Pesquisa: mobilidade urbana em São Paulo

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imagesA ampliação das faixas exclusivas para ônibus em São Paulo é bem aceita pelos moradores da cidade. Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência, em parceria com a Rede Nossa São Paulo, mostra que 93% dos paulistanos são favoráveis à ampliação das faixas exclusivas. A favorabilidade também é alta entre os que utilizam carro todos os dias ou quase todos os dias: 86% são a favor das ampliações.

O estudo sobre mobilidade urbana em São Paulo também revela que o paulistano gasta diariamente no trânsito 2 h 15, em média, para realizar todos os seus deslocamentos, independente do meio de transporte utilizado. De acordo com a pesquisa, cerca de quatro em cada 10 moradores da cidade levam mais de duas horas em seus deslocamentos diários. Entre os paulistanos que utilizam automóvel todos ou quase todos os dias, 79% declaram que deixariam o carro em casa se houvesse uma boa alternativa de transporte público na cidade.

A pesquisa também ouviu os paulistanos sobre questões relacionadas à qualidade de vida na cidade. O estudo aponta que seis em cada 10 paulistanos (61%) consideram São Paulo um bom lugar para se viver. Apesar disso, os moradores continuam insatisfeitos com diferentes aspectos ligados à urbanização, meio ambiente e locomoção na cidade, que receberam notas médias abaixo da média geral (5,5).

A saúde permanece como a área considerada mais problemática para os paulistanos, citada por 69% dos entrevistados, seguida pela educação, com 47% das menções, e que atualmente supera a preocupação com a segurança pública, citada por 35%. Trânsito e transporte coletivo aparecem na sequência, com 31% e 29% das menções, respectivamente. Vale destacar que ao longo dos últimos oito anos houve queda das citações ao desemprego como principal problema: ocupava o segundo lugar em 2008 e agora está em sétimo. Já entre os equipamentos e serviços desejados pelos paulistanos perto de sua moradia, a segurança é a mais almejada. Porém, apresentam crescimento nos últimos anos a boa fluidez do trânsito, facilidade de acesso às principais vias, avenidas, estradas e a proximidade do local de trabalho.

A poluição é considerada um problema grave ou muito grave para 91% dos moradores da capital. Os caminhões continuam sendo considerados os principais agentes poluidores do ar em São Paulo para 41% dos entrevistados. Os veículos “velhos em geral” ocupam o segundo lugar, citados por 38%. Os carros aparecem apenas na quinta colocação, com 23% das menções, atrás de ônibus coletivos e indústrias. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 27 de agosto, com 805 moradores de São Paulo, com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados totais.

Algumas conclusões interessantes: prevalece entre moradores a percepção de que São Paulo é um bom lugar para se viver, opinião de 6 em cada dez entrevistados, constante ao longo dos anos e homogênea nos diferentes estratos; ao mesmo tempo, continuam insatisfeitos com diferentes aspectos ligados à urbanização, meio ambiente e locomoção na cidade – todas as notas médias estão abaixo da média geral (5,5); a saúde se mantém como área considerada mais problemática em São Paulo, seguida pela educação, que atualmente supera a preocupação por segurança pública. Cabe destacar, ao longo dos últimos oito anos, a queda das menções ao desemprego como principal problema: ocupava o 2º lugar em 2008, e agora está em 7º. Já o transporte público ganha destaque como tema desencadeador do contexto recente de agitações políticas.

Quanto ao trânsito, a situação na cidade é considerada ruim ou péssima por 69% dos entrevistados, justificando seu destaque dentre as principais queixas dos moradores da cidade. Independentemente do meio de transporte utilizado, o tempo médio com todos os deslocamentos diários fica em 2 horas e quinze minutos. Cerca de metade dos entrevistados gasta entre uma e duas horas por dia nos deslocamentos diários para a sua atividade principal (trabalho, estudo, etc.). Prevalece a percepção de desrespeito em relação aos diferentes agentes no trânsito (pedestres, motoristas, ciclistas e motociclistas), mais acentuada neste estudo do que em 2013.

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