Sucesso com produtividade e qualidade – como fazer melhor com menos

e-bookEssa publicação ASQ/Target é o resultado de comparações feitas pelo autor de mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Essas análises e comparações de produtividade mostraram que praticamente todas as organizações, mesmo as melhores, podem aprender com os seus concorrentes e parceiros. O e-book Succeed with Productivity and Quality – How to Do Better with Less, de autoria de Imre Bernolak, é é o resultado de comparações feitas pelo autor de mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Estas análises e comparações de produtividade mostraram que praticamente todas as organizações, mesmo as melhores, podem aprender com os seus concorrentes e parceiros, bem como com uma autoanálise sobre como conseguir mais por meio de uma melhor organização e utilização dos seus recursos.

A Parte I explica o que é a produtividade é porque é tão importante. A Parte II descreve como problemas de produtividade e as oportunidades podem ser identificadas por meio de medição e análise sistemática. Enquanto esse não é um livro de estatística, ele explica através de soluções simples e práticas como se pode beneficiar da medição relevante.

A Parte III descreve o modo como cada pessoa pode melhorar a sua produtividade e tornar-se significativamente mais eficiente e eficaz. A Parte IV analisa como a produtividade pode ser melhorada através de um melhor planejamento, organização, uso do tempo, conhecimento, tecnologia e recursos.

Adam Smith já no final do século XVIII reconheceu que a vida das pessoas só poderia ser melhor e menos cansativa quando for aumentada a sua produtividade, isto é, através da produção de mais e com menos esforço e recursos. Este conhecimento não se tornou difundido até há pouco tempo. Embora nos Estados Unidos começou-se a medir a produtividade antes da virada do século XIX, a importância da produtividade só se tinha tornado mais amplamente conhecida no meio do século XX. Isto é, quando as pessoas começaram a analisar a economia que a produtividade causa e que pode ser utilizada para tornar a vida melhor e mais fácil.

O autor deste livro esteve entre os primeiros e mais eficazes contribuintes para a análise da produtividade e melhoria na América do Norte, Europa e Ásia. Ele construiu um meio século de experiência na área de análise de produtividade e melhoria. Foi um dos primeiros na América do Norte a analisar e compreender como a produtividade pode ser melhorada. Colaborou com Productivity and Technology Division of the United States Bureau of Labor Statistics, the American Productivity and Quality Center, em particular na sua formação, no U.S. Network of Productivity and Quality Centers, bem como em organizações de produtividade na América do Sul e Central. Na Europa, a serviu por mais de uma década como diretor da Canada of the European Association of National Productivity Centres.

Em cooperação com estas organizações, dirigiu o desenvolvimento de produtividade do trabalho e as comparações entre empresas no Canadá e nos Estados Unidos e Europa. Até o momento da redação deste livro, essas comparações abrangeram mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Também dirigiu essas comparações de produtividade entre empresas em toda a Ásia como perito chefe e editor para a produtividade da Asian Productivity Organization e, na década de 1990, serviu em uma equipe do World Bank para melhorar a produtividade em Barbados.

Foi autor muitos artigos sobre produtividade em publicações na América, Europa e Ásia, incluindo muitos relatórios, livros, capítulos e artigos sobre métodos de análise e melhoria de produtividade, publicado pela Organisation for Economic Co-Operation and Development (OECD), do National Bureau of Economic Research, American Productivity Center, British Council of Productivity Associations, American Institute of Industrial Engineers,9 the Asian Productivity Organization,10,11 the Canadian Bureau of Management Consulting,the Washington-based International Productivity Service,13 and the European Association of National Productivity Centres.

As análises de produtividade e comparações mostraram que qualquer organização, mesmo as melhores, pode aprender com os seus concorrentes, bem como a partir de autoanálise conhecer melhor a forma de alcançar mais através de uma melhor organização e utilização do seus recursos. Este livro descreve e compartilha as lições aprendidas por décadas de análise de produtividade e melhoria no trabalho.

Este livro básico e abrangente é destinado a empresários, gerentes de filiais locais de grandes corporações, como bancos ou empresas correntes, bem como gestores ou gerentes de aspirantes em outro organizações privadas ou públicas. É uma leitura essencial para estudantes de administração de empresas e de economia, bem como práticas gerenciais, e preenche um buraco na formação de alunos em todos os campos onde eles irão gerenciar pessoas e recursos. Profissionais, outros trabalhadores do conhecimento, e técnicos também se beneficiarão porque sua formação profissional geralmente se concentra em sua específica experiência e não na melhoria da produtividade.

Ao longo dos anos tornou-se claro que os gestores até mesmo das melhores organizações podem se beneficiar aprendendo a partir da experiência dos outros. O livro contém quatro partes. Em resumo, ele vai lhe mostrar como você pode fazer mais e melhor com menos esforço e recursos.

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A floresta tropical brasileira pode ajudar a prever o impacto das mudanças climáticas

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pesquisadoresO pólen antigo de um dos ecossistemas mais diversificados do mundo possibilitaria aos cientistas melhorar suas previsões dos efeitos das mudanças climáticas no mundo. Estudos feitos com mais de 140 tipos de pólen de árvores e ervas, preservados em sedimentos lacustres da Mata Atlântica brasileira, estão ajudando os cientistas a entender como as alterações do clima no passado impactaram o meio ambiente. Estas descobertas, de pesquisadores das Universidades de Edimburgo e de São Paulo, poderiam ajudar a prever como as plantas e os animais irão reagir às futuras mudanças ambientais.

Apenas 10 % da Mata Atlântica ainda sobrevive, uma região de floresta tropical e mata cobrindo uma área de cerca de 1.300.000 km2, estendendo-se ao longo da costa do Atlântico no Brasil e chegando até o Paraguai e a Argentina. Sua rica biodiversidade e localização vulnerável conferem a essa região uma importância internacional. A existência de certos tipos de pólen, que podem sobreviver durante milhares de anos, sugere que a região de Linhares da Mata Atlântica vem experimentando verões cada vez mais chuvosos e invernos cada vez mais secos durante os últimos 7.000 anos, causando mudanças nos tipos de planta encontrados nessa floresta. Os cientistas dizem que os verões mais quentes e úmidos podem ter sido causados por uma mudança no eixo de rotação da Terra, que ocorre a cada 20.000 anos e afeta o clima do planeta.

Os pesquisadores acreditam que isso resultou no desenvolvimento de um microclima altamente localizado e um assim chamado refúgio de floresta antiga, proporcionando um hábitat para plantas e animais quando outras partes da Mata Atlântica ficaram sem árvores. Estas descobertas ajudam a explicar a presença de muitas espécies raras na área estudada e poderiam ajudar a prever como as florestas mudarão no futuro. Os pesquisadores esperam que seu trabalho saliente a necessidade de criar e proteger corredores de vegetação ou rios entre áreas cada vez mais fragmentadas da Mata Atlântica.

Esses corredores permitem que plantas e animais se dispersem entre áreas isoladas da floresta e ajudem a manter a biodiversidade. Mudanças na legislação que protege as florestas brasileiras, assim como a construção mais intensiva de estradas, podem resultar no isolamento ainda maior dos fragmentos de floresta e na redução do acervo genético. Antonio Álvaro Buso Júnior, da Universidade de Edimburgo, um dos pesquisadores do estudo disse: “Esses antigos grãos de pólen nos permitem revelar os segredos do passado e poderiam nos ajudar a prever como esta região vital vai reagir no futuro. Nosso estudo mostra como as plantas reagiram às mudanças nas condições e eu espero que agora possamos montar uma defesa para a maior proteção destes ecossistemas preciosos”.