O que acontece com as áreas desmatadas na Amazônia?

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dia 28/06/2013

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelaram que, do total de 739.672,54 km² de desflorestamento acumulado até o ano de 2009, 22% (165.229,31 km²) consistem de áreas que foram abandonadas e que estão em processo de regeneração. No primeiro levantamento realizado pelo TerraClass, que levou em conta o desmatamento até 2008, a vegetação secundária consistia em 21% (150.815,31 km²).

Os dados deste segundo relatório, denominado TerraClass 2010, também apontam para uma tendência de aumento das áreas voltadas para agricultura mecanizada. A agricultura anual ocupa 5,4% do total de áreas desflorestadas (aproximadamente 40.000 km²). Assim como no levantamento anterior, as áreas de pastagens continuam com o maior percentual nas áreas desflorestadas, ocupando 66% do total (cerca de 460.000 km²).

Enquanto o avanço da agricultura e vegetação secundária ocorreu quase totalmente sobre as pastagens, estas áreas, por sua vez, avançaram principalmente sobre desflorestamentos. O TerraClass mapeia o uso das áreas desflorestadas na Amazônia para mostrar o que foi feito nos locais identificados pelo PRODES, o sistema do INPE que contabiliza anualmente o desmate por corte raso na Amazônia Legal com base em imagens de satélites.

Para descrever a situação do uso e da cobertura da terra, o projeto considera as seguintes classes temáticas: Agricultura, Pasto Limpo, Pasto Sujo, Pasto com Solo Exposto, Regeneração com Pasto, Vegetação Secundária, Mosaico de Ocupações, Mineração, Área Urbana e Reflorestamento. A tabela abaixo apresenta os dados do TerraClass 2008 e TerraClass 2010 (em quilômetros quadrados e o percentual correspondente).

tabela

Como liderar uma equipe?

A base para uma boa negociação com os colaboradores é o diálogo

Fonte: Assessoria de Comunicação do IBPT

Como liderar uma equipe?

Liderar uma equipe não é uma tarefa simples. Muito pelo contrário: administrar os problemas e interesses de um grupo profissional pode se tornar um trabalho extremamente complicado, se a pessoa não tiver aptidão e habilidade para fazer as coisas certas na hora certa. Um bom líder necessita tanto das aptidões técnicas para gerir os colaboradores quanto da capacidade e equilíbrio para desenvolver seus liderados.

Um dos segredos para liderar de forma eficaz e produtiva é atender as expectativas dos colaboradores, alinhando-as com os interesses das organizações. Para isso, é preciso manobrar muitas questões, como, por exemplo, a percepção de quando as pessoas estão ou não estimuladas. Segundo o conferencista, coach e escritor Marco Fabossi, especialista em liderança, “liderar significa cuidar de pessoas e desenvolvê-las”. Em sua opinião, liderança é relacionamento, e relacionamento pressupõe contato pessoal.

Ou seja: entre outras habilidades, um bom líder deve estar apto a buscar soluções rápidas e eficazes para os problemas e resolver conflitos, sempre com o objetivo de manter as relações harmoniosas. A base para uma boa negociação é o diálogo. Por meio dele, é possível identificar a origem, a natureza, e, claro, a solução da problemática. Nesse diálogo, é imprescindível aprender a ouvir. Aliás, para um líder, deve se habituar mais a ouvir do que falar. Ao ouvir seus colaboradores, ele conseguirá extrair o que cada um tem de melhor. Os funcionários terão autonomia para colocar em prática suas próprias ideias.

Um bom líder não deve ser nem bonzinho, nem carrasco. O que vale é tentar ser o mais justo possível. Além disso, ele não deve encarar os membros da equipe como subordinados, acreditar que um estilo de gestão funciona de maneira efetiva para todos os colaboradores e muito menos rotular sua equipe de competente, incompetente, preguiçoso, esforçado, lento.

Entretanto, o erro mais grave de um líder é tentar se impor pelo poder. Muitas pessoas que têm o cargo de chefia pensam que podem chegar a um determinado resultado influenciando seus colaboradores com agressividade. O caminho é totalmente o oposto: um bom líder deve envolver os colaboradores a ponto de despertar neles o interesse em se engajar.

Texto: Danielle Ruas

Edição: Lenilde De León

Cp e Cpk – Índices de Capacidade de um processo

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Cristiano Bertulucci Silveira

A capacidade de um processo pode ser definida como sendo a capacidade inerente de um processo para a produção de peças idênticas, por um longo período de tempo sob um determinado conjunto de condições. Ela objetiva demonstrar se  um processo de fabricação específico é ou não viável e sustentável. É a partir desta avaliação rigorosa que um fabricante pode analisar todas as características do produto e então, decidir se quer continuar com a produção, alterar especificações ou cancelar o projeto. Avaliar a capacidade de um processo é bastante importante, uma vez que permite quantificar a forma de como um processo pode produzir produtos aceitáveis. Como resultado, os gerentes e engenheiros de uma fábrica podem priorizar melhorias necessárias e identificar os processos que não precisam de atenção imediata.

Avaliação da Capacidade do Processo

A avaliação da capacidade de um processo é realizada através de uma estrutura chamada de análise de capacidade do processo (ACP).  A ACP pode ser definida como um método de melhoria em que uma característica do produto é medida e analisada objetivando determinar a capacidade do processo que satisfaça as especificações para a característica em estudo. Embora a capacidade possa ser avaliada através de várias medidas e métodos, tais como tolerância percentual consumida por capacidade ou a partir de um gráfico de controle ou análise de histograma, a maneira mais comum de fazer isso é através dos índices de capacidades (IC). ICs são medidas específicas que comparam a saída do processo real com os limites de especificação para uma determinada característica. Em outras palavras, eles mostram a capacidade de um processo para satisfazer as suas necessidades por meio de um estudo numérico padrão. Entre os ICs existentes, os mais populares são o Cp (capacidade de processo) e Cpk (índice de capacidade de processo).

Medição do Cp e Cpk

O Cp e Cpk são índices que  apontam se o processo está fabricando produtos dentro de uma faixa de especificação e assim indicam se a produtividade está o suficientemente aceitável. Estes índices são muito importantes na fase do desenvolvimento de produto, pois nesta fase inicial, a análise do histórico dos índices de capacidade de peças similares podem permitir que sejam escolhidos processos e especificações coerentes que sejam eficazes estatisticamente. Adicionalmente, eles também se fazem importantes durante a homologação do processo, pois podem revelar processos problemáticos antes da entrada de produtos na linha de produção.

Para fazer o estudo de capacidade e performance, é necessário medir e identificar as diferentes fontes de variabilidade do processo, ou seja, é necessário que o processo esteja sob controle estatístico de processo. Os conceitos de estatística deverão ser utilizados para separar os efeitos da variabilidade das chamadas “Causas Comuns” (inerentes ao processo)   das “Causas Especiais” (derivadas de variáveis específicas e controláveis).

Cálculo do Cp e Cpk

Para calcular os índices, é necessário que primeiro seja definida uma característica a ser medida. Após isto, é necessários colher amostras de medições desta característica. Por exemplo, para uma linha de produção de latas, podemos definir uma característica medida como sendo o diâmetro da lata. Sendo assim, adotamos limites inferiores e superiores para o diâmetro da lata que devem ser cumpridos para que não tenhamos produtos fora de especificação. Seria algo do tipo: o diâmetro não pode ser menor do que 40mm e maior do que 42mm. Com o LSE e LSI definidos, basta agora colher amostras de medições e calcular os índices Cp e Cpk.

O Cp foi o primeiro índice proposto na literatura e é utilizado para avaliar a largura da amplitude do processo em comparação com a largura da especificação. Ele pode ser calculado utilizando a seguinte fórmula:

CP = cp

sendo:

  • LSE: Limite Superior de Especificação
  • LIE: Limite Inferior de Especificação
  • σ : Desvio-padrão calculado a partir da amostragem de medições.

Simplificando, quanto maior for o índice Cp, menor a probabilidade da característica de qualidade medida  estar fora das especificações, o que indica que haveriam menos produtos defeituosos durante o processo produtivo. Na tabela 1, é possível visualizarmos a relação entre o valor de Cp, a quantidade de produto defeituoso e quais as ações corretivas normalmente adotadas.

Tabela 1 – Relação entre o índice CP e a porcentagem de produtos defeituosos
 Valor de CP Produto Fora da Especificação Ação típica adotada
  <1.0  >=5 % Aumento de controle de processo, triagem, retrabalho, etc.
 1.0  0.3 % Aumento de controle de processo, inspeção.
 1.33  64 ppm Inspeção reduzida e utilização de cartas de controle.
 1.63  1 ppm Verificação pontual e utilização de cartas de controle.

 

Como explicado, o Cp é muito importante para que seja avaliada a largura da amostragem com relação à faixa dos limites de especificação, mas uma limitação deste índice é que ele só incide sobre a dispersão do processo estudado, não considerando a centragem do referido processo. O índice Cp apenas considera a variabilidade do processo (σ). Com o intuito de analisar o processo considerando-se a centragem das amostragens, criou-se o índice Cpk. O Cpk foi criado em 1986 com o objetivo de medir a distância entre o limite de especificação mais próxima do valor esperado a partir da característica de qualidade estudada, de modo a relacionar a metade desta distância da amplitude do processo natural, 3σ. De um ponto de vista prático, o índice Cpk é mais avançado do que o Cp, porque pode ser utilizado para medir as características de qualidade, onde apenas um limite de especificação é importante. Este índice é obtido a partir da fórmula seguinte:

CPK =   cpk

sendo:

  • LSE – Limite Superior de Especificação
  • LIE -Limite Inferior de Especificação
  • Χ – Mediana da característica medida
  • σ – Desvio-padrão calculado a partir da amostragem de medições.

Na prática, quanto maior for o índice Cpk, menor será a probabilidade da característica de qualidade medida estar fora de especificação, o que também significa que a curva gaussiana (traço mais fino em vermelho que delimita o histograma da Figura 1 abaixo) mantém uma posição aceitável de centragem no que diz respeito aos limites. Por outro lado, o aumento do valor do Cpk pode exigir uma alteração na média do processo, no desvio padrão, ou em ambos. É importante ressaltar que em alguns processos pode ser mais fácil aumentar o valor de Cpk, alterando o valor médio, talvez através de um simples ajuste do objetivo do processo, do que reduzir o desvio padrão investigando as muitas causas da variabilidade. Na Figura 1, é possível visualizar de forma gráfica alguns cenários para os índices Cp e Cpk e a denominação para o processo quando analisados nestes cenários.

índices de capacidade de processo cp e cpk

Figura 1 – índices de capacidade de processo Cp e Cpk

Como é possível verificar, a razão para que um cliente possa necessitar saber qual o Cp ou Cpk do processo de um fornecedor é simples: na prática ele deseja conhecer a probabilidade de ele adquirir produtos fora da especificação. Como vimos, se o índice Cpk de um processo for menor que 1, é provável que o cliente deseje outro fornecedor pois as especificações não estão sendo cumpridas com certa frequência. O ideal é que o Cpk seja maior que 1 sendo que tipicamente é desejado o valor de 1,33 que significa 64 ppm de produtos fora de especificação.

Além do benefício de fidelizar um cliente com a utilização e o aprimoramento destes índices de performance, constata-se que eles refletem diretamente em outro indicador bastante utilizado na indústria, o OEE (Overall equipment effectiveness). Isto porque um bom valor de Cp e Cpk impactam diretamente no fator de qualidade do produto que é utilizado no cálculo do OEE.

Os softwares para controle estatístico de processo (CEP) podem ser uma ferramenta muito útil para a análise do processo. Atualmente, é fácil encontrar estas ferramentas que são capazes de analisar processos em tempo real, permitindo aos operadores e gerentes a rápida tomada de decisões de forma a impedir a produção de peças ruins. Usando softwares de CEP em tempo real é possível tomar medidas preventivas de forma a garantir que tudo esteja no controle. Obviamente, quando o processo permanece sob controle e os parâmetros estão dentro das especificações do cliente, então é possível colher os benefícios do CEP.

Com o custo da má qualidade como uma métrica visível nas empresas, que não desejam ter custos de falhas internas,  os softwares CEP podem atuar na prevenção de sucatas, retrabalhos e outros custos de qualidade interno. Estas ferramentas impedem custos externos de qualidade, tais como devoluções, garantia. Há ainda uma questão fundamental que cada empresa deve fazer: “Quantas peças ruins são produzidas antes que possamos saber que peças ruims estão sendo produzidas? “Esta é a razão pela qual uma ferramenta de análise em tempo real pode ajudar muito na redução de custos.

Cristiano Bertulucci Silveira é engenheiro eletricista pela Unesp com MBA em Gestão de Projetos pela FVG e certificado pelo PMI. Atuou em gestão de ativos e gestão de projetos em grandes empresas como CBA-Votorantim Metais, Siemens e Votorantim Cimentos. Atualmente é diretor de projetos da Citisystems – cristiano@citisystems.com.br – Skype: cristianociti

AWWA C950-13: os requisitos para tubos de pressão em fibras de vidro

A C950-13: AWWA Standard for Fiberglass Pressure Pipe descreve a fabricação e o teste em tubos em fibra de vidro de 1 polegada até 156 polegadas (25 mm a 4.000 mm), para o uso tanto em sistemas de água subterrâneos como acima do solo. Os sistemas de tubulação de serviços e distribuição, e sistemas de tubulação de transmissão estão incluídos. Ambos devem ser reforçados com fibra de vidro, resina de termofixos (RTRP) e fibra de vidro reforçada com polímero RPMP). Os sistemas de resina de epóxi poliéster e resina também são descritas, e de categoria comercial de fibras de vidro é especificado como o material de reforço na parede do tubo.

Os materiais de revestimento incorporados incluem resina de termofixo ou termoplástico, reforçada ou não armada, com ou sem enchimentos. As classes de pressão descritas são 50, 100, 150, 200, 250, 300, 350, 400 e 450 psig (345, 689, 1.034, 1.379, 1.724, 2.069, 2.414, 2.759, e 3.103 kPa). As classes de rigidez descritos são 9, 18, 36 e 72 psi (62, 124, 248, e 496 kPa).

Essa norma pode ser usada em outros diâmetros, classes de pressão e classes de rigidez. Para obter informações sobre design, hidráulica e instalação, consulte o manual da WWA M45, Fiberglass Pipe Design. As principais revisões feitas nesta edição da norma incluem o seguinte: alterações formais para esclarecer o ciclo de produção e os materiais permitidos, o diâmetro hidrostático obrigatório foi aumentado de 54 polegadas até 96 polegadas e a pressão hidrostática para diâmetros superiores a 54 polegadas é 1.5x para refletir melhor capacidade dos equipamentos atuais disponíveis na indústria.

Prevenir antes de remediar!

Já dizia o ditado: “É melhor prevenir do que remediar”. A medicina preventiva é o grande xis da questão nos dias de hoje. Com o intuito de proporcionar qualidade de vida ela prevê, evita e trata eventuais doenças, antes que elas se manifestem plenamente. É o caso da campanha contra a gripe que acontece anualmente, nos meses que antecedem o inverno para precaver esta enfermidade, principalmente nas faixas etárias extremas.
Segundo o pneumologista da Amhpla Cooperativa de Assistência Médica, Pedro Antônio de Mello, “as pessoas que tomam a vacina contra a gripe tendem a ser mais resistentes, por isso a importância de imunizar, principalmente crianças e idosos.

Essa vacina é indicada a todas as idades, a partir dos seis meses de vida”. E, atenção para o alerta do pneumologista: a imunização não desenvolve a doença. Quando isso acontece, é sinal de que a pessoa já estava com o vírus encubado.

Gripe e resfriado são problemas diferentes, explica o médico. “O resfriado é um processo localizado, que só atinge as vias aéreas superiores (nariz e garganta), provocando coriza, dor na garganta e tosse. Já a febre – tida como um mecanismo de defesa do organismo – é típica da gripe e deve ser controlada com banhos mornos a frios e uso de antitérmicos. Algumas pessoas podem apresentar sintomas de delírio ou crise convulsiva com febre muito elevada, principalmente as crianças”.

De acordo com Pedro Antônio de Mello, a gripe aparece mais na época do inverno, porque as pessoas costumam ficar em ambientes mais fechados, “segurando” o vírus no ambiente e contribuindo para a transmissão da doença. “O ideal é manter o ambiente ventilado e limpo, fazer boa alimentação, repousar, evitar a ingestão de bebidas alcóolicas e fumo”.

É preciso prestar atenção também às secreções, que em regra apresentam cor clara. “Se a secreção mudar de cor, para amarela ou esverdeada, é sinal de infecção secundária e, nesse caso, é preciso procurar um médico que indicará a forma de tratamento, inclusive para evitar a pneumonia – uma complicação possível da gripe, normalmente gerada por uma bactéria. Além dessa, outras infecções como sinusite, otite e bronquite também são complicações possíveis”.

O vírus da gripe H1N1 ou influenza A, salienta Dr. Pedro, é um vírus mutante e mais agressivo. “A prevenção também é feita com a vacina do vírus da doença inativo e fracionado (não é a mesma vacina da gripe convencional). As pessoas mais suscetíveis a contrair o vírus são crianças, gestantes e mulheres que acabaram de ter bebê, idosos acima de 60 anos e pessoas com patologias crônicas. Os indivíduos que trabalham na área da saúde também devem tomar a vacina.

Neste sentido, se a pessoa tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, é indicado que se procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum”, orienta.  E conclui: “A H1N1 é uma doença que pode evoluir como uma gripe comum sem complicações ou resultar em um quadro de insuficiência respiratória, podendo levar à morte. Neste quadro, o vírus inflama os pulmões, gera desconfortos na respiração, e a pessoa só consegue reagir se tem uma boa capacidade respiratória. Esta gripe é muito preocupante e a nossa principal arma é a conscientização com relação à importância da vacina”.