Usando o ar comprimido de acordo com a norma técnica

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ar_comprimidoO ar comprimido é usado como condutor de energia em áreas de aplicação industriais ao lado de outros condutores como: fluídos em sistemas hidráulicos e energia elétrica em sistemas elétricos. Todos esses condutores de energia têm algo em comum: a capacidade de armazenamento de suas energias é o produto do volume por unidade de tempo e pressão (tensão no caso de eletricidade). O desempenho do ar comprimido como condutor de energia é aumentado quando: houver maior disponibilidade desta energia por unidade de tempo; e houver aumento da pressão. Os sistemas de ar comprimido têm vantagens em comparação a outros sistemas de energia que os tornam mais úteis em certas aplicações.

Utilizado nas empresas com pressões variáveis de 6 a 100 libras/pol², o ar comprimido é usado para múltiplos fins, mas nunca deverá se empregado para limpeza de roupas de trabalho, para tirar o pó ou sujeira do cabelo ou do corpo. Nunca se deve usar ar comprimido para limpar feridas: ele pode atravessar uma grande distância por baixo da pele, e isso é extremamente perigoso. Tem ocorridos lesões fatais pelo uso inadequado do ar comprimido, pois quando este penetra no corpo pelos poros da pele poderá causar lesões nos órgãos internos.

Assim, um jato de ar comprimido suficientemente forte, proveniente de uma mangueira, poderá tirar um olho de sua órbita, romper um tímpano ou causar hemorragia interna ao penetrar nos poros. A 100 libras de pressão, perto da superfície da pele, pode penetrar por um corte ou uma escoriação e insuflar a carne (encher de ar). A lesão poderá ser fatal se ao chegar a penetrar em vaso sanguíneo, porque pode produzir borbulhas de ar que interrompe a circulação sanguínea. Já um jato de ar comprimido a uma pressão de 40 libras pode empurrar ou arremessar partículas de metal ou outros materiais, a velocidade tão alta, que os convertem em miniprojéteis perigosos para o corpo humano e principalmente para o rosto e olhos. Ele também contém impurezas, tais como, partículas de óleo, matérias graxas e outras partículas muito pequenas, um jato de ar sobre a pele introduz essas impurezas através dos poros, podendo causar serias inflamações nos tecidos.

Quer dizer, as impurezas do ar normalmente não podem ser percebidas pelo olho humano. Não obstante, são capazes de interferir no funcionamento seguro do sistema de fornecimento de ar comprimido, bem como das ferramentas pneumáticas. 1m³ de ar contém uma variedade de impurezas como, por exemplo: até 180 milhões de partículas de sujeira, de tamanho entre 0,01 e 100 μ m; de 5 a 40 g/m³ de água na forma de umidade atmosférica; 0,01 a 0,03 mg/m³ de óleos minerais e hidrocarbonetos; resíduos de metais pesados como cádmio, mercúrio e ferro.

Na verdade, os compressores operam não somente com o ar atmosférico, mas também com as suas impurezas, as quais podem estar em alta concentração. Com uma compressão de 10 barg (10 bar de pressão medida = 11 bar absoluto), a concentração de partículas de sujeira aumenta 11 vezes. 1 m³ de ar comprimido pode conter neste caso até 2 bilhões de partículas de sujeira, considerando ainda as impurezas adicionadas ao ar pelo próprio compressor, como óleo lubrificante por exemplo. Se todas essas impurezas e mesmo a água contidas no ar atmosférico permanecem no ar comprimido, alguns consequências negativas podem surgir e certamente afetam o sistema de ar e as ferramentas que se utilizarão desse ar.

A NBR ISO 8573-1 de 02/2013 Ar comprimido – Contaminantes e classes de pureza especifica as classes de pureza de ar comprimido em relação a partículas, água e óleo, independentemente da localização no sistema em que o ar é especificado ou medido. Esta parte fornece informações gerais sobre contaminantes em sistemas de ar bem como os relaciona a outras partes da NBR ISO 8573, tanto para medir quanto para especificar os requisitos de pureza do ar comprimido. Além dos contaminantes, partículas, água e óleo acima mencionados, esta parte também identifica contaminantes gasosos e microbiológicos. São dadas orientações no Anexo A para a aplicação desta parte.

A NBR ISO 8573 consiste das seguintes partes, sob o título geral Ar Comprimido: Parte 1: Contaminantes e classes de pureza; Parte 2: Métodos de ensaio para conteúdo de óleo em aerossol; Parte 3: Métodos de ensaio para a medição da umidade; Parte 4: Métodos de ensaio para conteúdo de partículas sólidas; Parte 5: Métodos de ensaio para conteúdo de vapor de óleo e de solventes orgânicos; Parte 6: Métodos de ensaio para conteúdo de contaminantes gasosos; Parte 7: Método de ensaio para conteúdo de contaminantes microbiológicos viáveis; Parte 8: Métodos de ensaio para conteúdo de partículas sólidas por concentração de massa; e Parte 9: Métodos de ensaio para conteúdo de água líquida. Contudo, a parte 1 é o elemento chave da série de documentos ISO 8573, que fornece um sistema de classificação para os principais contaminantes de um sistema de ar comprimido e identifica como outros contaminantes podem ser identificados e incluídos no sistema de classificação. Ela é suplementada pelas demais partes, que fornecem os métodos de medição para uma ampla faixa de contaminantes.

Como uma complementação importante a esta parte da NBR ISO 8573, o Anexo A foi incluído para prover ao usuário uma referência para alguns aspectos do sistema de classificação e tópicos relacionados aos métodos de medição. Os três maiores contaminantes do ar comprimido são as partículas sólidas, água e óleo. Eles são classificados em classes de pureza do ar comprimido. Estas classes de pureza do ar comprimido agrupam as concentrações de cada um dos contaminantes acima em faixas, sendo cada faixa dada por seu próprio índice de classe de pureza. Os limites das faixas estão alinhados às situações encontradas na prática.

Quando necessário, todos os demais contaminantes devem ser declarados diretamente através de uma concentração especificada, ou determinados através da medição no suprimento de ar comprimido. A classificação de pureza do ar, dada nesta parte da NBR ISO 8573, pretende fornecer um guia para a pureza pretendida do ar no sistema de ar comprimido em vez de indicar o resultado da inclusão de um componente isolado de tratamento de ar comprimido. Deve ser entendido que atingir qualquer especificação dada de pureza do ar não pode ser feita exclusivamente através de uma combinação de equipamentos; a especificação do lubrificante/refrigerante correto e o controle correto dos parâmetros físicos, como a temperatura, também são necessários. O controle adequado de tais parâmetros, como a temperatura, produz um efeito no estado físico dos líquidos, que podem tornar-se aerossóis ou vapores. Para manter a pureza do ar em um sistema de ar comprimido, é considerado essencial que as recomendações dos fabricantes relativas a intervalos de manutenção sejam seguidas.

Esta parte da norma pode não ser adequada para definir completamente os requisitos de aplicações especiais. Pode ser o caso que, para aplicações como ar respirável, ar medicinal e setor alimentício, seja necessário considerar o controle de outros contaminantes, não identificados na classificação ou que não tenham sido incluídos como contaminante, de forma a especificar plenamente aqueles requisitos. Pode ser necessário consultar outras fontes de informação, como uma farmacopeia, especificações de ar respirável e normas de salas limpas, antes que uma especificação da pureza do ar possa ser estabelecida. Adicionalmente, requisitos adotados nacionalmente podem também determinar ensaios regulares para aplicações como suprimento de ar respirável.

Quanto aos contaminantes, podem existir na forma sólida, líquida ou gasosa. Eles se influenciam mutuamente (por exemplo, partículas sólidas aglomeram-se na presença de água ou óleo para formar partículas maiores; óleo e água formam uma emulsão) ou condensam (por exemplo, vapor de óleo ou de água) dentro da tubulação de sistemas de ar comprimido. Os contaminantes na forma sólida originam-se de fontes diferentes, por exemplo, partículas de poeira provenientes do ambiente succionadas pela admissão de ar do compressor ou pela abrasão ou corrosão dentro do sistema de ar comprimido. Eles podem variar de grãos muito grandes a partículas submicrônicas extremamente pequenas. Entretanto, partículas sólidas podem ser tanto inertes como colônias viáveis de unidades formadoras.

Os contaminantes na forma líquida dentro do sistema de ar comprimido são, principalmente, a água e o lubrificante/refrigerante do compressor. Outros contaminantes líquidos podem estar presentes por serem succionados da atmosfera pela admissão do compressor. As suas concentrações dependem da temperatura e pressão. Entretanto, líquidos podem estar presentes devido à condensação de seus vapores. Suas concentrações podem variar de altas concentrações de fluxo de líquido na parede até gotas e aerossóis submicrônicos extremamente pequenos. Os contaminantes líquidos podem causar corrosão, especialmente no caso de água dentro do sistema de distribuição do ar comprimido, gerando mais contaminantes. Convém que os contaminantes líquidos gerados do lubrificante/refrigerante do compressor sejam compatíveis com as vedações e tubulações não ferrosas, incluindo alumínio e plástico.

Os contaminantes na forma gasosa são geralmente compostos de vapor de água e vapor do lubrificante/ refrigerante do compressor, cujas concentrações dependem da pressão e temperatura do gás. Outros contaminantes gasosos podem estar presentes por serem succionados da atmosfera pela admissão do compressor. Os contaminantes gasosos podem dissolver-se em líquidos que estejam presentes ou podem condensar para a forma líquida através de redução de temperatura ou aumento de pressão.

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Crimes cibernéticos

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crimesJá está em vigor a Lei 12.737 que tipifica os crimes na internet ou cibernéticos. A medida recebeu o nome da atriz Carolina Dieckmann após a atriz ter tido o computador pessoal invadido, suas fotos íntimas roubadas e expostas na internet por um criminoso que a chantageou, pedindo dinheiro para que as imagens não fossem divulgadas na internet. A lei insere no Código Penal dispositivos que punem crimes cometidos na rede.

Com a nova lei valendo, a violação de equipamentos e sistemas, estejam eles conectados ou não à internet, com a intenção de destruir informações ou instalar mecanismos que tornem o sistema vulnerável, passa a ser crime. As penas, nos casos menos graves, variam de três meses a um ano de prisão, além de multa. Dependendo do tipo de invasão ocorrida o réu pode pegar até 5 anos de prisão de acordo com os novos artigos do Código Penal.

Lei nº 12.737, de 30 de novembro de 2012: Dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos; altera o Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal; e dá outras providências.

Art. 1o  Esta Lei dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos e dá outras providências.

Art. 2o  O Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, fica acrescido dos seguintes arts. 154-A e 154-B:

“Invasão de dispositivo informático

Art. 154-A.  Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita:

Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.

§ 1o Na mesma pena incorre quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde dispositivo ou programa de computador com o intuito de permitir a prática da conduta definida no caput.

§ 2o Aumenta-se a pena de um sexto a um terço se da invasão resulta prejuízo econômico.

§ 3o Se da invasão resultar a obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas, assim definidas em lei, ou o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido:

Pena – reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa, se a conduta não constitui crime mais grave.

§ 4o  Na hipótese do § 3o, aumenta-se a pena de um a dois terços se houver divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro, a qualquer título, dos dados ou informações obtidos.

§ 5o Aumenta-se a pena de um terço à metade se o crime for praticado contra:

I – Presidente da República, governadores e prefeitos;

II – Presidente do Supremo Tribunal Federal;

III – Presidente da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Assembleia Legislativa de Estado, da Câmara Legislativa do Distrito Federal ou de Câmara Municipal; ou

IV – dirigente máximo da administração direta e indireta federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal.”

“Ação penal

Art. 154-B Nos crimes definidos no art. 154-A, somente se procede mediante representação, salvo se o crime é cometido contra a administração pública direta ou indireta de qualquer dos Poderes da União, Estados, Distrito Federal ou Municípios ou contra empresas concessionárias de serviços públicos.”

Art. 3o Os arts. 266 e 298 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública

Art. 266.  ………………………………………………………………

§ 1º Incorre na mesma pena quem interrompe serviço telemático ou de informação de utilidade pública, ou impede ou dificulta-lhe o restabelecimento.

§ 2o Aplicam-se as penas em dobro se o crime é cometido por ocasião de calamidade pública.” (NR)

“Falsificação de documento particular

Art. 298.  ………………………………………………………………

Falsificação de cartão

Parágrafo único. Para fins do disposto no caput, equipara-se a documento particular o cartão de crédito ou débito.” (NR)

Normalmente, os crimes cometidos pela internet são os contra a honra (injúria, calúnia e difamação), a exibição de imagens de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes e a divulgação de textos e imagens de conteúdo racista e preconceituoso, além de fraudes envolvendo cartões de crédito. A grande dificuldade na investigação desses crimes era a inexistência de legislação específica para a internet. Assim, é preciso usar as leis do Código Penal, de 1941, para se defender. A única exceção é a lei que proíbe as cópias de software. Igualmente, o caráter internacional dos crimes cometidos pela internet é comum, pois um site de conteúdo racista ou pornográfico hospedado num servidor brasileiro foi feito por uma pessoa na Europa, e vice-versa.

Em caso de crime, a pessoa pode fazer queixa em qualquer delegacia. Cópias de e-mails e print-screens (imagens que reproduzem o que está na tela do computador) servem para fazer o B.O. Posteriormente, munidos de uma ordem judicial, os investigadores têm acesso ao conteúdo dos sites ou e-mails suspeitos. Em caso de ofensas ou calúnias enviadas por e-mail, não existe crime se somente a pessoa alvo das difamações recebeu a mensagem, já que só há infração se outras pessoas souberem. Já e-mails enviados a terceiros ou sites com conteúdo ofensivo configuram crime.

Outro crime comum na Internet é a fraude envolvendo cartões de crédito. Quando uma pessoa compra algo usando o cartão, seu nome e número ficam armazenados na empresa que efetuou a venda. Se alguém conseguir invadir o sistema desta empresa, poderá ter acesso aos dados. O perigo existe mesmo nos chamados sites seguros. No momento da compra, realmente não há perigo de alguém descobrir o número do cartão do consumidor. Mas, se o sistema em que os dados ficam armazenados for vulnerável, um hacker pode acessá-los. Em caso de cobrança indevida, o consumidor deve entrar em contato imediatamente com a administradora do cartão. Se ela não estornar lançamentos indevidos, o consumidor deverá formalizar reclamação em um órgão de defesa do consumidor, no Juizado Especial Cível (valores até 20 salários mínimos) ou Justiça Comum.

Cartilha sobre a privacidade na internet

Acesse uma cartilha sobre a privacidade, já que algumas das principais dicas são: utilizar conexão segura quando acessar e-mails via navegadores web, ser cuidadoso ao usar cookies, armazenar dados sensíveis em formato criptografado, pensar bem antes de divulgar informações, ser cuidadoso ao usar e ao elaborar senhas e manter o computador seguro. Para ler o conteúdo: http://cartilha.cert.br/fasciculos/privacidade/fasciculo-privacidade-slides.pdf

Consumidores devem ficar atentos: o suco AdeS ainda não pode ser comercializado

A Anvisa decidiu manter suspensa a fabricação, distribuição,  comercialização e o consumo de todos os lotes dos alimentos com soja da marca AdeS, embalagens de 1L e de 1,5L, com lotes iniciados por AG, determinada pela Resolução RE nº 1005/13. A decisão é fundamentada em informação recebida pelo órgão sobre a inspeção sanitária, realizada pelas autoridades de Vigilância Sanitária de Minas Gerais e Pouso Alegre, na fábrica da empresa Unilever Brasil Industrial no referido município. A Unilever precisa esclarecer algumas informações para que o relatório de inspeção sanitária possa ser concluído. As informações pendentes são referentes a:

– Avaliação dos Perigos e Pontos Críticos de Controle do referido processo e as especificações das ocorrências dos riscos eminentes;

– Providência de contratação de um supervisor;

– Realização de manutenção preventiva da máquina a cada três meses (conforme afirmado pelos técnicos responsáveis pela inspeção sanitária na referida reunião);

-Realização de treinamento recente dos operadores da máquina;

– Controle de Amostragem relativo à produção dos dias 22/03 (a partir do 2º turno) ao dia 25/03 (até 3º turno);

– Monitoramento do recall realizado pela empresa, uma vez que ainda permanecem no mercado cerca de cinquenta unidades do produto impróprio para o consumo humano;

– Alteração dos critérios que determinam o início do processo de investigação pelo SAC.