Guia Alimentar para a População Brasileira

TRAGÉDIAS, CRIMES E PRÁTICAS INFRATIVAS DECORRENTES DA NÃO OBSERVÂNCIA DE NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS – NBR

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Capa da publicação E1324

Essa publicação aborda, através da apresentação de casos reais, como o cumprimento de normas técnicas NBR – ABNT estão diretamente ligadas à segurança, à saúde e à qualidade de vida em nosso dia a dia. O Autor explica de forma prática, e infelizmente mostrando tragédias, como as normas técnicas estão presentes no nosso cotidiano. Elas devem ser levadas a sério quanto à sua observância obrigatória e o poder público precisa fazer gestão para fomentar esse cumprimento por parte da sociedade produtiva e de serviço. Mais informações: https://www.target.com.br/livros/target/livro_2013.aspx

alimentoUma publicação do Ministério da Saúde, elaborada com o apoio da Faculdade de Saúde Pública e da Organização Pan-Americana de Saúde, indica como todos os brasileiros podem ter uma alimentação saudável consumindo alimentos e preparações culinárias e limitando produtos prontos para consumo. Há uma consulta pública para receber comentários e sugestões que aprimorem o novo Guia Alimentar para a População Brasileira. O documento em consulta revisa guia anterior publicado em 2006. O novo guia traz orientações e recomendações que facilitarão a prevenção tanto da desnutrição, em forte declínio no país, quanto de doenças em ascensão, como a obesidade, diabetes e outras doenças crônicas relacionadas à alimentação.

Baseado nas mais recentes evidências científicas, mas elaborado em uma linguagem que procura ser acessível ao grande público, o novo guia se dirige tanto às pessoas e às famílias diretamente quanto aos profissionais de saúde e educadores que cuidam de nossa população. O Guia traz três recomendações básicas: basear a alimentação em alimentos in natura e minimamente processados, utilizar com moderação óleos, gorduras, sal e açúcar ao preparar os alimentos e limitar produtos prontos para o consumo. Importantes novidades em relação à versão anterior incluem a distinção entre alimentos e produtos alimentícios e a distinção entre produtos usados para preparar alimentos e convertê-los em preparações culinárias e produtos usados para substituir alimentos e preparações culinárias. “O Novo Guia Alimentar se preocupa com a qualidade dos alimentos que são recomendados para o consumo. Por isso, a regra de ouro é preferir alimentos e preparações culinárias a produtos alimentícios prontos para o consumo”, destaca a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.

Cozinhar o seu próprio alimento sempre que possível, fazendo do ato de cozinhar um momento familiar é uma orientação do novo guia. Outra é: se precisar comer fora de casa, opte por restaurantes que servem comida, como os restaurantes ‘por quilo’ e evite as redes de fast food. “Precisamos resgatar e valorizar a culinária, planejar as nossas refeições, trocar receitas com amigos e envolver a família na preparação das refeições. Isso pode até implicar dedicação de mais tempo, mas o ganho em saúde (e na convivência com os seres queridos) é significativo, além de poder trazer economia ao orçamento da familiar, já que, no Brasil, a alimentação preparada na hora ainda é mais barata do que a baseada em produtos prontos para consumo”, reforça Patrícia.

O novo guia também orienta a repensar a melhor maneira de comer. A ideia é desfrutar o que se está comendo, sem se envolver em outra atividade (como ver televisão ou falar ao celular), e, sempre que possível, em companhia. Outras sugestões práticas importantes são evitar beliscar entre as refeições e fazer a alimentação diária em horários semelhantes e em locais limpos, tranquilos e confortáveis, longe de ambientes estressantes.

Outras características importantes do Guia são adotar como ponto de partida para suas recomendações padrões de alimentação que são efetivamente praticados pela população brasileira e considerar o impacto das escolhas alimentares sobre o ambiente e a cultura. O processo da construção do novo Guia incluiu a realização de duas oficinas realizadas em 2011 e 2013 na Faculdade de Saúde Pública com pesquisadores, profissionais de diversos setores e organizações não governamentais.

Confira os Dez Passos da Alimentação Saudável:
• Fazer de alimentos a base da alimentação;
• Usar óleos, gorduras, sal e açúcar com moderação;
• Limitar o uso de produtos prontos para consumo;
• Comer com regularidade e com atenção e em ambientes apropriados;
• Comer em companhia;
• Fazer compras de alimentos em locais que ofertem variedades de alimentos frescos e evitar aqueles que só vendem produtos prontos para consumo;
• Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias;
• Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece;
• Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora e evitar redes de fast food;
• Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Para acessar o Guia: https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2014/02/guia-alimentar.pdf

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Administração da raiva: uma habilidade necessária para vencer no mundo dos negócios e na vida

CURSOS PELA INTERNET

A Target preparou um programa especial de cursos pela Internet, contemplando as últimas tendências do mercado. Com o objetivo de facilitar a participação daqueles que possuem uma agenda de compromissos complexa, a Target criou a opção para que o cliente possa assistir aos cursos através da transmissão pela Internet. Fique atento aos cursos que estão disponíveis. Clique aqui e veja um exemplo de como funciona o recurso.
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Jamil Albuquerque

Há momentos na vida profissional que tiram qualquer um do sério, mas a disciplina requer que se encontrem maneiras de lidar com esses momentos. Às vezes, ficamos decepcionados com os sistemas, com a ineficácia das ferramentas ou com alguns instrumentos que usamos, ou ainda, com a falta de recursos para realizar o nosso trabalho. Toda energia gasta com raiva em  relação a essas coisas é debilitante, por isso, precisamos fazer apenas uma pergunta: “ Será que eu tenho poder para mudar tudo isso”?

Se a resposta à pergunta for “pouco ou nenhum” e você não tiver o poder de mudar as coisas, então reconheça essas condições e faça o que estiver a seu alcance para que as coisas mudem. Procure um mentor, por exemplo, alguém que possa aconselha-lo no que fazer para as coisas mudarem. Preocupa-se com a situação além disso não faz sentido.

Mas se a resposta for positiva, comece agora mesmo, porque, quanto mais tempo demorar para fazê-lo, mais chances terá de se aborrecer e se distrair do que quer que esteja fazendo. Se você trabalha o dia todo com computadores e sistemas e está vivenciando um problema de informática ( e quando não é?) que foge a sua alçada, faça um esforço para conseguir o melhor equipamento e os programas mais eficazes para o seu trabalho.

Na maioria das vezes, as pessoas desperdiçam tempo e esforço para encontrar atalhos para contornar os problemas com o sistema, quando é o sistema em si que está errado; dê um jeito para que seja consertado e poderá parar de se preocupar.  Pode ser que a única coisa que esteja errada seja a ineficácia do usuário e, diante disso, você precisa estar disposto a levantar a mão e pedir o treinamento necessário.

Outro lembrete importante: para de querer resolver tudo sozinho. Um time só ganha o campeonato porque tem uma boa equipe, e não porque tem um só bom talento. Muitas vezes, tempo e dinheiro investidos em aprimorar a velocidade de um processo de desenvolvimento pessoal ou de uma competência pagam-se várias vezes pelo tempo que isso economiza em nossas vidas. É a máxima que diz: “ Se tiver três horas para cortar uma grande árvore, passe duas horas afiando o machado”. Quanto tempo e dinheiro você investiu em desenvolver sua inteligência emocional até agora?

Há um exemplo bem conhecido de um jogador que passou por alguns momentos por não administrar a raiva, mas que depois se organizou e passou a viver muito melhor: o ex-jogador “Edmundo, o Animal” – atualmente é um bem-sucedido  empresário. Iniciou a sua carreira no Vasco. Bem mais tarde, passou  – sem tanto sucesso – pelo Flamengo, Fluminense e Palmeiras, onde teve uma passagem apagada. Quem lhe deu o apelido de “animal” foi o narrador Osmar Santos, por conta de seu futebol habilidoso e, ao mesmo tempo, por seu temperamento explosivo e sua indisciplina em campo.

Por que um talento extraordinário como o do Edmundo não teve o brilho que merecia? Falta de autocontrole. Ele era expulso com muita facilidade das partidas oficiais. Pressionado pelos maus bocados que vivenciava por causa da lida judicial em que estava envolvido, além de um filho fora do casamento e de um acidente de carro, ele se viu às voltas com sentimentos negativos, como a revolta, a raiva, a agressividade, a violência. Ele sentiu que isso o estava corroendo por dentro.

E foi justamente esse acidente que chamou sua atenção para a vida. Em dezembro de 1995, Edmundo se envolveu em um acidente de carro que matou três pessoas. Após oito anos entre a última causa interruptiva, o ministro do Supremo Tribunal Federal extinguiu o processo. Durante esse período, Edmundo esteve muitas vezes sob pressão.

Com relação a esse episódio, estas foram as suas palavras: “Certa noite, quando esmaguei o meu celular contra a parede, minha mulher me falou com muita seriedade: “Edmundo, você precisa aprender a se controlar”. Isso impactou a minha forma de agir”, afirmou o craque na época. Pessoas que têm autocontrole resolvem os problemas com mais maturidade, serenidade e, por isso, têm melhores resultados em todos os âmbitos da vida. Edmundo conseguiu ser mais controlado. Você também pode.

Jamil Albuquerque nasceu em Monte Carlo, em Santa Catarina. É economista e instrutor master mind, escreveu também os livros “A Arte de Lidar com Pessoas”, co-autor de “A Lei do Triunfo para o Século 21”, “Líder com Mente de Mestre” e “Vivendo e aprendendo a jogar”.