Código de barras

PROJETOS DE NORMAS (clique no comitê para mais informações)

ABNT/CEE-110 – Qualificação e Certificação de Pessoal da Área de Manutenção [1]

ABNT/CEE-154 – Fósforos de Segurança [1]

ABNT/CEE-181 – Desinfestantes [1]

ABNT/CEE-182 – Fertilizantes e Corretivos de Solo [3]

ABNT/CEE-184 – Chuveiros e Lava-Olhos de Emergência [1]

ABNT/CEE-187 – Rochas Ornamentais [8]

ABNT/CEE-192 – Aquicultura [4]

ABNT/CEE-197 – Bens Reprocessados [1]

ABNT/CEE-208 – Processos de Produção de Couros – Sustentabilidade [2]

ABNT/ONS-058 – Ensaios Não Destrutivos [1]

CE 90:06 – COMISSÃO ESPECIAL DE GESTÃO DE RISCO [1]

CEE-113 – CABOS DE AÇO E ACESSÓRIOS [1]

CEE-159 – PERSIANAS [1]

Celulose e Papel [1]

Comissão de Estudos [2]

Couro e Calçados [2]

Embalagem e Acondicionamento [1]

Ensaios Não-Destrutivos [2]

Gases Combustíveis [1]

Máquinas e Equipamentos Mecânicos [1]

Odonto-Medico-Hospitalar [3]

Segurança Contra Incêndio [2]

Siderurgia [1]

Vidros Planos [1]

Quem nunca passou pela situação desagradável de estar no caixa do supermercado e ter que esperar a operadora passar o produto duas, três vezes para fazer a leitura do código de barras e, sem sucesso, precisasse digitá-lo manualmente? Na maioria dos casos, isso acontece porque a criação ou impressão do código de barras foi feita fora dos padrões mínimos de qualidade. A parceria da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e da Abigraf – Associação Brasileira da Indústria Gráfica busca justamente orientar as empresas do ramo para que adotem as recomendações necessárias que garantam a leitura do código na primeira tentativa.

“A situação começa a mudar. Gráficas que antes atribuíam o código de barras sem autorização ou com números não licenciados, de forma incorreta, são orientadas pela Abigraf sobre a necessidade de seguir a numeração nacional, padronizada pela GS1 Brasil, o que garante a comunicação com a cadeia de suprimentos em qualquer lugar do mundo”, destaca o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

O Sistema GS1 é que garante essa padronização única e global para os produtos, que podem ser identificados, sem problemas, em todos os países que adotem as especificações técnicas. Entre as regras que impactam a qualidade do código, estão as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração: Ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor “entende” que ele começa e termina).

A certificação do código de barras também garante a eficiência da leitura, pois ele passa por um processo de avaliação por meio de máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO. Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos.

Estudo realizado pela GS1 Brasil revela que o varejo chega a perder 26% da produtividade nos check outs com os problemas de leitura do código de barras. Insatisfação também para o consumidor, que tem uma péssima experiência de compra. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras, como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no check out e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

O que é?

Aqueles traços pretos verticais estão presentes em praticamente todos os produtos que compramos, seguidos por uma numeração que, à primeira vista, não faz o menor sentido. Tudo isso compõe o código de barras, um conjunto de normas comerciais existente no Brasil desde 1983 para identificar os produtos, sendo usado por fabricantes e distribuidores por razões comerciais e logísticas. A adesão a esse sistema de normas, contudo, é facultativa.

Mas como é gerado o código de barras? A identificação única do produto é garantida pela atribuição de uma estrutura numérica GTIN (Número Global do Item Comercial) e é a partir deste GTIN que é criado o código de barras. O mais comum apresenta uma série de 13 dígitos (EAN-13) e é composto por barras de diferentes larguras apresentadas sobre uma sequência numérica. Mas existem no mercado outros tipos de codificação com outra apresentação (sequência e números).

Veja o exemplo do código de barras mais comum:

No dia a dia do consumidor, o código de barras torna-se útil apenas por transmitir a informação necessária sobre o produto e seu respectivo preço ao caixa do supermercado. Mas o código também proporciona informações adicionais, como data de validade, números de série e números de lote. A numeração do código de barras das empresas que utilizam o sistema GS1 apresenta a seguinte estrutura:

Dentro do sistema de normas GS1, a cada país membro é atribuído um prefixo constituído por três números. O prefixo conferido ao Brasil é 789 e, portanto, todos os produtos cuja marca é registrada no país terão o seu código de barras iniciado por esse prefixo.

Motivação e seus impactos nas organizações e nas pessoas (Parte 1)

NORMAS TÉCNICAS INTERNACIONAIS

Assessoria em normas internacionais e estrangeiras: a Target oferece a consultoria definitiva que sua empresa precisa em normalização internacional e estrangeira: a melhor maneira de assegurar a confiabilidade de suas informações e de manter-se atualizado com relação aos padrões de qualidade de produtos e serviços do mundo.

Pesquisas: entendemos sua necessidade e localizamos, com rapidez e eficiência, diversos tipos de normas em entidades de normalização de qualquer parte do mundo.

Gerenciamento: informamos sobre o status das normas de seu acervo, e sobre qualquer alteração, revisão ou publicação de novas normas de seu interesse. A partir daí, você decide se vai ou não atualizar suas normas.

Tradução: uma equipe de profissionais, especializados em normalização e traduções técnicas, está apta a fornecer o melhor serviço de tradução de normas internacionais e estrangeiras. Os serviços de tradução também oferecem a formatação e adequação da norma dentro dos padrões das Normas Brasileiras.

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A questão motivacional, no âmbito empresarial, tem relativa importância no momento atual, a fim de manter um colaborador motivado a exercer suas atividades dentro do âmbito da organização

Priscila Ferreira da Silva de Souza

Ao longo de nossas vidas evoluímos através de estágios de motivação, “os chamados ciclos motivacionais”, à medida que vamos crescendo e amadurecendo vamos ultrapassando esses ciclos motivacionais e assim desenvolvendo novas necessidades mais elevadas. A motivação nos leva a ação, a conquistar objetivos a criar situações para alcançarmos nosso êxito, através das necessidades se gera motivação para assim encontrar a satisfação do individuo. As pessoas e ou grupos estão em equilíbrio logo são estimulados ou incentivados a criarem uma necessidade fazendo com que se crie uma tensão, através dessa tensão gera comportamento, através deste comportamento gera a ação fazendo com que exista a satisfação ou frustração.

Muitas vezes as pessoas encontram-se desmotivadas por vários critérios: falta de ferramentas de trabalho, falta de reconhecimento, ausência de benefícios e ou benefícios inadequados aos níveis da empresa e, principalmente, ao ambiente de trabalho, partindo desse foco trataremos a seguir os princípios da motivação, o que leva os colaboradores a se tornarem motivados, quais os fatores que influenciam nessa questão tão importante hoje em dia que é a satisfação do profissional perante sua linha de serviço.

Segundo Bergamini, a palavra latina movere, significa mover […] o caráter motivacional do psiquismo humano abrange, portanto, os diferentes aspectos que são inerentes ao processo, por meio do qual o comportamento das pessoas pode ser ativadas. […] é importante que se leve em consideração a existência das diferenças individuais e culturais entre as pessoas quando se fala em motivação. Motivação significa motivo para ação, como o próprio termo sugere, as palavras motivo e emoção compartilham a mesma raiz do latim: movere, isto é, mover. As emoções impulsionam as pessoas em direção a suas metas e que também influenciam a sua maneira de perceber os fatos.

Acredita-se que um colaborador motivado gera mais lucros para empresa de modo a tornar um empreendimento de sucesso, percebe-se a necessidade de investir no bem estar e qualificação dos colaboradores tornando-os comprometidos com seu trabalho. Segundo Chiavenato, a motivação quando começou na concepção de Maslow, este formulou uma teoria da motivação com base no conceito hierarquia de necessidades que influenciam o comportamento humano. Maslow concebeu essa hierarquia pelo fato de o homem ser uma criatura que expande suas necessidades no decorrer de sua vida.

Motivação é uma força que nos leva em busca de objetivos, e a satisfação, atende nossas necessidades nos impulsionando para a ação. Deste modo, entende-se que quando uma pessoa ou um grupo está motivado, consegue alcançar seus objetivos mais facilmente, gerando boa criatividade e produtividade.

Atualmente, muitas empresas preocupam-se com o nível de motivação de seus colaboradores, não simplesmente pelo fato de que desejam sua felicidade, mas sim, pelo que isto representa em termos de resultados financeiros para a empresa. Pesquisa de clima organizacional, cursos motivacionais, dinâmicas de grupo, palestras, enfim, todo investimento não é suficiente para atingir os verdadeiros motivos que levará a ação cada ser humano, objetivando que se encontre simultaneamente a realização pessoal e profissional, podendo, desta forma, extrair a essência de cada colaborador.

Muitos cientistas e especialistas no comportamento humano pesquisaram e ainda pesquisam sobre a motivação, tema que sempre despertou muito interesse, dada a sua relação com o comprometimento, reconhecimento e recompensas nas mais diversas modalidades. Assim, descrevem-se as principais teorias do comportamento das pessoas que diz respeito à priorização das necessidades internas como fatores capazes de alavancar o processo motivacional. As mais conhecidas são: teoria da hierarquia das necessidades, teoria dos motivos humanos, teoria dos dois fatores e o ciclo motivacional.

A Teoria da Hierarquia das Necessidades, considerada como uma referencia, explica que a motivação nasce da busca da satisfação de necessidades. Abraham Maslow desenvolve a teoria que diz que a motivação é um estado de ânimo e tem como objetivo a satisfação das necessidades humanas. Com base em estudos de outros filósofos, psicólogos e psicanalistas, Maslow desenvolve na década de 50 uma teoria que designa o holístico-dinâmica das motivações, a mesma ficou conhecida como “Hierarquia das Necessidades de Maslow”.

Esta teoria parte do princípio de que o comportamento de um indivíduo em determinado momento é acionado a fim de buscar satisfação de uma necessidade que, ainda que coexistam com diversas outras, está naquele momento se manifestando com mais intensidade. Maslow pressupõe que uma necessidade surge após a satisfação das outras mais prementes. Considera ainda que as necessidades tenham valor ou caráter de emergência com dois princípios básicos:

– Dominância: se uma necessidade mais básica não está satisfeita as outras não tem força para organizar o comportamento.

– Emergência: quando uma necessidade está satisfeita, emerge uma outra em direção ao topo da hierarquia.

Maslow classifica essas necessidades em forma de pirâmide “A pirâmide hierárquica das necessidades”, e tem poder comportamental diferente ao longo do desenvolvimento individual de cada nível:

(1) Necessidades fisiológicas ou primárias: são as mais elementares, correspondendo à necessidade de alimentação, sono, abrigo e sexo. Enquanto não satisfeitas monopolizam a atenção das pessoas que são dessa forma pouco motivadas por outras necessidades. À medida que estas necessidades vão atingindo certo grau de satisfação, vão perdendo o seu poder, dando lugar ao nível imediatamente superior.

(2) Necessidades de segurança física e emocional. Em termos organizacionais podem significar os dispositivos e sistemas de proteção para garantir a estabilidade e proteção contra a arbitrariedade e criar laços entre trabalhadores e organização.

(3) Necessidades sociais: a participação das pessoas em grupos e da sua aceitação por estes.

(4) Necessidades de estima: reconhecimento e respeito dos outros. A satisfação destas necessidades provoca sentimentos de autoconfiança, prestígio, poder e controle. As pessoas sentem-se úteis e passa a exercer influência no ambiente social a que pertencem.

(5) Necessidade de auto-realização: implica a vontade de realizar, desenvolver e concretizar o seu potencial. Numa sociedade desenvolvida quase todas as necessidades se encontram parcialmente satisfeitas e as necessidades básicas e de segurança encontram-se num nível mais próximo de satisfação.

figura 1

Figura 1: Pirâmide de Maslow

Fonte: Produzida pela autora, 2010