O Desafio do Marshmallow

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Cristiano Bertulucci Silveira

O desafio do Marshmallow é um desafio de projetos que valoriza o planejamento e trabalho em equipe. Consiste em construir uma torre com fios de espaguete, barbante, fitas adesivas e um marshmallow sendo que este último deverá ficar no topo da torre. A equipe vencedora é a equipe que consegue construir a maior torre dentro do tempo estabelecido.

Desafio do Marshmallow

Este desafio revela lições importantes sobre a natureza da colaboração, em como corrigir possíveis falhas, criar protótipos e simular sua aceitação, permitindo-nos questionar a maneira como planejamos e executamos os processos na empresa.

Como fazer o desafio do Marshmallow?

1º Passo – Programe um reunião

O exercício pode levar de 45 a 60 minutos. Reserve este tempo somente para o exercício e considere o tempo para organizar as pessoas no ambiente.

2º Passo – Monte um kit para cada equipe

Cada kit deverá conter:

  1. 20 varas de espaguete;
  2. 1 metro de fita adesiva;
  3. 1 metro de barbante;
  4. 1 marshmallow.
  • Espaguete: Evite espaguete fino, eles quebram facilmente.
  • Barbante: Alguns barbantes são fáceis de serem cortados com a mão, para outros é preciso de uma tesoura.
  • Marshmallow: Escolha marshmallow de tamanho médio, evite os pequenos ou os grandes.
  • Fita Adesiva: Obtenha um fita adesiva padrão
  • Trena: Será utilizada no final do desafio, para medir o tamanho da estrutura.
  • Cronometro: Para realizar uma contagem regressiva, o desafio real leva 18 minutos, pois 20 minutos é muito tempo e 15 é pouco.

Regras do Desafio

A estrutura mais alta ganha: A equipe vencedora é a que tem a estrutura mais alta medida da superfície de mesa para o topo do marshmallow. Isso significa que a estrutura não pode ser suspensa a partir de uma estrutura superior, como uma cadeira ou lustre.

Todo o Marshmallow deve estar no topo: O marshmallow inteiro necessita estar na parte superior da estrutura. Cortar ou comer parte do marshmallow desqualifica a equipe.

Pedaços do Spaghetti , ou Fita: As equipes são livres para quebrar o espaguete, cortar a fita ou a corda para criar novas estruturas.

O Desafio tem duração de 18 minutos: As equipes não podem continuar a segurar a estrutura após esgotado o tempo. Aqueles que tocarem ou apoiarem a estrutura no final do exercício será desclassificado.

Garanta que todos entenderam as regras: Repita as regras 2 ou 3 vezes antes de iniciar o desafio.

Inicie o desafio

1. Observe o desenvolvimento das estruturas, fique atento e veja a maneira como cada equipe se organiza e os tipos de estruturas são realizadas.

2. Relembre as equipes sobre o tempo restante após 12 minutos, e a partir daí comece a contar 7 minutos, 6 minutos, 5 minutos, 4 minutos etc. Faça a contagem regressiva dos 10 segundos.

3. Relembre aos participantes que a estrutura tem que ser estável.

Após o desafio

  • Meça as estruturas
  • Identifique a equipe vencedora e estimule que todos os parabenizem
  • Envolva todos com o aprendizado, entregue no final uma apostila e as principais considerações

O Desafio do Marshmallow é um metáfora para a construção de projetos. O pressuposto é que os marshmallows são leves e macios, podendo ser facilmente sustentados pelas varas finas, No entanto, quando você tenta construir a estrutura, o marshmallow deixa de parecer tão leve.

A lição do Desafio do Marshmallow é que precisamos identificar as hipóteses de um projeto, as necessidades reais do cliente, o custo e a durabilidade do produto. Para isso, é preciso testar as hipóteses muitas vezes.

Cristiano Bertulucci Silveira é engenheiro eletricista pela Unesp com MBA em Gestão de Projetos pela FVG e certificado pelo PMI. Atuou em gestão de ativos e gestão de projetos em grandes empresas como CBA-Votorantim Metais, Siemens e Votorantim Cimentos. Atualmente é diretor de projetos da Citisystems – cristiano@citisystems.com.br – Skype: cristianociti

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Copa do mundo em saneamento básico

REGULAMENTOS TÉCNICOS

Os Regulamentos Técnicos, estabelecidos por órgãos oficiais nos níveis federal, estadual ou municipal, de acordo com as suas competências específicas, estabelecidas legalmente e que contém regras de observância obrigatórias às quais estabelecem requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a uma Norma Brasileira ou por incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte, também estão disponíveis aqui no Portal Target. Estes regulamentos, em geral, visam assegurar aspectos relativos à saúde, à segurança, ao meio ambiente, ou à proteção do consumidor e da concorrência justa, além de, por vezes, estabelecer os requisitos técnicos para um produto, processo ou serviço, podendo assim também estabelecer procedimentos para a avaliação da conformidade ao regulamento, inclusive a certificação compulsória. Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Regulamentos Técnicos” e informando a(s) palavra(s) desejada(s). Acesse o link https://www.target.com.br/produtossolucoes/regulamentos/regulamentos.aspx

Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) compara os índices de saneamento entre todos os países que participarão do torneio. Para o Presidente da ABES, Dante Ragazzi Pauli, governo federal, estados e municípios precisam se acostumar a trabalhar em equipe, como um time de futebol.

Se a Copa do Mundo fosse uma competição que levasse em consideração as condições de saneamento básico, o Brasil não passaria da fase de grupos. Esta é a constatação de um levantamento realizado pela ABES, comparando as condições sanitárias entre todos os países que participarão do mundial, a partir de 12 de junho, tal qual estão dispostos na tabela da Copa. O estudo foi feito com base em dados do Programa de Monitoramento Conjunto para o abastecimento de água e saneamento – UNICEF e Organização Mundial da Saúde (OMS) – (Joint Monitoring Programme – JMP – (http://www.wssinfo.org/), dos Objetivos do Milênio (http://www.un.org/millenniumgoals/) e da Organização Mundial da Saúde (http://www.who.int/water_sanitation_health/mdg1/en/).

O Brasil, apesar de obter um índice de 81,3% na combinação de fatores que classificam como satisfatórias as condições sanitárias de um país, de acordo com estes órgãos, fica abaixo de dois países do grupo A: Croácia (98,2%) e México (85,3%), só ganhando de Camarões (45,2%.). Por isso, não avança para as oitavas de final. Na Copa do Saneamento, Alemanha levantaria a taça. Em segundo lugar viria a França, em terceiro, a Holanda e em quarto, a Austrália. O JMP considera satisfatórias as condições de saneamento a partir de um conjunto de itens, como: Água: ligações domiciliares, poços artesianos, captação, armazenamento e utilização de água da chuva, dentre outros; e para o saneamento: a existência de vaso sanitário, sistema de coleta de esgoto (coleta, bombeamento, tratamento e disposição final adequada) e fossa séptica, entre outros.

No Brasil, 93% da população urbana têm acesso à água tratada, mas apenas 56% têm acesso à rede coletora de esgoto. No que se refere ao tratamento de esgoto, apenas 69% do esgoto coletado recebe tratamento (dados do SNIS-2012). De outra perspectiva dessa situação: 32 milhões de brasileiros não têm acesso adequado ao abastecimento de água (rede geral de abastecimento), 85 milhões de brasileiros não têm acesso adequado ao esgotamento sanitário (rede coletora nas zonas urbanas e rede coletora ou fossa séptica nas zonas rurais), 134 milhões não têm os esgotos de suas casas tratados e 6,6 milhões não têm nem sequer banheiro.

Além disso, a cobertura de saneamento é muito heterogênea no País. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS, 2012), as únicas unidades da federação com mais de 70% dos domicílios urbanos atendidos em coleta de esgotos são Distrito Federal, São Paulo e Minas Gerais. As menores coberturas são Amapá, Pará Rondônia e Piauí.

“Temos que ressaltar que houve avanços no setor, como a Lei de Saneamento, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), que deixam mais claros os desafios da universalização. Mas há metas estabelecidas difíceis de alcançar e dificuldade dos municípios e estados brasileiros em avançar no saneamento. Por isso é muito importante que estados e municípios reconheçam que têm participação fundamental no avanço do setor no Brasil, tanto quanto o Governo Federal, ou seja, temos que jogar como um time”, afirma o presidente da ABES, Dante Ragazzi Pauli. Confira abaixo o resultado final do estudo:

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