Motivação e seus impactos nas organizações e nas pessoas (Parte 4 – Final)

Curtos-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais – Conheça as Técnicas e Corretas Especificações – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505 – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

A questão motivacional, no âmbito empresarial, tem relativa importância no momento atual, a fim de manter um colaborador motivado a exercer suas atividades dentro do âmbito da organização

Priscila Ferreira da Silva de Souza

As necessidades não satisfeitas, não significam que o colaborador permanecerá eternamente frustrado, de alguma maneira ele irá compensar ou será transferida por outra necessidade. Perante este fato, percebe-se que a motivação é um estado constante na vida pessoal e profissional do ser humano. Segundo Chiavenato, não se pretende discutir nenhuma dessas teorias em particular, mas tentar um novo enfoque, mais em termos de como se passa a psicodinâmica interna motivacional, do que em termos de levantar os tipos de objetivos perseguidos pelas pessoas.

Como se percebe, o desenvolvimento motivacional além de trazer benefícios e melhoria para o ambiente da empresa, no que diz relação à “empresa – colaborador”, “colaborador – cliente”, produtividade, comprometimento, e no desenvolvimento da mesma, traz também grande aprimoramento nas relações externas, dando uma visão e uma imagem exemplar para outras organizações, e para a sociedade, de certa forma contribui para um desenvolvimento melhor do ambiente social. Contudo, todo o emprego, e todo o processo de desenvolvimento, têm que ter o interesse e o comprometimento das partes envolvidas, para ter excelência em seus objetivos.

Levando em consideração toda necessidade humana, há três alternativas: satisfação pessoal, a pessoa libera a tensão e volta ao equilíbrio com suas necessidades satisfeitas; satisfazer necessidades parcialmente através da compensação liberando a tensão e voltando ao equilíbrio e a frustração pessoal através de uma barreira que impede de atingir a satisfação da necessidade e então a tensão verbal deve ser liberada através da agressividade, sendo que essa agressividade pode ser verbal, simbólica e até física.

Enfim, há várias teorias dos principais autores supracitados como Maslow, McGregor, Herzberg, McClelland e Chiavenato, considerados importantes em se tratando sobre o tema motivação, dentre os vários segredos para o sucesso empresarial; “Um deles seria contar com pessoas certas nos cargos certos ”e garantir que esteja dando o máximo de contribuição para o crescimento da organização. Durante a realização desta pesquisa também foi possível observar que é de extrema importância a busca por ferramentas para que os colaboradores sintam-se motivados.

O segredo está em enxergar esses colaboradores como vantagem competitiva aplicando os mesmos no âmbito empresarial. Os objetivos inicialmente determinados foram alcançados, identificando os principais fatores que levam ou não a motivação de cada ser humano, pois, conseguiu-se expor a importância do processo motivacional dentro das organizações.

Conclui que todas as teorias explicadas sobre a motivação têm uma grande influência nas organizações. Portanto, para que se tenha a capacidade de melhoria continua na motivação dos colaboradores, é necessário que se pense sobre tais teorias aqui mencionadas, dando maior ênfase na teoria de Herzberg (fatores motivacionais) e McGregor (teoria Y), que a meu ver são as mais importantes, pois aplicando as mesmas surgirá o que remete o foco do artigo: – o colaborador desejado em todas as organizações.

Por fim, acredita-se que, valorizando e motivando o ser humano acreditando em seu potencial o resultado será a retribuição em trabalho com afinco e responsabilidade, tornando assim os colaboradores satisfeitos em permanecer a uma organização que lhe valorize, e essa atinge seus objetivos destacando-se no mundo empresarial e competitivo.

Referências

BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997.

CAVALCANTI,Vera Lucia et al. Liderança e Motivação. 3. Ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.

CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 7. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos Recursos Humanos nas Organizações. Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Comportamento organizacional: conceitos e práticas. São Paulo: Ed Saraiva, 2006.

LIMA, Marcela. A Motivação dos funcionários com os benefícios da alpargatas S/A: um estudo de caso. Artigo PDF. Disponível em<http://unipe.br/blog/administracao/wp-content/uploads/2008/11/a-motivacao-do s-funcionarios-com-os-beneficios-da-alpargatas-um-estudo-de-caso.pdf>. Acesso em: 08. out. 2010.

MACÊDO, Ivanildo Izaias et al. Aspectos comportamentais: da gestão de pessoas. 9 ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Ed FGV, 2007.

PASQUETTI, Luis Antonio. Motivação nas Organizações: pesquisa sobre a situação motivacional em empresas e instituições de Brasília na percepção dos funcionários. Artigo PDF.Disponível em <http://www.anaceu.org.br/conteudo/artigos/publicacoes/06%20-%20Publicacoes %20-%20Luis%20Antonio%20Pasquetti.pdf>. Acesso em: 24 set. 2010

PINK, Daniel H. Motivação 3.0 Os novos fatores motivacionais para a realização pessoal e profissinal. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

Priscila Ferreira da Silva de Souza apresentou esse texto à Faculdade São Francisco de Assis – UNIFIN como parte dos requisitos para obtenção do título de Bacharel em Administração, tendo como orientador o professor Flávio Henriques Fulginiti.

Anúncios

Crise de confiança: como buscar fornecedores idôneos?

COLETÂNEAS DE NORMAS TÉCNICAS

Coletânea Série Trabalhos Acadêmicos

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Trabalhos Acadêmicos!
Saiba Mais…

Coletânea Série Transformadores de Potência

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Transformadores de Potência
Saiba Mais…

Eduardo Rocha

Sem dúvida, vivemos hoje uma crise e um dos tópicos mais importantes que se deve ressaltar é a falta de confiança gerada por um mercado cada vez mais competitivo e a formação profissional ficando mais duvidosa. Quanto mais acirrados os negócios se tornam no Brasil, mais difícil é alcançar as pessoas com o poder de decisão nas mãos.

Este fato não é de se estranhar, pois o assedio é tão intenso que são necessárias barreiras ou filtros para preservar a sanidade de qualquer um que esteja nesta posição. Isso pode dificultar o acesso a novas tecnologias e oportunidades de negócio. O volume de informação é, no mínimo, assustador.

Outro ponto é que nem todos os profissionais ou empresas que disponibilizam seus serviços seguem um código de ética digno de confiança. Por vezes, até acreditam estar capacitados, mas a qualidade entregue deixa muito a desejar e as consequências podem ser bem prejudiciais. Portanto, desenvolver fornecedores dignos se torna, a cada dia, uma necessidade premente de nossa indústria.

Quando falo de fornecedores, não estou focando somente nos de matéria prima, mas nos de serviços também. Cada vez mais se fundamenta a importância de se ter uma boa estratégia, formas adequadas de implantação, uma boa comunicação e muitas outras necessidades que o cenário atual nos impõe e que antes passavam despercebidas ou eram tratadas como irrelevantes. Hoje é, sem dúvida, uma questão de sobrevivência.

A entrada de produtos estrangeiros a preços impensáveis até a pouco tempo aponta, de forma definitiva, a nossa vulnerabilidade. Em minhas visitas a organizações pude perceber que o empreendedor brasileiro é, normalmente, um excelente técnico em sua área de atuação, mas “por vezes” deixa a desejar quando se fala de planejamento e capacitação. Foi-se o tempo em que só isso era necessário para uma empresa progredir. Uma boa visão de mercado, avaliação da necessidade de importar matéria prima, buscar formas de produção mais competitivas são questões de máxima relevância. A expressão, “faço isso há 30 anos e agora querem me ensinar como fazer…” não tem mais espaço em nosso contexto atual. Mudar significa sobreviver.

Outra característica de nossa cultura é o valor que se dá a uma indicação. O marketing boca a boca funciona muito bem pelas nossas bandas. Diria mais, um serviço bem feito tem repercussão em qualquer lugar. Esse fato se torna bem visível com o advento das redes sociais e o impacto que tem no desempenho das organizações. Tanto isso é verdade que hoje existem equipes especializadas que fazem este tipo de acompanhamento com o objetivo de salvaguardar o desempenho comercial dos produtos disponibilizados. O boca a boca não é um fato novo, mas a magnitude que alcança com as redes sociais é sim e se deve ter um cuidado bem especial com elas, além de ter custos bem interessantes para o pequeno e médio empresário como forma de divulgação.

Com vistas a esta situação, começamos no CIESP Sul um trabalho bastante interessante que vale aqui ressaltar. Formamos um grupo de prestadores de serviços, cuja idoneidade e capacidade técnica são reguladas internamente pelo próprio grupo para ajudar a indústria paulista nesse momento crítico. Sem dúvida, é um novo jeito de se fazer negócio. Funciona da seguinte forma: o NAE (Núcleo de Apoio Empresarial) é constituído por consultores especializados, cujo objetivo é diagnosticar as principais necessidades da indústria consultante. Gosto da seguinte analogia: é como se o paciente fosse ao clinico geral para gerar um diagnóstico e receber indicação de um profissional especialista.

O NAE é respaldado pelo GRAI (Grupo de Relacionamento e Apoio à Indústria), constituído por profissionais de alto nível. A empresa quando recebe o diagnostico também recebe a indicação de um dos participantes desse grupo que atua na área requerida. Em momento algum o consultante deve se sentir obrigado a fechar negocio por força da indicação. Isso fica a critério do contratante, mas, como em um clínico geral, a pessoa sai dali com uma orientação profissional para resolver o seu problema.

Desejo aqui cumprimentar o CIESP Sul pela oportunidade de levar este serviço gratuitamente aos seus associados. Pois este oferece as suas instalações para que sejam feitos os diagnósticos e o local para as reuniões dos integrantes do GRAI. Definitivamente, está apoiando mais uma vez o desenvolvimento da indústria neste país.

Eduardo Rocha é engenheiro mecânico, sócio diretor da Academia MasterSapiens e associado ao CIESP Distrital Sul.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Facebook: http://www.facebook.com/#!/hayrton.prado

Skype: hayrton.prado1