Como ser um bom chefe profissional e familiar

A ISO 9001:2008 para pequenas e médias empresas

Esta publicação ASQ/Target, de autoria de Denise E. Robitaille, foi desenvolvida para ajudar as pequenas…

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A liderança pode até ser uma característica nata para alguns, mas acredite, ela está muito mais associada à aprendizagem, dedicação e estudos de uma pessoa do que ao seu talento. E isso vale tanto para os chefes de família quanto para os profissionais. Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, tanto os bons chefes de família quanto os profissionais desenvolvem algumas características em comum para obterem sucesso em suas empreitadas – e ela compartilha conosco algumas dessas principais características.

“São vários os pontos que diferenciam um homem ‘comum’ de um bom líder. Começo destacando a vontade: para ser um bom chefe, é preciso querer, e isso vale tanto para o pessoal quanto para o profissional”, comenta. Mas não para por aí – “esse é só o começo”, brinca.

Algumas outras características fundamentais são a capacidade de controlar as finanças, de resolver conflitos com facilidade e de agir de acordo com o que fala. “Se você quer que os seus colaboradores – e/ou filhos – o respeitem, aja da forma que você quer que eles ajam. Gosta de pontualidade? seja pontual. Quer que prestem atenção ao que você diz? Fique atento ao que os outros falam. A sua postura será reflexo neles. Influenciar – e ensinar – os outros por meio do próprio exemplo é a melhor forma de conquistar respeito e confiança deles”, exalta a especialista.

Outro ponto importante é saber separar as prioridades do momento: quando está em casa com sua família, aproveite esse momento e deixe de lado as preocupações do trabalho – e o mesmo vale para o horário do expediente. “Seja profissional quando exigido, e seja um bom pai/marido quando for preciso” diz.

Madalena ressalta que outra característica importante para ambas as situações é ser claro, direto e objetivo. “Ninguém gosta de pessoas repetitivas ou que ficam dando voltas e não chegam a lugar nenhum. Assim você perde tempo – e os outros também. Para evitar esse desgaste, seja claro desde o começo e tire as possíveis dúvidas que possam vir a existir – novamente, de forma clara e direta”, ressalta a coach.

Também é importante dar sempre um feedback tanto para os funcionários quanto para os filhos ou família em geral. “Primeiramente destaque os pontos positivos dos últimos tempos, se aquilo que você havia pedido/comentado foi feito com qualidade, se admirou alguma atitude que foi tomada, etc. Depois comente sobre o que pode ser melhorado – dê sugestões do que pode ser feito e converse sobre o que agrada a você e a outra pessoa ao mesmo tempo, assim, ninguém sai em desvantagem”, conclui Madalena.

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