O choque elétrico continua a fazer os seus estragos

shockDuas meninas, uma de seis e a outra de sete anos, foram internadas em uma Unidade de Terapia Intensiva depois de levarem um choque em uma geladeira de frutos do mar em uma loja do Carrefour, zona sul de São Paulo. As crianças estavam junto com os pais, que compravam peixe. Enquanto os adultos pediam o produto, as duas irmãs encostaram na geladeira e ficaram grudadas na máquina por causa do choque. A mãe conseguiu desgrudar a filha mais velha do aparelho, mas não conseguiu ajudar a filha mais nova. Os músculos das duas meninas ficaram paralisados e elas não conseguiam falar nas três horas seguintes. Na sequência, elas foram levadas ao Hospital São Luiz, mas, como não havia vagas, foram internadas no Hospital Nove de Julho. Tiveram alta quatro dias depois. Segundo o mercado, houve assistência à família e os equipamentos foram trocadosm sendo que a geladeira passou por análise, que não apontou falhas, mas a suspeita que esse freezer tinha falha no isolamento elétrico.

A norma obrigatória que o supermercado deveria estar cumprindo é a a NBR NM 60335-1 2010 de 06/2010 – Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares – Parte 1: Requisitos gerais que trata da segurança de aparelhos eletrodomésticos e similáres, cuja tensão nominal não seja superior a 250 V, para aparelhos monofásicos, e 480 V para outros aparelhos. Aparelhos não destinados à utilização doméstica normal, mas que, não obstante, possam constituir uma fonte de perigo para o público, tais como aparelhos destinados a serem utilizados por pessoas leigas em lojas, em oficinas, na indústria leve ou em fazendas, estão no âmbito desta norma. Procura abranger os riscos normais apresentados por aparelhos com que todas as pessoas podem deparar, tanto dentro como ao redor da casa. Entretanto, geralmente não leva em consideração: pessoas (inclusive crianças) cujas capacidades fisicas, sensoriais ou mentais; ou falta de experiência e de conhecimento impede-as de utilizar o aparelho com segurança, sem supervisão ou instrução; a utilização de aparelhos por crianças como brinquedos.

Os requisitos adicionais podem ser necessários para aparelhos destinados a serem utilizados em veículos ou a bordo de embarcações ou aeronaves: requisitos adicionais podem ser especificados por õrgãos nacionais responsáveis pelas áreas de saúde, segurança do trabalho, fornecimento de água e instituições similares. Não se aplica a: aparelhos destinados exclusivamente para fins industriais; aparelhos destinados a serem utilizados em locais onde prevalecem condições especiais, tais como atmosfera corrosiva ou explosiva (poeira, vapor ou gás); aparelhos de áudio e video e equipamentos eletrónicos similares (IEC 60065); aparelhos para fins médicos (IEC 60601); ferramentas elétricas portáteis operadas a motor (IEC 60745); computadores pessoais e equipamentos similares (IEC 60950); ferramentas elétricas semi-estacionárias operadas a motor (IEC 61029).

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Essa norma reconhece o nível aceito internacionalmente de proteção contra os riscos elétricos, mecânicos, térmicos, fogo e radiação de aparelhos elétricos de uso doméstico e similares, quando operam em uso normal, tendo em conta as instruções do fabricante; também cobre as situações anormais que podem ser esperadas na prática. Um produto que cumpre com o texto dessa norma não deve necessariamente julgar-se como cumprindo os princípios de segurança da norma se, quando examinado e ensaiado, constata-se que tem outras características que comprometem o nlvel de segurança coberto por estes requisitos.

Um produto que emprega materiais diferentes, ou que tem formas de construção diferentes dos detalhados nos requisitos dessa norma, pode ser examinado e ensaiado em função do objetivo visado por esses requisitos e, certamente, se julgado substancialmente equivalente, pode considerar-se como cumprido com os princípios de segurança dessa norma. Os países individualmente podem considerar sua aplicação, dentro do razoável, a aparelhos não mencionados na Parte 2 e o aparelho desenhado segundo novos princípios.

Se as funções de um aparelho estão cobertas por diferentes requisitos na Parte 2 da NM IEC 60335, aplica-se separadamente a cada função a Parte 2 correspondente, dentro do razoável. Se resulta aplicável tem que levar-se em conta a influência de uma função sobre a outra. Os aparelhos devem ser projetados e construídos de modo tal que em utilização normal funcionem de maneira segura, de forma a não causar perigo a pessoas ou ao ambiente, mesmo no caso de descuidos que possam ocorrer em utilização nomal. Um produto em conformidade com o texto dessa norma não é necessariamente considerado como cumprindo os principios de segurança da norma se, ao ser examinado e ensaiado, for constatado que ele apresenta outras características que comprometem o nivel de segurança objetivado por essa Norma.

Um produto que emprega materiais ou apresenta formas de construção diferentes daquelas detalhadas nos requisitos dessa norma pode ser examinado e ensaiado em função dos objetivos visados pelos requisitos e, se julgado praticamente equivalente, pode ser considerado como cumprindo os princípios de segurança da norma.

Essa norma reconhece o nivel de proteção internacionalmente aceito contra riscos tais como: elétrico, mecânico, térmico, de fogo e radiação de aparelhos eletrodomésticos e similares quando operados como em uso normal levando em consideraqão as instruções de utilização. Ela também abrange situações anormais prováveis de ocorrer na prática.

No caso do choque nas crianças, a norma especifica que, caso um aparelho estacionário não seja equipado com cordão de alimentação e plugue ou com outros meios para desligamento da alimentação com separação de contatos de pelo menos 3 mm em todos os pólos, as instruções devem especificar que tais meios para desligamento devem ser incorporados à fiação fixa de acordo com as regras de instalação. Caso a isolação dos condutores de alimentação de um aparelho, projetado para ser permanentemente ligado à fiação fixa, possa entrar em contato com partes que tem uma elevação de temperatura excedendo 50 K durante o ensaio da seção 1 1, as instruções devem especificar que o aparelho deve ser ligado por meio de condutores com característica de temperatura (marcação T) apropriada.

Além disso, o invólucro do aparelho deve proporcionar o grau de proteção contra umidade de acordo com a classificação do aparelho. A conformidade é verificada como especiticado em 15.1.1, observados os requisitos de 15.1.2 e com o aparelho desligado da alimentação. O aparelho deve então resistir ao ensaio de tensão suportável especificado em 16.3 e a inspeção deve mostrar que não há traços de água na isolação que possam resultar em uma redução dos valores das distâncias de escoamento e distâncias de separação para valores abaixo daqueles especificados no item 29.1.

Resumidamente, pode-se dizer que o choque é causado por uma corrente elétrica que passa através do corpo. A intensidade da corrente elétrica que atravessa o corpo durante o choque e o caminho desta corrente elétrica pelo corpo, dependendo do seu nível de tensão, pode causar danos ao organismo da vítima. Pode causar distúrbios na circulação sanguínea e, em casos extremos, levar à parada cardiorrespiratória. Na pele, podem aparecer duas pequenas áreas de queimaduras (geralmente de 3º grau), a de entrada e de saída da corrente elétrica.

Mesmo tensões relativamente pequenas podem causar graves danos, dependendo da resistência do corpo humano. Em situações de altas tensões, como nos cabos de transmissão de energia elétrica, o contato será sempre perigoso e poderá provocar grandes lesões. Os tipos mais prováveis de choque elétrico são aqueles em que a corrente elétrica circula da palma de uma das mãos à palma da outra mão, ou da palma da mão até a planta do pé. Existem três categorias de choque elétrico.

– Choque produzido por contato com circuito energizado – Contato direto da pessoa com a parte energizada da instalação. O choque dura enquanto permanecer o contato e a fonte de energia estiver ligada. Pode causar pequenas contrações ou até lesões irreparáveis.

-Choque produzido por contato com corpo eletrizado – Produzido por eletricidade estática, sua duração é muito pequena, o suficiente para descarregar a carga da eletricidade contida no elemento energizado. Na maioria das vezes não provoca efeitos danosos ao corpo, devido a curtíssima duração.

– Choque produzido por raio (descarga atmosférica) – Surge quando acontece uma descarga atmosférica e esta entra em contato direto ou indireto com uma pessoa. O efeito é imediato e pode causar queimaduras graves e até mesmo a Enfim, s

Seja em estabelecimentos comerciais ou dentro de casa, existem algumas medidas simples que os pais podem tomar para evitar que a criança tenha problemas. Em estabelecimentos comerciais, cujo bom funcionamento de aparelhos elétricos depende do controle e fiscalização das próprias empresas, o melhor é manter os olhos nos filhos. Um supermercado, por exemplo, carrega vários atrativos para as crianças, por isso, é fundamental que elas fiquem perto dos pais o tempo todo e que não mexam em nada.

Dentro de casa é importante verificar toda a parte elétrica. Os aparelhos domésticos precisam estar com fios encapados. As tomadas devem ser protegidas com protetor ou até mesmo com móveis. Já geladeiras e máquinas de lavar precisam estar longe do local onde as crianças brincam. Os aparelhos portáteis, como secador de cabelo, chapinha e ferro de passar, também precisam ficar fora do alcance das crianças. Assim que terminar o uso, os pais devem desligá-los e tirar da tomada imediatamente.

Descarte de medicamentos

SOLUÇÕES  PARA  GESTÃO  DE  ACERVO

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000 são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

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medicamentosO descarte aleatório de medicamentos em desuso, vencidos ou sobras atualmente é feito por grande parte das pessoas no lixo comum ou na rede pública de esgoto, podendo trazer como conseqüências a agressão ao meio ambiente, a contaminação da água, do solo e de animais, além do risco à saúde de pessoas que possam reutilizá-los por acidente ou mesmo intencionalmente devido a fatores sociais ou circunstanciais diversos. O consumo indevido de medicamentos descartados inadequadamente pode levar ao surgimento de reações adversas graves, intoxicações, entre outros problemas, comprometendo decisivamente a saúde e qualidade de vida dos usuários.

As sobras de medicamentos têm várias causas, dentre as quais podemos destacar: a dispensação de medicamentos além da quantidade exata para o tratamento do paciente; a interrupção ou mudança de tratamento; a distribuição aleatória de amostras-grátis; e o gerenciamento inadequado de estoques de medicamentos por parte das empresas e estabelecimentos de saúde. Soma-se a estes fatores a carência de informação da população relacionada à promoção, prevenção e cuidados básicos com sua saúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta os consumidores sobre os riscos do descarte incorreto de medicamentos e publicou uma lei no Distrito Federal que obriga as farmácias a receberem medicamentos vencidos entregues pelos consumidores. A norma prevê que as farmácias devolvam os remédios ao fabricante para que o produto seja destruído de forma segura.

Muitas pessoas, por falta de alternativas e de informação, ainda jogam remédios vencidos ou que não serão mais usados no lixo comum ou na rede de esgoto. De acordo com a Anvisa, a prática pode contaminar a água e o solo. Desde 2010, a Lei 2.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevê que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de um determinado produto que possa causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana devem criar um sistema de recolhimento e destinação final independente dos sistemas públicos de limpeza urbana.

Alguns setores, como o de óleos lubrificantes, já assinaram acordo com o Ministério do Meio Ambiente se comprometendo com a reciclagem das embalagens ou de produtos. No setor de medicamentos, as negociações ainda estão em andamento. “A destinação correta seria o ponto de venda, a farmácia, mas precisamos receber os remédios com normas. Tem que ter uma orientação, onde vou incinerar, de que maneira vou armazenar, é uma coisa de uma responsabilidade muito grande e a lei local não nos orienta como proceder, só diz que nós vamos recolher os produtos vencidos e devolvê-los para indústria. A indústria não aceita a devolução”, disse o presidente do Sindicato das Farmácias do Distrito Federal, Felipe de Faria. A capital paulista terceirizou um serviço de coleta para que esses resíduos tenham um fim adequado. A prefeitura firmou parceria com a iniciativa privada e distribuiu coletores de medicamentos em farmácias, supermercados e nas unidades básicas de saúde para que a população possa levar os remédios que não servem mais.

Existe um site denominado Descarte Consciente que busca diminuir os impactos ambientais do lançamento de medicamentos no lixo comum. Acesse o link http://www.descarteconsciente.com.br/ e veja na sua cidade onde você pode descartar os medicamentos de forma correta.