Enchentes deixaram 1,4 milhão de desabrigados ou desalojados entre 2008 e 2012

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

 NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

 NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Segundo pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as enchentes atingiram 1.543 municípios (27,7%) entre 2008 e 2012, totalizando 8.942 ocorrências e deixando 1,4 milhão de desabrigados ou desalojados. As enxurradas acometeram 1.574 cidades (28,3%) e somaram 13.244 casos, 777,5 mil desabrigados ou desajolados. Já os alagamentos atingiram 2.065 municípios (37,1%), os processos erosivos, 1.113 cidades (20,0%) e os escorregamentos ou deslizamentos, 895 (16,0%). A Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) investigou as questões específicas sobre planejamento urbano voltados para prevenção, redução e gestão de riscos e desastres.

A pesquisa mostrou que 33,0% dos municípios tinha pelo menos um dos sete instrumentos de planejamento pesquisados, sendo que 33,0% deles tinham pelo menos um instrumento de gerenciamento de desastres decorrentes de enchentes e enxurradas e 21,1% tinham pelo menos um instrumentos relacionados a escorregamentos ou deslizamentos. A MUNIC mostrou ainda que, entre 2009 e 2013, o número de municípios com estrutura para formulação, coordenação e implementação de políticas para mulheres passou de 1.043 (18,7%) para 1.533 (27,5%), um crescimento de 8,8 pontos percentuais. As mulheres eram responsáveis por 51,2% dos órgãos municipais de saúde em 2013, percentual que cai para 13,2% nos municípios com mais de 500 mil habitantes.

Em 2013, 21,5% dos municípios haviam iniciado a elaboração da Agenda 21, que visa formular um programa de ação estratégico dirigido ao desenvolvimento sustentável local por meio de políticas públicas. Este percentual é maior que em 2009 (19,9%) e 2012 (18,1%), mas inferior ao de 2002 (29,7%). Já o percentual de municípios com legislação ambiental específica também se elevou em 2013, passando de 55,4% em 2012 para 65,5%.

O conjunto de pessoas ocupadas nas administrações direta e indireta municipais totalizava 6,36 milhões de servidores em 2013. Foi um aumento de 1,2% do efetivo na comparação com o ano anterior, o que representa mais 77.917 pessoas. A MUNIC 2013 apresenta dados relativos à gestão e à estrutura dos municípios, a partir da coleta de informações sobre sete temas, contemplando questões relacionadas ao perfil dos gestores municipais, recursos humanos, legislação e instrumentos de planejamento, saúde, meio ambiente, política de gênero e gestão de risco e resposta a desastres. Em sua 11ª edição, a pesquisa investigou todos os 5.570 municípios, o que inclui os cinco que foram instalados em 2013. A coleta foi realizada entre março e novembro de 2013, tendo como informantes as prefeituras e seus setores. A publicação completa pode ser acessada pelo link http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic/2013/

No Brasil, 2.065 municípios (37,1%) foram atingidos por alagamentos nos cinco anos anteriores à pesquisa. A maior concentração foi nas regiões Sudeste (45,2%) e Sul (43,5%) e a menor no Centro-Oeste (19%). No Sudeste, Rio de Janeiro (88,0%) e Espírito Santo (71,8%) registraram os maiores percentuais. No Sul, o maior percentual ocorreu em Santa Catarina (60,3%). Em todo o país, 97,4% dos municípios com mais de 500 mil habitantes tiveram alagamentos. Já os processos erosivos ocorreram em 1.113 municípios (20,0%). Amazonas (43,5%), Espírito Santo (44,9%) e Rio de Janeiro (55,4%) tiveram os maiores percentuais de ocorrências.

As enchentes atingiram 1.543 municípios (27,7%) entre 2008 e 2012, totalizando 8.942 ocorrências e deixando 1,4 milhão de desabrigados ou desalojados. As enxurradas acometeram 1.574 cidades (28,3%) e somaram 13.244 casos, 777,5 mil desabrigados ou desalojados. Mais de 900 cidades foram afetadas por ambos os eventos.

Foram 895 municípios atingidos por escorregamentos ou deslizamentos, tendo como causa principal a infiltração de água das chuvas combinada com mudanças nas condições naturais do relevo, como cortes para construção de moradias, rodovias, aterros e outras obras. Os municípios com mais de 500 mil habitantes responderam por 71,8% do total dos atingidos. Juntas, as regiões Sudeste e Nordeste registraram 27.940 (90,5%) dos 30.858 escorregamentos ou deslizamentos nos cinco anos anteriores à pesquisa, deixando 303,6 mil desabrigados ou desalojados em todo o Brasil. Pernambuco teve 5.910 ocorrências, seguido por São Paulo (4.981) e Rio de Janeiro (4.969). As áreas de encostas sujeitas a deslizamentos e com ocupações irregulares concentraram 48% dos eventos de escorregamentos nos municípios.

Quase metade dos municípios não fazem gestão de riscos e desastres. Em 2013, 51,9% dos municípios (2.892) possuíam pelo menos um dos 12 instrumentos de planejamento urbano pesquisados. Isso significa que 2.676 municípios (48,0%) não realizavam nenhuma ação de gestão de riscos e desastres.

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Enquanto 71,1% dos municípios acima de 500 mil habitantes tinham algum instrumento de prevenção, isso ocorria em 26,6% daqueles com até 5 mil habitantes. As regiões Norte e Sul possuíam os maiores percentuais (38,3%), seguidas pelo Sudeste (37,4%), Nordeste (35,4%), e Centro-Oeste (31,6%). Em 33,0% dos municípios (1.840) havia pelo menos uma medida ou instrumento de gerenciamento de risco decorrentes de enchentes ou enxurradas, e em 21,1% (1.175) pelo menos uma ação ou instrumento de gerenciamento de riscos decorrentes de escorregamentos ou deslizamentos de encostas.

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Liderar uma equipe, seja ela de 5 ou 100 colaboradores, é uma tarefa complexa. Mais ainda quando se vai estrear na função, até pelas responsabilidades e desafios que virão pela frente. O coach e especialista em desenvolvimento humano Alexandre Prates afirma que assumir uma primeira gestão tem alguns fatores críticos. Por isso, é preciso cuidado redobrado especialmente no começo.

Segundo ele, a primeira precaução é tentar identificar o cenário que o profissional está pisando. “A primeira gestão é algo que geralmente mexe com as pessoas e faz com que elas se motivem. E essa empolgação em demasia pode ser um problema”, afirma.

Prates explica que não é necessário chegar querendo mostrar muito serviço. “Mudar muita coisa logo de cara, principalmente em empresas que tenham uma cultura mais enraizada, pode não ser visto com bons olhos. Imagine uma organização na qual as coisas são feitas há 10 ou 20 anos do mesmo jeito e você chega impondo um modo de ser. Por mais que você esteja correto, passar por cima desta cultura seria um perigo.”

De acordo com o especialista, isso não quer dizer que o novo líder tenha que se omitir ou deixar de expressar sua opinião. “Só é preciso controlar a empolgação para realmente fazer as coisas no tempo correto. No começo, o envolver as pessoas deve ser a primeira grande preocupação do gestor.”

Depois, sim, vêm as mudanças de processos. “Se o novo líder inverter a ordem, tendo a ser boicotado. É claro que as pessoas têm expectativas sobre o gestor, de que ele vá organizar a empresa, mas engajar as pessoas é fundamental para que ele conquiste os resultados esperados”, afirma Prates.

Se liderar não é uma tarefa simples para qualquer profissional, imagine para um novato. “O líder mais jovem tem mais dificuldades, sim, até pela falta de maturidade na função. A pouca idade o faz cometer erros que um líder com mais experiência de vida não cometeria, mas é normal. O líder sênior de hoje muito provavelmente também errou no passado. Faz parte do processo.”

Algo que já vem acontecendo muito nas empresas são jovens (geração Y) liderando pessoas mais velhas (geração X, por exemplo). Isso certamente poderá ocasionar conflitos. “Os jovens têm mostrado o seu talento e chegado a postos extremamente interessantes. Neste caso, é preciso ter uma maturidade de ambos os lados. É preciso que a pessoa mais experiente valorize a inovação e que o jovem valorize a experiência”, diz Prates.

“Os atritos são inevitáveis, porém, o relacionamento não tem que ser prejudicado por isso. É importante que esse novo líder se planeje e faça as coisas sempre levando em consideração a opinião dos outros. A imposição nessa hora pode ser um problema.”

E quando os confrontos são inevitáveis, a melhor receita é uma conversa franca e direta. “Não deixe nunca a fofoca tomar conta do ambiente. Um feedback imediato e até mesmo uma reunião para se acertar as desavenças demonstra maturidade, transparência e deixa as coisas mais claras.”

Prates lembra também que nada resiste a um bom resultado. “O desempenho blinda qualquer profissional, especialmente alguém que está num cargo de liderança. É o maior escudo contra fofoca, picuinha, e ajuda a construir uma trajetória de sucesso.”

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