O gerenciamento de resíduos de serviços de saúde intraestabelecimento

wastesA maioria das pessoas, ao adentrar uma empresa prestadora de serviços na área de saúde, não imagina o que ocorrerá com os materiais utilizados durante seu atendimento. O desconhecimento é normal, pois a intenção inicial está voltada ao tratamento que irá receber. Os pacientes são atendidos de forma individualizada e os materiais utilizados não são desprezados comumente como lixo. Há uma triagem a ser realizada observando que o material perfuro cortante seja acondicionado em caixa própria e identificada para essa finalidade; o material de uso íntimo, como gaze, esparadrapos, luvas e outros, seja colocados em lixeira própria no expurgo.

Igualmente, o lixo do quarto do paciente não é material séptico(contaminado). A coleta atualmente é realizada seguindo os padrões estabelecidos em legislações existentes e de acordo com rotinas estabelecidas em uma programa de gerenciamento de resíduos sólidos de saúde da instituição. Esta informação deve ser de conhecimento de todos que têm acesso aos resíduos sólidos de serviços de saúde, bem como a divulgação e conscientização de todos que atuam nesta área é primordial.

O conhecimento sobre os tipos de lixos gerados no estabelecimento é de suma importância na criação de um programa que avalie as condições de tais lixos e a divulgação da forma de tratamento de cada tipo, conforme classificação contida na RDC nº 33. Com o conhecimento desses lixos será possível traçar estratégicas que busquem a minimização de custos para os estabelecimentos de serviços de saúde e atendam as disposições legais, fazendo-se assim um trabalho de divulgação e de orientação aos usuários desse tipo de estabelecimento, que não importando o tamanho, deverão que estar adequados.

A NBR 12809 de 04/2013 – Resíduos de serviços de saúde – Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde intraestabelecimento estabelece os procedimentos necessários ao gerenciamento intraestabelecimento de resíduos de serviços de saúde os quais, por seus riscos biológicos e químicos, exigem formas de manejo específicos, a fim de garantir condições de higiene, segurança e proteção à saúde e ao meio ambiente. Todo resíduo de serviços de saúde deve ser segregado na fonte, conforme sua característica de risco, reconhecida pelo sistema de classificação vigente. Todos os trabalhadores em serviços de saúde devem ser capacitados para segregar adequadamente os resíduos e reconhecer os sistemas de classificação e identificação.

As unidades geradoras devem dispor de recipientes para guarda de resíduos, em número suficiente e com capacidade compatível à geração e à natureza do risco do resíduo. Sempre que em um resíduo de serviço de saúde ocorrer a presença de agentes biológicos e químicos, este resíduo deve ser gerenciado de acordo com o risco preponderante. No manuseio de resíduos de serviços de saúde, o trabalhador deve usar equipamentos de proteção individual (EPI) adequados ao risco de exposição.

A coleta interna deve ser efetuada de acordo com as necessidades da unidade geradora, no que se refere a roteiros, volume gerado, dimensionamento de equipamentos, frequência, horário e demais exigências do serviço. Os procedimentos devem ser realizados de forma a não permitir o rompimento dos recipientes. No caso de acidente ou derramamento, devem ser realizados imediatamente os procedimentos operacionais compatíveis com a periculosidade ou risco, como a seguir: isolamento da área; contenção do derrame; recolhimento do resíduo; limpeza da área atingida; desinfecção e/ou neutralização; e notificação da chefia da unidade.

Todo saco plástico deve ser utilizado no máximo a 2/3 de sua capacidade, torcendo e amarrando sua abertura com dispositivo apropriado ou nó. Quando se tratar de resíduo de alta densidade, devem ser tomadas precauções de forma a evitar o rompimento do saco plástico. Para deslocamento manual, os sacos plásticos contendo resíduos devem ser dos tipos A e B da 9191 :2008, Tabela 2. No transporte de resíduos por meio do carro de coleta interna I, o saco plástico que os contém deve ser dos tipos C, D e E da 9191 :2008, Tabela 2.

O transporte interno dos recipientes deve ser realizado sem esforço excessivo ou risco de acidente para o trabalhador. O transporte interno deve ser feito separadamente, em recipientes específicos, de acordo com a natureza do risco do resíduo. Os carros de coleta devem ser constituídos de material rígido, resistente, lavável, impermeável, providos de tampa articulada ao próprio corpo do equipamento e dotados de cantos e bordas arredondados e rodas revestidas de material que reduza o ruído. Os contentores com mais de 400 L de capacidade devem possuir válvula de dreno no fundo (ver NBR 15911-3). Os carros de coleta devem ser devidamente identificados conforme ABNT NBR 7500.

Após a coleta interna, o trabalhador deve lavar as mãos ainda enluvadas, retirando as luvas e colocando-as em local apropriado. O trabalhador deve lavar as mãos antes de calçar as luvas e depois de retirá-las. O resíduo classificado como de risco biológico deve obedecer ao seguinte: ser acondicionado em saco plástico branco leitoso, de acordo com NBR 9191, e identificado conforme NBR 7500, utilizado no máximo a 2/3 de sua capacidade, respeitados os limites de peso de cada saco, sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento; o resíduo perfurante ou cortante deve ser acondicionado em recipiente conforme NBR 13853; os resíduos procedentes de culturas e estoques de micro-organismos; fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas e laboratórios de manipulação genética não podem deixar a unidade geradora sem tratamento prévio; os resíduos líquidos de estabelecimento de saúde devem ser tratados antes do lançamento no corpo receptor ou na rede coletora de esgoto, sempre que não houver sistema de tratamento de esgoto coletivo atendendo a área onde está localizado o serviço, a critério do órgão competente de controle ambiental; os resíduos biológicos procedentes de tecido, órgão, peça anatômicas resultantes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica devem ser acondicionados, separadamente, em sacos plásticos, conforme NBR 9191.

Os requisitos dos isoladores para linhas aéreas

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isoladoresA NBR 15122 de 05/2013 – Isoladores para linhas aéreas – Isoladores compostos tipo suspensão e tipo ancoragem, para sistemas em corrente alternada com tensões nominais acima de 1 000 V – Definições, métodos de ensaio e critério de aceitação define os termos usados e especifica os métodos de ensaio e respectivos critérios de aceitação para isoladores compostos. Os isoladores compostos cobertos por essa norma são previstos para serem usados em suspensão ou ancoragem, mas deve-se observar que esses isoladores podem ocasionalmente ser submetidos à compressão ou flexão, por exemplo, quando usados como espaçadores entre fases. Nesse caso o isolador passa a ser denominado isolador distanciador.

Essa norma pode ser parcialmente aplicada a isoladores compostos híbridos cujo núcleo é feito de material homogêneo (porcelana, resina) (ver Seção 7). Não inclui requisitos que tratam da escolha de isoladores para condições específicas de operação. Na identificação dos isoladores, deve-se atender aos requisitos da NBR 15643, devendo ainda cada isolador ser marcado com sua carga mecânica nominal e a identificação do lote (número de série ou código de rastreio).

As condições ambientais usuais para as quais os isoladores podem ser submetidos, quando em operação, são definidas na NBR 15643. No transporte, armazenagem e instalação, devem ser atendidos os requisitos da NBR 15643, sendo que as informações quanto ao manuseio de isoladores compostos podem ser obtidas na publicação técnica do Cigré número 184.

Durante a instalação, ou quando usado em configurações não normalizadas, os isoladores compostos de suspensão podem ser submetidos a uma torção elevada, cargas de compressão ou deflexão para as quais eles não foram projetados. O Anexo C fornece um guia para tais cargas. Como estabelecido na Seção 1, essa norma pode ser parcialmente aplicada a isoladores híbridos cujo núcleo ou partes integrantes são constituídos por material homogêneo (porcelana, vidro).

Em geral, os ensaios mecânicos carga–tempo e os ensaios no material do núcleo não se aplicam a núcleos de porcelana ou vidro. Para tais isoladores, as partes interessadas devem fazer um acordo quanto à seleção dos ensaios dessa norma e da NBR 5032 a serem utilizados.