para o surgimento de alergias respiratórias como as rinites, sinusites, bronquites e até asmas brônquicas.

No caso das alergias de pele, os sintomas podem surgir na região dos braços, mãos e até mesmo nas unhas, de acordo com a intensidade da reação alérgica e do tipo de substância envolvida. Quando a alergia atinge o sistema respiratório, várias são as regiões que poderão sofrer: garganta, laringe, faringe, brônquios e traqueia. “Os principais sinais da alergia são coceira, lesões secas, vermelhidão, descamações na pele, inchaço, dificuldade para respirar e chiado na respiração”, comenta o médico Marcello Bossois. Ele alerta que, ao perceberem alguma irritação na pele, dificuldade para respirar ou desconforto ao utilizar produtos de limpeza, é indicado que procurem imediatamente um médico especialista para identificar o agente causador da alergia.

Para fugir deste tipo de alergia, muito frequente entre as donas de casa, o melhor é evitar o contato direto com qualquer tipo de produto químico. Em seu lugar, os alérgicos poderão usar algumas alternativas para deixar a casa sempre limpa e longe dos germes e bactérias, sobretudo sem o incômodo dos processos alérgicos. O bicarbonato de sódio é excelente para fazer a limpeza da casa, ao mesmo tempo que minimiza as chances do surgimento das alergias. Mesmo sem ação desinfetante, essa substância tem o poder de desengordurar fogões, pias, paredes e retirar o odor de dentro da geladeira. Outra dica é usar o vinagre branco, já que ele não tem cheiro e é ótimo para eliminar as bactérias, principalmente do banheiro, além de ser bem mais indicado para quem sofre de alergia. O sabão de coco em pó, líquido ou em barra poderá ser utilizado para lavar as roupas e para a limpeza da louça, substituindo os detergentes normais.

Serviços de comunicação

Você precisa de um texto, revisar e produzir um livro, escrever e enviar um press release ou seja qualquer trabalho jornalístico, entre em contato. Faça um orçamento sem compromisso entrando em contato com hayrton@uol.com.br

Trabalhos jornalísticos por empreitada. Textos, livros, revisão, trabalhos acadêmicos, teses, dissertação, artigos, etc.: hayrton@uol.com.br

Os detergentes biodegradáveis e o álcool poderão entrar no lugar dos desinfetantes e da água sanitária, já que os mesmos possuem cheiros mais suaves e não causam tanta alergia. O limão, é eficaz para retirar sujeiras difíceis e a glicerina é uma grande aliada no combate ao mofo. Os amaciantes de roupa deverão ser retirados das listas dos produtos de casa, pois são grandes vilões dos alérgicos, uma vez que possuem cheiros muito fortes e provocam irritações na pele e nas vias respiratórias. “Os produtos de limpeza caseiros, além de econômicos, são tão eficazes quanto os demais e garantem a limpeza dos ambientes com a vantagem de que possuem substâncias mais suaves que os industrializados. Ou seja, o risco de provocarem alergia é menor”, ressalta o médico.

Segundo o Conselho Regional de Química IV Região, as substâncias químicas têm a propriedade de interagir umas com as outras de várias formas e, quando associadas, podem somar estas propriedades e gerar produtos formulados que auxiliam nas mais diversas necessidades, como, por exemplo, os produtos de limpeza. Estes produtos, tecnicamente denominados saneantes, são definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como aqueles destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação domiciliar, em ambientes coletivos e/ou públicos, em lugares de uso comum e no tratamento da água. Dentre as categorias de saneantes, podem ser destacados: os produtos de limpeza geral, como os sabões, os detergentes, os alvejantes, as ceras/lustradores/polidores, os removedores; os produtos com ação antimicrobiana, como os desinfetantes e os esterilizantes; os desinfestantes, como os inseticidas, os produtos para jardinagem amadora, os raticidas e os repelentes, que são aqueles produtos usados com o intuito de matar, controlar ou repelir vetores indesejáveis, como, por exemplo, baratas, mosquitos, formigas, etc.

Antes de serem colocados no mercado, estes produtos são desenvolvidos e têm sua qualidade controlada por profissionais com conhecimentos químicos específicos para o trabalho em cada setor da fábrica. Para se alcançar um produto com qualidade, devem ser estudados criteriosamente os componentes e suas possíveis associações, além das maneiras de realizá-las, o que configura o processo de fabricação. Além disso, devem ser definidos quais métodos de controle da qualidade serão empregados para verificar a ação desejada e controlar qualquer risco associado ao seu uso. Outra medida importante é definir o tipo de embalagem que será adequada à sua comercialização. Para os produtos que oferecem um risco maior à saúde se ingeridos, é necessário adotar tampas à prova de abertura por crianças, como aquelas em que é preciso não só rosquear, mas também apertar para abrir o produto.

Todo esse trabalho tem como objetivo colocar no mercado produtos que realmente atendam os fins a que se destinam. Assim, um sabão ou um detergente deverá auxiliar na remoção de sujeiras; a água sanitária deverá desinfetar ou alvejar; um repelente ou um inseticida deverá manter afastado ou matar o inseto indesejado; um esterilizante deverá eliminar microrganismos de artigos cirúrgicos, de forma a evitar que pacientes venham a contrair infecções hospitalares por contaminação. Isso tudo sem que nenhuma substância química presente nestes produtos, ou que venha a ser formada durante o seu prazo de validade, cause efeitos indesejados aos usuários ou danos ao meio ambiente.

Serviços de comunicação

Site sem conteúdo não existe, é estático. Você sabia disso. Podemos inserir conteúdo no seu site empresarial com assuntos relacionados com os objetivos da sua empresa e transformar o site dinâmico. Dessa forma, o site passa a ser vinculado no Google, gerando mais tráfego. Faça um orçamento sem compromisso com hayrton@uol.com.br

Revisão e formatação conforme normas da ABNT de Monografias, TCCs, Artigos Científicos e Trabalhos Acadêmicos. Criação de Apresentações em Slides Power Point. Análise de Plágio e Digitação Online. Envie um e-mail para hayrton@uol.com.br e faça um orçamento se compromisso.

Tecnicamente, para se certificar de que o produto não oferece tais riscos, é necessário realizar testes de eficácia e segurança exigidos pela Anvisa. Um saneante deve apresentar uma documentação técnica, a qual inclui os referidos testes, que é submetida à avaliação dos especialistas em vigilância sanitária. Somente após a sua aprovação, estará legalmente autorizado a ser comercializado. Estes testes consistem em submeter amostras dos desinfetantes ou esterilizantes a microrganismos representativos, ou, no caso dos desinfestantes, aos vetores alvo, para comprovação das suas eficácias. Como parte do gerenciamento de risco do uso destes produtos, eles são também submetidos a estudos, como por exemplo, de irritabilidade da pele e dos olhos, para classificação toxicológica, e de estabilidade, para determinação do seu prazo de validade.

Ainda no processo de gerenciamento do risco que os produtos oferecem aos usuários, os saneantes são classificados em dois grupos distintos:

– Risco I: produtos de limpeza em geral que, por sua destinação de uso e pelas características de suas formulações, oferecem menor risco. Por isso, passam por um processo mais simples de avaliação na Anvisa, denominado notificação;

– Risco II: produtos que apresentam características mais ácidas ou alcalinas e os que requerem comprovação de eficácia, por exemplo, os antimicrobianos e os desinfestantes. São registrados e passam por uma avaliação mais profunda, principalmente quanto à eficácia e propriedades toxicológicas. Desta forma, devem apresentar algumas frases específicas em sua rotulagem para uma melhor orientação aos usuários.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Facebook: http://www.facebook.com/#!/hayrton.prado