Saúde, educação e família

ACERVO DE NORMAS TÉCNICAS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

Target GEDWeb
O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

Portal de Normas
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Normas.com.br
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Ruy Martins Altenfelder Silva

Já há algum tempo especialistas vêm apontando a saúde dos adolescentes como um dos desafios para a realidade deste novo milênio. Trata-se do grupo etário de 1,2 milhão de pessoas (um em cada seis habitantes do mundo) talvez mais vulnerável à mudança global de valores que acompanha os novos cenários econômicos e sociais, que se sucedem cada vez mais velozmente. Desemprego, exigências mais rigorosas para acesso ao mercado de trabalho, urbanização, migrações, acelerada evolução tecnológica e choques culturais estão entre os fatores que provocam forte impacto na formação das novas gerações, num processo de difícil acompanhamento e mesmo percepção por parte de pais, professores e outros adultos que com elas convivem.

Em época nenhuma foi muito tranquila a transição da infância para a idade adulta, sempre uma fase complexa de desenvolvimento fisiológico e psicológico. Mas, atualmente e em especial nos países emergentes, os adolescentes enfrentam cargas adicionais. No Brasil, por exemplo, boa parcela deles vivenciam transformações profundas na vida pessoal e familiar, decorrentes da ascensão social, maior acesso à educação e maior poder de consumo.

Até aqui pouco estudado, o novo cenário vem despertando a atenção de especialistas e motivou, pela primeira vez, um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) que colheu dados de 109 países para identificar as principais causas de doenças e mortes de pessoas entre 10 e 19 anos em todo o mundo. O suicídio aparece como terceira causa das 1,3 milhão dos óbitos. À frente estão: acidentes de trânsito, com 330 mortes por dia, e a Aids, que após alguns anos de queda volta a crescer, atingindo mais de 2 milhões de adolescentes – uma elevação creditada ao aumento dos casos nos países africanos, enquanto Europa e Américas registram queda.

O mesmo relatório aponta a depressão como a grande causa de doenças e inaptidão nessa faixa etária. Entre os principais fatores desse cenário, estão as mudanças na expectativa de vida, a falta de perspectiva de futuro, o aumento no uso de drogas e a violência. “Os dados são realmente preocupantes, mas não surpreendem quem está, na prática, atendendo a essa população, pois a depressão, muitas vezes, está associada a outros problemas mentais mais graves – como dependência química ou transtorno de conduta –, casos em que aspectos emocionais ou alterações próprias da depressão não são investigados”, afirma o psiquiatra Miguel Boarati, coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, em reportagem no Correio Braziliense.

Muitas vezes o próprio adolescente não tem percepção ou consciência de que as mudanças comportamentais podem estar ligadas a quadros depressivos e que estes podem ser tratados. E, pior, pais e professores também padecem dessa falta de percepção e de conhecimento, confundindo tais problemas com a natural crise existencial do jovem.  Mas, como alerta Boarati, não há melhora espontânea do quadro depressivo, cujo tratamento chega a envolver várias especialidades, incluindo terapia de família, o que pode encarecer seus custos e tornar-se um obstáculo à sua realização.

Embora não seja solução para reduzir o alto número de mortes no trânsito, o aumento dos casos de Aids e a elevada incidência de suicídios, a educação pode prestar significativa contribuição para atenuar tais ameaças à vida e à saúde dos adolescentes. Sem falar numa forte política pública a ser lançada nesse sentido, as ações preventivas devem fazer parte da programação, regular ou extracurricular, das escolas, envolvendo familiares e educadores.

Também as empresas e entidades sociais voltadas à juventude devem incluir esse tema em seus programas de qualidade de vida para colaboradores e nas ações externas de responsabilidade social que promovem. O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) – que há décadas realiza programas de prevenção ao uso de drogas nas escolas, palestras sobre saúde (prevenção de aids, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência, etc.) entre estudantes do ensino médio e superior – é testemunha de que tais ações encontram grande receptividade entre jovens, pais, educadores e comunidades carentes. Isso além de atuar como agente que facilita a preparação e o acesso dos jovens ao mercado de trabalho, por meio do estágio e da aprendizagem profissional.

Essa é a contribuição que o CIEE já presta – e pretende continuar intensificando –, ao se antecipar à recomendação de  Flávia Bustreo, subdiretora geral para a saúde das mulheres e das crianças da OMS: “Esperamos que esse documento consiga provocar mais atenção à saúde das pessoas que têm entre 10 e 19 anos e que sirva para desencadear uma ação acelerada sobre seus problemas”.

Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente do Conselho de Administração do CIEE e da Academia Paulista de Letras Jurídicas.

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Meio ambiente e empresas sustentáveis

COLETÂNEA DE NORMAS TÉCNICAS AMBIENTAIS

Coletânea Série Sistema de Gestão Ambiental

Coletânea Digital Target com as Normas Técnicas, Regulamentos, etc, relacionadas à Sistema de Gestão Ambiental!
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Cada vez mais as empresas precisam ter consciência de seu papel no processo de preservação do planeta. Práticas simples podem ser adotadas diariamente para que um futuro melhor seja possível.

Medidas como redução do consumo de energia e água já podem ser um bom começo para as organizações que querem adotar esses princípios sustentáveis. “Existe a possibilidade de adequar produtos e processos que sejam ambientalmente sustentáveis sem perder competitividade. O desenvolvimento econômico é fundamental, mas é possível realizar um bom trabalho respeitando a natureza”, afirma Rafael Goelzer, diretor da Quinta da Estância.

Para Goelzer, a gestão ambiental faz parte da cultura da instituição desde as atitudes mais simples até os deveres mais complexos. “Acreditamos na mudança de consciência que nos leva a pensar e aceitar outras formas de viver o presente pensando no futuro. Na semana do meio ambiente, nada mais justo que colocar em prática os nossos planos”, diz.

Para as empresas, cuidados básicos podem fazer toda a diferença e ainda diminuir efetivamente gastos mensais. “A impressão de papeis é um grande problema, pois se faz necessário que eles estejam fisicamente na mesa. O ideal é evitar utilizar folhas que não sejam ecológicas e tintas à base de soja. Procurar reutilizar, sempre imprimindo dos dois lados ao invés de colocar no lixo, também é uma solução”, conta. Outra dica importante é usar equipamentos de forma consciente e eficiente, sempre lembrando de não deixar os aparelhos eletrônicos em stand-by, pois gastam energia mesmo quando es tão aparentemente desligados.

As empresas precisam separar o lixo que pode ser reciclado do lixo orgânico.  Como o maior causador da degradação do meio ambiente, ele demanda tempo e paciência para se tornar sustentável. No entanto, os benefícios são muitos e vale a pena o pequeno esforço. “Essa é uma das melhores formas de economizar dinheiro e ainda reduzir o volume que chega todos os dias nos aterros. Sobre a decoração no ambiente, caso a troca de móveis seja necessária, vale investir em materiais reciclados, madeiras certificadas ou artigos que causem baixo impacto”, conclui.

Para as empresas que já praticam essas ações, avançar nos processos ecológicos pode demonstrar um engajamento extra e aumentar seu comprometimento com o futuro do planeta. Um grande exemplo disso está no esforço em buscar alternativas para reduzir os impactos.

Para começar, Goelzer indica que os empresários procurem se informar sobre quanto a empresa emite durante suas atividades diárias e quantas árvores seriam necessárias para neutralizar todo o carbono lançado na atmosfera. “Existem formas possíveis de amenizar isso e que são de grande valia para o futuro do meio ambiente”, afirma.

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