Livro: Um messias alucinado, de Valterlins Herculano dos Santos

capa_livro_ValtãoCerta vez, houve um homem comum, igual à maioria dos que conhecemos. Um cidadão aparentemente nor­mal, levando uma vida cotidiana, rotineira e sem grandes pretensões mundanas ou futuristas, como a maior parte dos mortais terrenos que conhecemos. Contando o tem­po com o tempo, vivendo sem compromisso algum com as coisas do mundo e simplesmente esperando a morte chegar, como dizia o Raul, ocupando-se com coisas ba­nais, fúteis e passageiras, e essas coisas pouco acrescenta­vam e contribuíam com suas expectativas futuras, em um universo de contraversões e controvérsias que rondam nossa imaginação. Mas, desde sua infância, esse homem despertou e foi invadido por pensamentos e motivações que rondavam seu mundo imaginário. Começou a experimentar emo­ções e sensações precoces, que a cada dia cresciam e lhe direcionavam a um destino e caminhos tortuosos, para entender-se como individuo e se tornar ser completo.” Isso é o que escreve Valterlins Herculano dos Santos no seu livro Um messias alucinado, ou a história de Lucimay que, como ele mesmo diz, fala sobre fatos reais, mentiras verdadeiras e imaginações.

Valtão era motoqueiro de uma editora que a gente trabalhava e fizemos uma amizade bastante alucinada ou baseada em conversas de todos os tipos. Uma figura muito legal. Muitas coisas escritas no livro ele já comentava com a gente, em conversas pelos cantos da editora. Hoje, ele mora em Boiçucanga, perto de São Sebastião (SP), com a família: sua mulher, Sheisa Samira, cachorro, filho e muita coisa na cabeça que ninguém é de ferro.

Segundo o que ele conta no livro é uma história extraordinária, curiosa intensa­mente alucinada e fantasiosa, porém “verdadeiramente” existente. Verdadeira, porque vi, presenciei sua parte principal, em que o personagem teve sua maior e mais intensa expe­riência em sua busca existencial. E por ter participado do teor e do furor da história, fui testemunha ocular no epi­centro dos fatos. E me servindo de veículo narrador da saga, transcrita por minha mente, transformei-a em um conto, logo assim se passando então a uma grande “mentira”, a minha mentira verdadeira, que contarei a partir de agora. Começarei narrando a história de um personagem princi­pal, o Messias Alucinado. Embarcaremos em um mundo imaginário cheio de aventuras, torturas mentais e loucu­ras espirituais alucinantes, proporcionada pelo desbrava­dor de mentes Lucimay, que, em sua busca incessante por conhecimentos transcendentais ou “simplesmente” co­nhecimentos reais, físicos, palpáveis e lógicos, aqueles que estão ao alcance das nossas limitadas mãos, para chegar até outros que vão além da imaginação e do nosso campo de visão periférica territorial.

E por ai vai a alucinação do Valtão. Passa por Gênesis, Apocalipse, etc. e tal e chega na formação do Universo através do sexo. O todo é sexo e a sua existência se deve a um grande e gigantesco orgasmo cósmico, o Big Bang cômico cósmico. Dessa forma, o Divino, em seu estado de êxtase e esplendor, ejaculou, e toda vida que conhecemos se ori­ginou. Mas como Deus não tem sexo, toda matéria se formou. Os planetas e corpos celestes são os óvulos, e os cometas e meteoros são espermatozoides polarizado­res, “gametas”, que têm a função de fecundar o cosmos ao colidirem com os astros, estrelas e corpos físicos ce­lestiais, dando origem a tudo e todos que conhecemos… Vendo desse dessa forma, as coisas fazem um grande sen­tido, porque aqui na Terra tudo e todos transam, sem ex­ceção. É um verdadeiro bacanal, e, por mais incrível que pareça, o sexo é a única energia que conhecemos que não tem a finalidade de alimentar nada, exceto a sacanagem e a reprodução.

O que a gente sente no final do livro: Valtão é Lucimay e diz muito bem: no final de tudo isso, se você quiser conhecer o real e verdadeiro sentido da vida, olhe-se diante de um espe­lho, reflita-se em Deus, analise-se, conheça-se, aceite-se e participe do espetáculo da vida que não para, no traslado infinito que corre pela biodiversidade do planeta Terra. Você não está aqui sozinho. Aceite-se e ame-se do jeito que você é. Divida sua existência com aqueles que são “iguais” a você, e o resto do mundo vai te aceitar, te respeitar e te amar, por tudo de bom e melhor que você venha aproveitar e acrescentar da vida compartilhada e, no final da jornada, siga em frente ao encontro do infini­to, deixando para trás este corpo causador de realizações existenciais, “o hospedeiro da sagrada mente”. Viva intensa e positivamente. Faça sua existência ser completa e valer a pena.

Quem quiser comprar ou obter mais informações sobre o livro, acesse o link http://www.editoraschoba.com.br/livraria/um-messias-alucinado.html

A internacionalização de marcas como estratégia de geração de valor

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

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Renato de Faria e Almeida Prado

O comércio internacional é um ambiente muito competitivo e marcas globais são reconhecidas pela excelência que entregam ao consumidor em seus produtos. Neste sentido, a internacionalização de uma marca gera para ela um valor intangível de maneira semelhante a um selo que atesta sua qualidade.

Na internacionalização de uma marca muitos são os custos envolvidos: frete local e internacional, seguro, despachantes, pessoal interno para administração, traduções de materiais promocionais, adequação de embalagens, entre outros. Assim, antes de assumir os custos com a internacionalização, é natural que uma marca tenha explorado antes as boas oportunidades locais, tendo conquistado uma boa massa crítica de vendas em seu país.

A penetração de uma marca em outros países também aumenta sua exposição tanto para os consumidores locais quanto para estrangeiros. A distribuição internacional significa para o consumidor estrangeiro o acesso àquela marca em seu País, e para o consumidor viajante conterrâneo, uma maior frequência de exposição aliada ao fato de a marca carregar em si a representação de seu país de origem, ampliando assim o valor percebido da marca.

Muito importante também é o aspecto multicultural. Para que se obtenha sucesso em uma estratégia de internacionalização de uma marca é imprescindível observar e respeitar as diferenças culturais dos diversos países de destino. Estes aspectos culturais são incorporados pela marca contribuindo para sua evolução e aprimoramento. Esta evolução se observa tanto nos atributos de produto e embalagem quanto na própria estratégia de comunicação da empresa.

No âmbito corporativo, a internacionalização significa racionalização de processos, aumento de produtividade, globalização da cadeia de suprimentos, traduzindo-se em melhoria de custos, aumento de lucros e resultando no maior valor do empreendimento. Para investidores, marcas internacionais significam canais de distribuição em diversos países, proteção do investimento em relação a flutuações cambiais, economia de escala e novas alternativas de realização de lucros, trazendo mais segurança ao investimento e maior valor para o acionista. A internacionalização de uma marca é, portanto, estratégia de sucesso para geração de valor em várias dimensões: consumidor, empresa e investidores.

Renato de Faria e Almeida Prado é sócio diretor da Suriana.

O fim das lâmpadas incandescentes

incandescenteWladimir Pedrone, diretor do Museu da Lâmpada de São Paulo, explica por meio de perguntas e respostas como funciona a nova lei do Ministério de Minas e Energia que determinou a substituição das lâmpadas incandescentes do mercado brasileiro.

Qual é o impacto dessa medida para a sociedade?

Neste primeiro momento é difícil medir o impacto direto, pois esse tipo de lâmpada já está enraizado no que se diz respeito a iluminação e no dia a dia das pessoas e o problema pode estar aí, pois algumas pessoas possuem um certo receio com as novas tecnologias. A vantagem é que a economia de energia será visível e o impacto ambiental também é muito expressivo.

O consumidor irá se beneficiar?

De inicio o consumidor terá que fazer um investimento maior do que a lâmpada incandescente padrão para adquirir a “nova” tecnologia, porém os benefícios serão visíveis na economia de energia e na vida útil.

Qual é a importância  para o planeta?

Esta medida é extremamente importante para uma nova realidade sustentável ao qual estamos vivendo. As “novas” tecnologias desenvolvidas para iluminação, como LEDs e fluorescentes são extremamente econômica no gasto de energia podendo representar até 80% de economia. Porem é necessário se atentar com o descarte das lâmpadas fluorescentes, pois essa necessita de um cuidado especial devido ao mercúrio composto em sua estrutura.

O que essa determinação representa para as empresas que trabalham com iluminação?

O foco principal é convencer os clientes que as novas tecnologias só irão trazer benefícios para os projetos. No meio técnico o impacto é aparente quando a questão é o IRC ( índice de reprodução de cor, que define a qualidade da cor) que é de 100 em lâmpadas incandescentes e halógenas contra a superioridade das lâmpadas que utilizam as novas tecnologias.

Como será feita a substituição no mercado?

Desde 30/06/2012 está em vigor uma portaria do Ministério de Minas e Energia (MME) que pretende tirar, até 2016, todas as lâmpadas incandescentes do mercado. Lâmpadas incandescentes de uso geral com potências de 150 W e 200W que não atenderem níveis mínimos de eficiência energética deixarão de ser produzidas e importadas no Brasil. A substituição das lâmpadas incandescentes no Brasil não será imediata, mas de forma gradativa. A ideia é que elas saiam do mercado de acordo com a potência, de 31/12/2012 (as de maior potência) até 30/06/2016 (as de menor potência).

Essa lei existe em outros países?

Sim a lâmpada incandescente já foi banida na Europa (2008) e mais de 40 países em todo o mundo.