Estudo sobre a cadeia logística do setor automotivo

Cursos Target para o segundo semestre

Com o objetivo de atender os clientes e os usuários, a Target elaborou uma pauta de treinamentos estruturados que oferecem aos participantes os subsídios técnicos necessários para que todos possam estar seguros das melhores práticas existentes no âmbito da engenharia, saúde, segurança no trabalho e gestão empresarial atendendo a legislação vigente. Um corpo docente formado por especialistas reconhecidos em seus setores, garante aos alunos uma formação altamente eficaz e qualificada. O número reduzido de participantes por turma é outro fator que confere eficiência aos Cursos Target.

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Operações enxutas e resilientes: as cadeias de suprimentos devem responder cada vez mais rapidamente e estarem dispostas a enfrentar as mudanças produzidas pelo “efeito borboleta”

 455Um novo estudo feito pela DHL, empresa líder mundial de logística, estabelece considerações que evidenciam a necessidade de reavaliar o foco com que a indústria automotiva opera suas cadeias de suprimentos e processos logísticos. Isso motiva as empresas a se perguntarem “O que aconteceria se?” para prevenir potenciais crises futuras. As cadeias de suprimentos atuais necessitam ser cada vez mais resilientes e ágeis para sobreviver ao “efeito borboleta” – onde uma pequena mudança em algum ponto da cadeia de suprimentos pode gerar consequências impactantes no negócio, tais como perder clientes, afetar a reputação da marca e impactar a lucratividade em milhares de bilhões de dólares.

O novo híbrido da cadeia de suprimentos do setor automotivo: “Lean and Resilient” (Operações Enxutas e Resilientes) é um estudo desenvolvido por Lisa Harrington, presidente do Grupo lharrington LLC, preparado em colaboração com a DHL. Lisa também é Diretora Associada do Centro de Gestão de Cadeias de Suprimentos e professora de gestão logística da Faculdade de Negócios Robert H. Smith da Universidade de Maryland. Entrevistas com especialistas e análises de incidentes passados revelam como as empresas correm risco em assumir danos críticos nos seus negócios se não estão em condições de antecipar e responder a crescente incerteza e vulnerabilidade de suas cadeias de suprimentos diante de fatores como a volatilidade econômica, os desastres naturais e a instabilidade política.

O novo estudo mostra a evolução da indústria automotiva e detalha os benefícios de reavaliar e rever suas cadeias de suprimentos, buscando estabelecer novos modelos “híbridos” que sejam enxutos e resilientes, agregando elementos, tais como redundância controlada e planos de contingência para melhorar a sua resistência e protegê-las contra possíveis eventualidades. Mike White, vice-presidente sênior global da DHL Supply Chain para o setor automotivo, afirma que “a pesquisa ressalta a extrema importância de ter uma cadeia de suprimentos resiliente. Para que a indústria sobreviva e continue desenvolvendo cadeias de suprimentos mais enxutas e resilientes – antes de estabelecer o processo e definir a maneira correta de abordagem – se faz necessário realizar simulações de colaboração global e provar sua efetividade”.

Ao comentar a questão da resiliência, Lisa Harrington enfatiza que “o objetivo é construir uma cadeia de suprimentos resiliente que possa estar a frente das condições de volatilidade sistemática – caso sejam vantajosas ou não – que vão desde o ordinário ao imaginário. As empresas que adotam esta “nova normalidade” nas cadeias de suprimentos enfrentam de maneira contínua – e às vezes radical – fatores de volatilidade e risco, e estabelecem os processos e sistemas necessários para seu controle e gestão, geralmente estão a frente da sua concorrência. Já as que ignoram ou demoram para reconhecer os problemas que podem causar a volatilidade de suas cadeias de suprimentos acabam arriscando sua lucratividade e a confiança de seus acionistas”.

O estudo identificou quatro importantes tendências que estão moldando o setor automotivo.

– Crescimento global e mercados emergentes: Apesar dos efeitos da crise financeira do mercado europeu, a previsão é de que a produção automotiva global alcance níveis recordes, impulsionados pela China e Índia como mercados emergentes.

– Mega-plantas e plataformas múltiplas: As empresas automotivas estão ajustando seus processos de manufatura, de tal maneira que possam produzir vários modelos ou plataformas em uma só planta para ganhar flexibilidade, reduzir custos e utilizar melhor a infraestrutura de produção. Isso gera benefícios em termos de capacidade e ao mesmo tempo reduz a necessidade de ampliar as plantas com maior crescimento na China e México.

– Aproximando-se do cliente: Os fabricantes de equipamentos originais (OEMs – sigla em inglês) estão instalando suas novas plantas de manufatura, assim como suas bases de fornecedores, mais próximo dos mercados finais, migrando assim para um modelo de produção geograficamente regionalizado – fabricando perto ou no ponto de demanda.

Pressão constante por redução de custos: As operações logísticas representam entre 5% e 10% da renda de fabricação da indústria automotiva: a necessidade de aumentar a velocidade para satisfazer os mercados onde os consumidores estão cada vez mais exigentes, enquanto que, reduzir custos de logística, geram uma enorme pressão sobre as cadeias de suprimentos.

Para fazer o download do estudo completo, é necessário cadastro no link

http://supplychain.dhl.com/automotive-resilience-BR

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